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queenfranstuff
Excuse me… pareço me importar com o que ele pensa ou deixa de pensar? Estou preocupada com o ambiente que estou vivendo, não com alguém psicologicamente perturbado.
Faz sentindo. E o que te impede?
{Title} || Bree x Keith
Viu que não estava em um bom momento para ler Bukowski, não que achara que existisse um momento certo para isso, era simplesmente fantástico o modo como ele se expressava em cada palavra. E por esse motivo, não queria lê-lo naquela noite, estava meio distraída, precisava de outro tipo de história, então tirou da sua caixa de papelão que se ficava ao lado de sua cama, Midnighters de Scott Westerfeld. Já havia lido uma vez, mas não se importava em ler de novo. Tinha a sensação de que cada vez que lia qualquer coisa pela segunda vez, encontrava algo novo, detalhes que passaram despercebidos ou mudasse de opinião a respeito de alguma situação. Não estava muito bem, havia tinha uma briga daquelas com sua mãe, mal se lembrara o motivo pelo qual haviam começado a discutir, pois como toda discussão começara com a ponta do iceberg.
Não se sentindo bem em sua própria casa, saíra para caminhar. Acabara parando em um canto, de uma pequena praça e então acomodara-se, encostando em um tronco de árvore. Aquele ambiente estava vazio, apesar de ser na rua de trás de um bar, que a essas horas em pleno Sábado, deveria estar cheio. Aubrey já havia fumado, mas parara, foi só uma fase e bem curta no seu caso; nunca colocará uma gota de álcool na boca, não curtia beber como os outros da sua idade, o vizinho de onde morava em Nova-Iorque, bebia demais e aquilo a assustava, ás vezes ele tentava passar a mão nela, ou na mãe, mas felizmente, nunca passara de meras tentativas nojentas.
A história já estava começando a ficar interessante, estava prestes a dar meia-noite, no livro, onde sempre aconteciam as melhores coisas. Foi quando, escutou vozes meio arrastadas e vagando pela boca de cinco garotas. Que vinham provavelmente do bar. Fingiu descaso, como se nem estivesse ali. Até que uma delas falou em meio a risos “Não é aquela garota que entrou na nossa sala? Aí, garota vem cá!” Bree continuou intacta, agora mais do que nunca, seus olhos pairavam sobre o nome ‘Jess’ na página amarelada do livro e por mais que tentasse não conseguia prosseguir. Elas então, vieram em sua direção. “Por que não bebe com a gente? Ou… então, bora cheirar um brilho?” Nunca tinha ouvido aquela expressão antes, ‘cheirar um brilho’, mas pode tirar sem delongas suas conclusões de que estavam se referindo a droga. Aubrey levantou-se do canto em que estava e fechou o livro, sem direcionar os olhos para elas por sequer um segundo. As ignorou, e então ia se retirar daquele local. Quando uma loira, que estava entre elas, segurou seu rosto. “Já vai…? Acho que você devia ficar…”.
– Não tô afim! – Neste momento, voltou seus olhos que cintilavam por consequência da luz que refletia no profundo azul, para os da menina. E tentou soltar-se dela, que agora segurava em seu braço. Estava prestes a sair, até que começaram a bater nela e jogar o que restara da bebida da garrafa. Bree estava como medo, como qualquer pessoa estaria em uma ocasião como essa. Tentou empurrá-las e dar cotoveladas nelas, mas não conseguiu deter todas, vieram para cima de si. Fazendo com que se arrependesse de não ter ficado em casa, pelo menos lá, não aconteceria essas coisas. Nunca cogitara a ideia de que um dia iria ficar gritando na rua. Mas, não tinha muita escolha, ou o fazia ou não fazia mais nada, nunca mais. Então, começou a gritar, em cada agressão que recebia.
Eu não sei porque ele me ofereceria um emprego tão bom e tão remunerado assim, mas eu aceitei, óbvio. Faz parte da área da minha faculdade, então vai ajudar muito, né?
É. Deve ser ainda melhor pra ele.
se pudesse fazer uma pergunta para o nosso 'querido' serial killer, o que seria? quais curiosidades correm por essa mente? conte-nos tudo.
Óbvia, talvez. Qual seria o critério de seleção?
Aubrey, esperava fielmente que não se encaixasse nele, e se assim fosse, gostaria de saber qual é. E então sairia dele, imediatamente. Como qualquer um dali faria, óbvio. Mas, isso não é tudo. Apesar do medo que corria dentro de si, queria saber o por que dele matar as pessoas daquela forma? E não, de qualquer outro jeito? Havia inúmeras variações de como matar uma pessoa, ah, não que Bree soubesse quais seriam elas.
"Eu tenho minhas suspeitas, mas e a senhorita?" - heuchlerx
Eu não confio em ninguém, então todos. Incluindo o senhor.
Achara ainda mais, que talvez fosse uma garota. Por que, não? Por que todos desconfiavam dos homens, apenas?! Talvez tivesse deixado algum detalhe passar despercebido, alguma pista que alguém soubesse que pudessem tirar estas conclusões. E se Blue Murder não tivesse sido pego ainda, por que não fosse previsível, ser um homem tornaria o mistério previsível?
“Acho que esse lugar está mórbido demais. Viajar seria bom– ir pra Pequim, talvez. Ou Roma. “
Mórbido...
Daria a Blue Murder este gostinho?! -- pensou alto.
TASK2
Download a cleaning app, because we no was made to this
Depois que fora dispensada dos dois cursos da faculdade, Letras e Literatura. Ao invés de ir embora para casa como todos os outros alunos, Bree teimou em ficar, porém foi à biblioteca pegar alguns livros para ler aleatoriamente durante a semana, como sempre fizera. Sem nenhum compromisso pendente para hoje, acomodou-se em um canto do local e abriu Cartas na Rua de Bukowski para dar continuidade a leitura que antes fora interrompida pelço senhor Veidt.
Tudo começou como um erro.
Primeira e instigante linha para muitos leitores, visto que, a probabilidade de se identificarem era grande. E então sem saber em que momento certo, pegou no sono. Ao acordar, notou que as poucas pessoas da biblioteca se aglomeravam em frente a entrada. Disseram que do nada as luzes se apagaram e quando acendeu, estava estampado na porta “OBEY” viscosamente vermelho. Bree se repeliu a princípio colocando a mão na boca, e parte das pessoas correram, com medo; enquanto um dos garotos que estavam presentes disse que era em ordem limparmos, mas ordem de quem? Que pergunta tosca, repreendeu a si mesma, é claro que de Blue Murder! A ocasião não permitia mas Aubrey se recordou na hora de um dos episódios de American Horror Story que assistira e da Moira dizendo que as mulheres servem para limpar sujeira. Na hora, pegou suas coisas e saiu daquele ambiente afim de ir embora pra casa, não por medo - apesar de senti-lo - mas por questão de dignidade. Não iria se sujeitar aquela reflexão estúpida. Se não queria uma noite entediante, voilá, conseguiu garotinha.
dothelevesque
“Ah, não… Sou só eu mesmo. Quer dizer, o bar ainda está fechado. Tem certeza de que está no lugar certo?”
E este lugar seria o errado, em qual situação? Uma mulher! Olhos grandes e um pouco parecida comigo, esteve aqui?
heuchlerx
“Podem ir, vamos.” Disse, fazendo com que a multidão de alunos curiosos fosse embora. A curiosidade deles era a única coisa que irritava Ludwig. Mais por que não entendia a necessidade de saber o que acontece na vida dos colegas, talvez por pensar que cada um deve cuidar do que é seu, e apenas isto. Sabia apenas que a curiosidade das pessoas o incomodava, e muito. Esperou até que todos estivessem longe o suficiente, e então olhou para Aubrey, um sorriso caloroso se formando no rosto do mais velho. “Não se preocupe, não está encrencada.” Disse, colocando a mão nos ombros da jovem, e a guiando até sua sala.
Abriu a porta devagar. “Pode entrar, fique a vontade.” Disse, entrando também. Fez seu caminho até uma mesinha de canto. “Quer beber alguma coisa? Suco, café, chá…” Deu uma olhada nas garrafas. “Esqueça o chá, deve estar aqui desde hoje de manhã.” Deu uma risada franca, servindo café para si mesmo. “Chegou atrasada na aula outra vez, senhorita Sprouse? Estive na classe de Literatura mais cedo,” encostou na mesa, “não a vi por lá. E então, eis que a senhorita me aparece na sala de Letras! Realmente não me importo, penso que os alunos devem ter a liberdade para assistir as aulas que quiserem, no caso de se interessarem, e os prédios de Rosefield estão abertos para quando precisarem, mas este é o…” Olhou para cima, tentando se recordar de algo, e então olhou de volta para ela. “Terceiro atraso neste mês?” Colocou o copo em cima da mesa e caminhou até a garota, segurando suas mãos.“Olhe, Aubrey, se algo estiver acontecendo, qualquer coisa, sabe que eu, e seus professores, ficaremos felizes em ajudar, não sabe?”
Bree apesar de não gostar já se acostumara com olhos voltados para ela. Tinha a estranha sensação de que sempre holofotes acendiam em cima de si, e não conseguia encontrar nenhum canto escuro para se esconder e escapar da luz, como uma nuvem negra que a acompanha parecendo um acessório de sua cabeça. Olhou de canto para o diretor ao ouvi-lo. Sem expressar quaisquer traços de preocupação, seu semblante era calmo.
Não conhecia muito bem o diretor, menos ainda o cidadão Ludwig Veidt, então seria engano julgá-lo por sua simpatia profissional, talvez fosse um falsete bem feito ou realmente ele. Mas a princípio decidira ficar com a ideia de que ele era um daqueles delegados de filmes de ação onde tentam encurralar ao máximo o suspeito, perguntando coisas inusitadas, a ponto de mal saberem o que estão a responder. Entrou com passos contados e escorou em um canto da sala, ao lado da mesinha de canto. Seus olhos seguiam cada gesto do homem, inclusive quando segurou em sua mão. Ficou em silêncio durante alguns segundos perante a situação. Deslizou sua mão aos poucos a libertando das dele e então se virou pegando um pouco de café. Mal se lembrara de comer ou beber algo desde o almoço e acabara de lembrar agora. Ingeriu a bebida sem pressa, direcionou os olhos aos dele. -- Só estou fazendo meu papel de aluna, senhor. Aliás não é toda faculdade que tem alguém que cheque e se preocupe com o histórico de presença dos alunos. Entendido, não haveria pessoas mais adequadas que vocês... eu sei... -- Procurou desconversar para não ter que criar alguma desculpa plausível em relação a estar na sala de um curso que não o seu. -- Só isso, senhor?
“Estamos fechados.”
Tem alguém aí?
A semana em Rosefield não estava indo nada bem; desde o assassinato da jovem Andrea, tudo estava indo de mau a pior. Incontáveis alunos trancando matriculas, outros desistindo, alguns até mesmo afirmando que a faculdade já não era mais aquele lugar seguro com o qual os alunos poderiam contar, mas Veidt nada podia fazer. O caso não avançava em nada, e nem mesmo sua grande ajuda com tudo o que podia, parecia funcionar. Era como um túnel sem saída, e pela primeira vez, Ludwig via-se sem saber o que fazer. Naquela noite, então, ele sabia que tudo seria péssimo; alguns dos professores se recusavam a dar aula, dizendo que era perigoso demais andar no mesmo local em que se passaram uma série de assassinatos… Mas ele sabia que não era assim que funcionava. Os professores tinham o dever de dar aula aos alunos que ali estavam, e foi com seu discurso que conseguiu contornar a maioria deles. Ainda assim, Literatura e Letras estavam sem professores.
Caminhou frustrado até a sala de Literatura, dispensou os alunos e deixou um aviso na sala, antes de ir para a sala de Letras, e começar aquele mesmo discurso. E foi então que viu a garota adentrar a sala; Veidt reconhecia cada um de seus alunos, a senhorita Sprouse deveria ter voltado pra casa. Ele tinha dispensado a sala de Literatura, mas, outra vez, não se lembrava de ter visto Aubrey na sala, quando esteve lá. “Estão todos dispensados. Aula normal amanhã, pessoal.” Disse, indo para a porta. “Menos a senhorita Sprouse, por favor.” Chamou, gesticulando para que ela o acompanhasse.
Aliviada pelo fato de ninguém ter notado sua presença, ou se o tivessem, feliz não alarmaram. Encaixou os fones caídos sobre a blusa no ouvido, encostando a cabeça na parede, apanhou de sua mochila um livro de bolsa, Charles Bukowski - Cartas na Rua. Mal começara a ler ao som de Foster the People, uma de suas bandas preferidas, quando escutara seu nome, fazendo-a interromper imediatamente seu momento de sossego. A sala toda estava indo embora, não entendia o que estava acontecendo exatamente a música a distraíra, até que pode sugerir do que se tratava ao ver Sr. Veidt na porta.
Não sabia o que fazer, provavelmente ele descobrira que ela não era desse curso, droga! Antes tivesse ido pra casa de uma vez, mas provavelmente seria ma noite entediante, como sempre e agora, naquele momento, era diferente. Um pouco de medo a fez pensar em passar por ele, saindo com a muvuca, quem sabe conseguiria escapar. Agora, as pessoas a encaravam por ser a única parada no canto da sala. Com um turbilhão de desculpas ecoando na cabeça Bree jogou a mochila nas costas e assim como ordenado, o acompanhou. Em silêncio.
✖ AUBREY ‘BREE’ SPROUSE tem 18 anos e é aluna em Rosefield. Se parece muito com Kaya Scodelario, cursa Literatura e está INDISPONÍVEL.
“I’ve got shackles on, my words are tied. Fear can make you compromise. With the lights turned up, it’s hard to hide.”
✖ the past;
Aubrey Sprouse é nova-iorquina e mudou-se para Ashgates recentemente, por coincidência uma semana antes do primeiro ataque do temido/a serial killer Blue Murderer. Essa mudança só ocorrera como um meio de saída que fora encontrado, para uma possível tentativa de esquiva dos problemas que vieram a acontecer na vida da garota. Assim como qualquer adolescente ela tinha seu círculo de amigos e ocasionalmente acabou por apaixonar-se por um “boyzinho” do time de futebol americano da sua escola, acabaram dando início a um namoro e tudo parecia estar indo bem até Bree negar ir para cama com ele, alegando que não estava preparada. Então em uma das inúmeras festas que ocorriam em casas de adolescentes, seu namorado, Matt colocará algo em sua bebida e a levará para um quarto. Apesar de estar entorpecida podia entender o que estava acontecendo, prestes a ser abusada pegou um utensílio do kit de abridor de bebidas que estava em uma cabeceira ao lado da cama, e com o máximo de força que pode o atingiu no braço. Ele tentou agredi-la acabando por fazer bater a cabeça em uma parte do extrato. Contudo, não se lembra de nada disso, tudo que têm consciência é das pessoas do colégio a evitando no dia seguinte, ganhando rótulos e mais rótulos, o garoto por ser popular conseguiu facilmente espalhar que ela tinha um distúrbio e era agressiva, fazendo com que todos se afastassem da “Carrie”, como chegaram a apelidá-la. Faziam especulações absurdas, indagavam que por ser filha de um casal de irmãos era estranha e perigosa. Apesar de ser verdade que fora gerada por um casal consanguíneo, felizmente Aubrey não apresentou nenhuma anormalidade.
Mora apenas com a mãe, levando em consideração que seu tio-pai, abusou sexualmente da irmã dando fruto a jovem. Tem um irmão mais velho que nunca o conheceu, pois mora com o pai dele. O seu caso no colégio foi parar até em alguns jornais estudantis, pais de alunos ordenavam que a expulsassem da escola a fim de ter um local seguro para seus filhos estudarem e de que isso não seria possível com ela. Como uma desculpa e desesperada como mãe, Sr. Sprouse não viu alternativa a não ser uma mudança, foi quando pesquisou cidades pacatas, longe e que provavelmente não conhecessem o currículo da filha. Seria um recomeço, sua mãe adiantou-se garantindo um emprego num jornal local, por ser escritora, comprou um motel que seria administrado pelas duas, Sprouse Motel.
Aprendera a gostar de literatura com a mãe, mas não têm tanta certeza se é isso mesmo que queria fazer. Porém foram limitadas suas opções, literatura ou administração, sua mãe impôs. Não queria seguir a área administrativa, talvez porque de certa forma mudará e não conseguia mais se integrar como antes. Então, escolherá o papel e a caneta, ao ver-se sem muita escolha. Proclama a si mesma que não precisa de amigos, mas não soa tão convincente quando na verdade sabe que precisa de companhias.
No fundo tudo que queria era aventurar-se e encarar as coisas como se o que acontecera em Nova York não passasse de um pesadelo. Tinha medo de que alguém descobrisse sobre o que acontecerá assim como Nick, uma das vítimas, descobrira e ficava a perturbando, talvez se soubessem disso iriam suspeitar de que ela era o Blue Murderer, o quê seria ainda pior do que “Carrie”.
✖ the dark side;
Aubrey é uma garota misteriosa e eloquente quando quer, faz com que todos a sua volta se questionem sobre o que se passa pela sua cabeça, visto que, é um tanto tímida. Entretanto sua fala interna pode ser um tanto crítica. Calma, dificilmente irá vê-la fora dos eixos. Sente-se sozinha e apesar de não perceberem têm expressado alguns sinais de depressão. É um tanto intuitiva e não suporta sentir confinada por nada que possa a limitar de algo. Essa máscara de suspense que existe em Bree pode ser facilmente quebrada a partir de quem a conhece melhor, mostra-se disposta em ajudar a essas pessoas. Apesar de pensar mais de forma emocional do que racional e ter certa sensibilidade aos sentimentos alheios, ela sente-se sufocada quando a questão abordada é o amor, não o compreende. Acaba por sem perceber fazer joguinhos entre relações com o outro.
✓ Eloquente ✕ Misteriosa
Bree sentia-se um pouco cansada, pudera, ajudara sua mãe na limpeza do Motel, quando tudo parecia limpo algo sujo surgia e então encontrava-se nesse ciclo rotineiro. Era noite, já estava no horário da aula, atrasou-se e o professor já devia estar na sala. Droga! Sua respiração presente era um pouco ofegante, por vir correndo de casa. Estranhara assim que entrara no local, carteiras vazias e um comunicado à caneta vermelha no quadro branco, informando de que não haveria aula. Mas que droga! Se fosse embora, teria muitas tarefas a fazer para sua mãe e não queria, fizera isso o dia todo, como uma obsessiva por limpeza, ia acabar ficando paranoica. Felizmente, ou não o curso de Literatura parecia ser o único a ter dispensado seus alunos. De maneira despretensiosa, Bree entrou em uma sala, da qual o curso desconhecia, mas isso não importava muito. Talvez ninguém a notasse ali, isso seria perfeito, mas o que não percebia era a aura de mistério que podia criar fazendo isso. Encontrou um lugar vago, no canto e ali se acomodou.
About things Bree