Bloom, acho melhor você se aquietar. Não é uma hora
Porque me aquietar? Eu sei que aconteceu um bando de merda por aqui, mas no final acabou dando certo a missão.
Houve algo, Ethan?

Andulka

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@bloomandherpoison
Bloom, acho melhor você se aquietar. Não é uma hora
Porque me aquietar? Eu sei que aconteceu um bando de merda por aqui, mas no final acabou dando certo a missão.
Houve algo, Ethan?
♚. BLOOM AND DOUGIE MOODBOARD — YOU’RE SO CUTE!
‘Did you try to fuck my brother? Because if you did, we need to talk.”
♚. BLOOM AND ZACHARY MOODBOARD — YOU’RE A JERK!
‘If you have any talent is be a jerk, Zachary!”
C’mon, Ethan! Vamos dançar e comemorar, because WE ROCK BITCHEEEEEEEEES!
Eu não aguento, chega disso tudo.
O que está acontecendo, Jade?
Meu chalé está destruído. Fuck.
Eu diria bem feito, mas o meu está na mesma merda.
BURN! II Andrew x Bloom x Ethan x Jade
Um dia antes de partir para missão, Ethan resolveu andar um pouco na floresta, na forma de lobo, para poder pensar como faria para voltar sã e salvo para ali. A noite estava linda e logo o rapaz ficou encarando. Sabia que aquela missão poderia mata-ló, mas precisava demostrar que não era só mais um filho de Hermes e pai agora. Quando começou amanhecer, Ethan já estava com tudo pronto, mas antes de partir deu um beijo na testa de Pandora e de Lizzie. Logo, sussurrando baixo para sua amada - Prometo que volto - Sorriu fraco e caminhou para fora do chalé em silêncio. O rapaz encarava os rostos de alguns semideus. Alguns estava aterrorizados, outros estava tentando demostrar que estavam bem, e tinham alguns, filhos de Ares principalmente, que parecia que estava adorando um pouco daquilo. Então, chegou perto do grupo que ficaria e encarou cada um deles. Estavam nervosos, assim como o filho de Hermes. Logo, um barulho alto foi ouvido e Ethan encarou a entrada do acampamento e engoliu em seco. Aquilo estava horrível, e com certeza iria ficar pior. Quando entrou dentro do portão, que Azula fez na hora da confusão, Ethan começou rezar aos deuses. Algo que não fazia nunca, mas precisava fazer daquela vez. Ele pedia que pelo menos Héstia cuidasse da Pandora e de Elizabeth, e então o cheiro horrível do mundo inferior invadiu seu nariz.
O calor seria horrível, se sua temperatura não fosse tão elevada assim. Logo, olhou para cara canto e avaliou. Literalmente ali seria insuportável para uma pessoa viva. “Ainda não sei como Perséfone aguenta isso” Revirou os olhos com o pensamento. Ao ouvir a voz de Drew, ele o encarou imediatamente e assentiu com cada palavra dele. Com certeza ficar ali seria perigoso demais, principalmente quatro semideuses fortes e com cheiros talvez saborosos para os monstros. Ethan encarou o mapa, depois Drew e por último Bloom - Algumas não podem. Outras almas não são tão indefesas como aparentam ser, mas também precisamos ter cuidado com os monstros. Eles são mais fortes principalmente aqui, e é claro cuidado com o rio Estige. Se caímos dentro desse rio, podemos é claro nos tornar invulnerável. Mas podemos morrer antes disso. Ele vai sugar sua vitalidade até não poder mais. - O rapaz se surpreendeu das informações que tinha, tinha valido a pena aquelas aulas todos as noites. Quando ouviu um barulho estranho vindo de trás dele, ele encarou e avistou duas górgonas vindo na direção deles. - Galera, acho que temos companhias.
Andrew entregou o mapa para Bloom e ouviu o que a garota dizia. Ela marcou um x onde pensava que estavam, o lugar que era mais lógico para se estar. E foi então que o filho de Hermes se pronunciou, e ele escutou o que o menino tinha a dizer. “É, algumas não podem, mas precisarmos ter cuidado com tudo, principalmente com o Rio Estige. Temos de ir até lá silenciosamente, sem atrair monstros e almas, conseguimos isso?” Foi então que ele lembrou das górgonas, e fitou-as. Droga, droga, logo agora? Todo seu plano tinha ido por água abaixo. O pânico começou a tomar conta de Drew, nunca tinha estado em missão tão perigosa e crucial como essa. Se falhassem… Nem queria pensar nisso. Ele respirou fundo e se obrigou a pensar em coisas boas, como Thalia, e começou a se tranquilizar. Drew nem teve a chance de se comunicar com ela para falar da missão, já que ela estava com os avôs, e talvez fosse melhor assim, já que ela não ficaria tão preocupada. Olhou para seus companheiros, reunindo coragem e formulando um plano, ou tentando. “Ainda não sabemos se elas irão descer, mas com certeza irá atrair a atenção de tudo que está lá.”, apontou para atrás da ruína que se encontravam, “Então temos que esquecer o plano e correr o mais rápido que podemos em direção ao Rio, mas sem nos separarmos muito. Não podemos nos separar em hipótese nenhuma, ainda mais aqui.”
Mal terminou de falar e as górgonas estavam a apenas alguns segundos de distância. Drew empurrou os três semideuses para o chão e ficou por cima de Jade, para protegê-la de qualquer coisa que as criaturas pudesse fazer. Elas sobrevoavam bem perto dos semideuses, e, quando chegou perto de Drew, uma das górgonas desceu e arranhou sua mochila e suas costas com as garras. O semideus soltou um grito de dor, observando os monstros voarem para longe deles. A mochila se abriu em duas partes e todo o seu conteúdo, ambrosia, cantil de néctar, mapas e comida, tudo voou para todos os lados . O grito do semideus atraiu todos os monstros e almas dali, e mesmo sem olhar ele sabia disso. Engatinhou para o lado, enquanto tentava se recuperar. A dor era lancinante e parecia que suas costas estavam em chamas. Mordeu o lábio para impedir o grito de dor. “Né-néctar, por fa-favor.” conseguiu murmurar, ainda fitando o chão.
Uma mão surgiu em seu campo de visão com o néctar e o filho de Apolo agarrou o cantil com uma mão e sorveu um gole do líquido. O gosto era tão bom, como o chocolate quente que era a especialidade de seu chalé, que ele quis mais, porém não o fez. O dia seria longo e teria que poupar o máximo, agora que todos os seus mantimentos estavam perdidos. Por sorte, avistou seu arco e aljava perto dali, pelo menos isso ele ainda tinha. A dor foi diminuindo, mas ainda permanecia lá, o torturando. Olhou para os companheiros e para os monstros e almas, que agora se moviam com rapidez ao encontro deles. “Pessoal, temos que correr o mais rápido que conseguimos. Agora.”, disse, um pouco mais alto que a fala anterior, e com dificuldade, conseguiu se levantar. Jade se aproximou, com o arco e aljava dele nos ombros, e Drew colocou seu braço em volta do pescoço dela, sussurrando um obrigado para a menina. O grupo começou a correr na direção do Rio Estige, torcendo para que os monstros não o alcançassem.
No segundo que colocou os olhos nas Gorgolas, Bloom sabia que estavam ferrados. Elas atacariam e isto chamaria a atenção. Ela ouviu as palavras de Drew, claro que ouviu, mas sem tirar os olhos das gorgolas e já se preparando para a batalha. A morena abriu sua mochila e tirou Ed de dentro dela, dando um pequeno sorriso com a presença do animal que havia conhecido na floresta um dia com Drew. “Espero que isto funcione.” Bloom falou mais para si mesma do que para os outros e logo Ed estava se fundindo com ela. O plano de Drew era útil, mas ela trocou um olhar com Ethan e ambos sabiam que não iria acontecer, as gorgolas estavam próximas demais. Quando foi empurrada para o chão, a morena bateu a cabeça no chão, ficando atordoada por alguns segundos e vendo o mais velho ser machucado. O grito de dor dele foi o que fez Bloom agir, rapidamente se levantando e pegando o cantil de Néctar que ele havia trazido, dando o mesmo para o menino e começando a lutar com as gorgolas. Um toque de Poison e uma das gorgolas já era, mas havia uma horda gigante de monstros e fantasmas vindo na direção deles. Aquilo fez a menina bufar. “Monstros idiotas.” Ela finalizou a segunda gorgola e deu um pequeno sorriso, então Jade, Ethan e Drew estavam ao seu lado e começaram a correr. Bloom foi rápida em acompanhar, tocando alguns monstros no caminho e, graças a Ed estar fundido a seu corpo, matando os mesmos com uma boa dose de veneno de cobra. “Na cara de vocês, idiotas!” Gritou para os monstros, começando a correr de costas e dando o dedo do meio para os mesmos. Logo ela voltou a correr normalmente. “Se falarem para minha mãe que eu dei o dedo do meio, acabo com vocês.”
BURN! II Andrew x Bloom x Ethan x Jade
Andrew havia acabado de se despedir dos seus irmãos, e agora, partia rumo a Casa Grande, onde Quíron explicava sobre a missão. O filho de Apolo estava nervoso, sabia que era uma grande missão que não admitia qualquer tipo de falha, mas sabia que não estava sozinho, e isso o tranquilizou. O Acampamento estava como em qualquer dia normal, como se esse dia não tivesse um fardo enorme, e isso deu uma sensação boa no semideus, que caminhou o mais sossegado que poderia estar. Chegou rapidamente na Casa Grande, e todos os semideuses designados para a missão se encontravam por lá, concentrados nas recomendações de Quíron. Se aproximou do seu grupo e os cumprimentou com um aceno de cabeça e meio sorriso, e então voltou sua atenção para o velho centauro. As instruções eram básicas, mas necessárias, e o filho de Apolo o escutou com atenção.
Quíron terminava sua explicação quando um barulho alto reverberou pelo ambiente, cortando as palavras do centauro, e logo a floresta estava em chamas. Os semideuses olharam na direção do fogo, e por alguns segundos, não esboçaram nenhuma reação. Drew avistou ninfas e alguns outros semideuses correndo para apagar as chamas, mas tudo foi interrompido novamente quando o ruído de um ciclope preencheu o ar. O semideus paralisou, nunca havia visto um ciclope, quanto mais lutado com um. Olhou para Jade, Ethan e Bloom, de seu grupo, e eles estampavam o mesmo semblante, enquanto outros se preparavam para a batalha, mesmo sem tempo para isso. Alguma semideusa gritou algumas palavras, mas uma pedra voou na direção deles, chocando-se contra o chão, que tremeu e lançou Andrew ao chão. Ele se recompôs rapidamente, e avistou a filha de Trívia abrir os portais. A passagem tremeluzia, com um brilho um tanto negro, e os semideuses entraram, um a um. Andrew foi o primeiro a passar pelo portal, transpassando-o um tanto nervoso.
O Submundo os recebeu de braços abertos, e logo ele se encontrava numa terra totalmente quente e devastada. O calor não perturbou Drew, afinal, sempre gostou, como filho de Apolo, e procurou um lugar no qual poderia se esconder, e avistou uma ruína perto dali. Correu até ela e se agachou, abrindo a mochila para tirar o mapa do Mundo Inferior esquadrinhado por um filho de Hades e uma caneta. Logo seu grupo chegou e se aproximou dele, enquanto o semideus observava o mapa. Se levantou, com cuidado, e observou ao redo deles. As almas e monstros dominavam o lugar, zanzando para lá e para cá, destruindo tudo que ainda não estivesse totalmente destruído, como a ruína onde se escondiam.
Não fazia a mínima ideia de onde estavam, mas sabia que tinham de sair de lá rapidamente. Torcia para que fosse em algum lugar perto do Rio Estige ou dos Campos de Asfódelos, e então olhou para o seu grupo. “Tudo bem, eu admito, não sei onde estamos, mas temos de sair daqui o mais rápido possível. Eles vão nos encontrar em breve, e temos de chegar nesses dois lugares para acharmos as chaves.”, marcou com a caneta no mapa o Rio Estige e Campos de Asfódelos com um x. “Então… Alguém tem um plano?”, fitou cada um de seus companheiros, esperando alguém se manifestar. Era um grupo de jovens, sem sombras de dúvidas, sendo Andrew o mais velho, e compreendia que deveria proteger todos eles, mesmo com o crescente medo que sentia e, que com certeza, não iria ser a ultima vez que se sentiria assim no dia. Não deveriam se separar, ainda mais nesse território desconhecido.
Bloom havia levantado cedo. Muito cedo. Nem o sol tinha nascido na hora que a menina acordou e começou a preparar suas coisas. Ela queria que tudo estivesse certo,acreditava que precisava ser assim. A morena só conhecia a perfeição numa missão, um erro e você morre, mas ela não pode e nem quer morrer. A VanHelsing sabia que a sensação que fazia seu estomago retorcer-se dentro dela era medo, o mais puro medo. Medo de não ser boa o suficiente e medo de morrer. Ela não tem o direito de morrer, pois nem contou a sua mãe que iria numa missão, apenas falou com seus pais e sua irmã por uma mensagem de Íris, dizendo que amava eles. Enzo era o único que sabia a verdade e ela fez o irmão prometer não contar a ninguém.
Quando a hora de ir a morena deu um último adeus ao seu irmão e seguiu seu caminho para perto de onde Quíron e os outros semideuses estavam. Sem se permitir olhar para trás, pois sabia que o olhar de seu irmão faria ela ficar. Foi pouco o centauro terminava de explicar as coisas que um barulho alto soou e todos se calaram, olhando para a floresta que começava a queimar. Bloom observou as ninfas e sátiros começarem a apagar as chamas, mas logo pararem ao som de um berro, que ela logo reconheceu ser de um ciclope. Em segundos a morena estava com poison em mãos, porém Azula abriu os portais e logo Drew entrou no mesmo e ela em seguida, seguindo os passos do mais velho.
O submundo não era um problema para Blooom. Ele era até um pouco acolhedor, ou seria se não fosse todas as almas que corriam soltas ali por perto. O calor era algo que ela não se importava com, nem Drew pelo visto. A morena se escondeu atrás da ruína que o loiro se agachava atrás. Como uma boa soldada, ela se manteve alerta, mas prestando atenção nas palavras do mais velho. Quando ele perguntou sobre algum plano a menina parou por um tempo, tentando pensar em algum, mas nada.
A morena então pediu licença e pegou o mapa das mãos de Drew, tentando armar um planos. “O rio Estige passa perto dos campos de Asfódelos.” Falou sem pensar e então pegou a caneta das mãos do menino, desta vez sem pedir e marcou um pequeno x onde eles estavam, ou ela achava que estavam. ”Eu imagino que estamos aqui, então estamos mais próximos dos Campos, devemos começar por lá. Se me recordo bem, almas não podem machucar a gente, certo?” Olhou para o time em volta, em busca de algo que nem ela sabia o que.
It’s more than that. – Ordenou que o zumbi se “desativasse”. – Não adianta fazermos isso sozinhos.
It's always more than that. – revirou os olhos e bufou – Eu não disse que precisa ser sozinho. Tenho certeza que podemos contar om algumas pessoas.
Controle de memória, ponto.
Ele não sabe o “tamanho” desse meu poder, então decidiu que era melhor eu ficar lugar mais vago.
Você pode fazer alguém esquecer algo ou o que? – continuou encarando a menina confusa – Se não quiser falar, tudo bem, eu só estou sendo curiosa.
Você não pode sonhar com ele na frente de alguém que já sonha com ele, Bloom! É desrespeitoso! – bufou, estreitando os olhos para ela. Logo após, Dougie coçou a bochecha, balançando de leve a cabeça. – Esqueça isso que eu disse, foi estranho. Mas Dionísio não é tão ruim. Espere… Peterino? – soltou uma risada alta até mesmo inclinando a cabeça para trás.– Você o chama assim?
Lamento por você, mas eu tenho mais chances, Dougie. – Deu um pequeno sorriso para o menino – Dionísio não é tão ruim? Deixa eu adivinhar, ele ainda não te chamou pelo nome errado, chamou? – inclinou um pouco a cabeça observando o menino – Sim, o que tem demais nisto? Minha mãe chamava meu pai assim, quando se conheceram. Enzo gosta do apelido.
Eu estou na Casa Grande. - apontou em direção o local. - Quíron achou melhor assim por causa das probabilidades negativas que vem junto com os meus poderes.
Seus poderes? Quais seriam seus poderes? – olhou a menina curiosa –
Quíron me falou deles. – Cruzou os braços. – E ninguém faz merda nenhuma nesse acampamento. Supostamente somos heróis, huh?
É mais complicado. Quíron tem medo de perder mais semideuses, se mandar eles em missões. – deu um longo suspiro e voltou seus olhos do zumbi para o menino. – Sinceramente? Eu queria fazer algo, porque eu não sei os outros, mas eu quero ser uma heroína.
Também acho, mas, fazer o que? — Deu de ombros. — Consegue, é? Isso é um desafio, baixinha? — Arqueou as sobrancelhas, em um tom desafiador. — Opa, desculpe aí, Ed. — Riu e piscou para a cobra, desviando o olhar para ela. —
Infelizmente as pessoas são cegas a beleza genuína. — Suspirou e deu um sorriso com as palavras do loiro. — Só vai ser caso você queira que seja, mas olha, eu não gosto de perder desafios. — Riu do outro piscando para a cobra. — Fica tranquilo, Ed é legal. Quer segurar?
É, pode ser.
Quanto desanimo. – Suspira e encara o garoto. – Quem é seu parente divino?
Not always, but thanks. – Virou-se para o corpo morto-vivo. – Consegue ver quem o matou?
– O andarilho gemera em resposta como uma pessoa sonolenta, sem a capacidade de falar; os olhos, cuja visão sempre fora o primeiro sentido a ser perdido, estava quase esbranquiçados de cegueira, mas aquele semideus sem alma conseguia ver um pouco. Sendo Dave o “mestre” sobre sua existência, logo o zumbi lhe obedecera ao assentir com a cabeça, e apontar para o que parecia ser um ano de asas negras voando para longe do acampamento. – Angels. Great. Eles supostamente deviam nos proteger.
– Observou a cena impressionada. Ela observou o corpo do semideus gemer em resposta a pergunta e quando ouviu sobre anjos, logo a imagem dos anjos de Thanatos apareceram em sua mente. – Não todos. Ele foi morto por um dos anjos de Thanatos, pelo visto.
Relax. É um corpo sem alma, ou seja, sem “pensamentos”. Um zumbi. Mas não vai comer seu cérebro.
Eu não estou com medo, Dave, estou impressionada.
É um poder bem legal.