Meu maior medo de ouvir “talvez lá na frente a gente se encontre” é de que a pessoa que eu me torne pelo caminho, não queira mais te encontrar.
Gabrielle

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@cafecomleituras
Meu maior medo de ouvir “talvez lá na frente a gente se encontre” é de que a pessoa que eu me torne pelo caminho, não queira mais te encontrar.
Gabrielle
Queria ler algo bonito hoje, algo pra acreditar na vida, acreditar que há um depois.
“Eu poderia imaginá-lo. Eu poderia me lembrar dele. Mas não poderia vê-lo de novo, e me ocorreu que a ambição voraz dos seres humanos nunca é saciada quando os sonhos são realizados, porque há sempre a sensação de que tudo poderia ter sido feito melhor e ser feito outra vez.”
— A Culpa é das Estrelas.
estou aprendendo a me virar sozinha porque quando dói, só eu estou aqui por mim. todos se escondem. todos vão embora.
“Melhor do que ser conhecido, é ser uma pessoa que vale a pena conhecer.”
— Tumblr.
““Um dia a gente vai se encontrar de novo e o impacto desse encontro será como dois planetas colidindo. Talvez em um supermercado qualquer, numa festa de um amigo em comum, ou, quem sabe… De lados opostos na rua, esperando o semáforo nos dar a liberdade, o livre arbítrio para colidir. Faiscar. Explodir em uma expansão imensurável. Nesse momento, seremos um universo inteiro. Estaremos casados, não com um de nós, com alguém qualquer que acharemos algum defeito para diminuir a dor da substituição. Um de nós com um trabalho dos sonhos, o outro com o que deu pra conseguir, ou, procurando emprego. Algum de nós, talvez, já tenha tido filhos, esses que não possuem a tão cobiçada característica favorita que escolhemos um no outro. Será um grande choque, posso presumir. Tudo será nada, mas, o nosso nada será tudo. Um filme curto dos nossos pequeninos momentos passará em nossas cabeças como em tela de cinema, flashback maldito… Trará, sobretudo, os momentos bons. Eles e a saudade que consumirá os nossos corpos enquanto faiscamos no nada que sobrou do mundo. Tudo estará pálido, lento e em vertigens, apenas nos enxergaremos. Com sorte, cumprimentaremos um ao outro rapidamente, Eu… Ainda terei os mesmos olhos grandes e usarei o mesmo tom de batom, você… Barba por fazer e cabelo desgrenhado. Colidiremos. Desmancharemos essa galáxia inteira com uma explosão de infinitas partículas de saudade. E quanto ao depois? Continuaremos andando ué, deixaremos que nossa rotina nos engula de novo. Quem sabe um de nós olhará pra trás só para o caso de ter certeza que tudo realmente aconteceu. Sorriremos ao pensar que “depois de tantos anos se gastarem…” colidimos. E porque somos assim, tão humanos e covardes, não passará disso. Nós não passaremos de nós… Restos de planetas, pó de estrela e saudade. E a colisão não passará do simples ato de colidir, o nosso mais profundo verbo:Eu colido, tu faíscas, nós universo.””
— Desconhecido.
“Sinto saudades da época em que eu não te conhecia, em alguns lugares de mim faz falta não te conhecer.”
— milaahb.
“Fotografias são saudades reveladas.”
— Eu me chamo Antônio.
“Cheguei em uma fase da vida em que não imploro mais pela permanência de ninguém na minha vida, quer ir embora? Que vá, te levo até a porta! Quer ficar? Tem lugar pra você aqui. Isso de ficar implorando atenção e correndo atrás de quem não quer permanecer, não é mais comigo. Mudar dessa forma me fez ver quem é verdadeiro comigo e passei a enxergar quem vem só pra sugar energia. Eu passo e não imploro mais, prefiro ficar só do que ter que mendigar atenção e alimentar o ego de pessoas tóxicas. Afinal, a vida é feita disso mesmo, de partidas, e nem todo mundo que vem, vem com a intenção de ficar, e tudo bem, eu também já fui embora de muitos lugares.”
— Caren B.
“Preferiu rir. Riu muito. Riu para não chorar.”
— Augusto Cury.
“Você deixa um alfinete cair no chão do seu quarto e pensa “daqui a pouco eu pego”. Horas depois você se esquece, se distrai, e acaba pisando em cima, sente uma dor terrível. Você sabe que poderia ter evitado com um simples gesto, mas mesmo assim fica com ódio por ter se machucado de forma tão idiota. Você se recusa a acreditar que algo tão inofensivo no momento possa te fazer algum mal. Se esquece que pequenas coisas podem causar dores insuportáveis. Mas aprende que nem toda dor é física.”
— Sean Wilhelm.
““Um dia a gente vai se encontrar de novo e o impacto desse encontro será como dois planetas colidindo. Talvez em um supermercado qualquer, numa festa de um amigo em comum, ou, quem sabe… De lados opostos na rua, esperando o semáforo nos dar a liberdade, o livre arbítrio para colidir. Faiscar. Explodir em uma expansão imensurável. Nesse momento, seremos um universo inteiro. Estaremos casados, não com um de nós, com alguém qualquer que acharemos algum defeito para diminuir a dor da substituição. Um de nós com um trabalho dos sonhos, o outro com o que deu pra conseguir, ou, procurando emprego. Algum de nós, talvez, já tenha tido filhos, esses que não possuem a tão cobiçada característica favorita que escolhemos um no outro. Será um grande choque, posso presumir. Tudo será nada, mas, o nosso nada será tudo. Um filme curto dos nossos pequeninos momentos passará em nossas cabeças como em tela de cinema, flashback maldito… Trará, sobretudo, os momentos bons. Eles e a saudade que consumirá os nossos corpos enquanto faiscamos no nada que sobrou do mundo. Tudo estará pálido, lento e em vertigens, apenas nos enxergaremos. Com sorte, cumprimentaremos um ao outro rapidamente, Eu… Ainda terei os mesmos olhos grandes e usarei o mesmo tom de batom, você… Barba por fazer e cabelo desgrenhado. Colidiremos. Desmancharemos essa galáxia inteira com uma explosão de infinitas partículas de saudade. E quanto ao depois? Continuaremos andando ué, deixaremos que nossa rotina nos engula de novo. Quem sabe um de nós olhará pra trás só para o caso de ter certeza que tudo realmente aconteceu. Sorriremos ao pensar que “depois de tantos anos se gastarem…” colidimos. E porque somos assim, tão humanos e covardes, não passará disso. Nós não passaremos de nós… Restos de planetas, pó de estrela e saudade. E a colisão não passará do simples ato de colidir, o nosso mais profundo verbo:Eu colido, tu faíscas, nós universo.””
— Desconhecido.
“Quase não dá pra suportar, mas dá. Eu nem choro porque é daquelas tristezas que o choro sai em berros e eu ainda estou na casa da minha mãe, não posso berrar assim, do nada. E nem resolveria. Nada resolve. Triste. Só isso. Ninguém vai morrer e nem eu.”
— Tati Bernardi.
“Uma caixa inteira de Bis pra não ligar pra ele. Saudade não mata, mas engorda.”
— Tati Bernardi
“Ninguém falou nada, não fizeram nada. Deve ser por isso que doeu tanto, dói tanto.”
— Ilusões de Esther.