ANÔNIMO DISSE…
adm avisa que o @belmwn é meu crush e que eu quero muito dar muito carinho pra ele.

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@belmwn
ANÔNIMO DISSE…
adm avisa que o @belmwn é meu crush e que eu quero muito dar muito carinho pra ele.
antonspeedy:
Havia uma característica muito proeminente na personalidade de Anthony que era seu desapego a coisas de valor, especialmente ao dinheiro, afinal, ele sempre teve mais do que suficiente para esbanjar e desperdiçar como desejará. Só havia uma coisa que ele se importava e no momento estava bem longe dela. Estava pronto para seguir em direção ao dormitório quando ouviu a sugestão do rapaz e observou ele contar as parcas notas de dinheiro em sua carteira. Não queria ser o tipo de pessoa que trata os menos afortunados com desdém, no entanto, não estava com fome e por isso negou a sugestão do outro. “ non estou com fome, mas tome… ” tirou a carteira de seu bolso e tirou uma nota dando para o outro. “ acho que com isso você consegue o valor do seu lanche, não se preocupe, depois você pode me pagar. ”
oliver era pobre e sinceramente bem cara de pau, mas ainda tinha seus valores. pedir para dividir a comida ainda era uma forma de se consolar pela falta de dinheiro. uma forma de negar que estava precisando de outra pessoa para o básico. ao receber a resposta do outro, estava pronto para sorrir e dizer que não tinha problema algum, mas ao ouvir o que o outro lhe oferecia, não evitou de fechar completamente a cara. “tome”. sentiu-se um sem teto. não poderia ser rude, pois não tinha motivos plausíveis para tal. “não quero seu dinheiro, cara.” respondeu num tom seco, mas não bravo. enfiou ambas as mãos no bolso, incluindo a que segurava o dinheiro que tinha. “valeu mesmo assim.”
nicoburkhardt:
› —— estalou o dedo no momento em que ouviu o nome do garoto e de onde ele era, apontando para ele em seguida. “ agora faz sentido! omega eta então?! o que a gente faz agora? gritamos e batemos no peito como se fossemos homens das cavernas? ” franziu o cenho, a pergunta soando mais séria do que deveria. não servia para coisas de fraternidade e o único motivo para estar em uma era por ser obrigatório… e a facilidade para arrumar clientes. não sabia das ‘regras’ da omega eta, ou se ela sequer tinha regras considerando os moradores. encarou o bottom da fraternidade, tendo quase certeza que a última vez que vira o seu havia sido no primeiro dia de aula. “ de qualquer forma, olá, oliver de ciências. queria ter essa certeza, dude. ” a única certeza de nico com relação a faculdade é que deveria terminar, não importando o curso. era uma loucura considerando que se tratava de seu futuro e ele não tinha grandes planos, mas imaginou que iria pensando em algo com o tempo. “ seguinte. eu posso conseguir um lanche de graça pra gente. você só precisa fazer o que eu disser. topa? ” estava inclinado na direção do rapaz, falando baixo para ninguém que passasse por eles ouvisse.
de certa forma, sua fraternidade tinha um papel importante nessa nova fase. quando cursava inglês, até tentou entrar numa fraternidade, mas ele não se encaixava com os outros membros. eles eram legais, mas oliver não era tão nerd quanto eles e acabava sobrando. ter entrado na omega foi um passo largo e perigoso, mas até o então momento ele estava gostando. estava grato por ter escutado seu coração. “certamente é isso que manda a etiqueta de fraternidades até onde eu sei, mas acho melhor não.” respondeu com um sorriso tímido e uma vontade de rir da situação. imaginar a cena era algo quase absurdo, mas com certeza seria engraçado. “você não precisa ter certeza de nada. ainda somos jovens. eu levei uns anos para ter a certeza que eu tenho hoje.” claro, não sabia a situação que ele tinha dentro de casa e em alguns casos as pessoas são obrigadas a fazer uma faculdade bem longe da desejada. esperava que esse não fosse o caso do outro, pois ele parecia ser uma pessoa legal. “e é, é?” falou, olhando ao redor, esperando que algo mágico acontecesse. “as regras disso não estão muito claras... mas topo.” ia perguntar se ele iria roubar a comida, mas não julgou ser muito sábio fazer tal acusação quando havia acabado de conhecer o outro.
manyosuki:
✨ ― ❛ oh, sem date para mim, então? ❜ falou em um tom de brincadeira, tirando o celular de frente de seu rosto para observar o que estava na mão do desconhecido. com um sorriso simpático no rosto, suki apenas aceitou a ideia, confirmando visualmente com um balançar positivo de sua cabeça. estava um pouco cansada, então a fome não passava por sua cabeça. ― ❛ podemos pedir suco de laranja? um copo bem grande para podermos dividir. estou sem fome, mas acho que mataria por um refresco. ❜ começou a caminhar em direção da fila guardando seu celular no bolso antes de prender seus longos cabelos pretos em um coque. com as mãos livres, tirou a mochila de suas costas dando uma facilidade maior para pegar seu cartão quando chegasse a hora. ― ❛ antes de tudo, eu sou a suki. ❜ virou seu rosto em direção do desconhecido. ― ❛ qual tipo de sanduíche você gosta? ❜
“sem date, dessa vez.” brincou de volta, aliviado por não ter soado de forma errada. as vezes se preocupava atoa com coisas que nem eram tão ruins assim. passava mais tempo articulando o que iria falar do que realmente falando. “claro que sim!” ele aceitaria qualquer coisa nessa altura do campeonato e suco de laranja com certeza era um dos seus favoritos. agradecia por não ser algo verde feito com coisas que ele não conseguiria digerir. “suco de laranja é muito bom! me sinto até vivo depois de tomar um pouco.” era verdade, o suco trazia gosto de memórias boas. “meu nome é oliver, estudo ciências!” não ofereceu um aperto de mão, pois ambos estavam ocupados com bolsas e imaginava que ela entenderia. “suki é um nome adorável.” não sabia se era nome ou apelido, mas resolveu arriscar. “eu gosto de todos! qualquer um pra mim está bom... quem sabe um com maionese?” maionese era um divisor de águas e ele sabia disso, porém ele amava.
ayclin:
aylin era adepta a toda aquela correria. se tinha uma coisa que adorava fazer, era preencher agendas e marcar compromissos - isso explicava o porquê tinha tantas matérias logo no início do semestre. inclusive, não iria demorar muito até a próxima aula começar, era apenas o tempo de arrumar alguma coisa pra comer e saciar a fome, afinal, precisava se concentrar em algo além do ronco de seu estômago. —— claro, por que não? ter companhia pode ser divertido. —— sorriu amigável, assentindo com o rosto. não entendia exatamente o motivo do pedido de divisão do alimento, mas também não questionou. —— qual sabor de sanduíche você gosta? e de suco? —— a pergunta continha uma curiosidade genuína, mas antes de completar o assunto indicando quais os seus sabores favoritos, permitiu que a expressão confusa tomasse conta do rosto conforme tinha o tal encontro mencionado. —— não se preocupe. não estamos mais no fundamental. um homem e uma mulher podem dividir comida sem necessariamente estarem envolvidos de forma romântica.
oliver sorriu, feliz que a outra tinha aceitado seu pedido. tinha todo tempo do mundo, pois suas aulas tinham intervalos generosos, mas não sabe quantos “não” iria conseguir aguentar. era um pouco sensível demais e sempre achava que estava incomodando os outros, se topasse com muitas pessoas rudes talvez acabasse voltando para a casa e é por isso que ele tenta não ser irritante. não quer fazer o mesmo com as pessoas. “eu gosto de todos os sanduíches, eu acho. menos aqueles só com tomates e alface, são saudáveis demais para mim!” sorriu um pouco tímido. sabia que muita gente ali gostava desse tipo de comida. fitness. “e suco... laranja, quem sabe? dizem que o suco de abacaxi com hortelã é ótimo também!” eram duas opções viáveis, mas ele sabia que aceitaria qualquer coisa. estava com muita, muita fome. “ah, não! eu sei! não sou um homem das cavernas!” tentou se justificar, rapidamente. “só não quis ser inconveniente."
c-stein:
os humanos são verdadeiramente a raça mais estranha que existe, cesar tinha certeza absoluta disso quando o garoto ao seu lado o abordou com a proposta mais estranha possível. o cenho franzido do rapaz denunciava o quão estranho ele estava achando aquela situação e então lhe ocorreu da lembrança de um daqueles vídeos ridículos de youtubers em prol de views e seguidores. “o que é isso? algum tipo de pegadinha do seu canal do youtube?” ele perguntou com incerteza, levantando o olhar e procurando qualquer sinal de câmeras a sua volta. “se está com tanta fome, por que quer dividir a comida?” duvidava que o altruísmo fosse algo tão presente nos dias atuais.
de todas as respostas que ele imaginou receber, aquela definitivamente foi a mais curiosa e criativa. “que?” foi tudo que conseguiu responder por um momento, logo soltando uma risada tímida. “não, cara! claro que não. eu nem tenho canal no youtube, eu só estou com fome mesmo.” mostrou os trocados que tinha em mão. “eu quero dividir pois não tenho muito dinheiro comigo, só isso!” que pessoa desconfiada. mais desconfiada que ele! e isso era difícil. “mas não precisa aceitar, foi só uma proposta.”
cahxyes:
“ — Não é um encontro? Poxa… Eu já estava começando a ficar animada.” brincou com o outro, dando de ombros ao fingir uma clara decepção com a negativa, antes de cair na risada. “ — Eu sempre estou com fome.” alegou começando a vasculhar a própria bolsa. “ —Me dá uma ajudinha aqui?” a frase soou mais como um aviso do que como um pedido, já que a morena nem mesmo esperou pela resposta do outro para que começasse a despejar seus cacarecos na mão do rapaz. Papéis, chicletes, canetas, barrinhas de cereal, brilho labial, em certo momento pensou que fosse conseguir tirar um crocodilo de dentro da bolsa. “ — Achei!” exclamou contente ao encontrar algumas notas amassadas. “ — Acha que isso deve dar? Se precisar de mais eu posso continuar procurando…” perguntou distraída com o pensamento no lanche que iria comer.
quis, por um momento, se enfiar num buraco de tanta vergonha, mas pensando bem ele já deveria ter se acostumado com esse tipo de coisa nessa altura da vida. sempre foi assim. “alguém que pensa como eu, afinal.” ele também sempre estava com fome. o fato de ser magro ainda era um mistério para ele. quando as coisas da garota começaram a serem jogadas pra cima dele, ele se assustou um pouco, mas acabou sorrindo. era uma bagunça e tanto, mas uma bagunça até que organizada. no final ela acabou achando o que queria, coisa que ele muitas vezes não conseguia. “deve dar sim! completando com o meu dinheiro dá sim.” sorriu amigável, dobrando o dinheiro na mão de novo. “o que você quer? eu acho que um misto quente tá bom o suficiente. você gosta?”
scarlettsfm:
a loira sabia que a vida universitária não seria fácil , mas estava bem difícil para quem estava acostumada com a calmaria que tinha vivido nesse último ano . o único ponto positivo era o clima bom , um solzinho gostoso que ela fazia questão de aproveitar entre as aulas . em poucas semanas já tinha seu lugar marcado no gramado do pátio , perto de uma árvore onde ela poderia se proteger se o sol estivesse muito forte . deitada com sua cabeça apoiada em sua mochila , scarlett bisbilhotava a vida alheia no instagram , quando o outro lhe chamou a atenção . o estudando por um momento , não tinha certeza se o conhecia , mas o recebeu com um sorriso convidativo . ❛ não precisa ficar com vergonha não , eu te entendo . viu uma garota bonita e não sabia como puxar assunto , mas não se preocupe , eu sou bem acessível , ❜ disse dando uma piscadinha , um sorriso brincalhão crescendo em seus lábios momentos depois . se levantando em um pulo , passava as mãos por sua calça tirando qualquer folha caída que tinha grudado em sua roupa . ❛ não tenho nada para fazer mesmo , vamos ! ❜
a resposta dela fez oliver travar sobre os pés por um segundo, mas logo percebeu que ela estava provavelmente brincando. ela era, realmente, muito bonita, mas ele agradeceu por ela não ter entendido errado suas intenções. só estava morto de fome e duro de dinheiro. “que bom que você entendeu.” brincou de volta, botando a mão no peito como se estivesse tocado por ela. a verdade é que se esse fosse o seu real interesse ele nem tinha chegado perto dela. é tímido quando gosta de alguém dessa forma e dá graças a deus por isso ser raro, se não passaria mais vergonha do que o de costume. “vamos, então! eu passei pela cafeteria mais cedo e parecia ter coisas realmente boas.”
cxerory:
.˚ › ♡˖ Cara, ela estava morrendo de fome. Se não tivesse acordado tão tarde para a primeira aula, certamente teria roubado algumas torradas de seus companheiros de fraternidade. Mas, após uma extensa palestra de políticas públicas, a Carter esperava ansiosamente pela oportunidade de por as mãos, ou a boca, em algo extremamente calórico. Felizmente, alguém em seu twitter havia acabado de postar um exposed e a curiosidade parecia distraí-la da fome. Bem, … até escutar a palavra sanduíche. ‘ Eu faria de tudo por um sanduíche agora. ’ Desviou os olhos da tela de seu celular, concentrando-os na feição de Oliver. ‘ Belman, relaxa. ’ Tentou tranquilizar o outro, deixando uma risada curta escapar de seus lábios em seguida. ‘ Não sou muito fã de encontros. ’ Em um movimento rápido, puxou o cartão de crédito que antes escondia-se entre o celular e a capinha cor-de-rosa. Por sorte, era filha de uma dondoca. ‘ Até aceitaria dividir comida com você, mas não acho que só isso irá nos satisfazer. Quatro sanduíches e dois sucos, é pegar ou largar. ’ Sorriu animada com a ideia, porém, esperava que Oliver não a julgasse pelo enorme apetite, as aulas de Governo tornavam-se insuportáveis com um estômago vazio.
ficou aliviado, além de feliz, por ter encontrado alguém com fome além dele. lorelai, de alguma forma, combinava com ele em várias coisas. era uma das poucas pessoas que oliver realmente gostava ali, mesmo que não fossem definitivamente próximos, e sentiu que poderia ser sincero naquela situação. “eu também... estou quase babando.” deixou seus olhos caírem sobre a variedade de comidas na frente deles. precisava comer algo, o mínimo que fosse. “nem eu.” concordou. não como se tivesse ido a muitos encontros na vida. a garota que dançou com ele no seu bar mitzvá contava? fora ela, todos os... casos de oliver foram one night stand. chegou a conclusão de que não dava pra namoro, pelo menos não por enquanto. “eu...” ficou boquiaberto por um momento, sem saber o que dizer. “tudo bem, obrigado.” sorriu genuinamente, agradecendo por ela ter um grande apetite. “eu te pago ainda essa semana. juro.”
frzser:
a atenção de fraser foi roubada da tela de seu celular, onde ele lia uma lista do buzzfeed com todas as vezes em que havia sido um completo cuzão na internet. deu uma risada cínica para a proposta alheia, assentindo e deixando os prints de seus tweets antigos para lá. ❛ claro, cara. mas isso é exatamente o tipo de coisa que alguém que estaria me chamando pra um encontro diria. ❜ seu sorriso veio junto de uma piscadela, e na sequência uma cotovelada amistosa. ❛ relaxa, eu deixo você chupar meu pau lá na mesa dos fundos. ❜ provocou, antes mesmo de se dar conta de que não conhecia o outro tão bem para saber se aquele tipo de brincadeira o incomodaria. pigarreou, coçando a nuca e formulando um pedido de desculpas. ❛ é brincadeira, beleza? foi mal, eu não penso muito antes de falar. vai ver é por isso que sou cancelado. ❜ skyler deu de ombros, percebendo que a fila tinha andado e já era a vez deles de pedir. ❛ pode ser esse queijo quente aqui? já que vamos dividir, acho que é o mais universal do cardápio. você não tem cara de curtir os sanduíches mais apimentados… na verdade tem cara de vegetariano ou alguma merda assim. não que eu esteja julgando. o suco você pode escolher, acho que vou pedir um refri pra mim. ❜ murmurou mais para o colega do que para o atendente do outro lado do balcão, dando de ombros e pegando a carteira no bolso traseiro enquanto esperava o outro decidir.
oliver realmente se surpreendeu com a resposta do outro. mesmo com o sorriso que ele carregava, não conseguiu evitar de deixar o queixo cair com a resposta. era um pouco demais, mas acabou se convencendo a deixar para lá. “certo. eu sei... que é brincadeira.” riu baixinho, ainda tentando entender o que havia acontecido. o outro, com certeza, era bem chegado. mesmo tendo deixado ele sem graça, ainda parecia ser um cara legal que estava disposto a aceitar a proposta de oliver e ele acabou julgando inútil se preocupar com o tipo de piada que ele fazia. “eu também sou um pouco impulsivo.” nem um pouco parecido com a forma como o outro era, mas ainda assim... tentava entender. “cancelado?” rapidamente sentiu que estava por fora de algo e curioso como era, queria descobrir. “eu gosto de coisas apimentadas e não sou vegetariano, mas sim, quero o queijo quente. parece ser bom.” gostar gostar não era a palavra certa. se tinha, ele comia, mas ele quase nunca procurava nada que fosse deixar ele de mal com o banheiro por muito tempo. “eu vou ir de refri também, eu acho. só falei do suco para parecer mais saudável.” acabou rindo de si mesmo. era verdade, ele preferia refri.
tesstrong:
A universidade poderia ser enorme mas por ser filha de um dos donos lhe facilitava o fato de conhecer o espaço antes de todo mundo. Theresa se encontrava no pátio respondendo algumas mensagens no celular e passou o tempo atulizando seu instagram quando ouviu a pergunta. Na mesma hora ergueu seu olhar com uma sobrancelha erguida, claro sinal de que não estava entendendo porque ele estava vindo falar consigo. “Ahn… não?” Respondeu, negando com a cabeça em seguida. Sendo um pedido de encontro ou não, ela tinha mesmo cara de que comeria um sanduíche e suco? “Por que não compra só pra você? “
de todas as respostas plausíveis, não achou que fosse receber um não assim. ficou um pouco boquiaberto, mas ao perceber que tipo de pessoa ela era fechou rapidamente abriu um sorriso falso. não queria parecer rude, independente da resposta que havia recebido. “é que eu... esqueci meu dinheiro em casa e meu cartão de crédito também. acredita? aí eu estou duro.” sorriu meio sem graça. “sem dinheiro.” completou, caso ela não entendesse a expressão que tinha usado. aquilo era uma grande mentira. era verdade, tinha um pouco de dinheiro na fraternidade, mas nada que fosse ajudar muito ele. e seu cartão? estourado tem meses. estava duro por completo, não só no momento. “não quis incomodar.” enfiou a nota de dinheiro amassada e as moedas que tinha de volta no bolso, tentando ao mesmo tempo soar o mais educado possível.
annzbwth:
៹ : ( ♡ ) —— jurava estar se esforçandopara ser um pouco mais sociável , por mais que o tal não estivesse tão evidente quanto gostaria . de natureza tímida , tinha ciência de que as mudanças seriam graduais . apenas não esperavaque demoraria tanto ! sempre imersa nas ideias de sua própria cabeça , annabeth parecia pertencer a um mundo diferente . foi o que sentiu quando não ouviu pela primeira vez o que o rapaz ao seu lado disse . ‘ eu adoraria ! ’ sorriu de forma educada , as orbes quase saltando de órbita quando ouviu a frase posterior . ‘ oh , céus ! isso sequer passou pela minha cabeça .’ disse , tentando manter a compostura pra esconder o espanto anterior . ‘ s-sinto muito se passei essa impressão . ’
a verdade é que oliver tem uma necessidade de agradar a todos. nunca quer deixar que uma frase saia da forma errada. por isso, estava sempre se desculpando. sempre pisando em ovos. a última coisa que queria era culpar a outra por seu próprio deslize. “não! não foi isso que eu quis dizer, você não... eu só não quis te deixar desconfortável, foi só isso!” ofereceu a ela um sorriso doce ao perceber que talvez ela fosse que nem ele. não tinha como saber, mas arriscando era o que parecia. “vamos só ignorar isso... de que tipo de sanduíche você gosta?” tentou, voltando ao assunto do que iriam comer.
nicoburkhardt:
› —— “ estou com tanta fome que eu comeria a lanchonete inteira, cara. mas topo. ” não estava com tanta fome assim, mas qualquer coisa seria motivo para matar a próxima aula. estava no início do período e não achou que seria ruim perder uma aula ou outra. tocou o próprio peito com uma expressão dramática. “ ouch. rejeitado assim? tudo bem. não sabe o que está perdendo. ” sacudiu os ombros, dando os primeiros passos esperando que o outro o acompanhasse. “ qual o seu nome mesmo? já te vi andando por ai, mas nunca nos apresentamos. ” a verdade era que tinha certa dificuldade para guardar nomes, principalmente daqueles que não eram seus clientes. “ aliás, nico burkhardt. artes, mas ainda não tenho certeza. ” estendeu a mão para o outro e sempre se sentia um homem velho e rico quando fazia esse gesto. era justamente esse o motivo para fazê-lo.
oliver também estava com tanta fome que poderia comer a lanchonete inteira, mas não diria isso. seria constrangedor demais. e, afinal, ele sabia que apenas um sanduíche lhe manteria bem até que finalmente pudesse chegar na fraternidade no fim do dia. não achou que iria se apegar tão rápido a um lugar cheio de pessoas tão diferente dele, mas aconteceu. deu risada da resposta do outro, sentindo um pouco de vergonha de si mesmo e sentindo todo seu rosto se contorcer. “meu nome é oliver belman, acho que somos da mesma fraternidade.” puxou a mochila das costas, puxando um bottom do bolso. achava aquilo ridículo, mas entendia o lado dos que gostavam. agradeceu ao céus pela omega não ser do tipo que anda com camiseta por aí. não gostava do sistema de fraternidades e irmandades e essa era a realidade. “prazer nico! sou de ciências, tenho certeza.” imitou o tom dele. era bom falar que tinha certeza dessa vez, considerando que passou anos na universidade de inglês para aprender apenas a como fazer uma mudança eficiente e como sobreviver com café e remédios.
weselene:
estava pensando se deveria entrar na fila para comprar comida. selene não era o tipo de pessoa que sempre comia ali, geralmente se beneficiava de comida orgânica, uma mania que havia herdado dos pais. entretanto coisas naturais por vezes eram um tanto quanto… diferentes. como por exemplo aquele suco verde que havia comprado a poucos minutos. de fato, após daquilo, ela precisava de uma comida de verdade. calma, amigo, não pensei em nada disso de encontro não. a verdade é que ri um pouco da forma como ele diz, mostrando o suco para ele. olha, se tu tá com muita fome, isso não vai ajudar… porém tem esse suco muito gostoso. se você pegar ele pra você, eu divido comida contigo ein. a sentença nem ao mesmo tem muito sentido, mas selene tenta disfarçar o desgosto com o sabor para que ele aceite. não estava com fome para comer algo sozinha, então até tinha um pouco de vantagem para si, que só queria tirar o gosto da boca.
oliver analisou a situação e chegou a conclusão que não poderia haver suco tão ruim que fosse fazer ele recusar aquela oferta. tomou o copo dela com cuidado. apenas de sentir o cheiro que vinha do copo, se arrependeu, mas resolveu não parar. “certo. pode ser.” falava mais para si mesmo do que para ela. mesmo que quisesse voltar atrás, sua curiosidade havia sido capturada. um dia morreria por sua curiosidade. tomou um gole grande pelo canudo e se arrependeu intensamente. “por deus, de onde você tirou esse suco?” mesmo com o gosto ruim, ele resolveu tomar mais um gole e para a surpresa de ninguém, o gosto não melhorou. “é realmente, realmente, muito ruim.” ainda assim, seguiu bebendo.
lukebbrook:
A fome tinha chegado ao garoto e quando a fome chegava, chegava com muita força e o garoto tinha logo que comer algo. Na fila para comprar comida, viu de canto alguém a contar algo para comer e depois seu corpo virou completamente, este garoto fazendo de seguida a questão. “Eu estava mais por um hambúrguer cara. Tem alergia , é vegano?” Questionou ao moreno, enquanto avançava. Luke tinha dinheiro suficiente para pagar um almoço ao moreno “Eu lhe pago almoço. Mas temos de almoçar juntos. Odeio comer sozinho e quero saber seu nome… Meu nome é Luke.”
ao ouvir a resposta do outro teve que admitir: era uma proposta muito boa. até para ele, que ainda tentava manter certa dignidade era impossível recusar. “não tenho alergia nem sou vegano. só não tinha pensando em comer um hambúrguer agora.” mentiu. não tinha realmente pensado num hambúrguer, mas não pelos motivos aparentes e sim por que havia se acostumado com sanduíches. “certo, pode ser.” sorriu, grato. “vou ficar te devendo essa.” sabia que logo poderia pagar ele, mas ainda assim era estranho ficar devendo para um quase desconhecido. “e o meu é oliver. prazer, luke.”
liloparkinson:
Havia aprendido da pior forma a não guardar lanches na cozinha da fraternidade. Apesar de organizados, alguns dos Deltas não respeitavam os rótulos com os nomes dos respectivos donos. Perdeu muitos pacotinhos de biscoito antes de perceber o que acontecia. O problema é que com seu dente doce, Lilo acabava comendo muito e devorando o estoque sem perceber; desacostumado a dividir espaço de moradia com pessoas estranhas, não cogitou que alguém pudesse estar comendo seus lanches. Bem, até que viu com seus próprios olhos. E agora já não reservava nada, consequentemente, precisava ficar comprando na universidade ou nas áreas ao redor. O que lhe levava ao estado atual, entristecido por não ter colocado na boca um pedacinho de doce sequer. Mexia no celular no aplicativo da lanchonete mais próxima para ver se tinha algo de interessante quando o rapaz falou, o que lhe fez imediatamente depositar o atenção nele foi a oferta de comida. “Ora, pois uma pena que não seja, eu não diria não.” brincou, soltando uma risada antes de guardar o celular no bolso da calça. “Mas sim, eu estou morrendo de fome… ou morrendo de necessidade por algo doce. Eu aceito um bolo ao invés de sanduíche, vai ter isso onde você tá pensando em ir?”
“então da próxima vez eu peço direitinho.” respondeu brincando, ficando mais relaxado com a reação do outro. oliver nunca aprendeu a cozinhar, o que se arrepende. mesmo assim, naquele momento, desejava poder ir para a fraternidade e cozinhar qualquer coisa que estivesse dentro dos armários e da geladeira. pesquisaria no google ou ligaria para a mãe, qualquer coisa para não ter que gastar seu único dinheiro que lhe restava naquela semana. por isso, agradeceu a deus quando ele aceitou, mesmo que falando que queria comer... bolo. “estou pensando em ir na cafeteria do campus. lá com certeza tem bolo!” sendo bem sincero, oliver era um grande fã de doces e de comidas que definitivamente não faziam bem para o seu corpo. “eu também estou sentindo falta de algo doce.” poderiam oferecer qualquer coisa para ele naquele momento e ele aceitaria, essa era a verdade.
czndyy:
﹕ ⊰ candy tinha o olhar colado em seu celular enquanto os dedos digitavam rapidamente algumas mensagens, e no rosto, um sorriso era mantido para segurar as risadas que queria dar com a conversa que mantinha em um de seus grupos. saíra de sua pequena bolha quando ouviu uma voz soar a seu lado, percebendo que a fila do refeitório já havia andado e ela havia ficado para trás. “sanduíche?” repetiu, fazendo um pequeno biquinho pensativo ao que travava o celular e guardava-o em sua bolsa. “bem… eu não sou muito desse tanto de carboidratos…” passou o olhar rapidamente pelo cardápio, exposto em alguns apoios acima da área onde os funcionários trabalhavam. “mas eles tem um wrap de brócolis cremoso que parece interessante. o que me diz?” sugeriu. uma risada baixa fora expelida logo em seguida. “bem, fico um pouco triste por não ser um convite para um encontro, mas tudo bem. eu vou superar.”
por um momento se culpou por talvez estar atrapalhando alguma conversa da outra, mas isso não durou muito tempo. o comentário dela sobre carboidratos fez ele se sentir o maior white trash do mundo. a comida que oliver mais comia vinha em uma lata, cheia de corantes e coisas que fariam ele perder vários anos de vida. carboidratos eram sua última preocupação. apesar disso, não era chato pra comer. comia qualquer coisa e só a descrição da comida que ela fez pareceu interessar ele. “claro! pode ser. eu gosto de brócolis.” abriu um sorriso verdadeiro, andando mais um pouco com a fila. oliver riu da resposta que veio a seguir e tentou, intensamente, pensar numa resposta que não fosse uma mistura atropelada de palavras. “você supera.” tentou responder no mesmo tom, mas acabou quase rindo de si mesmo. “oliver belman... e você é...?” se apresentou rapidamente, ainda num tom bem animado.