Entorpecida
Você me pergunta Se o que escrevo é real Você quer um culpado Então que seja feito a sua vontade Eu estava sedada Desarcordada Era apenas um fetiche Mas não era o meu Eu desejei ser amada Mas o máximo que fui, foi ser usada Acordei como se nada tivesse acontecido Mas aconteceu Ela olhou nos meus olhos Com uma promessa silenciosa enquanto me tirava da jogada, novamente. Ela apenas observava. Enquanto ele me tomava. Dessa vez, mais consciente. Apenas uma concessão, Mas se no final houvesse a dominação. E assim foi dada a exceção. Apenas o brinquedinho preferido Querendo ser muito mais. Em linhas doentias Quase criminalmente passadas. Eu precisava voltar à sanidade. Eu estava destruindo a mim Enquanto era enfiada entre eles. E me apegava mais a ele, mesmo gostando também dela. E por que eu gostava? Foi ela que fez a primeira jogada. Sem minha autorização. Mas no final, eu permaneci. E foi ai que eu percebi, outras estiveram ali. Haviam vestígios Linhas bem definidas de tão doentias Criminalmente passadas.
A decisão era minha Ela nitidamente foi até o fim, ele não estava presente. Mas se eu entregar um, o outro em algum momento irá cair. Hesitei, mas por fim os entreguei a justiça. Mas o mais triste. Nunca os abandonei. Não sei o que espero ... Parece ser a aniquilação.















