Depende do fantasma, mas não vou cometer o mesmo erro duas vezes. Por favor, deixa eu passar.
Tá com medo de mim? Não me faça rir garota. Eu fui tão "bonzinho" com você da outra vez.
No title available

❣ Chile in a Photography ❣

shark vs the universe
Cosimo Galluzzi
h
Keni
I'd rather be in outer space 🛸
Sade Olutola
Game of Thrones Daily
almost home
🩵 avery cochrane 🩵

PR's Tumblrdome
The Stonewall Inn
No title available
One Nice Bug Per Day
noise dept.

titsay
Monterey Bay Aquarium
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

#extradirty
seen from Türkiye

seen from Australia
seen from Malaysia
seen from Chile

seen from Malaysia

seen from United States
seen from Singapore
seen from Argentina

seen from Saudi Arabia
seen from United States

seen from Italy

seen from Uzbekistan
seen from France

seen from Saudi Arabia
seen from United States
seen from Saudi Arabia

seen from Malaysia
seen from Türkiye

seen from Malaysia

seen from Canada
@avery-lysander-blog
Depende do fantasma, mas não vou cometer o mesmo erro duas vezes. Por favor, deixa eu passar.
Tá com medo de mim? Não me faça rir garota. Eu fui tão "bonzinho" com você da outra vez.
Acho melhor eu pegar o outro corredor.
Tem medo de fantasmas Salesbury?
Lafont, descobri o seu segredinho! O priminho vai bem? Sinto lhe dizer que o meu silêncio custa muito caro.
Marriage | Aysha Shacklebolt | Flashback
Aysha havia revirado de um lado para o outro em sua cama durante a noite anterior, ela não estava conseguindo pregar seus olhos nem por alguns míseros segundos, e sempre que tentava dormir o assunto do noivado com Avery voltava a encher sua cabeça e dormir se tornava algo impossível. Tudo aquilo parecia com uma espécie de pesadelo prestes a se tornar realidade, só de pensar em se casar com alguém que não amava sentia uma espécie de aperto em seu coração. Tinha como exemplo a sua mãe, que estava casada há mais de 10 anos com um homem que não amava, no máximo, o considerando apenas como um bom amigo. Quando pequena admitia que sonhara algumas vezes com um casamento arranjado, com um bruxo de uma família influente de Fez e de preferência que fosse bem rico para a encher de ouro, e ela iria dançar para ele todas as noites. Tudo isso era parte da influência de sua religião, dos hábitos culturais do local onde morava e de suas amigas, que compartilhavam essa mesma vontade. Contudo, bastou a sua mudança para o Ocidente que começou a rever algumas das coisas em que acreditava, e assim o seu sonho de um casamento arranjado foi acabando aos poucos, mas para seu pai aquilo não importava. Era como se a opinião dela, os sentimentos dela não valessem de nada.
Estava tão indisposta naquela manhã que preferiu não tomar o seu café da manhã, recusou até mesmo algumas das maçãs bem vermelhas que estavam bem à sua frente, mesmo se tratando de sua fruta preferida tinha sensação de que estava saciada de tanta comida, sendo que, na verdade, Aysha não havia comido nada desde o jantar do dia anterior. E quando algumas de suas colegas de casa perguntaram se ela estava bem tentou forçar um sorriso no seu rosto, não seria capaz de contar tudo aquilo para suas colegas, quanto menos tocava naquele assunto se sentia melhor.
Foi para os jardins onde havia combinado de se encontrar com o Avery para conversarem sobre aquele assunto, se dependesse apenas de si mesma ela optaria por faltar o tal encontro, mas não queria acabar iniciando algum tipo de briga com o seu pai, e muito menos ser obrigada a escutar pela milésima vez o papo sobre destino: “Allah determina o destino de cada pessoa ao nascimento, e não se pode fugir dele”, quando pequena podia até concordar com ele, mas agora não. De alguns tempos para cá ela estava se questionando sobre algumas das coisas que ela acreditava, se perguntando o que era certo e o que era errado. Chegou ao local e recostou em uma das árvores enquanto o sonserino não dava as caras, mas não demorou muito para que ele chegasse. — Já estava achando que você não iria aparecer — Era o que eu queria que tivesse acontecido, completou mentalmente. Por fora tenta esboçar uma feição de felicidade, sendo que por dentro parecia que algo havia morrido nela. E em momentos como esse se perguntava como algumas pessoas podiam sonhar com um casamento arranjado.
Passar a noite com Helene havia sido ótimo, mas o amanhecer ao lado dela disparara toda a repulsa que Avery sentia sobre relacionamentos. As cobranças, as perguntas, tudo isso o irritava profundamente e tornavam as coisas mais complicadas do que já eram. O que ela estava pensando? Que Avery a pediria em casamento? Jamais. Devernay não passava de uma garota qualquer, um passatempo fácil e sem tanto drama, pelo menos, até então. Ambos haviam combinado que sua união não passaria de um caso, algo passageiro, divertido e sem compromisso.
Essa observação sarcástica fez o luminoso sorriso de Helene perder um pouco do brilho, mas não desaparecer. _ É, de fato... _ Confirmou, em voz baixa. _ Eu me sinto repreendida e alertada pelo seu tom, mas Aysha Shacklebolt iria sentir-se esmagada ou mortalmente ofendida. _ A expressão de Lysander endureceu ainda mais ao mesmo tempo em que a voz dele se tornava muito polida e gelada:
_ Peço desculpas, Devernay. _ Disse inclinando a cabeça em falsa reverência. _ Se usei um tom menos civilizado. _ Esticando o braço, Helene puxou de leve a barra de sua camisa, tentando fazê-lo sentar-se na beirada da cama, a seu lado. A tentativa falhou, e ela deixou a mão cair, porém manteve a determinação, e o sorriso ampliou-se para acalmá-lo. _ Você jamais fala com alguém em tom que não seja civilizado Avery. Na verdade, quanto mais aborrecido fica, mais “civilizado” você é... Mostra-se tão civilizado, tão perfeito e correto, que o efeito é alarmante. Pode-se até dizer... aterrorizador. _ Ela estremeceu para ilustrar o que acabara de dizer, e o Slytherin teve de rir, mesmo contra sua vontade.
_ Vamos Helene, chegue de conversa fiada, pois preciso ir. _ E com isso, deixou o dormitório, enquanto a menina caía em prantos. Do lado de fora, apressou seus passos em direção aos jardins e ao ver Aysha, sorriu sonsamente. _ Temos muito o que conversar. _ Falou taxativo, ignorando o comentário da morena.
Marriage | Aysha Shacklebolt | Flashback
Reclinada em uma montanha de travesseiros de cetim, entre lençóis de linho amarrotados, Helene Devernay admirava o tórax musculoso e bronzeado de Lysander Avery, primogênito e herdeiro da família Avery, enquanto ele vestia a camisa que jogara aos pés da cama na noite anterior. - Iremos a Hogsmeade semana que vem? – Perguntou ela. Lysander fitou-a rapidamente, surpreso, e pegou a gravata. – Claro... – Olhando-se no espelho sobre a lareira, encontrou o olhar dela, enquanto colocava a estreita tira de seda verde e prata no pescoço e dava um nó complicado. – Por que pergunta? – Indagou, imaginando onde a garota queria chegar. – O boato é que, afinal, você vai fazer o pedido que Aysha e o pai esperam há três anos. – Helene despejou, parecendo enciumada.
- É isso que andam comentando? – Indagou ele com ar casual. Mas suas sobrancelhas ergueram-se, demonstrando silenciosa, mas claramente, seu desagrado com o fato de Devernay ter tocado em um assunto que não considerava que lhe dissesse respeito. Helene percebeu a reprimenda tácita e o aviso que continha, mas tirou vantagem do que fora um caso tranquilamente franco para ambos e bastante prazeroso. Em silêncio, Lysander distanciou-se do espelho e mirou a garota estirada preguiçosamente na cama. - E se eu disser que estou indo encontrá-la agora? – Ele interrogou de forma polida. Sem esperar por resposta vestiu o restante de suas roupas e encarou a menina em questão. – Vista-se antes que os outros acordem. – Pediu, de forma dura.
- Eu diria que está cometendo um erro. Você gosta dela, apenas; não é amor, nem uma grande paixão. Tudo que ela tem para lhe oferecer é beleza, linhagem aristocrática e a perspectiva de um herdeiro; não tem sua força de vontade nem sua inteligência, e, mesmo que se importe com você, jamais irá entendê-lo. Vai entediá-lo na cama e fora dela; você irá intimidá-la, magoá-la e provocar-lhe raiva. – A Slytherin despejou, enciumada. – Obrigado, Helene. Devo me sentir afortunado por você se interessar tanto por minha vida particular, uma vez que chega ao ponto de me oferecer sua experiência para ajudar-me a viver. Agora vá e me poupe de seus conselhos. – Encerrou Avery com raiva.
→ Lysander Avery. 18 anos. Slytherin. Pure-Blood.
"Nobody gets through life without losing a few things on the way."
「Biografia」
O estrondoso som dos trovões não era o bastante para abafar os gritos de aflição. O céu lá fora era escuro como o céu noturno embora não passasse das três da tarde. O rosto contorcido em dor parecia tomar aspectos fantasmagóricos conforme a luz dos relâmpagos invadia o cômodo pelas gigantescas janelas. Quando a voz feminina cessou seu lamento, logo foi substituída por um choro agudo e ininterrupto. Uma vida se iniciava enquanto outra dava seu último suspiro. Ninguém pôde prever as complicações do parto com antecedência e o acontecido pegou a todos de surpresa, inclusive a medibruxa parteira designada para acompanhar a gestação de Ilithyia Avery. Foi no meio de uma tempestade que Lysander veio à vida, e foi no meio dessa mesma tempestade que perdeu sua mãe.
Ao menos foi essa a versão que Lysander cresceu ouvindo - uma versão perturbadoramente distante dos fatos. Pela forma apaixonada que seu pai falava sobre sua mãe, o rapaz dificilmente adivinharia a realidade por trás do mito. Octavius o fez acreditar durante todo aquele tempo que tinha sido culpado pela morte da sua mãe quando na verdade a culpa recaía sobre o próprio Octavius que teria contratado alguém para dar cabo da esposa de beleza estonteante. A própria parteira dava a ela poções supostamente para sua rápida recuperação enquanto na verdade a faziam definhar, envenenando-a pouco a pouco. Eram inúmeros os motivos de Octavius para encomendar a morte de sua mulher: ciúmes, desconfiança e por fim, a descoberta sobre os planos de fuga traçados por Ilithyia, que pretendia deixar a mansão Avery com seu filho assim que tivesse condições de partir com o recém-nascido. Obviamente seu intento foi frustrado e ela pagou com a própria vida, deixando pra trás o indefeso Lysander nas mãos de um monstro como Octavius, o que era tudo que ela queria evitar.
Mas ao contrário do que Ilithyia esperava, Octavius acolheu Lysander muito bem e ofereceu a ele tudo do bom e do melhor, apesar de no fundo ainda se corroer com a dúvida sobre a verdadeira paternidade do menino. Octavius estava certo de que Ilithya tinha um amante e que aquela criança poderia tanto ser dele quanto de outro homem, mas a necessidade de ter um herdeiro para carregar seu nome se sobrepujava a qualquer desgosto que a possibilidade de Lysander não ser seu filho poderia lhe trazer. Além disso, tinha sua honra para proteger, aquela hipótese, aquela simples possibilidade tinha o poder de jogar seu nome na lama, logo para todos os efeitos o menino era seu filho. Lysander, no entanto, não escapou impune diante dos supostos pecados da mãe e sofria pela culpa de ter sido o responsável por sua morte, algo que Octavius não hesitava em atribuir a ele.
Dessa forma, o rapaz cresceu com a sensação de que estava em dívida com o pai por ter tirado dele algo que lhe era tão querido. O débito era pago com a obediência de um filho dedicado, que seguia os passos de seu velho sem vacilar. Era perfeitamente natural, portanto, que Lysander não visse a hora de se juntar aos comensais. Seu pai fora um dos primeiros seguidores de Voldemort e fazia parte de seu círculo mais estreito – algo que o rapaz vivia se gabando junto aos demais colegas puristas – as expectativas em cima dele eram grandes e não pretendia desapontá-las. Cumpriria o destino que havia sido traçado para ele antes mesmo de nascer, acreditando que sua mãe teria orgulho de suas escolhas, sem sequer desconfiar que Ilithyia abominava a violência e que teria escolhido qualquer outro caminho para o filho.
Em Hogwarts o rapaz se associou àqueles que julgava à sua altura, ficando rapidamente próximo a Mulciber a quem conhecia desde criança, graças a velha amizade entre seus pais. Dylan, por sua vez, não parecia particularmente interessado em criar laços de amizade, não mais do que em estabelecer conexões para uma rede de influências. Mas talvez por conhecê-lo desde a infância, Avery fosse tão apegado a ele, considerando-o quase como o irmão que nunca teve. E mesmo que Dylan jamais fosse admitir, partilhava do mesmo sentimento de cumplicidade. Através de Mulciber, Avery passou a andar com Snape, um aluno brilhante e destaque em poções - claramente um dos queridinhos do diretor de sua Casa, o que vinha a ser uma associação vantajosa para todos os envolvidos.
Lysander acostumou-se a dar cobertura a Dylan sempre que o mais velho encontrava uma oportunidade para exercer seu senso de humor peculiar à custa de algum sangue ruim. Em pouco tempo, no entanto, o único herdeiro dos Avery deixou de apreciar o espetáculo do lado de fora e começou a atormentar aqueles de linhagem inferior com tanta frequência quanto Mulciber - talvez até mais, visto que era consideravelmente mais impulsivo do que o colega. Snape reprovava veementemente o descuido e vivia repreendendo Lysander, da mesma forma que o moreno não deixava escapar uma chance para esfregar na cara de Severus a sua inconveniente paixonite por quem era, a seu ver, a sangue ruim mais detestável naquele castelo. Por conta disso não era raro haver atritos entre os dois e geralmente cabia a Mulciber fazer o papel de reconciliador.
→ FC: Thomas McDonell.
→ Player: Kah.