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wallacepolsom

祝日 / Permanent Vacation
Mike Driver

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Janaina Medeiros
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
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@as-ying
오레오와플 | do not edit
#how to deal with bad news
“ Tá vendo? Diz aqui que é possível fazer sem um profissional, ” disse, consultando a matéria num blog um tanto duvidoso sobre colocar piercings por conta própria. Sunah estava disposta a convencer a qualquer custo, ainda que seus argumentos fossem terríveis. Após correr os olhos um pouco mais sobre a tela do telefone, ergueu os ombros e sobrancelhas simultaneamente, pendendo a cabeça apenas um pouquinho. “ Diz que não é recomendando, mas… Isso não interessa. A questão é, ” por fim baixou o aparelho, certa de que havia o suficiente para conseguir uma afirmativa, e jogou nos lábios um sorriso doce e largo para tentar aumentar suas chances de sucesso, “ posso treinar colocar um em você? Quero colocar um no nariz, mas preciso de técnica primeiro. E olha só, não vou te cobrar nada e você ainda vai ficar mais charmose. ”
—— ying ouvia atentamente as palavras de Sunah, fazendo o possível para controlar sua expressão. Ela não poderia estar realmente falando sério… Poderia? Para confirmar o que seus ouvidos ouviam, a tailandesa decidiu ler com os próprios olhos a matéria naquele site nada confiável. Ying leu e releu, mas não conseguiu se convencer de que aquela era uma boa ideia. De que era sequer uma ideia. De qualquer forma, ela também não entendia o motivo de toda aquela conversa e estava prestes a perguntar onde a amiga gostaria de chegar quando Sunah soltou aquela proposta absurda. “what the actual...?” A voz feminina entregava a óbvia descrença de Ying, que já não conseguia mais conter sua expressão desacreditada. “sunah, não. de jeito nenhum. não.” ela disse, em meio a um sorriso nervoso, gesticulando negativa e desesperadamente com as mãos. “você sabe que eu poderia pegar uma infecção e morrer? ou pior, eu poderia perder os movimentos!!” a exasperação característica de Ying era um pouco exagerada, é verdade, mas a tailandesa estava realmente chocada com a cara de pau da garota.
𝘢𝘭𝘤𝘰𝘩𝘰𝘭.
—— Ying nunca foi do tipo de garota que quebrava as regras. Não havia uma reclamação sequer sobre sua conduta na escola e suas notas, apesar de não serem as melhores, não eram ruins. Ela sempre esteve na linha e, até certo ponto, se orgulhava disso. O problema é que a chegada da adolescência trouxe a curiosidade sobre certas coisas que seus amigos andavam fazendo e ela… não. Uma dessas coisas, como não poderia deixar de ser, era o consumo de bebidas alcóolicas. Ying sempre teve vontade de experimentar - afinal, ela assistia de longe as festas na praia e via o quão animados e felizes seus colegas de escola ficavam. Mas depois de tantas palestras do próprio colégio sobre bebidas e drogas, faltava coragem para a garota tailandesa se deixar levar. Além disso, faltava também a oportunidade, já que a última coisa que desejaria no mundo seria chegar bêbada com a sua mãe em casa.
O universo, porém, parecia ter dado uma forcinha que veio na forma de uma viagem a negócios de seus pais. Ying teria a chance de ficar sem supervisão durante dois dias inteiros e ela decidiu que essa seria a oportunidade perfeita. Sua ideia inicial era convidar um de seus melhores amigos, mas @as-sewon parecia ser uma companhia melhor, já que eles passavam muito tempo juntos no colégio e, provavelmente, ele tinha mais experiência nessa coisa toda de beber. “eu trouxe um whisky… eu não sei se é bom, mas parece forte. peguei da adega do meu pai.” Ying confidenciou, deixando-se rir abertamente enquanto caminhava pela trilha que levava à praia secreta. Sua animação era quase palpável, e ela estava feliz pela presença do amigo. “quanto será que eu aguento?”
𝘱𝘢𝘥 𝘵𝘩𝘢𝘪.
—— o período que antecedia as férias era sempre a melhor época do ano na opinião de Ying. Melhor até mesmo do que próprias férias - e, é claro, ela tinha um motivo para isso. Frequentar o colégio sem a pressão de estudar e ter boas notas era agradável por si só, mas a tailandesa sabia que havia algo mais - era o tempo que tinha para aproveitar com seus amigos, antes de ser colocada num avião de volta para o seu país natal por no mínimo dois meses. Não era como se Ying odiasse a Tailândia, mas simplesmente não havia nada que a deixasse minimamente animada por estar lá, já que todos os seus amigos viviam na Coreia e seu contato com o resto da família era ínfimo.
De qualquer forma, ela gostaria de aproveitar aqueles poucos dias antes do recesso escolar e já havia arrumado um tempinho para encontrar a maioria de seus amigos. Naquele dia, em especial, encontraria @as-luca - o que ela, honestamente, considerava um milagre, já que fazia algum tempo desde que o vira sem aquele squad que pensava viver em algum filme colegial americano. Desconsiderando essa parte, Ying gostava da companhia do tailandês e, de alguma forma, a amizade deles ainda funcionava.
[ ✉ to: luca ] eu já tô aqui
[ ✉ to: luca ] se vc me der bolo, eu vou ficar triste e chorar
[ ✉ to: luca ] e te mandar foto chorando
Depois de enviar as mensagens cringe o suficiente só pelo gosto de irritar o amigo, Ying guardou o celular. Sua atenção estava novamente voltada aos portões do colégio à procura do rosto conhecido e ela mal podia esperar pela chegada de Luca. Fazia algum desde a última vez em que foram naquele restaurante tailandês que tanto gostavam - e, é claro, era sempre bom colocar os assuntos em dia.
𝘱𝘩𝘺𝘴𝘪𝘤𝘴.
—— “eu vou repetir o ano por causa dessa droga de matéria!” ying lamentou, a voz ligeiramente mais alta por conta da frustração e da pontinha de desespero que atiçava seus nervos. Ela fechou o livro com raiva e empurrou seu material para longe de si, ignorando as cabeças que se viraram em direção ao som que perturbava o silêncio da biblioteca. Bem, ninguém poderia culpá-la, afinal de contas, já que essa seria sua última recuperação em física, antes de ser completamente reprovada - e ela realmente não conseguia entender e muito menos decorar todas aquelas fórmulas. Segurando o rosto e entre as mãos, lágrimas começavam a se formar no canto dos olhos femininos e Ying realmente tentou, mas não conseguiu conter o seu choro.
Ying odiava parecer frágil assim em frente ao melhor amigo. Ela também detestava a sensação de estar desperdiçando o tempo de @as-gunmin, principalmente depois de tê-lo enchido a paciência para auxiliá-la com aquela matéria estúpida. “desculpa, gunnie” a tailandesa falou baixinho, fungando uma última vez, antes de secar os olhos com as mangas de sua blusa de frio. “eu não devia fazer você perder tempo assim… mas física é tão, tão difícil… eu não sei mais o que fazer.” reclamou, voltando a fitar o mais velho com uma expressão desanimada.
𝒔𝒕𝒂𝒓𝒕𝒆𝒓 𝒄𝒂𝒍𝒍 — hit ♡ if you want a random starter with ying. [up to 5]
Não precisa se preocupar, não é como se minha bolsa fosse estourar a qualquer momento… Ou será que é? Bem que estou sentindo algo… Espera, calma, eu tô só brincando! você acreditou mesmo?
❝ ai, meu deus! não faz mais isso... eu não sei como essa coisa toda de... estar grávida funciona, mas já estava pronta pra te enfiar numa ambulância! ❞
“Sabe o que seria perfeito agora? Uma praia. Pular o muro do colégio, ir na five stars comprar uma coca-cola geladinha e descer a trilha pra praia secreta… Afundar os pés na areia, dar um mergulho, e voltar pra casa completamente diferente de como eu saí. Seria uma boa ideia, mas eu nunca vou fazer isso, é claro” Eonna falava sozinha, encarando um dos seus autorretratos que havia acabado de fazer. Não tinha visto que não estava mais sozinha, por isso os olhos se tornaram duas bolas espantadas ao ver u conhecide alí “Eu juro não sou louca, eu só sou uma sonhadora.”
—— ying não tinha intenção de incomodá-la, apenas havia escolhido sentar-se próxima a um rosto conhecido; mas não pôde deixar de sorrir ao ouvir as divagações de sua colega de sala - a bem da verdade, a tailandesa daria tudo para afundar seus pés na areia naquele exato momento. De qualquer forma, ela teria permanecido em silêncio, não fosse a expressão surpresa de Eonna ao notar sua presença. Ying deixou-se rir baixinho, fitando a garota. “tudo bem. a gente pode sonhar, né?” Ela respondeu, dando de ombros. “mas de verdade, seria muito interessante se a gente fizesse esse rolê. poderíamos inclusive chamar toda nossa turma…”
“Vocês tem merda na cabeça pra não gostarem das nossas músicas, é sério…” Ryungha resmungava com a grande capa do instrumento nas costas, antes de tirá-lo dalí e colocá-lo em cima de uma das mesas do bar do Han, com uma força excedida graças a raiva que sentia, o que causou um pouco de arrependimento, já que o coitadinho não tinha culpa de nada. “Um dia não venha pedir autógrafo para mim, porque eu não vou dar.” Suspirou, abrindo a lata da cerveja que tinha acabado de pedir.
—— os olhos castanhos de Ying voltaram-se da tela de seu celular para a garota que agora ocupava o assento à sua frente, a confusão neles refletida diante da fala repentina da musicista. Num primeiro momento, a tailandesa se perguntou se a garota realmente estava se dirigindo à ela - aparentemente, esse era o caso, a julgar pelo modo como a mais alta jogou o instrumento sobre a mesa de forma tão bruta. Sua reação automática foi afastar-se, espremendo-se contra sua própria cadeira, sem saber exatamente como responder àquilo. “ahn… d-desculpa…?” Veio a resposta, num tom de voz meio desconcertado. Ela realmente esperava conseguir algum tipo de reconhecimento agindo daquela forma? “eu acho que perdi o seu show… mas eu tenho certeza que as músicas de vocês devem ser ótimas…”
can you die from lack of affection? Asking for myself
You blossom under kindness, don’t you? Like a rose.
Sylvain Reynard, Gabriel’s Inferno (via thelovejournals)