Desenho velho de uma época que tinha que bater ponto tirando foto em um app de celular.
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Alisa U Zemlji Chuda
will byers stan first human second
he wasn't even looking at me and he found me
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Xuebing Du
Show & Tell

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Sade Olutola
Not today Justin
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
Sweet Seals For You, Always
DEAR READER
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Mike Driver

Love Begins

Janaina Medeiros

tannertan36
Three Goblin Art
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@aidssaurus
Desenho velho de uma época que tinha que bater ponto tirando foto em um app de celular.
Espelhos y Imagens
Brincando com carimbo digital de um app que funciona como maquinas de purikura chamado Linecamera, utilizo esse app para desenhar apesar de não ser planejado para isso. Essas imagens foram desenhadas tendo como referencia um chaveiro de um mahoshoujo, feito em 19 de abril de 2025.
crescimento 2025
Qualquer recipiente é propício a ser um estojo de giz de cera
me divertindo criando bottons para minha primeira participação em uma feira de artes gráficas :-)
A primeira imagem abre o capt 3.1 chamado Figurinhas do meu desobjeto de conclusão de curso em artes gráficas pela ufmg, finalizo o capt com a contra-capa do album.
casa
Inquieta, pensamentos começaram a girar em torno do meu eu sempre em conflito. Busquei comparações intrapessoais existenciais com o meio urbano e no mais invisível e sem paradeiros. Fui conversar e entender sobre moradores de ruas e não como vivem, mas sim seus pensamentos paralelos e sentimentos conexos vagamente libertos. Jamaica tem família, longe, mas tem. Ele mora ali nos arredores do prédio de Direito da UFMG, todos que ali vivem, o conhecem. Ele diz que qualquer lugar é sua casa e que tem uma família onde às vezes pensa em voltar, porém, ele vive por seus cachorrinhos: Preta e Bilú. Jamaica pegou uma de minhas casinhas e escreveu seus nomes. Ele volta para seus cachorrinhos. Vive por eles em qualquer lugar. Jonas veio de longe, mora numa barraca feita da lona de um outdoor. Trabalha com artesanato. Escuta boas músicas na rádio. Critica a política. Troca livros com uma professora que mora por ali. Sua casa não é definitiva. É temporária. Em qualquer lugar. Casas temporárias. Lugares temporários. Mas para onde sempre volta. Qualquer lugar onde sempre voltará. Eu não sinto que tenho um lugar para voltar e no mais vasto incomodo e por mais invasiva que fui, Jamaica e Jonas souberam me responder o que faz de um espaço ser uma casa, para onde voltamos, seja em um lugar diferente ou sempre no mesmo. Jonas e Jamaica são meus vizinhos. São nossos vizinhos. Vizinhos de casas perambulantes.
Artigo escrito por Rosana Oliveira com revisão de Elisa Campos para publicação Superficies Urbanas. Casa é uma série de fotografias digitais realizado em 2017.
Sem contexto ou alguma análises profundas, tenho observando que estou trabalhado com uma certa frequência com minha foto 3x4 . Não sei, vou pensar depois sobre isso.
Ha um tempão atras assisti uma entrevista de um artista espanhol e ele disse que se nutria das experiencias que encontrava e as legendas em inglês traduziram nutrir para inspiração e depois disso nunca mais vi a palavra —☆inspiração—☆ com o mesmo significado. Talvez por sentir que por dentro eu tenha um jardim selvagem que sempre crescia de maneira descontrolada, sem principios, sem meios, sem fins, sem cuidado. Acreditei que não poderia nunca deixar de me nutrir dessa forma descentralizada, que cresce por pura rebeldia mas encontrei escassez. Acabei me machucando entre galhos secos de um jardim abandonado. Já se machucou com galho seco? Rasura a pele igual papel. Ou estilete. Doi um bocadinho. Arde só no banho. Nem precisa de curativo, se cura sozinho. Nem se percebe, não deixa cicatriz.
1 de fevereiro de 2023
Carrego dentro da bolsa sempre um caderno, uma caneta preta ou um lápis HB para anotar qualquer coisa que seja minimamente importante de ser registrada e para desenhar independente de qual seja a prioridade, o lugar e ocasião. Também carrego um pente que é a cabeça de um dinossauro que não existe mas gosto muito desse pente performar a ideia de um crânio que é esqueleto de um dinossauro que sequer existe e sim foi inventado. Como eu sei que é um dinossauro inventado? Fui a criança que tinha interesse específico em estudar dinossauros. Dentro dessa mesma bolsa também tem carteira, identidade, CPF impresso em um chamequinho e plastificado, dois absorventes, uma caixinha de TicTac sabor morango, alfinetes, presilha de cabelo, porta óculos, uma bolsinha de moedas em formato de tomate, um chaveiro em formato de pote de sorvete que virou suporte para guardar sal (tenho pressão baixa) e uma Polly Pocket falsa, decapitada. Polly Pocket foi meu segundo desejo de consumo (o primeiro foi um gameboy advance um videogame da Nintendo) e minha primeira coleção de bonecas nesse padrão de garotas-loiras-fictícias-ericas. A minha primeira Polly Pocket foi um presente que ganhei da minha avó, ela trouxe de Aparecida do Norte em alguma romaria ali entre 2002 ou 2003 e certamente comprou de algum feirante que comercializava produtos na ilegalidade sem nota fiscal. Um dia ou dois que ganhei minha primeira Polly Pocket a cabeça dela simplesmente quebrou e guardei o corpinho. A fragilidade de um brinquedo falsificado durou menos tempo que a existência de uma brincadeira de criança. O tempo de um adulto no mundo não é o mesmo que o de uma criança. O tempo de uma criança no mundo é a chuva que cai do céu, a noite com vento que faz barulho. O fotograma foi feito em uma aula de fotografia, tinha levado outros materiais para experimentar a técnica mas escolhi brincar com o acaso retirando qualquer coisa da bolsa sem olhar o que tinha e poderia ser uma carteira, identidade, CPF impresso em um chamequinho e plastificado, dois absorventes, uma caixinha de TicTac sabor morango, alfinetes, presilha de cabelo, porta óculos, uma bolsinha de moedas rm formato de tomate, um chaveiro em formato de pote de sorvete que virou suporte para guardar sal e uma Polly Pocket falsa, decapitada.
16:58 de um domingo, horário bom pra se afundar em melancolia. Odeio isso.
Exposição In Memorian, 2023.
fotos por @guiw_
Dia desses encontrei um canal que passa Três Espiãs Demais 24 horas no YouTube e deixei enquanto limpava a cozinha e organizava coisas da casa, me parece ser coisa antiga pois existe vários canais de desenhos animados que são exibidos no modo ao vivo no YouTube mas de qualquer forma desconhecia isso pois achava que qualquer coisa hoje em dia precisa pagar uma plataforma pra consumir e a pirataria sempre foi minha minha única forma de acessar certas mídias então essa facilidade para assistir desenhos animados direto pelo YouTube parecia ser algo dificil de se ter vivendo a internet atual e tudo isso tendo apenas as vozes da minha cabeça sendo a fonte. Hoje é domingo a noite e não tô fazendo nada alem de passear por sites chineses pesquisando sapatos feios e materiais de arte em escalas anormais sendo um desses itens um lápis gigante então fui caçar vídeos de pessoas que compraram pra matar a vontade de comprar esses benditos materiais de artes de Itu. A pesquisa do YouTube recomendou um canal do Bob Esponja 24 horas (inclusive o sistema de buscas do YouTube tá uma MERDA, pesquisar coisas simples no Google Search tá uma MERDA, a internet num geral tá uma MERDA). Cliquei, tô assistindo Bob Esponja mas é domingo a noite. Quando criança tive muito problema pra dormir, ainda tenho bastante dificuldade sendo honesta. A noite me parece tão mais atrativa pra fazer coisas, qualquer coisa: desenhar, reorganizar todos os móveis da casa, montar roupas pra sair, criar listas de listas, jogar videogame, ler, ouvir música e dançar no escuro e quando criança ia pra sala assistir o que tava passando na tv. Sendo gente grande faço muitas coisas quando não tô dormindo e queria não precisar dormir nunca pra fazer tudo, acho que até a depressão adormece. O silêncio que a noite proporciona sempre me fez sentir a única-pessoa-acordada-no-planeta e eu relaciono a solidão a um sentimento adorável e cativante. Gosto de acordar cedo mas eu não funciono durante o dia, não dá meu cerebrinho se desgasta muito mais rapido e juro que não é que eu esteja sonolenta ou algo assim. Existiu um momento que estabeleceram uma regra que pra viver socialmente deveríamos funcionar todos na mesma hora: acordar todo mundo na mesmo minuto pra ir pra escola ou pra trabalhar, muitas pessoas num ônibus, muito carro na rua, muito barulho, muita coisa ao mesmo tempo mas eu nunca consegui acompanhar sempre estive muito atrás ou muito lá na frente tentando fugir dessa confusão. É domingo a noite e tô assistindo Bob Esponja e parece que é errado eu tá assistindo Bob Esponja a noite. É um sentimento muito estranho, muitomuitomuito estranho. Enquanto meus pais estavam dormindo eu assistia toda a programação de todos os canais abertos que minha tv captava e desenhos começavam a ser transmitidos as 5 horas na Globo e depois as 6 e pouquinho no SBT, sim eu virava a noite assistindo tv e sabia toda a programação da madrugada da tv cultura, da globo, do SBT e Band (a tv lá de casa também pegava rede tv mas a programação deles de madrugada era um programa de venda de joias nada muito atrativo pelo contrário me parecia muito macabro era ao vivo tipo um leilao as pessoas ligavam pra comprar as biju) e sim, eu nunca tive parabólica nem tv a cabo. Quando amanhecia e começava a ter desenhos na programaçao sentia que o dia era outro e diferente e já tava ali sentadinha no sofa comendo meu sucrilhos com leite. Sabia que minha mãe iria levantar e lavar roupa, que meu pai iria p escritório atender telefonemas. Existia um sentimento confortável e tranquilo dentro de mim todas as manhãs e finais de tarde. Assistir desenhos de manhã me condicionava a uma segurança, uma realidade que eu já conhecia. Já sou gente grande e já almocei sucrilhos com leite por meses mas assistir desenho animado a noite me faz sentir muito mais gente grande e não é por ter autonomia das minhas escolhas é porque vivo constantemente insegura de como vai ser outro dia.
[Montei roupinha de acordo com oq usava durante o meu EM coisa por volta de 2009/2010/2011 usava muita sobreposição, não me sentia confortável mostrando muito meu corpo. Até aí tudo bem mas fiquei um tempão pensando q tinha algo errado e era a cor do meu cabelo ele era ROXO]
[cabelo comprido com grampinhos/piranhas/prendedores queria testar penteados simples para compor uma página de makeup]
[outfit inspirado para comemorar o aniversário do pato donald ele não é o meu personagem super favorito eu gosto mais do pateta mas acho o donald muito caristimatico também]
Hello Kitty completou 50 anos e a Sanrio Brasil decidiu comemorar com uma exposição selecionando artistas para customizarem uma Hello Kitty gigante. Essa foi a minha ideia fiz faltando uns minutos do prazo e horário final do edital e acredito que poderia ter sido melhor executada se tivesse me dedicado com mais tempo. Não fui selecionada e esse foi o primeiro edital/concurso que não passei esse ano e foi um murro na minha cara para acordar para não perder oportunidades que me deixariam realizada de forma interna do que externa (se tratando de portfólio e valores no campo das artes) e obvio, para encarar meu trabalho com mais espaçamentos entre meus processos. As vezes só o fazer e materializar não anda junto com meus pensamentos meus mecanismos de pesquisa estão sempre o durante principalmente nos erros e nessa de olhar e apenas aceitar que aquilo tá pronto não andam juntas. Lembro de uma pergunta feita por um professor na graduação se saberia quando eu tinha terminado uma obra e bom eu não sei. não sei se tudo que já fiz teve um fim, mesmo sendo objetos individuais ou isolados dentro da minha produção se eu olho de um forma geral são tudo a continuação de uma mesma ideia em desenvolvimento, um negócio meio infinito. Espero ser selecionada na comemoração de 100 anos da Hello Kitty.