10 Things I Hate About You (1999) dir. Gil Junger
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10 Things I Hate About You (1999) dir. Gil Junger
H E A T H E N S Nikolai Ashton’s SQUAD
ᴡᴇʟᴄᴏᴍᴇ ᴛᴏ ᴛʜᴇ ʀᴏᴏᴍ ᴏғ ᴘᴇᴏᴘʟᴇ ᴡʜᴏ ʜᴀᴠᴇ ʀᴏᴏᴍs ᴏғ ᴘᴇᴏᴘʟᴇ ᴛʜᴀᴛ ᴛʜᴇʏ ʟᴏᴠᴇᴅ ᴏɴᴇ ᴅᴀʏ ᴅᴏᴄᴋᴇᴅ ᴀᴡᴀʏ
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I love her ferociously, and am frequently irritated by her.
Margaret Atwood, from Cat’s Eye (via rhyssa)
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(via adaojovem)
Isso é um starter call para todos os meus chars na festa de Boas Vindas à Sierra Nevada.
Se quiser um chat com a Barbie, é só gritar o nome dela nos comentários.
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they say I did 𝓈𝑜𝓂𝑒𝓉𝒽𝒾𝓃𝑔 𝓫𝓪𝓭
with @barbiepsigotica
➥ Era normal ter recaídas. Klaus tivera um punhado durante sua vida toda. Havia, porém, algo diferente naquela em especial. Nas primeiras vezes, quando criança, ele tentava se controlar. Aprendeu com o tempo que isso machucava e então parou de tentar, só deixou que a ira fosse uma extensão de si. Deixou que cada golpe a cada briga fosse uma libertação de suas amarras. Nesse meio tempo arranjou mais inimigos do que os anos que viveria em toda vida? Claro, mas tinha o talento de ligar o “foda-se” para 99% da população mundial então viver assim não foi nada difícil. Até que veio o festival. Até que ele surtou e deixar tudo sair ou segurar pela primeira vez doía igual. Não era só raiva dessa vez, era pior. Já estava acostumado a raramente dormir por culpa dos pesadelos, mas agora nem precisava fechar os olhos para ver aquelas malditas imagens. Isso, mesmo que aos poucos, o estava enlouquecendo. Já tivera mais de três ataques de pânico nos últimos dias, sua respiração não estava estável e tremia feito a porra de um vibrador. Chegaria a ser hilário e ele faria piada de sua situação caso não estivesse tão puto por não saber como lidar com aquela merda. Quebrou caras, braços, pernas e sabe-se lá mais o que de um bando de gente. Mandou mais um bocado para o hospital e teve que ser mais esperto que nunca para fugir da polícia dessa vez. Algo adiantou, pelo menos? Nada. Absolutamente nada.
Perambulou pela cidade feito um louco, não sabendo onde poderia ir. Falar com Elise seria estúpido. Chamar Axel não adiantaria. E Lucky só iria caçoar sem entender nada. Quando enfim pegou o celular para fazer a ligação, notou que já estava frente ao hotel das mães dela. Deveria ter ao menos passado em casa para se trocar antes de parar ali. A blusa branca estava repleta de sangue alheio, assim como os jeans, mas a sorte é que eram escuros então ão dava para ver. Pegou a jaqueta e a fechou até tapar quase tudo da camisa ou seria barrado logo na entrada. Entrando no local era difícil não se admirar com o Golden Apple. Contudo, precisou colocar os óculos escuros, mesmo estando tarde. Era claro e qualquer minima luz além do normal fazia sua cabeça arder graças a falta de sono. Perguntou para algumas pessoas sobre a localização dela e não tardou a achar a loira. ❛ ── Oh my god, look, Barbara! Isn’t that your best friend forever Klaus? Exibiu uma expressão chocada, alterando a voz. ❛ ── Yest it is! SURPRISE, SATAN! Abriu os braços, sorridente, mesmo sabendo que não haveria abraço algum.
Os últimos dias foram um inferno para Barbara. Entre a briga com as mães por causa de sua irresponsabilidade, a briga com Adam por achar que ele mexera em suas coisas e liberara o vídeo só para irrita-la, a busca sem fim por quem diabos realmente liberou aquele vídeo, Sophia fucking Fern querendo sair da cadeia porque conseguiu enganar todo mundo com sua pose de boa moça logo quando todos seus três filhos estavam todos na mesma cidade e todos os três muito bem financeiramente? Barbie estava no limite da sua tensão e todos do hotel sabiam disso, a ponto de mal falarem com ela nem mesmo nos momentos de servir as refeições. Não que isso tivesse algum problema para ela.
A rotina de Barbie se resumia a passar o dia tentando resolver todos os problemas. Não ter sucesso em nenhum deles. Quebrar coisas no seu quarto de hotel como se não fosse a família dela a pagar por tudo aquele depois. E, por fim, desmaiar ou de tanto de beber ou de exaustão. Um ótimo natal. Tinha até o início das aulas, pelo menos, para continuar assim. Sabia que assim que voltasse a convivência com os colegas, sua pose indestrutível voltaria e ela daria um jeito. Ela sempre dava, não importa quantas pessoas ela precisasse destruir para isso.
Depois de dias com todo mundo sabiamente de mantendo longe do alcance de Barbara e de suas facas, a loira até estranhou um pouco ouvir alguém que não suas mãos chamando seu nome. --”Oh my fucking Karma.”-- apesar do tom desgostoso e da careta, os olhos de Barbie brilharam e por um momento ela ficou feliz pela familiaridade de algo. Estava permanentemente frustrada por todas as coisas em sua vida que não conseguia resolver e que estavam mudando, mas Klaus ainda era Klaus ainda que parecesse mais morto do que nunca. --”You look like shit. E olha que sou eu falando, eu que tenho plena ciência do tamanho das olheiras que eu tenho debaixo dos olhos agora.”-- esfregou os olhos, subitamente ciente da luz incomoda ao redor deles no mundo real. --”Se veio me encher o saco, pelo menos vamos para um quarto porque ficar aqui fora sem chance até todos estarem dormindo e eu poder apagar metade das luzes. O que te trás aqui, K? Veio dar mais dinheiro para as minhas mães? Não que eu não esteja feliz com sua visita, mas não lembro de ter invocado nenhum demônio hoje, sabe?”--
flashback
elcnzr:
“Não, não tenho.” Durante alguns anos de sua vida escolar, tanto em Chicago quanto em Palo Verde, Eleanor costumava fazer parte das líderes de torcida, e sendo uma flyer, a garota podia ter tudo, menos medo. “Bebo, mas eu estou bem no momento, obrigada.” Não planejava ingerir alcool durante a festa. Ficar observando Barbara ainda lhe dava uma sensação estranha, de que toda sua vida era a mais pura mentira. “Suas mães sabiam? Sobre mim?” Foi a primeira coisa que veio à sua mente e apenas disparou.
Barbie estranhou a pergunta a ponto de paralisar no lugar por um momento. Agradeceu ao lenço que usava como parte da roupa do burning man para esconder sua expressão até conseguir se recompor, dando de ombros levemente. --”Depende do que exatamente você está perguntando. Quando elas me adotaram? Não, elas não faziam ideia. Por Dio, até mesmo eu não tinha certeza se você realmente existia até você aparecer na Trinity e, bem, não tem como errar.”-- aponto para si mesma e para irmã, indicando a aparência das duas. --”Até então, você era tipo uma lenda que a Sophia e o Joshua usavam para manter a mim e ao Adam na linha e... Tem muita coisa que eu ainda tenho que te contar, Eleanor.”--
akvrx:
– a toxicidade nas palavras da loira fez com que aker puxasse os cantos dos lábios em um sorriso igualmente tóxico. ele gostava daquele tipo de interação com a garota, apreciava a companhia dela - e como apreciava… Aquele vídeo era a prova mais concreta. –
❛ Oooh, eu sou bem kinky. Você só não gravou vídeos comigo o suficiente pra descobrir isso ainda. Nada impeça que possamos tentar outras vezes. ❜
– o sorriso tóxico e fino se mantinha, enquanto o ruivo semicerrava o olhar, deixando com que barbara pegasse o celular de seu bolso (era uma sensação estranha aquela, em que parecia que o furtado era ele). continuou a ouvindo falar, desbloqueando o celular e o estendendo para a garota outra vez, com o aparelho ainda no silencioso e o vídeo dos dois voltando a rodar. –
❛ Quer ver de novo? Já está com saudades? Eu estou bem na sua frente, se quiser um replay. ❜ – era incrível e extremamente notável a capacidade de aker de se distrair dos problemas graves de sua vida contando meia dúzia de piadas de péssimo gosto. por fim, às últimas perguntas dela, deu de ombros. –
❛ Como você pode ver, é um grupo de festas da Trinity. Eu estou em vários deles por causa das líderes de torcida, então eu não sei nem quem foi o sujeito que compartilhou e nem sei quem viu. Aliás, eu recebi isso faz pouco tempo e como tá escrito “Encaminhada” não é o cara que postou o vídeo e… ❜ – à menção da palavra “irmã”, aker sentiu o sangue gelar. elise já deveria ter visto, pelo mesmo motivo das líderes de torcida. o nome da irmã estampado nos membros fez com que aker passasse mal. não que ele se incomodasse exatamente com ela, já que os dois eram bem abertos quanto à sexualidade e problemas pessoais, mas ele imaginava sua família recebendo aquilo. sua mãe, modelo e mais nas redes sociais do que dando atenção aos filhos, claramente já deveria ter visto… estendeu a mão para o lado, puxando de um garçom uma garrafa de qualquer-coisa-não-importa, virando alguns goles urgentes. não estava sóbrio o suficiente para encarar aquilo, de jeito algum. ofereceu a garrafa para a loira em seguida. –
❛ Bem… Veja as câmeras de segurança do hotel, então. Eu vou… Fazer minhas próprias pesquisas. Vou te deixar informada, por deixar. Você tem alguma ideia de quem possa ter feito isso com você? Algum novo inimigo recente? Algum coração partido? ❜
--”Yeah, I kinda know that by now.”-- comentou com um tom de malicia na voz, mas sem julgamento porque, afinal, ela tinha zero moral para isso agora. --”Mas acho que vou dispensar a gravação de outro vídeo, por ora. Sabe, já vai ser foda sobreviver a esse sem foder os negócios das minhas mães e, não me leve a mal, eu não me importo de ser chamada de todos os nomes que eu sei que vou ser chamada por causa desse vídeo, mas eu vou acabar cometendo me irritando e cometendo algum crime e... Não vale a pena gravar mais vídeos, no fim. A partir de agora, só ao vivo. Mas se quiser descobrir se você é a fim de brincar com facas eu ficarei mais do que feliz em ajudar.”-- piscou um dos olhos, tentada a manter o tom de brincadeira por mais um tempo, mas a pose durou pouco, já que foi substituído pelo revirar dos olhos quando o garoto finalmente desbloqueou o celular.
--”Ou você é mais exibicionista do que eu imaginou, ou a fama já te subiu a cabeça. Se for o primeiro, que lugar melhor para transar do que no meio de um burning man, não é mesmo? Se for o segundo... That’s depressing, Aker. Esperava mais de um cérebro que me atraiu.”-- rebateu com um tom neutro enquanto mexia no celular dele, virando para que ele pudesse ver a tela -porque como todo adolescente do século XXI Barbie sabia o quão agonizante podia ser outra pessoa mexendo cegamente em seu celular- enquanto ela procurava o nome de quem enviara o vídeo pela primeira vez em todos os grupos em que ele apareceu. --”Eu tenho dezenove anos, não setenta e dois. Sei como é foda rastrear a origem dessas coisas nos tempos de hoje. Mas não significa que é impossível.”-- quando estava satisfeira, devolveu o celular para ele e o encarou com um sorriso no mínimo maldoso.
--”Acho que farei umas visitinhas aos seus coleguinhas que gostaram tanto do nosso vídeo. Me dê uma semana e eu consigo destruir a vida de todo mundo que encaminhou essa porra.”-- era mais fácil, no momento, focar-se nessa ideia. Era familiar, algo que Barbara sabia muito bem fazer. Lidaria com os efeitos do vídeo depois. Se fosse apenas ela a afetada, ela seria capaz de lidar... Mas sabia que inevitavelmente afetaria a vida de suas mães e até mesmo de sua irmã que não tinha nada a ver com a história. Ugh, Barbara, péssima hora para desenvolver sentimentos.. --” Perfeito, enquanto isso eu vou armando um plano de contenção e tentando a sorte com esses escrotos... Claro que não, eu não faço esssa coisas, Aker. Eu sou um anjo sem inimigos e não parto o coração de nenhum ser vivo.”-- fingiu, piscando os olhos dramáticamente antes de rir. Não queria pensar na possibilidade, mas havia uma pessoa nova em sua vida, uma que tinha todos os motivos para guardar rancor de Barbara e que teria total acesso a seu computador. Parte de sua mente queria acusar Adam, porque era lógico, mas a outra parte ainda o via como seu porto seguro, por isso ele não fora seu primeiro pensamento. Droga. --”Vou investigar uma suspeita e te retorno nesse ponto, ok? Mas e pelo seu lado?Alguma ideia de quem pode querer te foder assim?”--
she likes to keep hauting my 𝔀𝓲𝓬𝓴𝓮𝓭 dreams
➥ O efeito estava passando mais rápido do que Sofia esperava. Pretendia ao menos ter uma conversa civilizada com a ex antes que seus impulsos tomassem conta do que quer que fosse acontecer ali. Contudo, fossem palavras, toques ou meros olhares, ficava extremamente difícil estar ao lado dela e não se inclinar em sua direção. ❛ ── That’s no news. You’re always hot. Sofia soltou um riso baixo, ainda a observando. Queria olhar Barbara o máximo que pudesse, pois sabia bem que voltaria a ser jurada de morte no momento que aquele dia terminasse.
Não fazia ideia do que ela estava se referindo e nem de que carta era aquela e detestava aquilo. Ainda assim, Barb não era alguém que se podia forçar a se abrir, ela precisava querer. E por isso Sofia apenas assentiu às palavras da loira, notando que ela não queria se estender no assunto. Não queria simplesmente dizer “meus remédios” sobre o questionamento a respeito do que queimou. Não queria trazer sua síndrome à tona, bem sabendo que havia sido um dos maiores motivos para o término. Não queria que Barbara se lembrasse que a odiava. ❛ ── Queimei a única coisa que estava me segurando para não vir até aqui. Sofia resumiu com a opção menos desastrosa possível, ciente de que a distância entre as duas parecia estar se encurtando aos poucos. ❛ ── You know how dangerous it is that we’re around each other right now, don’t you? A voz agora saiu num sussurro, com um sorriso crescendo nos lábios.
Precisava beber mais. Os sentimentos que se faziam cada vez mais difíceis de ignorar, apesar de Barbara francamente não ter inteligencia emocional para discernir se eram resquícios da paixão de quando estavam juntas ou decepção por ter fugido disso. Por isso que, em dias normais, ficava o mais longe de Sofia que podia, isso quando não fazia um esforço real para afasta-la. Eram ais fácil do que lidar com... Com sentimentos, seja lá quais eles fossem. Dando apenas um sorriso de canto como resposta, esticou uma das mãos para pegar a garrafa que tinha abandonado com a chegada da ex e tomou um gole antes de oferecer à ela.
Franziu um pouco as sobrancelhas tingidas, curiosa pela colocação dela. Era uma forma misteriosa de dizer seja lá o que ela tivesse queimado, mas quem era Barbie para julgar? Se era algo que Sofia não queria contar, com certeza tinha algum motivo para isso e não seria logo a pessoa que mantinha tudo dentro de si que a pressionaria para contar. Não tinha moral para isso.
Além do mais, estava mais distraída com o fato de que estavam mais próximas. Fuck, isso era realmente perigoso, ainda mais naquele dia, com as barreiras de Barbara tão baixas e a garota precisando tão urgentemente de uma distração. A loira mordeu o lábio inferior enquanto ponderava sobre as palavras dela, já se deixando levar pela situação a ponto de saber como tudo terminaria. Apoiou a mão livre no rosto dela, mantendo o tom baixo ao falar. --” Sempre fomos perigosas uma para a outra, Sofs. Isso não mudou...We’re toxic, but that doesn’t mean we can’t be fun...”-- assim que as palavras morreram em seus lábios, Barbara a beijou por uma série de motivos. Porque era uma ótima distração, para abafar a verdade crua de suas últimas palavras, para distrair Sofia... Mas, principalmente, porque ela queria e não era todos os dias que ela se permitia querer daquele jeito..
𝓱𝓮𝓻𝓮'𝓼 𝓯𝓸𝓻 𝓽𝓱𝓮 PEOPLE LIKE US!
part 2/3
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“I have insecurities, of course, but I don’t hang out with anyone who points them out to me.”
— Adele (via onlinecounsellingcollege)