Paulo Leminski

Janaina Medeiros
Cosimo Galluzzi
wallacepolsom
dirt enthusiast
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

ellievsbear
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
sheepfilms

Product Placement

Kaledo Art
No title available
🪼
will byers stan first human second
hello vonnie

Andulka
noise dept.
Today's Document
todays bird

Discoholic 🪩
Show & Tell
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from United States
seen from United States

seen from Indonesia
seen from United States
seen from Japan

seen from Australia

seen from Hong Kong SAR China

seen from Malaysia

seen from Argentina

seen from Malaysia
seen from Türkiye
seen from United States
seen from France

seen from Canada

seen from Romania

seen from United Kingdom

seen from Canada
@aboboravoadora
Paulo Leminski
existe um arrependimento para cada coisa que deixamos de fazer por medo.
“A vida é incontornável. A gente perde, leva porrada, é passado pra trás, cai. Dói, ai, eu sei como dói. Mas passa. Está vendo a felicidade ali na frente? Não, você não está vendo, porque tem uma montanha de dor na frente. Continue andando. Você vai subir, vai sentir frio lá em cima, cansaço. Vai querer desistir, mas não vai desistir, porque você é forte e porque depois do topo a montanha começa a diminuir e o único jeito de deixá-la pra trás é continuar andando. Você vai ser feliz. Está vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto de agulha? Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que estou falando a verdade. Eu não minto. Vai passar.”
— Caio Fernando Abreu.
E finalmente, sem saber ao certo porque o fiz, comecei a andar para frente. Eu só sabia de uma coisa: era eu que me movia e ninguém mais. — A Hospedeira.
“E eu estava lá, vestido de mim, falando igual eu, sorrindo e fazendo os movimentos parecido comigo, mas no final não era eu, meu corpo, minha roupa, meu tênis, minha voz, meu jeito, tudo idêntico mas minha cabeça não estava lá, se olhassem bem pro fundo dos meus olhos, dava pra enxergar uma placa pendurada na maçaneta da alma, escrito: Saí, não sei quando eu volto, não sei pra onde vou, não tenho previsão de voltar. Aquilo ali era uma cópia borrada minha, interagindo com os demais, com os olhos apagados e ninguém notou.”
— Diário de Rorschach. Dia 33