-Desconhecido
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"

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Cookie Run:Kingdom Official!
Fai_Ryy
macklin celebrini has autism
I'd rather be in outer space 🛸

Origami Around
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
The Bright Sessions

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YOU ARE THE REASON
Lint Roller? I Barely Know Her

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The Bowery Presents
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NASA

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@altrofaccia
-Desconhecido
“Meu coração tem mil anos. Eu não sou como as outras pessoas.”
— Charles Bukowski.
“Para desentristecer, leãozinho o meu coração tão só, Basta eu encontrar você no caminho.”
— Caetano Veloso.
-Desconhecido
ROMAN HOLIDAY (1953) dir. William Wyler
Fora de Mim. Martha Medeiros (via @brunagehlen) #grifeinumlivro #ForaDeMim #MarthaMedeiros #literatura #livro #literaturabrasileira https://www.instagram.com/p/CDBbsTiHvlT/?igshid=1327jp3kujj4v
São raríssimas as pessoas com que aguento ficar perto mais de cinco minutos.
Charles Bukowski. (via alentador)
Às vezes, escondido, a gente chora. E chora mesmo sem saber o porquê.
Tiê. (via alentador)
eu não escrevo mais. eu poderia citar um milhão de motivos para não conseguir, mas agora só me vem à mente você. se eu te dissesse que não escrevo mais, você reagiria tal como o galã daquele filme que responde ao amor da sua vida que não pinta mais apenas com "então pinte", negando os motivos, negando a própria carga de culpa, negando a situação presente, limitando tudo ao "então pinte". "então escreva", você diria. e eu não escrevo mais. eu não leio mais. eu não canto mais. eu ainda choro vendo alguns filmes, porque só então, entrando na vida do roteiro é que consigo alcançar o sentir. de alguma maneira que não sei qual, em algum momento, eu te dei tanto de mim que não me sobrou nada. não há sentimentos, portanto, eu não escrevo mais. você me fez acreditar que seria possível, que se eu sou um pássaro, você é um pássaro, que entendia minhas dores, que poderíamos superá-las juntos e construir novos caminhos. em vez disso, você pegou meus cacos, remodelou-os de maneira que toda minha existência ficasse limitada a você. a cama é extremamente gelada sem você, e por isso não consigo manter firme a palavra de quando te peço para que não venha. toda noite você vem. nenhuma conversa faz sentido se não for com você, a existência para mim não supera a inutilidade quando não se trata de nós, todos os assuntos são ridículos e todas as pessoas não fazem ideia do que estao falando. eu nao escrevo mais porque nao existo mais. porque curvei os meus sentidos todos às suas vontades e agora o relacionamento que você acha que temos se trata só de você. aqui, onde supostamente deveria existir amor, onde existe o que eu acho que é amor, só me sai a luz a dependência, a inesgotável necessidade de ouvir que me ama, de te ver sorrir quando eu chego, de perceber alguma mísera alegria quando eu acordo, quando eu te toco, quando eu te procuro. o sexo é ruim. as conversas já não são interessantes. eu já me acostumei tanto as suas respostas automaticas que agora minhas perguntas também o são. eu não sei se dormiu bem, nao sei o que tem almoçado, se as reuniões de trabalho diminuíram de ritmo, se a unha do pé desencravou. não sei se quero te ver hoje. não sei se consigo encarar a realidade de deitar com alguém que não conheço mais, ou que - o que talvez faça mais sentido - eu conheça tão bem que só me resta admitir que, como eu, já não existe mais.
Vivian Maier: Untitled (Couple Embracing with Checkered Clothing), ca. 1960s
curar umbigo
Precisei olhar de outro ângulo pro tempo, pra enxergar com exatidão o bolso que não havia visto, o suspiro do corpo pelo óleo e pelo sol - sol amarelo que desmancha, que enche o organismo vivo de manchas e alegrias.
É preciso descolar algumas superfícies pra nadar mais fundo. Pra gritar mais fundo. Pra amar. Gozar. Gemer. Tolerar. Sair. Pisar fundo. Olhar fundo. Penetrar fundo. Ir.
Correr em direção ao fuego,
ao que chama o ventre pra dançar. Algo que come o ventre.
É preciso precisar. Senão perde o gosto e a vontade.
É preciso.
Pensar é um tormento.