ooc: voltei do mundo dos mortos q
e vou responder meus turnos qqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqq
AnasAbdin
Today's Document
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

★
Game of Thrones Daily

Love Begins

Janaina Medeiros
No title available
Sweet Seals For You, Always

PR's Tumblrdome

❣ Chile in a Photography ❣

No title available

izzy's playlists!
almost home
I'd rather be in outer space 🛸

oozey mess

Product Placement
NASA

#extradirty
Alisa U Zemlji Chuda

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United States
seen from Australia
seen from Malaysia
seen from United States

seen from United States
seen from Singapore
seen from Argentina
seen from United States

seen from Canada

seen from Malaysia

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Australia
seen from United States

seen from Germany
seen from United States
seen from T1
@blondiefuc-k
ooc: voltei do mundo dos mortos q
e vou responder meus turnos qqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqq
Gosto muito de você, leãozinho ♥ (só não vai se achar demais, ok?)
Fãs. Muitos fãs.
The key to the next open chapter || Jensen&Leo
Enquanto a mulher o despia, Jensen olhava para seu rosto com uma expressão que misturava concentração, uma certa incredulidade sutil diante da situação e também um traço de adoração. Há muito tempo não ficava tão íntimo assim de uma mulher que não fosse a sua e, bom, há muito tempo Emily não era carinhosa e sedutora. Agora, ali, ele se sentia um misto de aluno e professor; mestre e aprendiz. A garota era mais nova que ele e obviamente teve menos experiências, por isso ele seria professor. Por outro lado, Jensen estava reaprendendo a ser inconsequente e jovem de novo; aprendendo a viver aqueles momentos com um aperto gostoso no peito, e Leona era sua professora nesta disciplina.
Read More
OOC: Vou responder meus turnos - aqui e em mais um milhão de rpgs - assim que meu choque por Dance Moms, tiver passado.
Porra velho, esse mundo tá tipo... In game over.
The key to the next open chapter || Jensen&Leo
Jensen retornou com sua proposta de ajudar Leo com a pomada, sem imaginar a proposta que estava prestes a receber dela. Logo de cara, assim que entrou, já ergueu uma das sobrancelhas ao ver o estado seminu no qual a loira se encontrava e ficou ainda mais surpreso com o que Leo fez a seguir, seja por ser puxado para dentro do banheiro, seja pelo pedido que veio de seus lábios. Ele sorriu com um aspecto de estranheza diante daquela Leona tão direta e ficou momentaneamente mudo quando os seios dela foram revelados; seus pensamentos calados até o momento em que ela propôs ajudá-lo com seus botões. Quase que automaticamente pensou que Brian diria naquele momento: “cara, a garota é gostosa”; ele xingaria algum palavrão para o amigo a princípio, mas acabaria concordando, dando o braço a torcer.
- Não imaginei que você ia querer que eu entrasse também, Leo. Disse com um toque de humor na voz, retornando mentalmente para o ambiente depois de ficar perplexo naqueles breves instantes. Jensen aproveitou a mão dela em seu pulso para inverter a coisa e agora sua mão é quem pegou o pulso de Leona e a fez virar para ele.
Queria finalmente poder ver todas aquelas tatuagens que tanto imaginou em suas fantasias, mas a beleza dos seios da loira, firmes e desenhados com as auréolas e mamilos tão perfeitamente lindos o distraiu. Linda, jovem e cheia de vida. E ela estava ali, bem na sua frente. Campbell não pôde deixar de pensar no quanto a desejava e era sortudo por poder ver aquilo. Puxou-a para mais perto até seus corpos colarem um no outro - os seios nus de Leo contra seu peitoral - e beijou-lhe os lábios com suavidade. Na realidade, desejava logo beijar Leona com vigor, mas era um homem controlado e esperaria a hora certa para tal.
Ele se afastou depois do leve beijo e largou o pulso da outra. Dando um passo para trás, repetiu as palavras dela com humor e um meio sorriso. - Botões engomadinhos, huh? Ao fazer o que fez a seguir,Jensen não diminuiu o sorriso apesar de ficar com aquele aspecto misterioso que os terapeutas têm ao escutarem algum relato. Como que dando início àquilo, começou a desfazer as abotoaduras dos pulsos. Estava vestido com camisa e calças sociais, cinto e também sapatos, ele conseguiu colocar tudo isso no meio da pressa; ficou sem conseguir só fazer a barba. Em seguida, com um gesto natural de passar um pé no outro, tirou ambos os sapatos e ergueu o rosto para Leona. - Achei que você ia me ajudar… Ele deu uma risada masculina, provocando-a com aquela frase.
Onde estava com a cabeça ao fazer tudo aquilo? Quem pode saber. Estava louco? Provavelmente. Onde aquilo os levaria? Jensen esperava sinceramente que fosse mais além do que já tinham ido. Fosse como fosse, o conselho de seu amigo fazia todo sentido e Jensen experimentaria dar vasão aos seus desejos para entender o que é que queria da vida. E, bom, seu único desejo agora era ela: Leona Freya. A loira havia sido trazida até ele naquele dia por causa de uma circunstância ruim, mas por algum motivo o destino usou tudo aquilo e, portanto, o homem não recusaria a oportunidade.
Depois de retribuir o gesto suave de Jensen, a Leo só coube ficar vendo que ele ficara aparentemente surpreso com sua atitude. Sentiu-se um pouco mais relaxada com isto, inclusive, de uma forma estranha. Mostrar o contorno de seus seios não era um problema, já que ela fazia strip e vez ou outra precisava tirar o sutiã, o que realmente complicava era o fato dela mostrar mais do que apenas as curvas daquela parte que também complementava o gosto universal dos homens. Fosse como fosse, ela apenas girou os olhos com a provocação dele e pôs-se a ocupar-se com os botões que existiam na fronte e na linhagem do abdômen do homem. Nos dois primeiros, começando de cima, fizera o que dissera: abriu-os com uma desenvoltura suprema.
Quase três anos trabalhando como bartender acabavam por lhe proporcionar uma ou outra habilidade. Como, por exemplo, abrir coisas com extrema facilidade. Fossem estas coisas garrafas, quem sabe, ou... Partes de seu próprio corpo. Apenas quando necessário, mas ainda assim...
Com os outros botões, teve mais cuidado, abrindo-os de forma lenta. Agora seus olhos estavam erguidos para Jensen e apenas eles. Seus lábios estavam levemente entreabertos e seu coração parecia preso em sua garganta. Sabia que se fizesse o diabo que fosse ali dentro, teria um vínculo ainda maior com Campbell, não que já não tivesse agora. Não bastasse ele ter cuidado de seu psicológico primeiramente, agora estava cuidando de seu corpo. E ela, o que fizera por ele? Bom, respostas para aquela pergunta não surgiram em sua mente, então Leo logo decidiu ocupá-la com pensamentos positivos sobre a visão que agora tinha do abdômen de Jen. Para alguém da idade dele, estava mais do que nos conformes, era claro. E aquelas breves linhas que vira do corpo do moreno no dia da Festa da Espuma, tornaram-se ainda melhores na opinião da loira, agora completamente expostas, mesmo que a peça de roupa estivesse aberta somente por ali.
Todavia, isto logo foi resolvido. Como fizera com o colete dele no dia em que ficaram em seu consultório, acabou por empurrar a vestimenta pelos ombros do rapaz, direto para o chão. Por um ímpeto, enfiou parte dos tocos de unha que possuía, na carne daquela região, descendo com as mãos pela extensão do peitoral e parando logo acima do cós da calça que ele usava. Jensen não era tão branco quanto ela, mas recebera alguns vergões daquela atitude impulsiva.
-- Eu ajudo quando me convém. -- Advertiu-o, tentando parecer séria, enquanto suas mãos voltavam-se agora para o cinto dele. Tendo de usar da técnica milenar de praticamente se colocar na ponta dos pés para alcançar os lábios de Jensen, Leona mordiscou o inferior, com considerável força. Suas mãos continuavam ocupadas lá embaixo e enquanto uma se dirigia para a virilha do rapaz, a outra ocupou-se com a fivela do sinto. Ela conseguia se livrar daquilo com uma única mão. Não só conseguia, aliás, como logo o fez, ainda com uma parte da boca do mais velho, entre seus lábios. O feito com o cinto fora rápido, mas o toque meio que firme e meio que cuidadoso, que ela deixava em uma das partes sensíveis de Campbell, permaneceu mesmo quando ela se livrou da dita fivela, deixando-a cair aos seus pés novamente. Agora com a calça livre de forma que o acesso fosse quase que completamente permitido, Leo moveu seus lábios pela extensão do pescoço dele, demorando-se ali com mordidas e até alguns chupões mais tímidos, cujo o som da pele entre seus toques, ecoava pelo local.
The key to the next open chapter || Jensen&Leo
- Esta é uma possibilidade. Ele brincou com um sorriso diante do comentário dela. Com a alta capacidade que Jensen possui de ser cuidadoso, era bem capaz que ele fizesse algo do tipo com Leona. Todo cuidado é pouco.
Saiu do quarto para o corredor da casa vazia. Era estranho não ter ninguém ali, nem mesmo os empregados, que ainda não haviam chegado. Pensar nisso fez o homem se lembrar de ligar para eles, a fim de dispensá-los; era melhor não ter ninguém ali em casa, já que Leona estava lá. Jensen precisava ligar, também, para seus pacientes da manhã, desmarcando com eles os atendimentos do dia. Com aquela pequena peripécia, o terapeuta perderia uma boa quantia de dinheiro, mas não se importava. Diferentemente de alguns colegas de trabalho que conhece, Campbell preferia desmarcar sessões que atender sem estar disposto. Ele partia do princípio de que precisa estar inteiro para aquela pessoa ali na sua frente, isto é, atento, bem concentrado, saudável… Nada poderia ficar no caminho do bem-estar do paciente, que era prioridade.
Entrou em seu quarto – o que divide com Emily – e sentou-se na cama que ainda estava desarrumada da noite que passou nela. Jensen ficou assistindo filmes até tarde da noite, e pegou no sono no meio de Bastardos Inglórios, do Tarantino. Ele mal sabia que pela manhã receberia aquela ligação de Leona, que o levaria até a situação presente.
Mas ali estava e precisava fazer as ligações. Primeiro dispensou Maria e Adelene, as empregadas, que ficaram aliviadas somente quando Jensen mencionou que não descontaria aquele dia da folha de pagamento delas. Em seguida, desmarcou os atendimentos da manhã e, em um ímpeto, desmarcou logo os da tarde. Não tinha muita ideia de quanto tempo demoraria naquela história com Leona, mas sabia bem que só sossegaria depois que tivesse certeza de que ela estava cem por cento bem.
Por fim, deixou o celular sobre a cama e pegou uma de suas cuecas dentro da gaveta específica; era uma de cor vermelho escuro, lisa, sem estampa. O anti-inflamatório era uma pomada que estava dentro de um kit dentro do banheiro do casal e, além dele, Jen pegou alguns band-aids, caso fosse necessário. De frente para o espelho do banheiro, ele lembrou-se da noite em que beijou Leo pela primeira vez. O homem ficou tão hipnotizado com a loira que ficou pensando nela por dias a fio. Ele lembrava-se bem de Emily deitada com o notebook no colo, depois que ele chegou em casa, e como não sentiu absolutamente nada ao olhar para a esposa, nem mesmo a culpa que estava esperando sentir.
Suspirou, lembrando-se dos conselhos de Brian, seu amigo. O rapaz disse que Jensen deveria aproveitar e se preocupar menos. Disse que ele deveria fazer um teste de seu relacionamento antes de bater o martelo e afirmar que a solução é o divórcio. Jensen sentiu que não era uma ideia ruim dar aquela chance para ele mesmo, dar uma folga para seus desejos, deixá-los aflorar, e ainda ali, com Leona dentro de sua própria casa, ainda não sentia. O que isso significava?
Ele espiou sua imagem no espelho mais uma vez: a camisa manchada de sangue, os cabelos lisos desgrenhados e a barba por fazer. O estado de fragilidade própria fez Jensen se reconhecer como o Jensen jovem, aquele dos tempos de faculdade que era tão tranquilo e que vivia de forma mais leve. Ele poderia ainda ser aquele Jensen? Com Leona por perto, sentia que sim.
Foi então, depois desses minutos lá fora, que o homem voltou para o quarto onde estava Leona Freya. – Demorei um pouco, desculpe. Eu estava ligando para meus pacientes. Fechou a porta atrás de si como uma força do hábito e se aproximou da loira para lhe entregar a peça de roupa. – Você toma um banho e depois eu passo a pomada, pode ser? Sugeriu, erguendo o anti-inflamatório para mostrar para ela que estava consigo.
Com Jensen distante, Leo continuou ocupando-se com seu celular. Havia mandado uma mensagem para Luila, uma amiga de seu curso, avisando que faltaria por motivo de... Doença. E outra para Liz, dizendo que se ela fosse à aula aquele dia, que não esperasse por ela no portão, porque faltaria. Pensou em deixar uma sms no celular do avô, mas não o fez. Então, colocando-se em pé, começou a se livrar das vestimentas, de forma até que lenta, já que seu corpo doía um pouco.
Não conseguia deixar de pensar em Matt. Em como ele estaria, se já tinha sido devidamente atendido... E se ela fizera o certo em deixá-lo lá. Em partes, sim, porque ele já era adulto e certamente seria liberado sem maiores problemas assim que tivesse melhorado. Mas em outras... Ela devia ter ficado com ele até ter certeza de que sua vida estava fora de risco, já que ele livrara a dela, de um maior. Fosse como fosse... Ela não podia mais voltar atrás e aquilo era um fato. Procuraria saber do francês quando voltasse para casa, mesmo que seus instintos quase gritassem para que ela procurasse arranjar um jeito de avisar quem quer que fosse, da situação do rapaz...
Abandonando seus pensamentos entre alguns suspiros, Freya finalmente livrou-se dos shorts e da blusa manchada. Ainda não queria pegar a do Yellow Submarine que Jensen lhe dera, já que ela a usaria depois do banho, como bem era óbvio. Então, deixando seus cabelos caírem de um lado de seu pescoço, logo livrou-se do sutiã, ficando agora somente com a calcinha de laterais grossas, na cor preta. As tatuagens estavam ali e por um instante, a loira perguntou-se mentalmente o que Jensen acharia das que ela possuía como um cinto, ao redor de seu corpo. Afinal, ele já vira a do "inimigo público número um" e, aparentemente, naquele dia, se ele tivesse parado para prestar atenção, os dizeres de Judas Priest na vertical em suas coxas, junto da cruz que ela possuía no braço e... Teria ele reparado nos x's que possuía em um dos pulsos? Certo que não. Porque mesmo que demonstrasse ser um bom homem, Jensen certamente não deixava de lado aquela essência que o sexo masculino possuía de sequer perceber um corte de cabelo novo...
Certo? Bom, talvez. Afinal, ele era psicólogo e devia sim perceber coisas ao seu redor. Ossos do ofício, não?
Aproximando-se do que parecia ser a porta do banheiro do cômodo, Leona acabou por afastá-la, recostando-se ao batente, usando da blusa do Motörhead que trocara com Matt, para tapar a nudez da parte superior de seu tronco. Sentindo parte de seu corpo contra a parede fria, enquanto esperava, a universitária deixou que seus olhos azuis corressem pelo cômodo, pensando em como sua vida andava agitada. E em como andava se tornando cada vez mais decadente; não por questões como apenas estar saindo com um homem comprometido, mas por sentir e estar ciente de que poderia acabar com uma família caso isto fosse descoberto, e também sentir que estava praticamente de mãos atadas para com a situação.
Porque nada era inevitável se estava dito no que as pessoas costumavam chamar de destino.
-- Tudo bem. -- Finalmente foi arrancada de seus devaneios mais uma vez, agora sorrindo abertamente quando ele lhe estendeu a peça de roupa que ela pedira. Pegando-o pelo pulso que foi estendido com o ato, Leo riu, puxando-o para dentro do banheiro junto consigo. Ao fazê-lo, rapidamente empurrou o maior para o lado da porta, enquanto fechava-a atrás de si. Pelo canto do olho, vira que o porta-toalhas fazia seu serviço segurando duas brancas e felpudas, o que os deixaria isentos de terem de sair do banheiro para poderem pegar outras com as quais pudessem se enxugar.
Sim, no plural. Porque ela tinha planos.
-- Pode me ajudar no banho também, senhor prestativo? Não precisa tirar a cueca. -- Convidou-o, já advertindo-o. Ela mesma não conseguiria ficar sem calcinha na frente dele, ali, com tanta luz ao redor deles.
Finalmente deixando a blusa que usava para tapar os seios, em cima da pia, ela voltou-se para a ducha que havia ali, ainda com o pulso do outro em seus dedos. Enfim percebendo que ele continuava um bocado vestido, virou-se nos calcanhares, mais uma vez, para o moreno:
-- Consigo te livrar desses botões engomadinhos num segundo, se quiser.
Novamente, havia apenas o tom brincalhão na voz de Madison. Mesmo que daquela situação saísse algo pervertido, sua proposta fora feita apenas pensando no fato de livrá-lo mais rapidamente das vestes, para que ele pudesse entrar logo naquele box consideravelmente pequeno, apertado, junto dela.
Hoje é um dia...
Ai, caralho, Leona! Dedadas? Tanto tempo de amizade e eu ainda não te disse que nunca fiz sexo com uma mulher? Meus dedos são puros, garota!
Acho bom mesmo… Mas até que eu tenho algum dinheirinho guardado que faturei semana passada, hm, daí compro a birita e os cigarros desta vez, combinado? E, poxa, Leo… Você me chama de vadia, de cadela, do que for… Nem me importo. No fim, sou tudo isso aí e mais um pouco, haha.
Olha, tu é louca, pirada, desvairada, inconsequente... Mas não se encaixa nem no número três na escala Kinsey. Caramba, que lindo isso.
Se eu tivesse prestado atenção nas minhas origens alemãs, saberia te chamar de outras coisas, só quem em alemão. Como não é o caso... Continue me amando com tudo em inglês mesmo. E você é tudo isso e mais um pouco; um pouco mais do que tudo pra mim.
Hoje é um dia...
Não é? Tanta criatividade na vida vai acabar me fodendo mais cedo ou mais tarde. Se eu ao menos canalizasse para algo útil no mundo…
Você controlando a situação? Nada disso… Não deixo o volante na mão de crianças, não mesmo. Haha. Sobre o convite, eu vou… Até porque aquele meu vizinho gay está reformando a casa dele e os pedreiros ficam de quebradeira e não me deixam dormir como um ser humano precisa. Tonta, é? Está comendo direito, sua magrela? Ou está gastando todo seu dinheiro com seus cachorros..? Aliás, me chamou de cadela, ok. Deixe estar…
Eu controlo sim e fim. É isso ou nada, sem sexo, sem dedadas. E você vai perder muita diversão se não colaborar comigo...
... E sim, estou comendo sim. Aliás, é isso que me deixa tonta, argh. Gasto meu dinheiro com meus cachorros, meus gatos, meu cabelo, minhas roupas, meu aluguel e minhas compras. Aí ainda sobra um pouco pra gastar em doce pra acalmar coisinhas que nem você, junto com bebidas e cigarro. Mas hein, antes cadela do que cachorra. Você é minha cadelinha vira-lata metida a pedigree, Liz. Sinta-se honrada.
Hoje é um dia...
Minha Leoparda, você está me convidando para acampar na sua casa, é, é? A gente pode tomar umas e se pegar debaixo das cobertas, yeah.
Estava meio com preguiça, mas agora meu humor melhorou. E você, gatona?
Leoparda? Queria ter sua criatividade pra criar apelidos, Caterina. Queria mesmo.
Mas essa é um dos motivos básicos pelos quais eu curso história e você viaja pelo curso de arquitetura. Ok. Beber até vai, mas se pegar embaixo das cobertas... Só se eu controlar a situação, hahaha. E sim, estou chamando você até pra hibernar lá em casa. Meus cachorros sentem sua falta; estão com saudade de elementos da mesma raça. Vou bem, eu acho. Tonta, mas bem.
The key to the next open chapter || Jensen&Leo
Jensen gostava bastante da maneira de Leona se vestir. Há quem diria que não faz sentido ele gostar porque não tem nada a ver com sua própria maneira de vestir, seu círculo social, etc, mas era exatamente isso que fazia o homem gostar dela. Enquanto ele procurava a blusa, Leona tirava as grandes botas responsáveis pela maior altura dela naquela ocasião e Jensen procurou não espiar com o canto do olho, tendo de se esforçar para conseguir. A peça era tão sensual e, se não fosse pelo susto inicial do momento, ele provavelmente teria reparado mais nisso. De todo modo, Leo tinha sempre consigo uma sensualidade tão natural e o terapeuta chega a pensar que ela não se dá conta disso.
- Uma cueca? Ele deu uma risada em voz alta. – Uma cueca shorts, claro. Sim, tenho. Respondeu diante da naturalidade com a qual Leo falava daquelas coisas. Ali está: a sensualidade da jovem loira.
Ele foi se aproximando dela e lhe deu a camisa. Estava prestes a anunciar que buscaria uma de suas cuecas para Leona quando ela pediu ajuda para desafivelar a outra bota. O homem teve a leve impressão de vê-la corar, mas… Não, era só impressão. – Claro. Jen se ajoelhou sobre uma das pernas, de frente para Freya, e colocou a perna dela sobre a sua. Com cuidado, começou a desatar os fechos da bota, um a um. A pele branca e singela de Leo abaixo tinha se machucado no incidente e o terapeuta, ao se dar conta disso, franziu o cenho. – Hm, isso aqui não está bonito, Leo. Comentou, puxando uma correia em específico.
Mais uma vez, ver Leona naquele estado frágil lhe deixou preocupado. Ele retirou com cuidado a peça dos pés delicados da loira e contemplou os machucados. – Vou buscar um anti-inflamatório para passar aqui… Colocou o pé dela no chão e se ergueu.
Em seguida, deu as costas para Leo a fim de sair do quarto para buscar tanto o medicamento quanto a cueca que ela pediu.
O som da risada de Jensen agradava Leo. Logo ela que era bem difícil de gostar de algo vindo de outras pessoas, como um elogio ou até mesmo um abraço, em algumas vezes. Talvez fosse o convívio de quase cinco ou sete meses, se somassem o tempo e época das consultas que a loira tivera antes de finalmente... Ficarem, se beijarem, se verem com mais frequência... O que quer que fosse que houvesse entre eles agora.
Quando Jensen se apoiou sobre um dos joelhos, Leona moveu os braços para as laterais de seu corpo, deixando que o moreno fizesse o serviço. Com os olhos azuis fixos nas fivelas que iam sendo soltas, a loira reprimiu um suspiro quando o sapato deslizou por sua panturrilha. Pessoas normais tinham seus pontos fracos no pescoço e qualquer outras zonas erógenas... Madison tinha uma sensibilidade terrivelmente prazerosa pela área de suas coxas, descendo por suas pernas e finalmente se concentrando em seus pés. Como sua panturrilha fora tocada tanto pela bota quanto pela forma como a bartender dera um jeito de fazer aquela parte de si roçar nos dedos de Campbell, seu corpo reagiria da forma que um qualquer reagiria quando estimulado em algum ponto mais reconhecido como sensível.
Procurando agora ignorar a sensação, ocupou-se com a voz dele. Voltando agora sua atenção para, realmente, os vergões e machucados que haviam em suas pernas, ela crispou os lábios. Não gostara daquelas coisas ali. Foram uma dor desnecessária e que não geraram prazer algum.
-- Se você ligar pra todo machucado ou cicatriz que eu tenho no corpo... -- Sorriu, de forma brincalhona. -- Sabe, você vai querer me enfaixar feito uma múmia.
E ela não estava exagerando. Leona tinha cicatrizes mais visíveis, ainda que discretas, como a que possuía na bochecha, sendo esta um pequenino corte que ela conseguia esconder com maquiagem, na diagonal do lado direito de seu rosto. Possuía as mais escondidas, como uma na lateral da coxa esquerda, esta que arranjara ao cair de moto uma vez e praticamente rasgar a pele daquela área... Entre tantas outras coisas. A mais bem escondida era a que havia por deaixod da cruz que ela possuía no braço esquerdo: um machucado que ela fizera quando tinha uns dezessete anos, também caindo de moto e praticamente enfiando um pedaço de aço dum meio-muro, por ali. Cicatrizou de uma forma meio bisonha e ela decidiu encobrir aquela marca.
Diante da menção do anti-inflamatório, Leo encolheu seus ombros por impulso. Qualquer coisa que remetia a remédios, ela temia; inclusive aqueles para arritmia que ela tomou no carro, mas que ela sabia que precisava tomar se não quisesse morrer. Respirando fundo, apenas assentiu e voltou-se para sua mochila, agora atrás das sete oitavos que haviam no fundo dela.
Ao fazer isto, tomou seu celular em mãos. Cerca de sete chamadas perdidas de seu avô; por um momento, Freya pensou em retornar as ligações, mas... O que diria? Estou na casa de um amigo? Não, ela não sabia mentir. Como explicar tudo o que acontecera até então? Definitivamente, ela deixaria tudo quieto. O Sr. Dahmer mesmo a ensinara que notícia ruim chegava de forma extremamente rápida; e se não haviam batido na porta dele ou ligado para sua casa, então tudo estava muitíssimo bem com Leona.
Hoje é um dia...
…bom para ficar em casa ao invés de vir trabalhar.
Mas como já chegou até aqui, ficar em casa fica como plano pra depois do trabalho. A minha, de preferência, dona Liz.
Como vai?