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Meio ambiente, Candido Portinari, 1934.
Antropofagia, Tarsila do Amaral, 1929.
A mulher italiana, Henri Matisse, 1916.
Os portões do alvorecer, Herbert Draper, 1900.
Decalcomania, René Magritte, 1966.
Ecce Homo, Caravaggio, 1605.
Eis o homem, disse Pilatos.
O Porto de Le Havre (1903) e A Ponte Royal e o Pavilhão de Flore (1903), Camille Pissarro.
Phaedra, Alexandre Cabanel, 1880.
Cabanel fazia parte de um grupo de pintores chamados de academiscistas que utilizavam os fundamentos dos métodos artísticos acadêmicos das escolas de arte europeias. As academias partiam do princípio que a arte poderia ser ensinada através da mescla da teoria com a prática, priorizando muitas vezes a metodologia em si do que a criatividade e a sensibilidade das obras.
As academias tiveram um papel importante no cenário cultural da época pois "ditavam" as tendência e foram responsáveis pela criação de diversas coleções que tornaram-se museus alguns anos depois. O surgimento de novas correntes como o impressionismo e o realismo no século XIX, o academiscimo passou a ser questionado e acusado de ser dogmático. A partir de então o movimento entrou em declínio tendo seu fim (em teoria) no início do século XX com o surgimento do modernismo como movimento contrário à tradição artística.
Uma estudante, Anita Malfatti, 1916.
No Moinho Vermelho, A dança. Toulouse Lautrec, 1980.
Lucrecia, Artemisia Gentileschi, 1620.
Artemisia Gentileschi, pintora nascida em Roma no ano de 1593, ficou conhecida por suas pinturas divergentes do padrão artístico predominante na sua época ao retratar através das telas histórias de mulheres fortes.
A pintora barroca aprendeu a pintar logo cedo no estúdio de seu pai e foi influenciada pelas tendências caravaggianas e o uso do chiaroscuro para dramatizar suas obras. Aos 18 anos, Artemisia sofreu abuso sexual de um pintor contratado pelo seu pai para ajudá-la no seu desenvolvimento artístico, apesar do caso ter sido levado a julgamento o agressor nunca cumpriu sua pena. Movida pela sensação de impunidade, e talvez revolta, a pintora utilizou suas telas como forma de "protesto", retratando a visão feminina sobre cenas bíblicas e históricas.
Apesar do trauma sofrido, Artemisia se destacou no seu ramo e foi a primeira mulher a entrar na Academia de Belas Artes de Florença. Hoje sua imagem é atrelada a resistência feminina frente ao cenário desfavorável e patriarcal em que vivemos.
Penitência de Maria Madalena, Ticiano, 1560-1565
Estudo de cores: Quadrados com círculos concêntricos, Wassily Kandinsky, 1913.
Onze da manhã, Edward Hopper, 1926.
O Flautista, Cândido Portinari, 1934.
Obra do pintor Ron Hicks
A Boba, Anita Malfatti, 1916.