DOM DOM DOM DOM DOM DOM DOM TAVA AQUI NO BAILE ESCUTANDO AQUELE SOM DOM DOM DOM DOM DOM DOM DOM PASSOU UM TROMBADINHA E ROUBOU O MEU SOM
-- Fica de olho aberto então, chapa!
Monterey Bay Aquarium

tannertan36

if i look back, i am lost

blake kathryn
he wasn't even looking at me and he found me
YOU ARE THE REASON

#extradirty

No title available
macklin celebrini has autism
trying on a metaphor

shark vs the universe
occasionally subtle
🪼
I'd rather be in outer space 🛸
d e v o n

roma★
DEAR READER
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

祝日 / Permanent Vacation
dirt enthusiast
seen from Malaysia

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seen from Bahrain
@agrabahsthief
DOM DOM DOM DOM DOM DOM DOM TAVA AQUI NO BAILE ESCUTANDO AQUELE SOM DOM DOM DOM DOM DOM DOM DOM PASSOU UM TROMBADINHA E ROUBOU O MEU SOM
-- Fica de olho aberto então, chapa!
Andou na prancha, cuidado sua carteira vou roubar TUMTUMTUM
-- Shhhhhh, não espalha pras pessoas, cara!
mama, I'm in love with a beast and this type of love isn't rational, it's doloroso pra caralho essa loka só me bate
-- Ei, a Belle nunca me bateu! Na verdade eu me dou bem com ela, tá?!
"MÃOS PARA O ALTO NOVINHA, MÃOS PARA O ALTO NOVINHA" "POR QUE POR QUE POR QUE" "PORQUE ISSO É UM ASSALTO PASSA TUUDO O QUE VOCÊ TEM AGORA ANDA ANDA"
-- Que ofensivo! Eu tenho certeza de que sou muito mais sutil que isso.
BEJA AS BOCA DE BELLE N mentira, já fizeram esse desafio. Acredito que... Confesse para a própria Belle as razões verdadeiras e profundas para que você, mesmo c/ toda ferocidade (vou pro zorra, risos) dela, você ainda não a deixou.
-- Bem, não é como se eu tivesse outra opção, então, vamos nessa.
aqui vemos um exemplo de anony bem desesperado na vida.
verdade ou consequência
-- Consequência.
Me mande “verdade ou consequência” e meu char vai decidir entre responder a uma pergunta sua sem poder mentir ou abrir um starter com o seu desafio.
Character a e s t h e t i c s: – 21st century meme character development
✦ Alí de humanas Agrabah in 21st century ✦
“Parkour é aquele esporte que você fica meio pulando, meio voando por ai? Que demais! Tudo bem, mas ainda assim tome cuidado. Parece perigoso.”
-- É, quase isso, é mais apropriado pra praticar em cidades, mas eu me viro por aqui. -- Desceu, com cuidado de onde estava pendurado. -- Tudo bem, eu já peguei o que eu queria.
it’s always darkest before the dawn; agrablatt
Ultimamente Annabelle vinha achando o silêncio perturbador. Era perturbador porque quando tudo estava silencioso, sua mente estava barulhenta. Era insuportável escutar a voz de sua própria consciência acusando-a de tudo, relembrando-a todos os seus problemas e deixando ainda mais vívido em sua mente que ela nunca esteve tão perto de realizar um de seus piores medos como estava agora. A figura da menina que havia sido espancada não saía de sua mente, porque cada vez que encarava as feridas alheias nos corredores do instituto, ela sabia que era sua culpa. E sabia também que se havia feito uma vez, faria de novo. O medo a consumia quase tanto quanto a preocupação. Regulus não havia voltado. A última vez que havia o visto era exatamente para compartilhar a culpa de um assassinato que não havia cometido, mas que ele havia. Pior do que saber que um de seus melhores amigos era um assassino era saber que também poderia se tornar uma, mesmo que não houvesse de fato matado alguém, até quando continuaria assim?
Afundou a cabeça nos braços, aproximando-se da superfície plana onde se encontrava um de seus livros. — Merda! — Jogou-o longe com um tabefe, e observou com expressão fechada enquanto o exemplar parava aos pés de Alí. Surpreendeu-se ao vê-lo, mas isso não fez com que sorrisse. Não por querê-lo longe – era difícil assumir que na grande parte das vezes desejava exatamente o contrário – mas porque era incapaz de sorrir nas circunstâncias atuais em que se encontrava. — Há quanto tempo está aí? — Foi a única coisa que disse, seca.
O príncipe já estava ali havia um tempo na verdade. Ele procurava coragem para iniciar um diálogo com a morena, não que estivesse com medo da reação dela, longe disso. Porém, Alí tinha que perder o medo de compartilhar suas frustrações e receios com as pessoas. As únicas com quem costumava falar a respeito eram Khalaf e Jade, mas, ultimamente, ele tinha a impressão de que precisava dividir o que sentia com uma pessoa diferente. Até porque, Jade e Khal estavam numa pilha assim como ele, não precisavam de mais um problema além do deles próprios. -- Algum tempo. -- Admitiu, percebendo que talvez a Blutenblatt também não estivesse no clima para ouvir uma longa história, contudo, já estava ali, não tinha como voltar atrás. O príncipe tirou o que estava escondendo nas costas, segurando a pilha de livros de capa dura com ambas as mãos antes de se abaixar para pegar o livro que caíra a seus pés. -- Talvez não seja a melhor hora pra devolver os seus livros?
‘Till the End of the Line -- Alí&Khal
Desde o dia que Khal tinha feito acordo com Lilith, ele estava distante de todo mundo que conhecia. Dormia antes de Azid, acordava antes dele e ficava o dia inteiro fora. Faltou várias aulas que fazia com Alí e Jade, por isso, quase nunca encontrava com eles. O gênio tomou providências de esconder o que tinha feito ao máximo possível. Mas, ele se descuidou naquele dia. Estava andando pelos jardins, tinha imaginado que o filho e herdeiro de Aladdin estava em uma aula, mas, ele também sabia que Alí faltava aulas e era astuto demais para ser feito de bobo. Por isso, quando a pergunta veio logo de cara, Khal soube que tinha esquecido de esconder com as mangas de camisetas. Seu coração doía quase sempre, mas, naquele momento doeu mais. Olhou para o melhor amigo sem chão, mas, ele não podia não dizer o que fez. A reação de Jade foi completamente negativa e sabia que de alguma forma a de Alí também seria, por isso, ele foi forte e disse. – Eu troquei de lugar com Azid. Eu… Eu confio em você, Alí.
O príncipe passou as mãos pelos cabelos e respirou fundo, ficando em silêncio por alguns instantes, porém ele não estava irritado, não com Khal. Colocou as ma~so na cintura, olhando para o cé por um minuto antes de voltar a olhar para o melhor amigo. Alí sempre soubera que Khal confiava nele, mas aquilo... era muita responsabilidade. O moreno sentiu o peito apertar, ter a liberdade do gênio posta em jogo... Imaginá-lo com um amo que não fosse ele, um mestre egoísta e idiota como Jafar... Era demais. O ladrão sentiu lágrimas acumularem nos olhos e inevitavelmente elas caíram, mas sua voz não estava embargada e ele não soluçava, apesar de as lágrimas serem de tristeza, ele precisava ser forte por Khal e por si mesmo. -- Por quê não me contou antes? Quem fez isso?
O rapaz aproximou-se cauteloso, as sobrancelhas franzidas em descrença. – Não? - Um sorriso ligeiramente sarcástico surgiu em seus lábios. – Então o que deveria ser?
-- Deveria ser... hum... não sei. Na verdade, o que isso parece pra você?
“Como se eu fosse cair nessa. O que mais poderia ser? Devolva agora.”
-- Eu não peguei nada seu. Sabe esse treco aqui na minha mão? Eu tinha escondido aqui, e não é seu.
Talvez não seja… Mas ainda é muito estranho. O que é isso, então? Você tem certeza de que está bem?
-- Tá tudo bem sim, eu faço parkour, sabe? Tenho prática, as chances de eu cair são baixas.
‘O que você fez dessa vez, Agrabah?”
-- Eu só... -- Alí desceu da parede em que estava subindo, limpando as mãos. -- Estava procurando uma coisa que escondi.
Encarou o objeto que estava na mão da pessoa e ergueu levemente as sobrancelhas antes de deixar escapar um breve sorriso. “Sabe a pessoa logo perceberá que isso sumiu. É melhor entregar logo ou deixar isso em um corredor qualquer.”
-- Nah, fica frio, eu vou devolver depois. Eu sempre devolvo.
“don’t walk away.”
-- Never.