Eu não sei porque ele me ofereceria um emprego tão bom e tão remunerado assim, mas eu aceitei, óbvio. Faz parte da área da minha faculdade, então vai ajudar muito, né?
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Eu não sei porque ele me ofereceria um emprego tão bom e tão remunerado assim, mas eu aceitei, óbvio. Faz parte da área da minha faculdade, então vai ajudar muito, né?
Francine levantou o olhar, encarando o prédio da faculdade. Havia sido corajosa de voltar.. mas a verdade é que tremia de medo agora. Sabia que deveria deixar de ser ridícula, que o medo era pra pessoas patéticas, mas não conseguia reagir de outra forma. -- Acho que a gente devia ir embora.. -- disse à pessoa que estava perto de si.
“Acho que esse lugar está mórbido demais. Viajar seria bom-- ir pra Pequim, talvez. Ou Roma. “
not in my house | o p e n
Não, não, não, não! Veidt repetia as palavras, apressado, enquanto caminhava pela faculdade suja, encarando cada pingo de sangue com dor e desespero. Não podia ser. O assassino não poderia ter tido a audácia de entrar em sua casa, matar outro aluno, e pior! Usar Rosefield como cenário de seu teatrinho! Não podia ser. Ludwig não ia permitir. Não isso. Buscou esfregões e baldes, e convocou todos os seus funcionários, antes de correr até o saguão principal, onde o primeiro obey se encontrava. “Precisamos limpar isso tudo antes que alguém veja!” Ele disse, firmemente, e ninguém discordou. O trabalho logo começou, mas o sangue estava seco, difícil de ser limpo, além do mau cheiro que infestou os corredores do lugar.
Logo os alunos começaram a se movimentar, começaram a ver toda aquela sujeira. As garotas choravam, os rapazes tentavam consola-las, outros vomitavam, e alguns corriam para ajudar Ludwig em sua missão; mas não demorou muito até que os habitantes começaram a chegar para cumprir a tarefa do assassino. Mas Veidt não aguentou ver sua faculdade daquela maneira, mas antes que pudesse se retirar para sua sala, ouviu uma gritaria vinda do ginásio. E então ele, e todo o pessoal que se encontrava ali, correu até lá, só para ter a pior visão que poderiam imaginar: o corpo do jovem Edgard jazia no centro do chão enceirado, e então Ludwig não aguentou tão visão. Ligou para as autoridades, e começou seu caminho de volta para o saguão.
Bree sentia-se um pouco cansada, pudera, ajudara sua mãe na limpeza do Motel, quando tudo parecia limpo algo sujo surgia e então encontrava-se nesse ciclo rotineiro. Era noite, já estava no horário da aula, atrasou-se e o professor já devia estar na sala. Droga! Sua respiração presente era um pouco ofegante, por vir correndo de casa. Estranhara assim que entrara no local, carteiras vazias e um comunicado à caneta vermelha no quadro branco, informando de que não haveria aula. Mas que droga! Se fosse embora, teria muitas tarefas a fazer para sua mãe e não queria, fizera isso o dia todo, como uma obsessiva por limpeza, ia acabar ficando paranoica. Felizmente, ou não o curso de Literatura parecia ser o único a ter dispensado seus alunos. De maneira despretensiosa, Bree entrou em uma sala, da qual o curso desconhecia, mas isso não importava muito. Talvez ninguém a notasse ali, isso seria perfeito, mas o que não percebia era a aura de mistério que podia criar fazendo isso. Encontrou um lugar vago, no canto e ali se acomodou.
“Estamos fechados.”
“Precisa de algo? Pode falar, estou ouvindo.”