GOSTO MUITO DE TE VER, LEÃOZINHO !!
Em nome da Excalibur, DAUDI "DEECE" KING em seus 24 anos, jura seguir o legado de SIMBA E NALA durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ele, deve se manter no caminho da luz enquanto conclui o MÓDULO II. Com a bondade tocada em seu coração, recebe CORAGEM e não se permite ser corrompido por TEIMOSIA. Por último, é deixado um corte na mão de JORDAN FISHER como prova de seu comprometimento com a luz.
TRIVIA ✧ CONNECTIONS ✧ PINTEREST ✧ FINDER/TRUELOVE ✧ PLAYLIST
PERSONALIDADE
— positive: corajoso, muito criativo, amigável, cuidadoso, extrovertido até demais, gentil, esforçado, aventureiro.
— negative: teimoso, cabeça quente, levemente agressivo, um pouco medroso, orgulhoso, competitivo, levemente rancoroso, um pouco atrapalhado.
HABILIDADE MÁGICA
A Ilusão Sonora pode ter diversos caminhos, mas o que foi desenvolvido em Daudi é muito simples, e até, muito útil para o próprio futuro. Através de sons diversos, consegue projetar a emoção que deseja para quem estiver escutando, uma música precisa transmitir felicidade ou tristeza? Deece pode fazer! Ou não… Seria muito bom se pudesse impor uma emoção em um novo hit, ou até para o próprio benefício, de forma permanente, mas isso não é possível já que só consegue determinar emoções temporárias, ou no caso das gravações, por alguns segundos. Se estiver em uma música, só consegue impor uma emoção em até quarenta e cinco segundos, e apenas uma vez por semana ou no pior dos casos, por meses. Se for durante uma conversa ou coisas "ao vivo", até consegue impor duas emoções simultâneas, mas isso o deixa extremamente cansado e com dores de cabeça. Tudo acaba o esgotando completamente, como se sua força tivesse sido sugada, por isso, é de sua escolha quando quer utilizar ou não, mesmo que tenha que mentir sobre isso. Ainda mais quando corria o risco de fazer duas pessoas brigarem, sem saber se podia ser temporário ou eterno, uma coisa que não deseja tentar.
OCUPAÇÃO: Produtor e compositor na gravadora Kings.
DORMITÓRIO: (X) sim ( ) não.
BACKGROUND
As tradições da família King não continuavam as mesmas, as crianças que nasciam não eram apresentadas ao povo, como Simba foi, mas as comemorações continuavam. Se um filho já era motivo, imagina quando são dois. Os empregados da gravadora receberam uma semana de folga com o nascimento dos gêmeos, e até hoje, o aniversário deles conta como “feriado” no local. Nala estava radiante, tinha dois filhotes em seus braços e desejava que eles fossem amados em tudo que fizessem, mas vamos focar no principal dessa história: Daudi King.
Quando se é o filho do meio, não parece ser muita coisa, porque você não vai ter as responsabilidades que se esperam do primogênito e nem todo o mimo de um caçula, mas parando para pensar, ele era apenas cinco minutos mais velho, então, tecnicamente, também era um dos caçulas e podia ser mimado, apesar de nunca fazer tanta questão assim. Tinha toda a liberdade em suas escolhas, nada complicado, mas na cabeça do menino, acabava sendo. Veja bem, Deece - como foi apelidado desde pequeno - passou boa parte da vida debaixo das garras de Nala, sempre protegido e vendo tudo de cima, sem se preocupar em ser o filho perfeito isso poderia ser sinônimo de relaxar e curtir, só que lhe trazia medo… Podia ser qualquer coisa, mas o que queria ser? E se isso não fosse bom para si? Se seus pais detestassem? Eram questionamentos profundos e que nunca foram levados aos progenitores, pois acreditava que resolveria sozinho, mas isso ainda está em processo, bem lento, por sinal. A mania de achar que pode resolver tudo sem ajuda, é um grande problema que acompanhou seu crescimento. Sempre se cobrou demais, em busca do reconhecimento de Simba, mesmo que não precisasse ser o filho perfeito, queria ser reconhecido assim pelo homem.
A família sempre foi algo importante, tanto que podia ser considerado o “leãozinho da mamãe” já que vivia atrás da mesma enquanto tentava fugir do olhar frio de seu pai, não que tivessem um relacionamento ruim, muito pelo contrário, amava Simba e tudo que faziam juntos. Mas ao mesmo tempo que se divertia também sentia-se acuado em frente a ele, era apenas um garotinho ao olhar para o homem engravatado e se encolher… Auras fortes eram assustadoras para crianças. Foi daí que passou a detestar a inferioridade, independente de quem fosse, o rapaz detesta ser colocado abaixo de alguém. Os momentos entre pai e filho se resumiram em jogos, conversas bobas com risadas e muita música, o último sendo o ponto de equilíbrio entre eles, só que mesmo em uma bolha de sorrisos e risadas, Simba ainda era rígido, buscando ter os três herdeiros sempre na linha e por isso, proferia palavras duras e firmes, como um digno rei para seus súditos. Deece virava um medroso quando isso ocorria e buscava todas as formas de escapar de recebê-las novamente. A infância foi em volta de uma criança quieta e extremamente educada, que raramente saía da linha, tudo para não receber sermões ou criar pontos negativos com o progenitor.
Mas fora da visão rígida dos pais, o menino mostrava sua verdadeira forma, animado e sempre pronto para aventuras. Os funcionários viviam gritando seu nome pelos corredores da gravadora, tudo após o menino passar correndo por lá ou por ter mexido em algo que não podia, e na vizinhança, ah, quando estava nos arredores de sua casa tudo piorava. Tinha sim seus melhores amigos, mas quem estivesse disponível no momento já era válido, apenas queria se divertir e viver aventuras nos limites liberados. O retorno para casa, após tardes de aventuras fantasiosas ou não, sempre era digno de questionamento de Nala… Como o filho, tão quieto, voltava para casa com as roupas sujas - como se tivesse rolado na terra - e os cabelos desarrumados, e ainda fingisse que nada tinha rolado. Era um mistério, que ela sabia bem a resposta, mas encobria as traquinagens apenas para ver o sorriso sincero no rosto infantil, porque Daudi nunca deixou de ser uma criança sorridente. Até pensavam que ele não tinha momentos tristes, mas não é assim, muitas coisas lhe traziam tal sentimento, mas sempre optou por mostrar seus sorrisos, do que sua dor; mostrar fraqueza não era de sua personalidade e nunca seria.
Infância boa e vivendo sob rigidez, não parecem uma boa combinação, mas até que funcionou para ele. Ou nem tanto, porque se esforçou para ser a criança perfeita e ainda não tinha recebido o que tanto quis, o pai o reconhecendo como um “bom garoto”. Devia ser uma desilusão e tanto, mas a possível dor foi transformada em força de vontade - e uma pitadinha de rebeldia - em ser o melhor para si e não para os outros! Daudi King estava em outra sintonia e no momento certo já que a juventude estava batendo em sua porta e com ela, o conhecimento e as novas descobertas. O significado de conhecer o mundo e andar com as próprias pernas estava mais que claro, porque aquele garotinho que enfrentava os questionamentos do que fazer ao crescer, estava cada vez menor dentro do jovem cheio de personalidade em suas escolhas. Não podia ser o filhotinho de Nala para sempre.
Os anos escolares básicos foram passando e o ingresso na Academia dos Legados ficava cada vez mais próximo, ter dezoito anos nunca pareceu tão confuso do que o momento em questão, era uma felicidade misturada ao medo de não conseguir, além de outras sensações, Deece jurava que queria voltar aos anos que rolava na terra e tudo parecia bom. O grande dia finalmente estava ali, recorda-se das pernas tremendo e o estômago embrulhado, apesar de todos falarem que não era nada demais, só que para ele era, tinha medo de receber uma habilidade mágica que fosse boba e virasse motivo de chacota, se conhecia bem o suficiente para saber o resultado de uma brincadeira o envolvendo, não podia ser expulso por perder a paciência e agredir pessoas… Por sorte, nada disso ocorreu. O King não tinha ganhado qualquer habilidade, todos estavam de prova, principalmente quando uma expressão de tristeza estampou seu rosto, pura atuação ruim, visto que quando a Excalibur tocou em seu corpo ele já sentiu algo diferente, existia algo ali e o olhar de Merlin só comprovou que sua intuição estava certa. O primeiro contato com a habilidade já o fez decidir que iria a impedir de todas as formas, tinha Ilusão Sonora, ou seja, conseguia projetar emoções a partir dos sons existentes e isso já era ruim, porque poderia fazer as pessoas brigarem e acabar quebrando laços, então optou por esconder o máximo que pode até ás aulas direcionadas as habilidades, todos descobriram de uma forma ou de outra, ainda assim, não sabiam nem metade do que podia fazer. E nunca vão saber, porque tal “poder” tem inclinação para ambos os lados e como o rapaz já se mostra totalmente a favor da integração dos “vilões” em Arthurian, o que iria parecer ao mostrar tudo que podia fazer? Não queria nem imaginar, era melhor parecer bobinho.
Daudi passou o primeiro módulo inteiro escondendo sua habilidade, inicialmente, todos acreditaram que ele realmente não tinha nada, mas ao chegar no segundo módulo… As coisas mudaram bastante. Tentou esconder até de seus pais, mas foi impossível quando mostrou uma música aos mesmos e eles notaram que no refrão, suas emoções mudaram, era apenas um teste e ele sabia que podia se encrencar, mas o desejo de ver o que podia acontecer foi maior. Simba disse que era como uma bênção para os negócios, mas ele não enxergava assim, estava mais para uma maldição já que que ficava extremamente cansado e não aguentava nem abrir os olhos, por esse e outros motivos envolvendo a “benção” citada, resolveu a esconder; sua saúde sempre em primeiro lugar, principalmente ao detestar se mostrar fraco. Omitir não é errado, e se for, uma pena já que se orgulha dessa ação quando envolve a Ilusão Sonora, dizendo que tem um limite para projetar as emoções, ele existe sim, mas não dá forma que é contado… O King diz que só consegue usar uma vez a cada quinze dias - ou uma vez ao mês, dependendo de seu humor.
Falando em música, não podemos esquecer de seu estágio/emprego na gravadora da família, as coisas melhoraram muito após a aproximação de pai e filho. O caçula conseguiu amenizar todo o medo que sentia na presença do outro homem, podendo quase se igualar a ele em questões de auras fortes, sempre se colocando da melhor forma em suas decisões. Gerou alguns embates familiares com a personalidade forte, mas serviu de pontapé para um consenso indireto de quem era o líder atual e o futuro ocupante daquele cargo vir a surgir, a rebeldia de sua adolescência gerou dores de cabeça, mas serviu para crescer e descobrir o que queria, aqueles pensamentos do que fazer no futuro viraram pó, era óbvio, sempre gostou de música e a família tinha uma gravadora, juntando a + b era uma equação simples. Iria seguir os passos dos pais e mexer com música!
Mais do que já mexia normalmente, antes apenas aprendia instrumentos diversos que já formam uma lista extensa, mas aprender a compor foi como uma flor crescendo. Cantar? Ele até sabe e gosta, mas não vê como uma profissão para si, prefere estar por trás dos cantores, produzindo e tendo créditos finais. Claro que o estilo Arthuriano não lhe agrada tanto, vive torcendo o nariz quando precisa compor algo que foge de seu estilo, mas nada lhe impede de escrever letras e criar melodias dignas do Castigo - coisa que faz com frequência. Enquanto pudesse curtir sua música, nada mais importava, nem manter a família no topo.













