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— Que? – E então aquela morena continuou a lhe dizer o quão ridículo ficava com aquela flor na cabeça. Já sentado e meio cabisbaixo, tratou de abaixar a cabeça enquanto ouvia todo o sermão da menina que nem ao menos conhecia. Se encolheu mais no banco embaixo da árvore e levou a mão até a orelha, onde retirou a flor e passou a brincar com ela entre os dedos, esperando que a outra terminasse de falar. — Tudo bem… obrigado.
Inspirou profundamente, se permitindo esconder a chateação e abrir um sorriso para a menina, que logo foi embora e deixou que ele continuasse a desenhar só.
Dona de uma boa audição, Amy não conseguiu deixar de ouvir o que a garota dizia para Alexander enquanto ela caminhava em sua direção. Não podia acreditar nas palavras alheias. Quem era a garota para dizer o que seu amigo podia ou não colocar na cabeça? Olhe para as próprias roupas, por Deus. E ainda gostavam de afirmar que ela era má? "Pare." Estendeu a mão para que a morena fizesse o que lhe era pedido, ou ordenado, dependendo do ponto de vista. "Aprenda a olhar para si mesma antes de fazer qualquer comentário desinteressante e desnecessário, quando ninguém aqui lhe pediu a opinião." Disse sem conter sua língua afiada, a encarando de maneira firme para que não ousasse dizer qualquer outra coisa. "E outra coisa. Mil vezes ele com uma flor na cabeça do que você que nem mesmo sabe como combinar xadrez com cor sólida." Rolou os olhos e deixou que a morena a xingasse enquanto terminava seu caminho até o amigo. "Pode colocar novamente." Pegou a flor da mão alheia e colocou-a apoiada na orelha dele com um sorriso nos lábios. "Você não precisava aceitar babaquices calado, amor." Fez questão de aconselhar, para então levar seus olhos ao caderno que este tinha em mãos. "O que está desenhando?"
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Ainda vestia o seu jaleco quando entrou no apartamento onde sua irmã dividia com Theresa, sabia que ela estava ali e precisava dos cafuné que ela conseguia fazer com maestria. “ Amy ” Chamou assim que jogou a bolsa sobre o sofá e fizera o mesmo consigo, já que o cansaço era imenso, muitos pacientes e nenhuma folga, estava começando a pensar se era o tipo de rotina que esperava para a sua vida. Não, Theodore sabia o que queria, mas após o seu doutorado, demoraria um pouco mais para chegar ao pós-doutorado, ou acabaria morrendo de tanto trabalhar. E precisava conversar com a irmã, seus pais estavam planejando comprar uma grande franquia de hospitais para colocar sob direção dele e Teddy não sabia como dizer não para aquela loucura. “ Amy, seu irmão precisa dos seus cafunés ”
Amy saía do banho quando ouviu a voz do irmão mais velho a chamando. Theodore não precisava ser anunciado para que deixassem ele entrar e a loira havia deixado aquilo bastante claro para os funcionários do apartamento. "Já vou!" Gritou de dentro de seu closet, enquanto procurava por alguma roupa decente o suficiente para receber o irmão. Colocou um vestido, que poderia ser qualquer se não fosse feito sob medida para a loira, e seguiu para a sala, encontrando o mais velho jogado no sofá com uma expressão cansada. "Eu sei que vou estar me repetindo, mas você trabalha demais Teddy." Já havia dito aquela mesma frase para o irmão algumas outras vezes e não mudara a sua opinião. A grande maioria das vezes que encontrava com o loiro, ele estava voltando de um plantão ou de alguma aula da universidade. Não lembrava-se de vê-lo se divertir, nem mesmo nas festas que planejava já que ele sempre acabava ajudando-a nelas. Negou com a cabeça, e passou reto pelo irmão em direção a cozinha onde pegaria uma xícara de café quente para o loiro. Havia deixado a cafeteira ligada trabalhando enquanto tomava banho. "Aqui." Entregou a xícara para o mais velho e sentou-se no sofá ao lado dele, apoiando o braço no apoio do sofá. "Pode falar. O que te atormenta?" Perguntou, tendo a certeza de que havia algo que o loiro pretendia lhe contar. Amy orgulhava-se de conhecer os dois irmãos melhor do que eles mesmos.
starter call with @amymrshll
Após a festa a fantasia, Frederich estava pensativo em relação ao que tinha acontecido entre ele e Amy, quer dizer, ele se arrependeu em parte por ter cedido daquela forma, mas foi inevitável não pensar em como seria se tivessem dado continuidade com aquilo, após o treino do time, o jogador tomou o seu banho demorado enquanto seus amigos combinavam alguma festinha entre eles ou uma noitada regado a cerveja e comida gordurosa, Freddy não pensou em nada disso. Após se vestir, pegou a sua bolsa e seguiu até a fraternidade onde a loira morava, um caminho que tomou por muito tempo e naquele instante, fazia isso um pouco inseguro. Estaria fazendo uma besteira muito grande se fizesse o que estava pensando, bateu na porta e esperou, quando a imagem da loira surgiu na sua frente, ficou em silêncio, encarando a garota por algum tempo e então a mão dele foi até a nuca da mulher, puxando-a de uma vez, fazendo os lábios se selarem de um jeito quase desesperado e fazendo o beijo seguir um ritmo desengonçado e quase descontrolado. Ouviu o som da porta se fechando logo atrás de si, fazendo o jogador se afastar como se aquele som lhe fizesse despertar daquele sonho insano. “ Desculpa. Eu não devia ter feito isso. ”
Quando abriu a porta da fraternidade naquela tarde a loira sentiu seu coração começar a bater tão forte e tão rápido que ela pensava que não mais conseguiria respirar. O que Frederich estava fazendo ali e encarando-a daquela maneira? A resposta viera no segundo seguinte quando ele a puxava pela nuca para um beijo um tanto desesperado, mas nem um pouco ruim. Nunca era ruim. Amy retribuiu da forma que conseguia e deu um passo para trás, deixando que a porta se fechasse atrás do loiro. Ele afastou-se, então, de forma brusca fazendo com que a loira também tirasse aquele momento para refletir no que faziam. Virando-se de costas para Freddy, a mais nova passou a mão pela face, como se aquilo a ajudasse a pensar melhor. Imaginava que ele estava ali apenas para buscar o que não acabaram durante a festa a fantasia. Apenas ela sabia o quanto queria ceder e acabar nos braços dele novamente. Ouviu a fala alheia e tornou na direção de Frederich de maneira firme e irritada. "Não! Você não devia ter feito isso!" Exclamou, o encarando com os olhos levemente arregalados e marejados. Momentos como aquele, onde a loira sentia perder o controle, aconteciam apenas uma vez na vida de Marshall e ela odiava que fosse por algo tão imbecil como um beijo. "Tudo que eu precisava era que você me quisesse de volta, mas você não quis ficar comigo Freddy. Você. Disse que era perigoso e que eu não deveria me envolver..." Apontava para o mais velho, como se toda aquela sensação de perda fosse culpa dele, quando ela sabia que era apenas sua quando deixou-se levar por um sentimento platônico. Um sentimento que a deixava fraca como uma pessoa normal. Amy Marshall havia crescido dentro das quatro paredes que sentimento nenhum deveria ultrapassar. "Você escolheu se afastar e agora está aqui me fazendo sentir como a pessoa mais idiota do mundo por deixar que me use como um estepe, porque eu sei que é isso que você pensa, Freddy. E não, antes eu não me importava, porque essa sou eu, não é? Não vale a pena que alguém sinta qualquer coisa. Não se preocupe porque eu estou acostumada." Levantou o rosto para o alto, contendo as lágrimas. Ela não quebraria o pacto que tinha consigo mesma. Não choraria na frente de qualquer um que fosse. "Mas eu não nasci para ser uma segunda opção. De ninguém.”
@amymrshll
Chadwick estava na sua fraternidade, jogando video games, ocupando o pouco o tempo livre que tinha, enquanto maioria dos seus colegas estavam no treinos dos times em que estavam inscritos. Porém, o treino de basquete já tinha decorrido e Chad pretendia descansar um pouco, ficando então na sala principal, jogado no sofá, enquanto jogava Call of Duty. Isto, até se dar conta da presença de alguém que adentrava a fraternidade e logo se apercebera que era Amy. - Olha se não é uma Alpha a entrar em território inimigo… - Brincou dando uma risada, mantendo mesmo assim a sua atenção no jogo. - Está tudo bem? Não veio me dar um sermão por não ter ido há festa, pois não?
Arqueou a sobrancelha para o outro, mostrando que não achara graça nenhuma na brincadeira que ele fizera. Desde que discutira com Frederich, a loira não sentia-se muito confortável em voltar a fraternidade que ele presidia, mas algumas vezes era obrigada. "Tudo, Chad e por favor, a perda foi completamente sua em não ter ido." Deu de ombros, ainda que saber que um amigo não comparecera ao seu evento lhe deixasse levemente magoada. "Queria ver a Flor. Não consegui encontrar ela no quarto, sabe se saiu?" Perguntou a Chadwick, aproveitando para sentar-se ao lado dele e franzir o cenho para a televisão. Tentava entender o que encontravam de graça naqueles video games. Por acaso, não tinham mais nada para fazer? Já imaginava qual seria a resposta. "Geez, o que está acontecendo aí?"
thomxsxnd:
⚡⚡ FLASHBACK
Ele deu de ombros, Amy estava certa afinal, sobre como a quantidade de bebida naquela festa lhe dera motivos para achá-la mais do que aceitável. Mas era orgulhoso demais para dizer em voz alta que estava gostando de algo vindo de diretamente de Amy Marshall. O fato era que além de orgulhoso, Thomas era rancoroso e não perdoava o fato do relacionamento de ambos não ter dado certo. Certamente a culpa disso não era só da loira, mas em sua concepção era sim e nada nem ninguém mudaria isso. Odiava ter entregue sua confiança a alguém que no fim não era nada daquilo que dizia ser. Eu só conheço a sua capacidade em ser falsa, fora isso… Disse, sabendo que provavelmente ela falaria algo ainda depois disso, mas tal frase foi mais provoca-la do qualquer coisa. O elogio não havia sido de brincadeira, mas levando em conta a forma como ela perguntara ‘mesmo?’ imaginava que não tivesse acreditado. Não tinha tanta importância assim, ela que pensasse o que quisesse. Thomas acabou rindo com a ultima pergunta, um riso debochado, enquanto passava os dedos pelo cabelo. Ah, qual é. Achei que faria mais sucesso com minha fantasia de Alex Turner, não ficou nem um pouco convincente? Talvez se eu saísse cantando R U mine por aí?
"Essa é uma das minhas melhores, aliás." Respondeu de maneira tranquila, balançando os ombros de forma a deixar claro que não se importava com o comentário feito. Sabia que Thomas apenas falava para provocá-la, talvez em alguma forma de punição por tê-lo iludido. Amy não pensava igual, no entanto. Em sua concepção, ele deveria ter notado que não estava namorando uma garota comum como as outras daquela universidade. Ele estava namorando Amy Marshall e ela nunca seria a garota boa e perfeita. Poderia dá-lo outras coisas, mas não o tão dito amor que ela não acreditava existir. As sobrancelhas ergueram com a confissão de Thomas em estar vestido de Alex Turner. "Agora que você falou..." Fez uma pausa e tombou a cabeça para o lado encarando-o com os olhos semicerrados. "Desculpa, apenas Thomas de jaqueta para mim. E não, não cante." Negou com a cabeça, soltando uma risada baixa ao mesmo tempo. Uma risada que ela não gostaria que saísse, já que o fazia por lembrar-se do ex namorado cantando de maneira desafinada para ela em algum de seus momentos juntos. Thomas podia pensar que Amy fora a pior pessoa do mundo, mas ela gostara dele durante o tempo que estiveram juntos e guardava boas lembranças do rapaz. “E eu prefiro I Wanna Be Yours.”
tylxrhpkns:
FLASHBACK
Sabia que o elogio feito a agradaria, por isso o fizera. Plantava sementes com a mesma facilidade com que respirava, sendo quase um atributo involuntário. E Amy era alguém que lhe estimulava atenção. Deixou o sorriso despretensioso — ou pretensioso para medida certa — permanecer de modo leve em seus lábios, trazendo uma vez mais o copo aos lábios, sentindo o gosto rebuscado tocar-lhe a língua e descer de uma vez pela garganta. Antes, quando ainda não tinha o costume de beber, exibia caretas e sentia ânsia sempre que tomava uma bebida assim tão concentrada. Mas o tempo fora-lhe fazendo mestre e agora já conseguia ingerir tais líquidos com a mesma facilidade com que bebia água, mesmo puros. “Ah, tem? Quer dizer que terei que me esforçar um pouco mais se quiser chamar a sua atenção?” A frase fora pronunciada sem a olhar diretamente, como se com isso quisesse passar uma impressão desdenhosa, o que de certa forma era verdade. Depois desse momento voltou a olhá-la, encontrando o mesmo olhar incisivo que tinha visto antes. Imaginava se em algum momento a loira se despia de tal porte. Seria tudo um fingimento ou apenas aprendera a lidar dessa maneira com o mundo? Mas a pergunta que ainda mais percorria sua mente, era: Será ela realmente feliz assim? Eram pensamentos tolos e vãos; não teria resposta, mesmo que perguntasse. Sabia que ela poderia apenas mentir e qualquer que fosse sua resposta nunca viria carregada de real confirmação. Olhos também mentem, dissera-lhe ela e a frase o pegara um pouco desprevenido, levando-o a pensar sobre o assunto por um instante. “Só se você não souber como ver.” Deu de ombros, deixando a sugestão pairando no ar. Percebia o que ela fazia; estava presente em cada som que produzia e em cada olhar que lhe direcionava. Ela então se aproximou, trazendo seus lábios para perto dos seus. Eles então roçaram-se de maneira desafiadora ao passo que inocente. Permaneceu impassivo, embora, não daria o gostinho da vitória para ela. A única coisa que podia ser observada em sua feição, entretanto, era o olhar semi-aberto mesclado com um levantar de cantos que a desafiava a continuar o passo, a impassibilidade que regia os corpos em vãos momentos de repressão. Com um passo, uma taça foi colocada entre eles e Tyler mordeu a parte interna do lábio inferior enquanto sua feição de abria em um sorriso. Um sorriso de divertimento e descrença. “Sabe o que é preciso? Você vir ao meu apartamento.” Falou de maneira rápida e direta, colocando uma mão nas suas costas, na altura da lombar, puxando com moderada pegada o corpo da garota contra o seu. Sabia que o gesto tinha sido súbito e que ela provavelmente não esperava por isso, mas era assim que Tyler: usava da surpresa como arma de combate. O corpo dela, então, estava agora pressionado com firmeza contra o seu, enquanto sentia o volume de seu tronco tocar de maneira impune seu próprio peito. Levou os lábios ao pescoço da loira, depositando um leve beijo na região logo abaixo da mandíbula. Em seguida, deixou os lábios subirem lentamente até o ouvido dela, roçando em sua pele a medida que traçava seu caminho. “E você? Não está doida para saber? Não é preciso muito.”
Dizer que a resposta que recebera de Tyler não a surpreendeu seria uma grande mentira, afinal Amy imaginou que ele apenas continuaria com o ritmo de conversa que tinham imposto no momento em que se encontraram. No entanto, também não poderia dizer que aquilo não a havia deixado feliz. Afinal era aquilo que ela queria, não? Que ele fosse o primeiro a ceder. A mão firme dele puxando-a para perto com força moderada mas suficiente para deixá-la inebriada, fizera com que loira o encarasse de uma outra maneira. O desejo passando por cima do autocontrole. Ainda que permanecesse com os braços estendidos ao lado do próprio corpo como se não fizesse questão em tocá-lo, a cabeça inclinou-se de maneira involuntária e os olhos se fecharam para sentir melhor o beijo que lhe era deixado no pescoço. Quem olhasse a cena de longe não poderia imaginar o clima de desafio que era atribuído a cada segundo passado daquela conversa. A loira umedeceu seu lábio inferior e o mordiscou com pouca força enquanto ouvia a voz sugestiva de Hopkins lhe sussurrar. O canto da boca esticou-se em um pequeno sorriso que tanto poderia significar que ela estava, sim, doida para saber como que Amy estava apenas preparando sua próxima carta. Aquele era um jogo perigoso. Ambos eram competidores a mesma altura e com armas diferentes, mas igualmente poderosas. A mão direita resolveu mover-se e começar a subir lentamente pelo braço descoberto que a segurava com firmeza. Sentia cada músculo flexionado com atenção e memorizando-os de forma a controlar um pouco a sua própria curiosidade. "We're the same, Tyler." O rosto seguiu o mesmo caminho feito por Tyler no minuto anterior, deixando um singelo beijo no pescoço alheio e subindo para sussurrar em seu ouvido. "So, you really think is that easy?" Diferente dele, porém, a loira pegou o lóbulo da orelha do rapaz com os dentes e passou a língua ali. Queria levá-lo ao limite. Queria deixá-lo de tal forma que apenas pensaria em tê-la para si durante toda aquela noite e nas próximas semanas. Como se não houvesse nada mais importante do que provar para ela que estava perdendo tempo. Voltou a posição inicial e passou a encarar toda a face alheia com atenção e cuidado. Os olhos bonitos do rapaz e seus lábios avermelhados nunca foram mais atrativos. "O que meus olhos te dizem agora?" Perguntou de maneira simples, pensando se Tyler conseguia enxergar a expectativa que a loira estava em imaginar o que a semente plantada naquela relação traria para o futuro. Hopkins entraria no jogo ou seria mais um que desistiria sem nem mesmo tentar? O prêmio final seria tão bom quanto ela pensava? Hopkins a surpreenderia novamente? Esperava que sim.
FLASHBACK
ugofreddy:
A razão de ter se afastado de Amy era aquele sentimento novo que estava dominando o seu dia a dia, quando descobriu que sentia ele, passou a confundir as coisas e Amy não merecia aquilo. Mas tinha aquele detalhe em especial que envolvia os sentimentos de Frederich em relação a garota, era impossível não querer ficar perto dela, Amy foi o mais perto de um relacionamento que tivera na vida e ela tinha uma importância significativa em sua vida, não podia e nem queria se afastar, e tinha falado para ela que seu auto controle não estava tão bom assim e não conseguiria ficar longe, de maneira alguma. Por isso, seus lábios estavam colados aos dela, presos naquele beijo envolvente e cheio de saudade, quando percebeu que o seu corpo estava reagindo aos toques e a necessidade de ambos, encerrou o contato, deixando alguns selares demorados contra os lábios inchados da mulher. “ Vamos sair daqui ” Não era uma proposta, segurou a mão dela e a puxou em direção da saída do ginásio, pelo menos nos corredores vazios poderiam continuar ou o vestuário, isso, iriam para o vestiário masculino, que conhecia bem e sabia que poderiam aproveitar melhor o espaço. Quando chegaram lá, Frederich voltou a colar o seu corpo ao dela. “ Não fala nada, por favor ” Sussurrou as últimas palavras daquela frase um tanto quanto desesperada e então puxou a garota até que ela ficasse perfeitamente acomodada na pia onde costumavam escovar os dentes. Ficando entre as pernas dela, a mão foi até o quadril feminino no momento em que os lábios voltou a colar aos dela.
Na primeira vez que Marshall envolveu-se com Frederich, ela lembrava-se de pensar se era possível que existisse uma pessoa que teria sido feita para tocar um corpo, porque absolutamente tudo que o mais velho fazia a deixava inebriada e com vontade de de tê-lo ainda mais próximo de si. E com menos roupa, se aquilo fosse possível. Não era diferente durante aquele beijo. Freddy a abraçava e puxava para perto de maneira a fazê-la sentir seu corpo tremer em excitação. Sabia o que viria em seguida e ela não pensava que conseguiria negar após todo aquele tempo longe. Quando o beijo foi quebrado, ela já esperava pelo que ele diria e por tal nem mesmo se deu o trabalho de responder, deixando que Adler a puxasse para fora do ginásio. Nem mesmo tempo de poder visualizar o ambiente em que estava, pois as mãos firmes de Freddy já a erguia e a colocava sentada na pia com as pernas abertas para que ele se encaixasse. Suas mãos permaneciam presas a nuca alheia, puxando-o para mais perto durante o beijo, de maneira desesperada e sedenta por senti-lo. A jaqueta fora retirada segundos depois, assim como a parte superior do uniforme alheio. Amy quebrou o beijo apenas para encarar o corpo alheio desnudo mais uma vez. Deus, como aquele homem era bonito. Não parecia algo real. Não ao seus olhos que o viam como prioridade e apenas desejavam que o mais velho a enxergasse de uma forma um pouco mais diferente do que ele, provavelmente, enxergava naquela hora. Foi por tal que o entusiasmo de Amy diminuiu e ela virou o rosto para não retribuir com o beijo seguinte. “I can’t...” Não deveria deixar que parecesse um estepe para Frederich. Afastou o corpo de Freddy do seu e pulou da pia, pegando a jaqueta e os sapatos jogados no chão. “I don’t want to be just another girl...” Murmurou, passando a mão que não segurava os saltos no rosto. “Bye, Freddy.” Deu as costas para o loiro e saiu do vestiário, sentindo o corpo implorar para que voltasse para dentro daquele lugar e terminasse o que começara. Ela não podia, no entanto. O que adiantava aquilo quando ele deixara bastante claro o que sentia? Ou melhor, o que não sentia.
CLOSED.
and voila! the powerpuff girls.
@amymrshll e @hbmuses
❝ I swear I don't love the drama, it loves me. ❞
nostalgia aesthetics / totally spies: clover, sam, alex
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Lili Reinhart & Madelaine Petsch attend Entertainment Weekly’s Comic-Con Bash held at FLOAT, Hard Rock Hotel San Diego on July 21, 2018
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lili reinhart for harpers bazaar
tylxrhpkns:
A loira estava no bar e detinha um olhar de triunfo que Tyler usualmente via ao se encontrar com a garota. Conhecia bem a reputação da família Marshall e imaginava que essa sua cria estava apenas seguindo os mesmos poderosos passos. Foi ao encontro dela, passando por pessoas que dançavam de maneira inusitada na pista de dança e algumas outras que estavam pondo suas próprias línguas a trabalho. Sentou-se ao seu lado em um jato, colocando o copo de vodka que tinha à sua frente. “Amy Marshall.” Pronunciou, com um sorriso igualmente elevado para a garota. Olhou os lábios dela e voltou o olhar ao espelho de sua alma. “Usando de sua influência para assustar o pobre garçon? Imagino que seja bem… intimidante.” Falou, com um divertimento na voz. Pessoas como ela pareciam possuir certa destreza em locais onde o pudor lhe fugia a alma. E, falando sério, Tyler gostava de ser controlado. “Está ótima. Mas não é surpresa, não é mesmo? Quando você decepciona?” Nesse momento percebeu o olhar dela descendo pela sua fantasia, encontrando seu corpo quase desnudo. Sabia ser provocativo quando queria. “Gosta do que vê?” Então riu, mordendo a ponta da língua no seu melhor gesto cafajeste. O tempo o tinha feito mestre. “Curiosidade? Hmm…” Aproximou-se da garota, sussurrando em seu ouvido como dois amigos que segredam algo importante. “Eu sempre achei que era o desejo. Os olhos entregam tudo.” Então voltou a sua posição original, rindo enquanto trazia a bebida mais perto da boca. Tinha bebido uma quantidade considerável naquele dia, mas como sua rotina era banhada de álcool e algumas outras coisas proibidas, tinha ganhado certa resistência e aproveitava-se disso. “Uma mestre. Você até que poderia me ensinar alguns truques. Ou mostrar.”
O comentário sobre a festa não surpreendera a loira, afinal Amy de fato, nunca decepcionaria. Não em festas, pelo menos. Ela escolhia tudo a dedo e verificava inúmeras vezes antes de dar o evento como certo. Mania de perfeição, diria seu irmão mais velho. Que fosse, ao menos ela teria sempre a certeza de que ninguém poderia reclamar de nada que havia feito ali. Até então permanecia observando a movimentação e ouvindo a batida da música que tocava ali. Sabia, no entanto, que seu olhar pelo corpo alheio não passara despercebido e a certeza veio com o questionamento. Ela sorriu sem mostrar os dentes e tombou a cabeça para o lado, fazendo questão de encará-lo com sugestão. Da maneira que ambos sabiam bem como fazer. “Not bad.” Murmurou a resposta, umedecendo os lábios pintados de vermelho. “Mas eu tenho visto melhores.” Tornou o rosto para frente, contendo a vontade de divertir-se com a expressão que Tyler faria após a sua singela provocação. “Curiosidade é o segredo.” Repetiu, levando a bebida até a boca e tomando um pequeno gole para então sentir arrepios pela sua nuca com a forma sussurrada com que Hopkins lhe falava. Não demonstraria, no entanto. Estavam ali em uma competição indireta de quem cederia primeiro e Amy gostava de deixar claro que não o faria. Ficariam naquela brincadeira até que Tyler desse o passo. “Olhos também mentem.” Ela havia feito aquilo no minuto anterior quando encarara o barman como se ele fosse alguém que realmente lhe interessava. Virou o rosto novamente para o outro, encarando-o de perto. “Mostrar?” Colocou sua taça no balcão e a mão esquerda livre tocou o abdômen definido alheio com delicadeza, arranhando-o levemente com as unhas perfeitamente pintadas de preto. “Mas eu já estou fazendo isso desde que chegou aqui…” Aproximou seu rosto do dele, o suficiente para que os lábios se roçassem enquanto falava. “Estamos a um tempo nisso… Não está curioso?” Perguntou sorrindo de canto, satisfeita por poder provar o seu ponto anterior. “Não está doido para saber, Tyler?” Passou os olhos pela face alheia, como uma predadora pronta para pegar a sua vítima. “Qual gosto teria? O quão prazeroso seria?” A direita procurou pela taça novamente erguendo-a até a boca e usando-a para colocar espaço entre os dois novamente. “Não é preciso muito.”
ugofreddy:
A resposta dela fizera o jogador sorrir, porque ela dizia uma coisa que não era o que demonstrava no momento, a mão foi até o queixo deixa acariciando com a ponta dos dedos e puxou a loira para que o beijo acontecesse, um roçar suave e delicado antes de selar, como se deixasse a marca do que não poderia acontecer, mas que de fato aconteceria. Sorriu mais uma vez e apertou o enlace em sua cintura, fazendo os corpos ficarem mais colados. “ Eu deveria me afastar… ” Sussurrou, mordiscando o inferior dela, mas de forma sincera, Frederich não queria isso e não o faria, as palavras só fizeram o jogador envolver ainda mais o corpo feminino, voltando a dar alguns selares contra os seus lábios, até o momento em que decidira beija-la de fato, pendendo a cabeça levemente para melhor encaixar os lábios, iniciando e mantendo um beijo mais intenso.
O primeiro selar já fizera a loira tremer levemente nos braços alheios. Sentia que enfraquecia a cada segundo mais. Seu corpo deixando-se levar pelo momento e por toda a vontade que tinha de Frederich desde a decisão que outrora tomaram. Não era fácil superar e perder o completo desejo por alguém que fizera tamanha parte de sua vida como fora Adler. Ele fora o único, em tempos, que ela considerou mudar sua forma de pensar quanto a relacionamentos e deixar -se envolver. Arrependera-se, era claro, mas ainda assim estava ali, moldando seus lábios na forma do dele até que, enfim, pudesse sentir o gosto que anciava. Deus, como era bom estar naqueles braços novamente. Aquela música, agora, seria testemunha de um outro momento. Um que Amy não tinha certeza se valeria a pena se lembrar que aconteceu, porque sabia que Freddy não o faria. A língua teve a passagem concebida e agora envolvia-se na sua, enquanto esta explorava a boca alheia com curiosidade, ainda que o conforto dos tempos juntos ainda fosse presente. As mãos alheias, como sempre, passavam e lhe envolviam pelos lugares certos, e as suas moviam-se ansiosas para tocar o que fosse possível do corpo alheio em uma forma de guardá-lo em sua mente. Delicadas mas firmes, trazendo-o mais para perto, ainda que parecesse impossível que estivessem mais colados do que aquilo. Amy queria senti-lo mais. E mais.
Eu estou surpresa o quanto as pessoas gostaram da minha fantasia, na verdade. Adoro Harry Potter, e Newt Scamander é um dos melhores lufanos, se não o melhor lufano da vida!
“Eu realmente não entendo nada sobre Harry Potter, mas você está uma graça. Gosto de saber que se esforçaram em pensar na fantasia para a festa.”
Eu fui uma das mais criativas, pare de me julgar, quem viria fantasiada de Barbie do Toy Story? Mas vamos falar de outra coisa e quando vamos dar uns beijos? Estou brincando, mas se quiser….
“É claro que foi. Não poderíamos esperar diferente, certo?” Sorriu para a amiga com leve orgulho. Era uma Alpha, então deveriam sempre virar pescoços onde quer que estivessem. “Sobre os beijos, não será possível, mas te consigo um Ken rapidinho se quiser.”