
★
sheepfilms
almost home
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
ojovivo
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
we're not kids anymore.
TVSTRANGERTHINGS
No title available

Janaina Medeiros
dirt enthusiast
art blog(derogatory)

JVL

No title available
Keni
Not today Justin
Show & Tell
Lint Roller? I Barely Know Her
wallacepolsom

seen from Malaysia
seen from Bulgaria

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Netherlands

seen from United States

seen from United States
seen from Malaysia
seen from Netherlands
seen from Chile
seen from Uzbekistan

seen from Singapore

seen from United States
seen from Brazil

seen from Malaysia

seen from Spain

seen from Brazil

seen from United States
seen from United States
seen from United States
@amor-praversar
passar perfume pra ficar cheirosa pra eu mesma e as paredes do meu quarto
a gente não pode de jeito nenhum deixar de olhar pra dentro de vez em quando pra valorizar o que é da gente o caos o cosmo.
““Tem muita gente que pensa que ama. Não sou ninguém para julgar o amor dos outros, longe de mim. Mas o amor, o amor mesmo, o amor maduro, o amor bonito, o amor real, o amor sereno, o amor de verdade não é montanha-russa, não é perseguição, não é telefone desligado na cara, não é uma noite, não é espera. O amor é chegada. É encontro. É dia e noite. É dormir de conchinha. É acordar e fazer um carinho de bom dia. É ajuda, mãos dadas, conforto, apoio. E saco cheio, também. Porque de vez em quando o amor enche o saco. Tem rotina, tem manhã, tarde, noite, tem defeito, tem chatice, tem tempestade. Mas o céu sempre limpa. Porque o amor é puro como o azul do céu.””
— Clarissa Corrêa.
“A vida é como um eco. Se não está gostando do que ouve, observe o que esta dizendo.”
— Buda.
Engraçado como algumas coisas que nos parecem nada, muitas vezes nos causam gatilhos que a gnt nem imaginaria. Ontem tive que fazer um exercícios de empatia, era um vídeo de uma menina que estava sofrendo com a partida do seu país que estava em guerra. Ela não sabia de quem se despedir, não tinha tempo suficiente pra isso. Isso me causou um gatilho tão grande. Eu tinha 18 anos e queria morrer, não sabia se o correto era me despedir ou não da minha família, pensar em deixar algo de despedida me causava dor por imaginar que algo assim iria causar sofrimento a eles. Segurei minha garganta e desejei morrer " morre, morre, morre" mesmo sabendo q era impossível morrer assim, coragem nunca tive de fazer algo real, não por mim, por eles, graças a Deus. Olho pra trás e vejo uma menina desesperada, sinto pena e me dói o coração saber que era eu.