vivendo e vendo poesia neste ato corajoso que é viver

oozey mess

@theartofmadeline
YOU ARE THE REASON
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🪼
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Janaina Medeiros
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he wasn't even looking at me and he found me
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
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@asousars
vivendo e vendo poesia neste ato corajoso que é viver
um livro na bolsa um livro na mão um livro na sala um livro no ônibus um livro no quarto um livro na fotografia vivendo regada a leitura vivendo através da leitura vivendo por conta da leitura experimentando a leitura imaginado a leitura desejando a leitura desenhando a leitura conceituado a leitura planejando a leitura
lendo vivendo experimentando em contentamento um ode à leitura
meândrica eu confusão complexa sinuosa
fractal eu versões momentos sonhos
volúpia vida sentimento vivências
ambíguo eu você este poema
vivendo e vendo a poesias nas coisas
vivendo e vendo a poesias das coisas
anseio
ansiando por uma nova paixão que faça meu coração palpitar
meus pés levitarem
e dúvidas não me cercarem
porque viver é estar vulnerável pra sentir
para experimentar
para existir
a vida é uma surpresa, o destino é uma piada e ironicamente eu amo isso.
se todo mundo tem uma sina ou um propósito de vida, talvez a minha seja ser livre, ou melhor, alcançar meu sentimento de liberdade.
nessa vida eu vim com essa sede, essa de correr por entre os campos com uma roupa confortável e o ar no corpo, pôr-do-sol refletindo no rosto e sentir o arrepio no corpo.
mas também uma sede de ser todas as versões de mim que eu possa ser capaz de ser, e todas elas acompanhadas de muita personalidade, música e intensidade.
talvez minha sina seja eu ser só eu mesma, correndo e me sentindo livre por aí.
cada um dita o que é liberdade pra si, e no momento, estou em busca da minha.
me sentei no banco na esperança de que ele me visse da janela e como a cena de um filme, viesse falar comigo e teríamos um momento. mas ele não veio e apenas os meus cigarros e minha mãos frias me acolheram. devia me acostumar com sua ausência. senti um tremendo desgosto e de repente, mesmo perto das pessoas que eu amava, me senti infeliz. a vontade de fugir e encontrar outro local para recomeçar não me pareceu mais uma loucura. eu só queria sumir.
refúgio
Diante de um acontecimento que causam o derramamento excessivo de lágrimas você se depara com duas coisas: 1. De que está sozinho. 2. A escrita é quem te salva.
Você pensa em pessoas das quais você poderia sair correndo e gritando ajuda, pensa no que poderia dizer, arquiteta o que poderia fazer, mas pensa que não há nada que a pessoa possa fazer já que nem você sabe ao certo o que deseja naquele momento. E então, você conclui que está sozinho e que nessas horas a escrita sempre é o teu acalento. Ela está ali a sua disposição, ela te conforta sem gestos ou expressões. Ela simplesmente existe e você sabe que pode recorrer a ela, e que bom que ela existe. Por ela posso externar tudo o que penso e sinto. A ela atribuo meus significados e sentimentos. A ela eu me dedico ou te dedico. Por ela me torno lembrança ou faço lembrança. Por ela eu vivo e talvez resisto.
Sem contexto quero agradecer a ela e meu cachorro, que me lembram carinho nos momentos mais difíceis.
teria invenção mais mágica que a música? um som que transcende a realidade que com um bom tom te transforma te inspira te conforta te leva de volta a lugares e momentos e através de diversos sentimentos se eterniza no peito de quem ouve - o mundo pode ser bom e a música nos salvar
Dedicatória
É que eu me expresso assim Dedico uma poesia a quem toca em mim Não espere menos de mim Sou poeta Imersa nas palavras Daquelas que tocam a alma E dançam dentro de si Teria dedicatória mais bonita Que palavras sinceras escritas Em um papel outrora branco Que agora é colorido por expressão E estigma de alguém Que me tocou o coração? Não espere menos de mim Sou poeta A poesia vive em mim e faz com que eu dance dentro de mim.
e como está a poesia em tua vida?
olá! sabe, é ela quem me inspira em meio a esse mundo caótico....
e como vai por ai?
a beautiful mess
sinto que estou desfiando
como quando se puxa o fiapo de um tecido
e o que restam são apenas linhas embaralhadas de algo que foi completo e concreto.
Enquanto uma lágrima cai
Olho no espelho
Vejo um corpo
Um rosto mais velho
Denso
Fecho os olhos
Uma menina
Que observa a todos
E sua altura
Como são grandes
Sérios
Resolvidos
Abro os olhos
Observo a mim
E minha altura
Como sou pequena
Risonha
Confusa
- aquela garotinha ainda mora aqui
Dnt Care Wot They Think www.pollynor.com
sinto sua falta
De volta a casa da minha vó. De volta aquele canto no chão. Do espaço certamente calculado do meu colchão. Do canto dado como diferente pela presença de uma cômoda, eu pensei em nós.
Ou melhor, nas nossas conversas tarde da noite sobre o quanto nosso pensamentos seriam capazes de mudar o mundo, ou de como aquela música nos fazia sentir e do quanto era perfeitamente apropriada para aquele momento em que nossas palavras escapavam rapidamente demonstrando a euforia presente em nossos corações.
De volta a casa da minha vó. De volta aquele canto no chão. Do espaço certamente calculado do meu colchão. Do canto dado como diferente pela presença de uma cômoda
eu não me arrependeria
e seria sua melhor companhia
para ver o mundo começar de novo.
. . .
Caminho por aí em busca de algo maior, uma sensação gloriosa de liberdade, e desesperadamente andava por aí a procurar.
Costumo levar uma vida rotineira, não por opção, mas com a maturidade as coisas tendem a ser cada vez mais monótonas, toda a pressão para se cumprir o círculo da vida: nascer, crescer, estudar, trabalhar, casar, ter filhos, envelhecer e finamente morrer. Empolgante, não?
Será que é demais querer algo maior? Algo que transcenda a frágil experiência humana e ultrapasse a lógica, sentimento ou razão. Será que é demais querer algo que faça sentido?
Ou não seria o viver (além de muitos tantos conceitos) a busca por um significado?