YOU ARE THE REASON
Monterey Bay Aquarium
dirt enthusiast
sheepfilms
Mike Driver
RMH
Sweet Seals For You, Always
d e v o n

if i look back, i am lost

blake kathryn
tumblr dot com
KIROKAZE

ellievsbear

@theartofmadeline
Not today Justin
Sade Olutola

★
cherry valley forever
$LAYYYTER
Lint Roller? I Barely Know Her

seen from Germany

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Argentina

seen from United States

seen from France

seen from Bosnia & Herzegovina
seen from United States
seen from Mexico
seen from France

seen from Philippines
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Philippines

seen from United States

seen from United States
seen from Australia
seen from United States
@aricelio
Stole her like it was nothing!
Stole her like it was nothing!
Caralho... Melou aqui, confesso 🤭 rs
O que vc faria se outro macho me roubasse de vc amor? 😏
Do jeitinho que tu gosta...
Part 2 of 😁 😁
Ini yg mengidam ni 🤣🤣
Minha esposa queria me ver com outra, mas tinha algo por traz disso. (6º PARTE).
Um conto erótico de Júnior Sanches Reis Castelhano
Publicado Por: Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 03/06/2026 10:16:32
Assuntos: Heterossexual, heterosexual, lesbicas, sexo a três, Traição
Ana Martha, estava reticente em dizer o que planejava dessa vez. Eu a essa altura só a encarava tentando ler em seu rosto o que viria pela frente.
- Pode falar amor, estou ouvindo.
- Tá bom, é o seguinte, fazer algo diferente, e o que não fizemos, na verdade o que eu não fiz... eu quero participar mais....
Ainda não estava entendendo bem o que ela queria.
- Participar mais, mas você disse que só queria ver eu comendo sua amiga, e foi isso que fizemos.
Mordendo seus lábios inferiores, ela aparentava estar em dúvida.
- Fazer o que a gente não fez, na verdade o que eu não fiz...e quero participar mais, quero transar com vocês, quero transar com a Sara.
E como eu suspeitava, lá veio a bomba que eu, na verdade já imaginava.
- A está, você quer transar com a Sara, sua amiga.... você o que???
Continuando.
- Calma por favor.
Continuei na mesma posição, ficando em silencio por um instante.
- Mas desde quando você gosta de pegar mulher, quer dizer, nem sei o eu dizer agora Ana Martha.
Um mês após minha conversa com meu chefe, fui chamado até o RH da empresa, me explicaram tudo, assinei os papeis, e na segunda estava em casa tomando o café com Ana Martha, antes dela sair, já toda arrumada, enquanto eu estava ainda de pijama curto.
Assim, que ela saiu, fui lavar nossa louça. Finalizando, fui tomar um banho, e trocar de roupa, em seguida fui para meu escritório, e de lá liguei para meu contato na empresa, que meu ex-professor tinha me passado o número. Não era meu primeiro contato com ele e agora de férias poderia dar início ao projeto, então liguei para ele e combinamos de nos encontrarmos a tarde para discutirmos sobre as necessidades da empresa e o que exatamente eles estavam precisando, inclusive ele me disse que meu ex-professor lhe deu ótimas referências sobre minha capacidade de criação e execução de projetos, que eu era muito criativo.
Combinamos de nos encontrarmos na empresa por volta das quinze horas, e como costumo ser pontual com meus compromissos, exatamente as quinze horas estava sentado na sala de espera, esperando Carlos, o meu contato.
Até aquele momento não tinha muitas informações sobre ele apenas que era do setor de TI da empresa, mas não sabia exatamente o seu cargo.
Uns dois minutos depois de chegar fui chamado a acompanhar um segurança até uma sala. Entrando percebi que era uma sala de reuniões, com uma mesa grande, cadeiras em volta, uma TV, afixada na parede, que exibia em lup um vídeo da empresa. Antes que eu me esqueça a empresa era não grande, mas gigante, do ramo de transportes, uma das maiores do país.
Aguardei mais um minto até uma pessoa de terno e gravata entrar, se apresentando.
- Tufão, sou o Carlos, prazer.
- Prazer Carlos.
Depois dessa apresentação ele me disse que era o responsável pela área de TI da empresa, responsável, entenda-se diretor de TI, e estavam querendo uma pessoa de fora para criar um novo software que trabalhasse integrando toda a empresa, pois tinham recebido a visita de alguns representantes, e todos os que tinham sido apresentados não satisfaziam as necessidades da empresa, então o dono optou por procurar uma pessoa que pudesse entender as necessidades da empresa, que não fosse recém saído da faculdade, que tivesse uma pequena experiencia na vida corporativa e que fosse, criativo, muito criativo, sigiloso e acima de tudo muito responsável.
Essa pessoa teria acesso livre a todas as áreas da empresa, para coletar todas as informações necessárias, para o desenvolvimento, teria acesso para conversar com as pessoas dos setores, afinal que utilizaria o programa é quem iria dizer o que ajudaria e o que atrapalharia.
Foi uma conversa de pelo menos uma hora onde fiquei ciente de tudo, o único porem é que o dono da empresa queria me conhecer, mas devido a uma urgência em uma das filiais teve que se ausentar de última hora, pois como iria realizar um projeto dessa envergadura, ele queria ter uma conversa comigo, mas que ficaria para uma outra oportunidade, mas o quanto antes possível.
Depois de conversamos, ele me pediu um minuto e saindo da sala não ficou ausente por algum tempo, retornando em seguida, seguido de uma bela mulher, me apresentando em seguida.
- Tufão, essa é Clara, ela vai te acompanhar por toda a empresa, para que você possa coletar as informações pertinentes para a criação do projeto, pois não queremos ver você perdido no prédio pois ele é muito grande, para uma pessoa que não conhece todos o locais. Eu as vezes me perco pelos corredores, e olha que já estou aqui a um bom tempo, disse rindo.
Cumprimentei Clara, e ela era um mulher de mais ou menos 1,60 de altura, seios médios, trajava um terninho azul marinho com uma camisa branca por baixo, tinha os cabelos pretos pouco abaixo dos ombros, um nariz afilado, e lábios finos, era clara, e tinha uma postura bastante discreta.
Depois de apresentados, Carlos me disse que precisava ir pois tinham algumas demandas que dependiam deles, e que eu poderia começar no dia seguinte minha pesquisa para coletar informações.
Antes de sair, ele pediu a Clara para nos deixar a sós, pois ainda tínhamos um último assunto a discutir.
Nos despedimos e deixei acertado do horário que viria no dia seguinte para começar. Ela me disse que no dia seguinte estaria me esperando na recepção para podermos começar, que cuidaria da minha credencial para que pudesse transitar pela empresa sem problemas.
Clara, saindo, Carlos, me revelou o último assunto que ainda estava pendente, ela abriu uma envelope me passou umas folhas e antes que eu pudesse ler, me disse que ali constava os valores que seriam pagos pelo projeto.
Quando comecei a ler, meu coração acelerou, tive que reler várias vezes para entender, ele me olhou e perguntou se eu estava de acordo. Quase não consegui responder pois a surpresa foi grande, e comecei a gaguejar.
Ele riu da minha cara, me perguntado se era tinha algo errado, se era satisfatório.
Só consegui dizer que teria que ler tudo para poder responder, mas as cifras estavam acima, muito acima do que eu havia imaginado.
Para resumir, levei o envelope para casa e passei praticamente a noite toda lendo e relendo suas linhas, pois era surreal, era como se eu fosse uma empresa e receberia aqueles valores para prestar um serviço. Até então pensei que seria algo menor, foi difícil acreditar.
Um ponto que chamou a minha atenção foi que para desenvolver receberia um valor pequeno, se comparado ao total do contrato, mas ele estando pronto e sendo aprovado, o valor seria para eu me “a p o s e n t a r”, e viver de rendimentos para o resto da minha vida, se não tivesse o sonho de abrir minha própria empresa de TI.
Na manhã seguinte quando Ana Martha, chegou na cozinha o café já estava posto e me perguntou se eu não tinha ido para a cama e porque acordei tão cedo. Respondi que não dormi, passando a noite toda acordado. Ela apenas assentiu positivamente e não comentou mais nada.
Saímos juntos naquela manhã, eu a deixei em seu trabalho pois seu carro estava na oficina e sairia naquele dia. Depois segui para a empresa para começar a coletar as informações para dar início ao projeto.
Chegando Clara, já me aguardava com uma credencial para que eu pudesse ter acesso a todos os setores.
Começamos em seguida, e como era grande aquela empresa, enquanto caminhávamos ela ia me falando sobre a empresa, o número de funcionários, sobre o fundador, sobre as cidades que eles atendiam, até sobre as filiais que possuíam. Perguntei a ela se teria que visitar alguma, mas ela disse que apenas se fosse necessário com certeza iriamos, mas a princípio, somente seria feita a pesquisa ali na matriz mesmo.
Foram horas entrando e saindo de salas e conversando com os colaboradores de vários setores, eram gerentes, encarregados, e até auxiliares, achei melhor entrevista-los para que quanto mais informações tivesse mais material teria para criar algo bom para todos. Minha sorte foi ter levado um pequeno aparelho para poder gravar, pois se tivesse que fazer anotações, ficaria com minha mão doendo.
Almoçamos no refeitório da empresa, que tinha uma ótima comida por sinal, tanto que até os diretores comiam a mesma comida, a diferença era que ficavam em uma sala isolada, para terem maior privacidade, pois sempre acabavam conversando sobre algo da empresa. Pelo menos foi o que Clara me confidenciou, em algum momento que estávamos sozinhos à mesa.
Foram semanas entrando, saindo, e conversando, mas como esperado, o conteúdo ajudou bastante, mesmo que em alguns casos acabei descartando algumas informações, por elas terem sido em duplicidade, mas no geral, o conteúdo era o que eu precisava.
A melhor parte de todo esse processo foi ter a presença de Clara, em todas as vezes que eu programava as entrevistas, pois acabamos, nas horas vagas tendo longas conversas, criando uma certa intimidade profissional. Bom pelo menos era o que eu pensava.
Em muitas conversas que tivemos, até mesmo assuntos pessoais acabaram sendo tema, e acabei por descobrir que ela estava sozinha, sem ninguém a vista pelo menos naquela época, pois meses antes de ser incumbida de ser a pessoa que serviria como minha guia, tinha terminado um relacionamento com uma pessoa toxica e pegajosa, que não a deixava respirar, uma relação que ela acabou terminando pois ficou decepcionada.
Devo dizer em minha defesa que apesar de passarmos muito tempo juntos, meu único interesse ali ela exclusivamente profissional, sem meias intenções, até porque meu relacionamento com Ana Martha, estava melhor após nossa experiência com Sara, e também apesara de que ela querer repetir e participar mais do que apenas sendo uma mera expectadora.
Dias após Ana Martha, ter me dito sobre repetir aquela experiencia com Sara, achei que devia isso a ela, pois apesar de tudo, estava a deixando um pouco de lado pois estava avaliando todas a informações e já dava os primeiros passos no desenvolvimento do programa para a empresa, sem contar que os dias estavam passando e logo retornaria ao meu trabalho e já me preparava para o que estava por vir.
Então na quinta feita enquanto jantávamos, tomei a iniciativa de falara sobre repetir a experiencia com Sara.
- Estive pensado esses dias todos sobre aquele assunto que você tocou de repetir o encontro com Sara.
Ana Martha, que comia uma salada e parecia distraída, me encarou, e não consegui distinguir em seu rosto, se sua reação era de surpresa, dúvida ou certeza de que eu não aceitaria repetir.
- Pensou é, e chegou a algum veredito?
- Pocha Ana Martha, também não é assim.
Ela ainda me encarava seria.
- Como não, depois do que disse e como disse, tive a impressão que o assunto estava encerrado.
- Não, eu só precisei de um tempo para chegar a uma conclusão, se deveríamos repetir.
- Tá bem, e qual foi sua conclusão, vamos parar onde estamos, mas antes que me diga, eu gostaria de termos mais uma oportunidade, quero participar junto com você, e aproposito, eu nunca curti mulher, mas quero curtir você com a presença de Sara, apenas isso.
Ainda bem que pelo menos uma dúvida ela já havia confirmado, embora eu já soubesse antes.
- Está bem, pode marcar com Sara, vamos repetir, e eu sei que você não curte mulher, você nunca demonstrou isso.
O olhar de Ana Martha, chegou a brilhar tamanha alegria.
- Vou terminar o jantar e ligar para ela logo em seguida. Podemos marcar para sábado se não tiver problema para você. Acho que ela estará disponível, pelo menos foi o que me disse, e me contou estar ansiosa para repetir.
Admito que a ideia de ter Sara, novamente em nossa cama não saia da minha cabeça, afinal como disse antes, qual homem não gostaria de comer outra mulher com o consentimento da esposa, e nem era preciso arrumar o encontro, pois minha esposa cuidaria de tudo. Agora ter duas belas mulheres na mesma cama e eu podendo telas era de encher os olhos.
Assim que acabou o jantar, Ana Martha, correu para ligar para a amiga, nesse meio tempo lavei a louça e fui para o escritório, como sempre fazia, mas não demorei muito, pois estava precisando de uma folga do projeto, pois estava precisando me desligar um pouco dele e deixar as ideias simplesmente virem à tona em minha cabeça, pois quanto mais pensava, menos ideias vinham, então fui para a sala e resolvi assistir algum filme.
Ana Martha, voltando após terminar a ligação, veio para a sala parecendo uma criança quando ganha um presente, sua alegria era contagiante.
- Amor, tudo acertado com a Sara, ela chega por volta do mesmo horário, e como o marido tem um compromisso e só vai voltar no dia seguinte, ela me disse que poderá passar a noite aqui em casa, então sabe né, teremos a noite toda com ela.
Apenas sorri e confirmei positivamente com a cabeça.
Naquela noite transamos antes de dormir, e de madrugada Ana Martha, me acordou sentada em minha virilha com meu pau deslizando pela entrada de sua fenda, ela me disse estar muito excitada com o que poderia acontecer no sábado. E realmente estava pois gozou umas duas vezes só na madrugada, me fazendo gozar pelo menos mais uma vez.
No sábado, Ana Martha, acordou radiante, com a expectativa da vinda de Sara, ela arrumou tudo, como sempre, mas me parecia muito mais entusiasmada, cantando, dançado, estava muito alegre, como se nada a pudesse atrapalhar o que estava por vir naquela noite.
A expectativa dela estava alta, e pensando bem, depois do que tivemos antes, acredito que realmente só poderia ser melhor. Afinal pelo menos para mim, pois eu transaria com duas mulher lindas, tesudas e muito, muito gostosas. Claro que não sabia até onde aquilo iria chegar, mas naquele momento resolvi não focar nisso, e aproveitar ao máximo aquilo tudo que estava por vir, pois posso ter meus defeitos, mas já que tenho a aprovação de minha esposa de transar com ela e uma amiga claro que não vou desperdiçar a chance.
Pontualmente no horário marcado Sara, tocou a campainha eram oito horas. Ana Martha, foi recebê-la e dessa vez me dispus a acompanhá-la. Ao abrirmos a porta, para minha surpresa, ela estava mais linda do que no dia que a conheci, apesar que não imaginei que algo assim seria possível.
Sara, trajava uma calça de couro preto, super justa, que delineava suas formas. Fiquei imaginando como ela conseguiu entrar dentro daquela calça, e não via a hora de vê-la de costas, pois sua bundinha redonda deveria estar mais empinada devido ao salto alto que usava. Na parte de cima, usava uma camisa branca de cetim, e dessa vez estava de sutiã, branco. Só não via a hora de vela com roupas intimas, pois dá outra vez estava sem nada por baixo do vestido, deveria ficar uma delícia apenas com elas.
Ana Martha, a cumprimentou com beijos e um abraço apertado, que demorou um segundo a mais e dando passagem para entrar. Mais atrás eu a aguardava para os devidos comprimentos, e devo dizer que antes mesmo de chegar perto de mim, senti aquele mesmo perfume da vez anterior que mexeu comigo, pois era de uma fragrância muito marcante.
Nos cumprimentamos com abraços, e antes de se afastar, disse ao meu ouvido.
- Então gostosão, pronto para a diversão?
Continua.....
ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.
FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.
🤣🤣🤣🤣🔥
Turn up the volume
O silêncio cura a alma🤲🏻
DUVIDEI, ELA ME SURPREENDEU. Parte 1
Eu sempre fui um pouco ciumento. Dani é linda demais: 32 anos, corpo curvilíneo, pele morena clara, cabelo castanho ondulado que cai até os ombros, e um sorriso que desarma qualquer um. Moramos em São Paulo, no bairro de Pinheiros, e ela sempre foi fiel... ou pelo menos era o que eu achava.
Naquela sexta-feira chuvosa, eu duvidei. Ela disse que ia sair sozinha pra "encontrar uma amiga" num barzinho em Vila Madalena. Vestiu um jeans justo que marcava a bunda empinada, uma blusa decotada preta que deixava os seios generosos quase saltando, e um salto alto que fazia as pernas dela parecerem infinitas. Quando perguntei se eu podia ir junto, ela sorriu, me deu um beijo rápido e disse:
— Relaxa, amor. É só um papo de meninas. Volto cedo.
Mas eu não relaxei. Fiquei em casa, roendo as unhas, imaginando o pior. E se ela estivesse mentindo? E se tivesse encontrado alguém? Meu pau até endureceu um pouco com o ciúme misturado a uma excitação doentia enquanto eu fantasiava ela sendo tocada por outro homem.
Passaram-se duas horas. Três. Nada de mensagem. Meu celular ficou mudo.
Quase meia-noite, ouvi a chave na porta. Dani entrou, o cabelo um pouco bagunçado, as bochechas coradas, o cheiro de álcool e algo mais... perfume masculino? Ela tirou os sapatos e veio na minha direção com um sorriso safado que eu raramente via.
— Oi, amor — disse ela, voz rouca. — Sentiu minha falta?
Eu me levantei, coração acelerado.
— Cadê a amiga? Por que demorou tanto?
Dani riu baixinho, aproximando-se. Ela colocou a mão no meu peito e me empurrou de volta pro sofá. Sem dizer nada, começou a abrir o botão do jeans dela devagar, descendo o zíper. O jeans escorregou pelas coxas grossas, revelando uma calcinha preta de renda... completamente encharcada.
— Eu não fui encontrar amiga nenhuma — confessou ela, mordendo o lábio inferior. — Saí sozinha porque queria te surpreender. Fui pra um bar... e deixei um cara me paquerar.
Meu estômago deu um nó. Ciúme puro. Mas meu pau traiu, ficando duro como pedra dentro da calça.
Ela continuou, tirando a blusa e deixando os seios livres — os mamilos escuros já duros.
— Ele era alto, forte... mãos grandes. Dançamos um pouco. Ele me encostou na parede do fundo do bar, onde ninguém via direito. Subiu a mão pela minha coxa... assim.
Dani pegou minha mão e guiou até a coxa dela, subindo devagar até a calcinha molhada. Os dedos dela estavam quentes.
— Ele me tocou por cima da calcinha primeiro. Eu fiquei molhada na hora. Depois enfiou os dedos dentro... dois dedos grossos, fodendo minha buceta devagar enquanto a música tocava alto. Eu quase gozei ali, encostada na parede, com gente em volta.
Ela tirou a calcinha, mostrando a buceta inchada, brilhando de excitação. Sentou no meu colo, roçando a abertura molhada no meu pau ainda dentro da calça.
— Eu deixei ele me levar pro banheiro do bar. Ele me virou de costas, abaixou meu jeans até os joelhos e meteu tudo de uma vez. Era grosso... maior que o seu. Ele me fodeu forte, segurando meus quadris, batendo fundo enquanto eu mordia o braço pra não gritar.
Dani abriu minha calça, pegou meu pau duro e começou a masturbar devagar, olhando nos meus olhos.
— Ele gozou dentro de mim. Bem fundo. Eu senti cada jato quente enchendo minha buceta. Depois ele saiu e eu voltei pra casa... com a porra dele ainda escorrendo pela minha perna.
Ela se levantou um pouco, posicionou a buceta sobre meu pau e desceu devagar, engolindo tudo. Estava escorregadia, quente, e eu juro que senti algo diferente... mais molhado, mais usado.
— Goza dentro de mim agora, amor — sussurrou ela, rebolando devagar. — Goza misturando com a dele. Eu quero que você sinta o que eu fiz hoje... só pra te deixar louco de ciúme e tesão.
Eu não aguentei. Segurei a bunda dela com força e meti pra cima, fodendo ela com raiva e desejo. Dani gemeu alto, unhas cravando no meu peito.
— Eu adorei... — confessou entre gemidos. — Adorei ser uma vadia por uma noite. E agora você vai gozar sabendo que sua esposa saiu sozinha e voltou cheia de porra alheia.
Gozei forte, explodindo dentro dela, misturando tudo. Dani gozou logo depois, corpo tremendo, buceta apertando meu pau enquanto ela sorria satisfeita.
Quando terminamos, ela deitou no meu peito e sussurrou:
— Da próxima vez... quer que eu grave pra você ver
Some wives love their husbands more than others
Q tesao