
❣ Chile in a Photography ❣
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macklin celebrini has autism
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"

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sheepfilms
occasionally subtle

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Monterey Bay Aquarium

★
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he wasn't even looking at me and he found me
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we're not kids anymore.
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JVL

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@bruxadetaubate
The sea was rollin’ in slate gray I looked at you and I looked away.
HOW TO LOSE A GUY IN 10 DAYS (2003) dir. Donald Petrie
nordenskiold:
As aulas de oclumência não cansavam tanto a Yohannes como cansavam a Ilse, mas ele bem se lembrava de quando seu pai havia começado a ensiná-lo, do cansaço que percorria do primeiro fio de cabelo até o último dedo do pé. Era raro que tivesse alguma compaixão, mas Ilse estava se dedicando quase tanto quanto um Yohannes mais jovem havia se dedicado para aprender, e isso o deixava num humor ótimo e compassivo, de quem estava fazendo um bom uso do seu tempo – Por favor, uma maçã – O pedido havia saído com mais vontade que gostaria quando Yohannes percebeu que não comia desde o café da manhã, e já era quase hora do jantar. Sentou-se numa cadeira, no seu modo Yohannes de sempre, engessado e como se estivesse num jantar de negócios – Bem, para um bom oclumente, funciona sempre. No início, você precisa fazer a escolha consciente de bloquear o acesso das pessoas aos seus pensamentos, mas depois de um tempo vira algo impresso no seu insconsciente, entende? Então no futuro, quando você for mais experiente e por acaso estiver bêbada… – Fez uma careta de tédio, por que todo mundo se importava tanto com ficar chapado naquela escola? – …você vai estar em estado de consciência alterado para levantar uma barreira, mas a barreira já vai estar lá. Então sim, funciona quando você está bêbada– Espera, o que disse? – Yohannes pausou por um momento, cerrando os olhos – Vodka significa algo diferente na minha alemão e em finlandês? Porque eu podia jurar que você disse que sua mãe colocava vodka no seu milkshake – O rapaz sabia bem que Ilse era uma mentirosa de primeira categoria, e ele duvidava de 10 a cada 9 coisas que ela dizia. Mas pela primeira vez, teve a certeza de que ela estava falando a verdade.
Ilse apanhou outra maçã e a entregou para Yohannes, com um sorriso satisfeito por poder se mostrar útil. Acreditava que a vida era feita de trocas e mesmo um ato tão singelo quanto oferecer uma fruta a aproximaria do mentor e possivelmente diminuiria a probabilidade de ser largada para estudar a oclumência sozinha. Àquela altura, o impulso de servir com segundas intenções já era inconsciente. “Interessante. Não gosto de passar dos limites, mas é sempre bom saber” e estar preparada, era o que pensava de verdade. Normalmente a bruxa evitava mostrar suas cartas estratégicas, pintando uma imagem de donzela tola e inocente, porém sentia que aquilo não funcionaria com Yohannes. Ele não apenas parecia conseguir ver através de sua atuação, como também se impressionava mais facilmente com demonstrações de inteligência. Era difícil falar com ele, deixar a personagem de lado. “Não, é a mesma coisa, a bebida...” confessou, sem entender o motivo do olhar perturbado. Ah, não. Havia dito mais uma de suas trouxices? Maldita língua, maldita mente cansada. Vez ou outra Ilse deixava escapar uma coisa ou outra sobre sua criação que parecia desconcertar os colegas. Provavelmente seria melhor parar de falar sobre sua família e ponto final. “Mães... sabe como elas são, cheias desses truques.” Ela tentou corrigir com uma risada envergonhada.
cvrsedboy:
Kristján sentiu a proximidade de Ilse e sua sobrancelha levemente arqueou-se. Sabia que vindo da loira não seria algo simples ou convencional, e se não estavam entre 4 paredes junto ao clube do celibato, com toda certeza era mais um jeito de aumentar as vendas. - Oláaaa - ele sibilou entrando na entonação da garota e pendeu a cabeça para trás, recostando a nuca no encosto da poltrona e a observando lateralmente. - Gostaria de dizer que não, mas as olheiras me delatam. - respondeu de maneira breve para não ter que entrar em detalhes. - Você diz tantas coisas Ilse! Se for sobre não usar cuecas de couro apertadas fique despreocupada, não pretendo te enriquecer comprando pílulas azuis e Hari me mataria pelo mau gosto. - explicou sobre um assunto que surgiu junto ao grupo quando discutiam quais as melhores roupas íntimas para se usar em um date. Quando sentiu as mãos delicadas da no-maj alcançar seus cabelos não pode deixar de fechar os olhos para apreciar o momento, e para retribuir pegou a mão livre dela iniciando uma massagem lenta e leve sobre a palma e cada um dos dedos. - Mas se for alguma cura milagrosa para que eu durma bem, pode começar a falar monamú.
Ilse balançou a cabeça e deixou uma risada fraca escapar. Se havia alguém que não proibiria os amigos de entrarem para a comunidade leather, essa pessoa era ela, porém não era sobre aquilo que desejava falar. “Hari não tem a palavra final da moda, eu acho que couro cairia bem em você. Só... em outra peça talvez” opinou, analisando o amigo dos pés à cabeça. O visual badboy era atemporal e não ficaria nada mal em Kristjan, pensando bem. Ainda levaria os garotos do clube para um banho de loja, mesmo se acabasse tendo uma discussão acalorada com Hari sobre quais rostos combinavam ou não com um chapéu. “É exatamente isso. Eu já te contei do leite de maledicta não contei? Um copo antes de dormir é ótimo para o sono.” Algo lhe dizia que Kris estaria preparado para desconfiar dela, mas Ilse sabia lidar com os mais céticos. “Acho que vale fazer um teste, os bruxos da antiguidade chamavam de a cura para todos os males por um motivo.”
evxdolohov:
Evan não fazia a mínima ideia de que horas eram ou quanto tempo tinha passado desde que saíra com Ilse do baile e começaram a beber, se lembrava das garrafas de vinho e da vodka que havia trazido, mas a noção do tempo tinha desaparecido. Olhando em volta, e com alguma dificuldade para manter os olhos focados, olhou em volta, completamente perdido, todo o castelo parecia igual naquele momento. “Ahh… Acho que nos perdemos.” Murmurou rindo antes de arregalar os olhos ao ouvir a garrafa bater no chão. “Ilse…” Queria repreendê-la, mas como conseguia, estava destruído também. Trocava o passo à medida que andava e nem sabia como ainda não tinha caído de cara no chão. Ao ver umas escadas, pegou a mão da loira e a puxou com ele. “Vamos sentar!” Pediu baixinho. “Contar do quê, do seu estado ou do vestido emprestado?” Perguntou rindo, se sentando lentamente nas escadas, mas acabando quase se deitando, as costas contra os degraus duros enquanto as mãos descansavam no abdómen. “Por Merlin…” Suspirou, já tinha a camisa desabotoada até meio. “Ainda tenho um restinho de vodka…” Murmurou com um sorriso travesso enquanto a olhava.
Quando Evan a puxou pela mão, seu instinto foi cair desajeitadamente em cima dele, quase aumentando a fenda no vestido emprestado de Nina com um rasgo. Aquilo não era um problema no entanto, possuíam bastante intimidade, o suficiente para Ilse apenas se ajeitar e sentar ali mesmo com um sorriso travesso no rosto. “Dos dois!” exclamou, brincando com a gola da camisa de Evan. “Você conhece ele, é tão protetor comigo...” As palavras saíram como uma piada interna, não lhe ocorreu que talvez o amigo não a entendesse. A mentira da gravidez havia saído de controle a ponto de Ilse não saber mais quem se lembrava daquela história. Sabia que Britney identificava os furos de roteiro e não gostava da brincadeira, porém os garotos eram uma incógnita. De qualquer forma, não era uma reflexão para a mente bêbada da bruxa. “O quê? O que está pensando?” perguntou a Evan, notando a expressão de quem tinha um plano para aqueles dedos de vodka.
🍷 Roosa e seu personagem enchendo a cara juntos depois das aulas @bruxadetaubate
Com uma garrafa de vodca russa nas mãos, Roosa Miina estava mais do que pronta para comemorar o fim do primeiro dias de aulas. — “Ilsinha, sobrevivemos ao primeiro dia do último ano… Bom do meu último ano, pelo menos.” — deu de ombros ao se corrigir, lembrando que a amiga ainda teria um ano a mais. Mas Roosa queria comemorar mesmo assim, porque era uma ótima desculpa para beber e estrear a vodca que ganhara de uma das amigas da Rússia. — “Tenho uma novidade para nós, me prometeram que essa vodca é mágica e vai nos fazer conversar com unicórnios.” —
Como quem não tendia a ficar embriagada, Ilse tinha um pé atrás com todos entorpecentes; olhou desconfiada para Roosa assim que unicórnios foram mencionados. Nunca havia visto uma daquelas criaturas e, embora soubesse que existiam, lembrava-se de ouvir jovens trouxas dizendo que alguns alucinógenos os fariam ver seres mágicos. “Que tipo de unicórnios?” questionou, receosa em entregar os copos de shot para Roosa. “Eu já passei dos limites na festa e agora você quer me embebedar de novo... Ai ai, as más influências que me tiram da linha...” Seu tom era de brincadeira.
🎭 Ilse é pega fazendo algo errado e tenta convencer seu char a não dedurá-la ou mandá-la para a detenção. @edmundbhatt
O horário do toque de recolher estava próximo quando Ilse invadiu a cozinha para verificar em um canto da geladeira como estavam suas garrafas de leite de maledicta — caso ainda não saiba, o leite era apenas da pobre cadela vira lata Brenda, encontrada nas ruas de um bairro trouxa de Berlim. Estava abrindo uma das amostras para sentir o cheiro, avaliar se ainda estavam adequadas para o consumo — ou se pareciam estar —, quando avistou o professor Bhatt passando pela porta. Ilse tentou se esconder, mas era tarde demais. Droga. “P-Professor... Boa noite. Ainda não passou das dez horas, passou? Eu já estou indo” falou, evidenciando o nervosismo.
♟️ Ilse e seu char estão jogando xadrez bruxo e a competitividade começou a pesar o clima. @dragon-nina
Ilse não costumava se empolgar com xadrez bruxo, achava uma atividade nerd demais para uma bruxa descolada como ela, no entanto, levou a partida para o lado pessoal quando foi incentivada a jogar contra Nina. Vencer era uma questão de orgulho para si e para os demais nascidos trouxas! Ok, apenas para ela mesmo. “Cavalo para D3. Cheque” falou, estreitando levemente os olhos na direção da rival.
🤺 Ilse vai aprender esgrima com seu char. @doidadepetra
Ilse segurava a espada, se é que era assim que aquilo se chamava, de esgrima como um revólver, mostrando bastante dificuldade em envolver o cabo fino com as duas mãos. “Ok, estou pronta” falou, posicionando-se com o traje branco grande demais para seu corpo esguio. “E agora?”
📖 Ilse conta ao seu char alguma história clássica trouxa que não é conhecida pelo mundo bruxo, mas ela acredita que deveria. @deusmelievremont
Os livros trouxas que eu gostava quando criança não eram muito diferentes dos bruxos, mas meu primo... esse não tem jeito. Ele ama uma série chamada Star Wars. Não entendo muito bem, mas tem esses rebeldes no espaço, em naves, como navios espaciais feitos de metal, e eles lutam contra um império autoritário que explode planetas, tem todo tipo de alienígena e outras coisas estranhas. É coisa de nerd trouxa.
🔪 Ilse explica para o seu char como teria derrotado Voldemort à moda dos trouxas. @ingridz
O problema com bruxos, especialmente os puros, é que vocês esquecem que dá para fazer as coisas sem magia. Não tem uma horcrux que resista à técnica infalível de dar dois tiros na cabeça, decapitar e queimar o corpo.
🍵 Ilse e seu char estão tomando um cházinho para encerrar o dia e aproveitam para colocarem as fofocas em dia. @ravulch
Beber uma xícara de chá de camomila antes de se deitar era um ritual que Ilse havia adquirido assim que se transferiu para Durmstrang, quando sofrera de ansiedade por conta do contraste entre as exigências entre as duas escolas de magia que havia frequentado. Desde então, costumava servir-se de uma xícara e sentar em uma das salas comunais para esvaziar a cabeça todas as noites. “Ei, Rayna” chamou, sentando-se ao lado da colega no sofá. “Trouxe a sua também. E aí, o que você queria me contar?”
👙** Ilse mostra ao seu char as roupas íntimas e fantasias eróticas que tem para vender. @haridwood @evxdolohov @cvrsedboy
No momento em que descobriu qual era a tal carga errada que seu tio havia roubado, Ilse imediatamente pensou em Hari e reservou um terço do espaço em sua maleta para produtos que o amigo poderia gostar. Sabia que ele seria o melhor cliente assim que visse a variedade de lingeries modeladas para o corpo masculino, não apenas bonitas, mas também mais confortáveis do que as feitas para mulheres. “Vamos lá. Para começar, eu separei algumas na sua zona de conforto e outras que podem ser interessantes de experimentar. Tenho essa aqui mais recatada, mas lindíssima.” Ilse estendeu uma cueca boxer florida sobre a cama do dormitório. “Essas rendadas...” Uma boxers e uma... duas... três calcinhas e um top. “Essa transparente também é uma graça. Com transparência, também tenho essa aqui, no estilo de uma camisola.” O espaço no colchão de solteiro se tornou um problema. Ilse teve de entregar algumas peças para que Hari, Evan e Kris segurassem. “Você já usou um espartilho? Tenho esse aqui em outras cores também” contou, mais animada. “Agora, minhas preferidas. Esse look rosa e preto, uma mistura de leather e feminilidade, e isso aqui.” A última peça era uma tanga de rena, com espaço para encaixar o pênis e, assim, o focinho se mexer conforme a excitação. “Não me olhe assim! Achei que poderia ser uma surpresa engraçadinha para o natal.”
👙 Ilse mostra ao seu char as roupas íntimas e fantasias eróticas que tem para vender. @kirac
“Eu fico muito feliz que você ficou interessada, Kira” confessou, com uma simpatia superficial, ao abrir a mala onde carregava a mercadoria roubada por seu tio. Havia executado um feitiço de expansão nela, de modo que não parecera suspeita aos olhos dos professores quando voltou das férias. “O que quer ver primeiro, as lingeries tradicionais ou fantasias? Sem julgamentos aqui.” Era mentira, Ilse com certeza de lembraria das escolhas da colega.
😢 Ilse conta ao seu char algo problemático da infância e seu char tenta convencê-la de que há algo errado. @nordenskiold
Embora necessárias para os negócios de Ilse, as aulas de oclumência eram desgastantes para a mente. Talvez houvesse um real gasto calórico, pois tudo em que pensava depois era em se infiltrar na cozinha para um lanche da tarde. “Eu vou pegar uma fruta, quer?” ofereceu, inclinando-se sobre a bancada para agarrar uma maçã verde lustrosa. Ilse deu uma mordida generosa e olhou ao redor, notando algumas garrafas de bebida alcoólica ao alcance de quem ousasse roubá-las. Estava cedo demais para consumi-las, no entanto, a visão lhe trouxe uma dúvida repentina. “Funciona quando você está bêbado? A oclumência. Quando eu era pequena e minha mãe suspeitava que eu mentia, ela colocava vodka no meu milkshake para me forçar a falar a verdade” contou, com uma risada baixa. Nunca havia compartilhado aquela memória com alguém, talvez não fosse astuto de sua parte, porém estava cansada demais para pensar.