“Há momentos em que a pessoa está precisando de uma pequena mortezinha e sem nem ao menos saber.”
— A hora da estrela, Clarice Lispector.
d e v o n
NASA
No title available
dirt enthusiast
almost home
Peter Solarz

JVL
DEAR READER
art blog(derogatory)
hello vonnie

Love Begins
AnasAbdin
Sweet Seals For You, Always
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

❣ Chile in a Photography ❣
RMH
sheepfilms
No title available
Three Goblin Art
Jules of Nature
seen from Brazil

seen from Netherlands

seen from Canada
seen from United States
seen from Germany

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Romania
seen from Germany

seen from Sweden
seen from Luxembourg

seen from Malaysia

seen from United States

seen from Malaysia
@bluuepurple
“Há momentos em que a pessoa está precisando de uma pequena mortezinha e sem nem ao menos saber.”
— A hora da estrela, Clarice Lispector.
A Hora da Estrela, 1985
YES! So much this! The mask is there to protect yourself and others!!! I know it can be uncomfortable and mess with anxiety, trust me I know! But do your bit. Stay safe!
THIS IS THE WAY
São as marcas que nos fazem chorar.
Meu coração está carregado de nuvens pretas.
Não sei se vou desafiar e clarear o horizonte, mas o preto que o colore não o é das causas belas, é encardido por dor bruta.
Gosto do preto sofrido que o diz em versos, flores que cheiram a pétalas, rosas murchas, caídas, sobre poças, sujas, de água.
A vida não é feita só de felicidade!
Vento, vento, faz ventar!
Admiro o véu negro das bruxas que assustam, que balançam a relva alta, num ir e vir, desencontrado, decepando a desigualdade.
Disfarce que entrega a faca que corta da verdade a mentira e deixa rastejar o soluço, que insiste.
O sol se põe todas as tarde, mas renasce na memória orvalhada.
O afeto que mingua insiste nos caminhões amarelos que cortam a estrada de minha infância.
De Pirassununga para o Rio alguns janeiros atravessei.
Os autopropulsantes amarelos rasgam com sua beleza concreta a neblina em dias de chuva.
Eu olho pra trás e sigo.
Sempre vagando por uma linha tênue, uma ponte suspensa sobre o que vejo, sem início nem fim.
O que apreensiva observo é um extremo egoísmo que não gostaria de ouvir.
Pelos ambientes que passo sinto-me perplexa: os que estão felizes são os poucos escolhidos, os instituídos na parca fartança da egolatria e da vaidade.
As marcas são as macas que colocam a vida no leito de morte.
A cada pedaço de mim que se esgota, minha alma ri.
Preciso acordar e colocar meus pés no tapete molhado do banheiro.
Preciso fazer brotar grama verde no pasto de minhas alegorias.
O tempo embaralhou a saudade e os dias, mas, provavelmente, é Ofélia que vos fala.
La amo
Quino (1932–2020)
Foto: Reuters
“A culture fixated on female thinness is not an obsession about female beauty, but an obsession about female obedience. Dieting is the most potent political sedative in women’s history; a quietly mad population is a tractable one.”
— Naomi Wolf, The Beauty Mith
Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro.
Dalai Lama. (via complications)
sinto muito e nunca soube lidar com nada disso
decidi ir embora e te deixar sozinho, mas parei no meio do caminho, dei meia volta e voltei aos lugares que sempre ocupei.
ir embora é um caminho sem volta e eu ainda quero voltar aos cantos em que você está (o universo que me perdoe se essa for a escolha errada)
TCD
sss
“E com uma letra bem pequena, lá estava escrito no seu epitáfio: Tentou ser, não conseguiu; tentou ter, não possuiu; tentou continuar, não prosseguiu; e nessa vida de expectativas frustradas tentou até amar… Pois bem, não conseguiu, e aqui está.”
— Machado de Assis
Única coisa útil que fiz e assim manterei… Nunca ter filhos e nunca passar esses meu legado inútil adiante…