TRAZIA SOBRE A PELE TEMORES OUTRORA LATENTES, expostos pela familiaridade das memórias indesejadas de outra vida. Mesmo horas após a descarga de adrenalina, tinha as mãos trêmulas, qual consequência de uma dose fantasmagórica de algo que já não lhe dominava as veias. Imbuído por uma perigosa mescla de ira e incerteza, esquadrinhava o céu liso que, como nunca, provava ser infinito. E confrontado por uma escuridão total sem estrelas, engolira em seco. “——— Mas que caralho... eu me ajoelharia por um cigarro.” Drigia-se a ninguém em particular e a todos simultaneamente, concentrado meramente em romper o silêncio ou ao menos conseguir a tão ansiada torpidade. “——— Jamais imaginei que olhar para o abismo viesse a ser tão literal... Ou para cima.”














