Em nome da Excalibur, SUNSHINE CHRISTINE “CHRISSY” BOO em seus 25 anos, jura seguir o legado de FADA MADRINHA durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ela, deve se manter caminho da luz enquanto conclui o MÓDULO II.III. Com a bondade tocada em seu coração, recebe SINCERIDADE e não se permite ser corrompida por TEIMOSIA. Por último, é deixado um corte na mão de HAILEE STEINFELD como prova de seu comprometimento com a luz.
-- WANTED CONNECTIONS --
BASIC
nome: Sunsgine Christine Boo
apelido: Chrissy. Sun, Sunny, Shine
aniversário:
idade: 25
gênero: Mulher cis
orientação sexual: Heterossexual
ocupação: Atriz na Briar Productions e Fotografa da Bibbidi News (em segredo)
dormitório: Sim
FILIAÇÃO:
mãe: Fada Madrinha
irmãos: Blizzard, Pumpkin e Blossom
APARÊNCIA:
cor dos olhos: castanho
cor do cabelo: castanho escuro
altura: 1,73
detalhes: possui uma tatuagem escondida.
face claim: hailee steinfeld
BACKSTORY:
Existe quem diga que as estações do ano tem algum poder de influencia sob aquele que nasce em seu domínio. E foi no dia mais quente do ano, em pleno verão Arthuriano, que a Fada Madrinha decidiu criar uma segunda criança, uma menina desta vez, que logo foi batizada de Sunshine, alguns inclusive culpam a garota por aquele calor infernal, e quem sabe realmente ela tivesse algo com isso.
A questão é que fosse pelo calor extremo ou uma possível falta de concentração por parte da Fada, Sunshine veio sem os característicos cabelos loiros e olhos claros, quase como se fosse o completo oposto do irmão mais velho, e apesar de admira-lo mais do que tudo, ela gostava de ser “diferente”, ao menos no quesito de aparência. Durante seus primeiros anos de vida, tudo o que Sunshine queria era agradar a mãe, fazê-la orgulhosa e ser um verdadeiro exemplo. Com 3 anos ela começou a atuar na Brier Productions, onde ganhou o apelido ou nome artístico de Chrissy. Tinha um talento natural, um belo sorriso e uma voz de dar inveja, que conquistava todos que a ouviam. Porém, apesar de todo o seu esforço incessante, e da vontade de se provar para a matriarca, nada nunca parecia ser o suficiente para chamar a atenção da mãe.
Conforme foi crescendo, a necessidade de agradar a Fada Madrinha foi sendo deixada de lado, estava cansada de ser aquele modelo perfeito de filha arthuriana, a atriz queridinha do reino, sendo obrigada a agir de maneira bela recatada e do lar, tinha seus passos assistidos pelo reino inteiro, quase um Keeping Up With Chrissy, ao menos era assim que se sentia.
Quando completou 16 anos, cansada de toda exploração que forçara a si mesma, decidiu dividir sua vida em duas, existia aqueles que conheciam Chrissy a atriz, aquela que conseguia todos os papéis, filha da grande Fada Madrinha, a que reinava sob os meros mortais, era aquela que vivia em frente as câmeras. E tinham aqueles poucos que conheciam Sunshine, uma garota um pouco mais divertida, mais desastrada, teimosa que só ela, mas que daria a vida por aqueles que ama, aquela que descobriu uma paixão pela fotografia e começou a trabalhar com isso, chegando a trabalhar secretamente na Bibbidi News, suas fotos chegam até lá, mas ninguém sabe ao certo quem as tira.
Aos 18 ingressou na Academia e ganhou seus poderes, as coisas faziam um pouco mais de sentido agora, ela era como as estações do ano, com características diferentes a cada momento, tudo variando de acordo com seu humor e sentimentos.
HABILIDADE MÁGICA:
Manipulação das estações - é o poder de controlar as quatro estações do ano e os fenômenos relacionados a elas. Sendo assim é capaz de manipular todas as temporadas do ano (primavera, verão, outono e inverno) e diversos elementos relacionados a elas de diversas formas (crescimento e desabrochamento de plantas, suas colorações, os ventos e brisas, neve, chuvas. - uma vibe meio pepa de encanto). Porém, não tem controle total dos poderes, e só consegue fazer uma coisa por vez, envolvendo a estação atual. -
⊱ ヽ parecia não ter sido uma boa ideia ir até o jardim das estátuas já que após cinco minutos lá, as portas principais se fecharam em um som estrondoso. “ei! você só pode estar tirando onda com a minha cara.” esbravejou para o vento, batendo na porta como se fosse adiantar alguma coisa. não que estivesse com medo, só não queria pagar para descobrir o que aconteceria caso não cumprisse os rituais da noite; além de perder a festa por uma brincadeira idiota. olhou para trás, acompanhada apenas das estátuas do início da noite que choravam sangue sem parar. “vocês são horripilantes, credo.” murmurou para si mesma, esperando não obter uma resposta nas petrificações. depois de mais algumas batidas, finalmente sua vontade foi atendida pela boo. “ah, é você… pensando bem, eu prefiro ficar aqui com as minhas amigas estátuas, são tão gente boa.”
☀️───’ Se a Boo tivesse que passar mais dois segundos falando sobre o novo filme ela enlouqueceria de vez, mas estava em seu contrato e no papel de boa menina, que ela precisava falar do filme a cada duas palavras que trocasse com alguém considerado “importante’ pelo estúdio. Depois de mais alguns sorrisos congelados, e acenos simpáticos, ela conseguiu se livrar do acompanhante da Briar, saiu em disparada para o mais longe possível, acabando dando de frente com duas grandes portas, quem sabe atrás dela encontraria alguma paz e silêncio. Com certa força, abriu as portas, tomando um grande susto ao dar de cara com Mavielle, realmente, parecia que seu tempo sozinha em silêncio nem chegara a começar. - “Você fez amizade com estátuas? Legal, diferente eu diria. Bem, inusitado.” -
o salto das botas de bluebell batiam de forma audível demais contra o concreto frio do asfalto das ruas de new york, no mundo dos non-maj. não era a primeira vez que a boo estava no mundo deles, ou a segunda, no ano anterior ela tinha dado uma passadinha na semana de moda em paris, apesar de não ser nenhuma celebridade convidada como era na semana da moda de arthuriana, já que não era conhecida naquele mundo e no mesmo ano, tinha passado as férias em malibu, na califórnia. não era tão incomum assim entre os membros da alta sociedade arthuriana passearem pelo mundo dos non-maj, seja para fazer compras ou passar as férias. naquela ocasião, sua intenção era diferente das demais: tinha que seguir a tradução de halloween town e assustar um humano para não acabar presa no mundo deles sem condições de retornar para storydom. estava acompanhada de sua irmã mais velha, chrissy, de quem entre todos os irmãos era menos próxima. albus e ela tinham muito em comum, compartilhavam de mesmos pensamentos e opiniões, enquanto ela e maple tinham a pouquíssima diferença de idade à seu favor, eles haviam crescido juntos. “você acha que as regras da academia se aplicam aqui também?” perguntou com curiosidade, apesar da timidez. ela não devia estar tímida na frente da própria irmã! “acho que meus poderes seriam bastante úteis na hora de assustar um humano. eu poderia tentar fazer outros braços crescerem em mim que nem a robin!” falou com a empolgação sumindo a cada palavrinha que dizia, nunca havia testado o limite de seus poderes antes para descobrir até onde eles poderiam ir, talvez ela conseguisse fazer aquilo e talvez não. todavia, era improvável que conseguisse fazê-lo naquela noite, estava muito assustada com a possibilidade de ser punida pelos professores da academia dos legados para tentar utilizar seus poderes fora o território imposto a pessoas do seu módulo.
☀️───’ O mundo non-maj sempre fora uma fascinação para Chrissy, ela os achava interessante, e gostava de entender como eles funcionavam exatamente em um mundo sem magia, especialmente quando muitos deles acreditavam que era real, tinham seus próprios mitos e crenças. A Boo tinha tido suas momentos de circular pro aquele mundo, especialmente para buscar referências para os seus papéis, tinham atores talentosos por lá também, e era uma fonte incessante de inspirações. E agora ali estava ela, numa época do ano diferente, vendo todos aqueles non-majs, se divertindo, alguns até mesmo vestindo fantasias que lembravam sua mãe e outros seres dos famigerados “contos de fadas” como eles chamavam do lado de lá. Estava tão encantada com as pessoas que a cercavam e até lançavam olhares para ela, que demorou um pouco para entender que a irmã falava consigo. - “Hã? O que?” - balançou a cabeça e se virou para ela. - “Eu não sei, acho que além de estarmos em Halloweentown e também tentando cumprir o ritual, acho que temos algumas pequenas brechas.” - não tinha total certeza do que falava, mas acha que daria tudo certo, e em parte esperava que mais uma vez a mãe intercedesse a favor delas, dava pra aproveitar que ela já estava puta com Merlin, daria tudo certo. - “Isso seria incrível, ficaria bem bizarro, quem sabe fazer surgir braços em alguma parte aleatória do corpo. Eu posso tentar...” - pensou mordendo a bochecha. - “Já sei, talvez alguns trovões e raios, sons altos de vento. Vai ser bem assustador, só temos que encontrar um lugar e alvos certos. UUUUH divertido” -
“Você é, as vezes. Pra nossa sorte, a gente costuma revezar o cargo. Porque amiga, sinceramente, se nós duas estivessemos ao mesmo tempo na fase chata pra caralho, nós teríamos deixado de ser amigas há muito, muito tempo mesmo” falou com um choramingo, fazendo uma careta logo em seguida. “Ótimo. Tipo, pelo menos alguém me ama né” ela brincou com uma risada mais alta, balançando a cabeça logo em seguida. Deu uma boa olhada na porta, como se tentasse analisar para onde estavam indo ou coisa assim. Mas definitivamente não tiinha ideia. Não era como se tivesse muitos conhecimentos acerca do mundo non maj (ou qualquer mundo, inclusive o seu próprio). “Tem certeza? A gente pode quebrar tudo, vai assustar. Eu sou boa quebrando tudo” falou juntando os lábios em um bico. Eram poucas as coisas em que Ceci era boa e ela tentava se esforçar para coloca-las em prática - ainda que dizesse respeito a quebrar tudo. “Acho que você pode fazer isso das unhas ai que já dá um arrepio absurdo. Na verdade eu acho que eu ficaria apavorada se escutasse isso, me dá um arrep-, ok, não é sobre mim, vamos nos concentrar. Vou morder todos que eu ver então, vamos lá. Não vamos ficar presas, fala sério. Somos super assustadoras, né?” colocou as mãos na cintura, em uma pose que mostrava sua fantasia de maconha nada assustadora. “Posso abrir?”
☀️───’ Não sei não viu, acho que se a gente fosse chatas ao mesmo tempo, acabaríamos colocando aquela escola abaixo de vez, supremacia da chatice a cima de todos!” - ergueu o punho pra cima antes de começar a rir, a bebida tendia a ter aquele efeito sobre ela, Chrissy ficava soltinha soltinha e falava mais do que provavelmente deveria, não tinha como evitar, especialmente quando estava ao lado da melhor amiga. - “Eu prometo continuar sendo sua amiga e te amar mesmo na sua fase mais chata, ta no contrato.” - piscou para ela, dando um pequeno e rápido abraço na amiga, gostava muito de Cecile, sentia uma conexão muito forte com a outra, era algo que considerava quase sobrenatural, era bom. Respirou fundo e se virou para a porta, curiosa para saber onde as duas acabariam. - “A gente pode tentar essa técnica de quebrar tudo também, vamos tentar de tudo, e bem, eu acredito no seu potencial de quebrar tudo. Bora lá!” - assentiu dando apoio a ideia da amiga, tinham que conseguir cumprir aquele ritual de qualquer maneira, porque, por mais que achasse o mundo non-maj interessante, não queria acabar ficando presa do lado de lá. - “Essa noite nós somos o próprio susto minha amiga. Já chega com os dois pé na porta, estamos prontas.” -
Esse é um STARTER ABERTO na Biblioteca do castelo !
Sendo a amante de livros e histórias que era, não foi surpresa alguma quando Charlie se viu dentro da biblioteca, enorme e majestosa, de Drácula. “Esse é o lugar mais lindo do castelo todo, isso é um fato.” Comentou para MUSE ao seu lado. Sem esperar por uma resposta, dirigiu-se para a estante mais próxima, desviando de uma pequena ABÓBORA decorativa. Passou os dedos pelos livros, e puxou um aleatoriamente. Na capa, havia um LOBISOMEM, mostrando suas PRESAS e GARRAS assustadoras. “Uhm, parece ser interessante. Queria um livro sobre FRANKENSTEIN, mas até eu achar vai levar muito tempo, então vou ver esse primeiro. Será que o senhor rei VAMPIRO me empresta?” Brincou, antes que sua atenção recaisse sobre um MORCEGO que estava em um canto da biblioteca. Ela se aproximou, com um sorriso no rosto. “Nossa, eles capricharam na decoração de HALLOWEEN até aqui! Tem até um VAMPIRINHO olha só…” No momento em que ela estendeu a mão para tocá-lo, o MORCEGO abriu os olhinhos e asinhas e voou para cima de si, fazendo a Hopps soltar um grito alto, enquanto tentava fugir do bicho que agora a atacava. “Ai não! É de verdade, socorro!”
☀️───’ Flashes. Flashes. E mais flashes, os olhos de Chrissy já estavam ficando cansadas, então quando a oportunidade de sair para um local mais calmo e silencioso junto com Charlie ela não pensou duas vezes. E agora, ali estavam elas, dentro de uma enorme biblioteca, era um paraíso para quem gostava de história, e além de impressionada a morena estava encantada com cada detalhe. - “Será que não está divido por seções? Eu vou dar uma olhadinha naquele lado ali, se encontrar te aviso.” - assentiu indo para o lado oposto, tentando não tropeçar em todas aquelas abóboras dispostas pelo ambiente. - “Ele abriu o castelo, acho que se você não tirar daqui de dentro tudo bem dar aquela lida básica, ele não me parece alguém que é contra a educação.” - deu de ombros e se permitiu distrair com os livros de fantasmas que encontrou, sempre teve curiosidade a respeito de tudo que envolvia os seres que não deixavam esse plano. O grito fez com que Chrissy se jogasse imediatamente no chão achando que o mundo tinha acabado, levou alguns segundos para entender que Charlie estava sendo atacado por um morcego, correndo na direção da outra, usou suas habilidades para jogar um pequeno raio de luz solar no animal, fazendo com que se afastasse mais sem machuca-lo. - “Mulher que loucura, tu tá legal?” -
“Chrissy, eu acho que…” ela pegou no braço da amiga e teve de respirar profundamente, encarando os olhos dela por alguns longos segundos “Esse provavelmente vai ser o momento mais icônico da nossa amizade, e eu quero que você saiba que eu amo muito você tá legal? Mesmo que as vezes eu seja chata pra caralho, juro.” ela falou olhando séria para a morena, com os olhos vermelhos vampirescos na direção dela. Apontou para uma das portas que vinham na direção delas. Precisavam entrar e logo estariam no mundo non maj, onde precisariam assustar alguém. Seria fácil. “Presta atenção. A gente chega assim, quebrando tudo, metendo o louco e gritando muito. Só isso já vai assustar a pessoa, óbvio, quem é que gosta de baderna e perturbação no meio da noite, né? Mas ai, a gente pula em cima deles e eu posso chegar e morder ele, chupar o sangue todinho, nossa que delícia, e ai ele vai morrer de susto. Que tal? Bom plano?”
☀️───’ Aquele tom. Aquele olhar. Eram coisas que Chrissy conhecia de longe, vinha por ai mais uma loucura que a amiga insistiria em arrasta-la, e como a boa companheira que era, detentora do prêmio de melhor amiga do universo, ela iria, sem nem questionar muito. - “Interessante, sempre achei que eu quem fosse a chata pra caralho.” - falou em meio a uma risada, logo ajeitando a postura ao notar a seriedade estampada no rosto da outra, o que era pouco comum. - “Mas tudo bem, só tem que saber que eu também amo muito você.” - repetiu as palavras no mesmo tom que a outra, logo se virando na direção da porta que se aproximava, onde será que iriam parar? - “É um plano meio exagerado, as pessoas podem acabar pensando que somos só duas malucas fantasiadas.” - inclinou a cabeça e ergueu uma sobrancelha pensativa. - “A gente precisa de um canto escuro, alguns sons de unhas contra metal, surgir no meio de uma nevoa ou fumaça, se meus poderes funcionassem eu criaria uma fácil.. Só que a ideia de você sair mordendo alguém pode aterrorizar as pessoas em volta, e quanto mais gente melhor. Porque assim, eu me recuso a ficar presa lá, ok?” - falou batendo o pé no chão, como quem firmava uma ideia. - “Okay, nada de luzes agora.” - falou meio que “apagando” a própria fantasia, o que lhe deu um ar muito mais macabro.
Quando o assunto é Chrissy Boo nenhuma escolha é feita ao caso, sua fantasia foi escolhida com a intenção de divulgar o novo filme da Briar Productions, Chrissy e o segredo das fadas.
A fantasia foi borda a mão com fios de ouro que reluzem como o dia, tudo pensando para chamar ainda mais atenção para a Boo, as asas foram um presente especial da mãe, Fada madrinha, que permitem que Chrissy flutue por alguns segundos, lhe dando ainda mais o aspecto de fada.
Ah, e você encontra a sinopse de Chrissy e o segredo das fadas logo abaixo do read more!
Mundos mágicos, fadas e cavalos voadores são alguns dos elementos encontrados neste filme da Chrissy. Ela precisa viajar a um mundo encantado para salvar Ken. Nesta aventura, serão revelados segredos e algumas amizades serão testadas.
⊱ ヽ ah! o halloween era uma data comemorativa que harvey prestigiava com uma animação questionável vinda do hook. em qual lugar seria considerado cometer atrocidades e ainda ser considerado normal? talvez o novo país das maravilhas, mas até lá tinha suas regras.“eu juro que o mapa indica que é por aqui!” jurar era demais, mas queria passar confiança de que estava certo, então não se importava em mentir até a verdade aparecer. seguiu caminhando em meio a mata, seguindo o X que o mapa apontava. aos poucos, foi diminuindo o ritmo, até parar por completo após passar por todas as árvores e estarem em um campo que conseguia enxergar a imensidão do céu nublado. “bem, é aqui! o que eu preciso dizer para ele aparecer? abracadabra?!” riu de si mesmo e girou o pescoço para muse, mas ao virar-se novamente para frente deparou-se com o parque que tanto procurava. “eu disse, não te disse?! bem vindo ao parque temático de halloween town, um completo tesouro perdido.” abriu os braços, sorrindo contente por sua conquista.
☀️───’ Sua mãe a mataria, com toda certeza, ela assinava sua sentença de morta a cada passo que dava em direção aquela floresta sem fim atrás de um castigado, era o surto final que a Fada Madrinha cometeria. A questão era, não importava muito os avisos, Chrissy era um tanto fascinada por Harvey, fosse a pose que o Hook esbanjava para o mundo, de quem não se importava com absolutamente nada, ou o fato de que ele era muito bonita, não importava, lá estava ela, o seguindo com toda atenção do mundo, tentando não tropeçar a cada cinco passos que dava. - “Uhum uhum.” - murmurou assentindo a fala dele de que estavam próximos. Também havia a curiosidade de ver o tal parque temático, tinha tudo pra ser ótimo, como tudo vinha se mostrando naquele novo cenário, era empolgante. A morena desviou da última árvore, se deparando com um campo enorme e um tanto vazio na sua frente, ok, aquilo era decepcionante, só que quando Harvey se virou para si, ela viu tudo mudar a sua frente e o parque aparecer como mágica. - “É não é que você acertou a palavra.” - falou empolgando parando ao lado dele e encarando a nova vista. - “Wow, isso aqui é incrível. Obrigada por me trazer.” -
“Eu diria que é um tanto injusto para você pedir para que uma das filhas de Robin Hood brinque nessas barracas de tiro ao alvo, sabe? Mas já que insiste.” Com um sorriso divertido nos lábios, tomou as abóboras em mãos para poder mirar na figura dos pequenos monstros que precisava acertar. Chiara não negava que tinha bastante habilidade naquele tipo de coisa, pois desde pequena seu pai a treinava para tanto. Preparava-se para jogar, quando lembrou do que deixaria tudo mais interessante. Uma aposta! “O que eu vou ganhar se derrubar todos?”
☀️───’ Mas.. Mas... Não é como se eu tivesse escolha. Sério, eu fui banida de barracas que envolvem mira, sério... eu quase acertei um graveto de madeira num vampiro, foi o maior aue... Então, para evitarmos uma perseguição, polícia e caos, eu acho que você deveria fazer isso para o bem da nação.” - falou com o tom de voz e imponência digna de uma vencedora de prêmios importantes, e bem, essa era uma das realidades de Chrissy, crescer em frente as câmeras tinha a tornado excelente em convencer as pessoas com suas palavras, e o olhar pidão também ajudava. - “Hmmm, isso depende. Primeiro vamos ver o que acontece depois discutimos a questão do prêmio final, tá bem? Ou sei lá, você sempre pode cobrar o Blizz, ele é o mais velho e faz parte de seu papel pagar as dívidas e promessas dos mais novos.” -
Quando abriu as janelas longas de seu quarto, sentiu a doce brisa greco-romana esvoaçar com seus cabelos, exibindo além de tudo a sua forma angelical por trajar a camisola branca típica da nova casa. Amala se sentiu mais viva do que nunca. Respirou bem fundo, virou as costas para os passarinhos que cantavam e quase se esqueceu de que uma tragédia havia acontecido há pouco tempo, fazendo com que arregalasse os olhos, novamente olhasse para o céu e puxasse seu colar para os lábios, beijando a joia como se fosse algum tipo de ritual respeitoso.E então um biquinho esboçou em seus lábios. A King adorava Wendy, sempre gostou de todos os seus professores, então a perda fatal de um deles era incompreensível ainda. No entanto, por mais fatídico que tivesse sido, as coisas ainda andavam agitadas por ali, especialmente do lado de fora de seu quarto quando ouviu batidas frenéticas tirarem-lhe do sossego. Apressou os pés para a direção, abrindo a porta e deparando-se com alguém que sequer esperava ver. Elas duas já tiveram uma amizade antes, mas a diferença de personalidades as fez se afastar, o que doía um pouco na morena por sempre ter sido apegada à Chrissy. Dessa forma, vê-la ali lhe dava uma fagulha de esperança para que pudessem ser o que eram antes. O sorriso meio torto fora exposto e não sabia muito bem como se comportar, até se tocar de que não estava dando liberdade para que a mesma entrasse em seus aposentos, rapidamente esticando a porta para dar passagem. “Desculpa! É que eu levantei há poucos minutos e ainda ‘tô meio biruta das ideias…” Riu sutilmente. “O que te traz aqui? ‘Tá tudo bem com você?” Porque, bom… para ela aparecer ali só podia ter sido alguma merda que Amala tinha feito, nunca passaria por sua cabeça que ela só tinha ido ali lhe ver.
☀️───’ De um lado para o outro. De um lado para outro. Chrissy estava quase abrindo um buraco no chão de tanto que andara em frente aquela porta, estava ali faziam uns bons 20 minutos, só encarando a porta da King. Primeiro pensou que estava muito cedo e poderia acabar acordando a outra no susto, o que não seria bom, mas também, depois também poderia ser muito tarde e ela já teria saído, e dai de que adiantaria, ou então também ela poderia estar acompanhada e Chrissy atrapalharia tudo, a morena ficou passando todas as opções possíveis e imagináveis que a impediam de dar duas batidinhas na porta a sua frente, mas chegou um momento que até as opções improváveis haviam sido descartadas, então só lhe restou respirar fundo, tomar vergonha na cara e bater na porta. Agora, a nova questão era quanto deveria bater e o quanto deveria esperar ali na frente, não sabia se Amala poderia vê-la ali, e quem sabe até optasse por não abrir a porta, era uma probabilidade, afinal, as duas já não era mais tão próximas assim, a vida e também o trabalho de Chrissy as haviam afastado. A Boo estava pronta para sair correndo dali e fingir que nada aconteceu, quando a porta foi aberta de supetão, a pegando de surpresa também, demorando um pouco para processar que precisava falar alguma coisa. - “Eu te acordei não foi? Ai meu Narrador, eu sabia que era muito cedo, e eu não conseguia lembrar se você era uma pessoa das manhãs igual antes ou não... Porque sei lá, eu tenho me tornado bem mais do fim da tarde e noite então é aquilo.” - as palavras saltaram todas ao mesmo tempo e ela chegou até a se atropelar, rindo nervosamente mais uma vez. - “Eu vim te convidar pra tomar café da manhã.” - falou rápido e ficou encarando as próprias mãos, com tudo o que vinha acontecendo na cidade, e a aproximação de um estado de loucura por parte de sua mãe, Chrissy foi tomada pela vontade de retomar laços antigos que tanto significavam para si, e Amala era uma dessas pessoas. - “Isso se você não tiver algum compromisso ou se só não quiser mesmo, tá tudo bem também.”
“Oh, look. Another glorious morning. Makes me sick!” Ouviu a reclamação de Chrissy e sinceramente? Não poderia concordar mais. Definitivamente não era uma pessoa que se dava bem com manhãs, ela sempre havia preferido as noites. Até porque, gostava de dormir até quando queria. Mas naquele momento, elas ainda não haviam nem dormido. Depois de passar a noite inteira rodando pelo centro de Halloweentown como se fossem grandes inimigas do fim, lá estavam elas. “Porra, eu amo esse lugar! Olha pra isso! As coisas tão fechando agora, todo mundo odeia as manhãs. Como que a gente nunca veio pra cá antes? Como? De verdade, eu viveria aqui. Quer dizer, será que seria tão ruim assim se eu virasse uma vampira?” Ela bebeu um gole de canudinhos de seu como de vodca com energético e pó de pirlimpimpim, “Eu poderia beber sangue assim, igual nas séries non maj e nem iam reparar”
☀️───’ A frase deixou os lábios de Chrissy ao mesmo tempo que ela assumia uma expressão mal humorada que não combinava nem um pouco consigo, mas visto que ela e Ceci tinham virado a madrugada passeando pela cidade, e bem, se enfiando em tudo que era confusão e caos que encontravam, era de se esperar que ficasse daquele jeito com os primeiros e poucos raios da manha que surgiam no céu de Halloweentown. - “Fica ai o questionamento, porque nunca viemos pra cá? É real oficial, minha saúde mental seria muito melhor se eu vivesse num lugar que é obrigatório odiar as manhãs. Quem sabe depois da formatura a gente não se muda oficialmente, podemos até mandar construir um castelo ou um mausoléu.” - falou concordando com a amiga, e virando de uma vez o resto de bebida que tinha em copo, aquilo seria o suficiente para mante-la acordada por pelos menos mais alguns longas horas. - “Ai que horror garota, até engasguei aqui... sério? tanto monstro e criatura e você vai me logo nos vampiros.” - deu um berro no início da fala, fazendo expressão de nojo, antes de rir. - “Assim, nada contra os vampiros, tenho até amigos que são. Mas argh.. Será que tem vampiro vegano?” -
Assentiu. Era um tipo de frase que levaria para a vida, começando pelo simples fato de que Daudi era uma pessoa cheia das escolhas, apesar da indecisão frequente, tudo em sua vida dependia de opções e seus desejos entre elas; lidar com as consequências vinha a ser um bônus e por isso, sorriu ao pensar sobre. — Simplesmente não tenho. Não sou a pessoa com a categoria favoritos sendo bem definida, mudo de opinião muito fácil… Dependendo do dia, momento e meu humor também, minha mãe sempre reclama disso. — Citar Nala, automaticamente, fazia com que recordasse das reclamações frequentes sobre suas mudanças diárias de favoritos e gostos. — Como já escutei a tia Alice falando… Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então. Sigo essa frase pra vida. — Acrescentou. Uma citação marcada em sua cabeça desde criança, escutar aquilo da mãe do melhor amigo foi um grande aprendizado. — Chá gelado é muito bom também, podemos fazer! Um pouco de cada, talvez.
☀️───’ Eu queria ser um pouco mais assim, conseguir mudar de opinião mais facilmente, minha mãe sempre me fez tomar decisões muito acertadas e bem planejadas e pensadas, então nunca soube muito bem como mudar tudo depois, especialmente do nada. Então, acabou que tenho muitas coisas favoritas, e sou bem apegada a elas.” - disse movendo os ombros. Era sempre interessante para Chrissy observar como as outras famílias criavam seus filhos e como eles se apresentavam para o mundo, ela sempre tinha de estar pronta para as câmeras e para o próximo close, tendo respostas prontas e diretas, sem poder ficar escolhendo muito entre isso e aquilo, queria saber como ser mais flexível. - ‘É uma frase excelente por sinal, vou tentar aplica-la mais vezes, quem sabe funciona’ - comentou pensativa sobre o assunto, talvez fosse só uma questão de começar a tentar. - “Uma grande festa do chá! Perfeito” -
₊𓂅 ᝰ 🍁 ˓𓄹 ࣪˖ “Eu ouvi.” murmurou. Os quartos não eram tão distantes e em uma daquelas entradas barulhentas da mãe, Maple tinha a porta do seu aberta. Isso porque a Fada Madrinha tinha saído como um furacão do quarto após exigir que ele se esforçasse mais com a escrita. “Ela cismou que quer mais duas edições novas em um mês. Eu mal acabei uma agora pouco, é loucura.” não iria consegui isso e já podia prever o temperamento da mãe piorando ainda mais quando ela percebesse que Maple tinha falhado na ordem. Passou nervosamente a mão pelos cachos, tirando um pouco da frente da testa. “Acho que perder a cadeira fez ela ficar biruta de vez.” murmurou mais baixo para a irmã, que os deuses o livrassem dela lhe ouvir. “Eu mal posso esperar voltar pra Academia, queria sair antes mas acho que não vai rolar. Ela provavelmente me buscava pelas asas.” enrugou o nariz em desgosto e um pouco de receio. Nunca iria admitir, mas assim como era criança, ainda tinha medo dela. “8… 9 talvez? Vai depender se Merlin não considerar uma nova avaliação com a Excalibur. Se ele não fizer isso, estamos muito ferrados.”
☀️───’ A gente tem que admitir que ela nunca foi muito normal.’ - moveu os ombros dando um suspiro e se jogou na cama novamente, antes a mãe tendia a enlouquecer um filho por vez, mas agora, com tudo, ela decidiu que ficariam todos loucos juntos. - “Podemos sair cada um por um canto, assim ela não vai conseguir atrás de todos de uma vez, e sei lá, qualquer coisa colocamos a culpa no Blizz.” - moveu os ombros dando uma risada fraca, e balançando a cabeça, daria qualquer coisa para sair daquela casa, na verdade, sentia que se não saísse logo acabaria enlouquecendo de vez, raspando a cabeça e saindo por ai com um guarda-chuva para quebrar janelas de carros alheios, não seria uma imagem nem um pouco bonita. - “Sinceramente? Não acho que isso vá acontecer, a decisão parece ter sido final e muito séria. Tanto que mamãe se uniu com os Charming, o que era algo que eu fiquei chocada, porque eu tinha a sensação que ela não era muito fã do cara. Ela tá falando até em jantar e unir as famílias.” - imitou a voz da mãe para dizer a última parte. - “Você não acha que ela vai querer dar uma de madrinha madrinha e arranjar um outro relacionamento, né? Porque já basta o do Blizz, que bom, pelo menos foi colocado com alguém legal e gente boa como a Atlas, mas a gente pode não dar a mesma sorte.” -
“Isso é porque eu te conheço muito bem mesmo, senhorita Sun.” retrucou, rindo de como a mais nova usava seus poderes para tentar parecer ameaçadora. “Não adianta, eu olho pra você é só consigo te enxergar muito fofinha. Não tem a mínima chance de você me colocar medo.” deu de ombros. “Acho que ela está perdendo tanto o controle do presente e ainda mais do futuro que talvez se apegar ao passado seja a forma que encontrou de se enganar pensando que ainda tem qualquer pode sobre as pessoas.” Fazer comentários ácidos como aquele não era do seu feitio, ainda mais comentários relacionados a sua mãe, mas naquele momento foi inevitável.
“Acredite, eu percebi isso muito bem. Ela já explodiu comigo uma quantidade considerável de vezes nos últimos dias. Acho que só não me deserdou ainda porque tem esperanças de que talvez eu possa fazer algo pra consertar as merdas que ela vem fazendo. Ou sei lá, talvez seja só porque ela ainda precisa de mim pra qualquer coisa.” respondeu, antes de pegar a toalha e oferecer para a irmã. “Mas é minha obrigação como irmão mais velho falar para você não se preocupar. Crises acontecem… logo essa vai passar também.” ofereceu para ela um sorriso, tentando passar confiança. “Não se preocupe com a mamãe, apenas continue focando na sua vida e na sua carreira.”
☀️───’ Você quem me aguarde Blizzard, você quem me aguarde... Quando você menos esperar, PAH! Lá estarei eu.” - completou franzindo o nariz e estreitando os olhos, mas logo começando a rir, em momentos caóticos como aquele, era bom saber que ainda tinha o irmão para torna-los um pouco mais leves, melhores. - “Sinceramente, eu acho que ela pirou de vez, tá completamente caducada. Sabe, eu sabia que aconteceria um dia, mas não desse jeito.” - suspirou balançando a cabeça negativamente, amava sua mãe, mas as vezes ela podia ser tão complicada e difícil. - “Ah, você é o filho de ouro Blizz, o primeiro de seu nome, pode ter certeza que seria o último de nós que ela deserdaria, acredite.” - assentiu cruzando os braços em frente ao corpo, durante muito tempo tinha lutado e feito todo o possível para se equiparar ao irmão mais velho aos olhos de sua mãe, mas nada parecia surtir efeito, era como a Fada Madrinha dizia, Chrissy tinha outro propósito. - “Esse é o ponto, não tem como não se preocupar, ou ficar bitolada por conta disso, olha o caos que tá se instaurando nesse reino, as coisas nunca foram tão ruins assim... E” - se segurou baixando os olhos para as próprias mãos, antes de voltar a encarar o irmão. - “Tenho a sensação de que só vão piorar, os tempos estão mudando, é quase como se meus poderes pudessem sentir, eu não sei explicar, tem algo no vento.” - falou dando de ombros, encarando o vazio por alguns segundos.
ladies and gentlemen here comes a closed starter with the amazing @maplesyrwp
where: chrissy’s bedroom
song: on my own (les miserables)
☀️───’ A cabeça de Chrissy estava cheia, desde o incidente da mãe com o Conselho, a Fada Madrinha parecia estar cada vez mais pirada, esbravejando para os quatro ventos o quanto o mundo era injusto e o quanto ela tinha feito para aquela comunidade, tudo sendo despejado em cima dos filhos, especialmente de Chrissy, que segundo a matriarca, não estava fazendo o suficiente para evitar os comentários da mídia e sua recente proximidade com alguns castigados também não estava ajudando em nada. Tudo o que a morena conseguiu fazer foi se isolar em sua próprio quarto, quando viu o irmão se aproximando fechou os olhos forçadamente. - ‘Hoje não Maple, hoje eu só quero ficar sozinha na minha, pensando nele…. Quem é ele? Eu também não faço ideia.” -
₊𓂅 ᝰ 🍁 ˓𓄹 ࣪˖ Teve que rir baixo com o drama da irmã, balançando a cabeça em negação. “Ao invés de pensar nele, que tal pensar na possibilidade de que dessa vez mamãe perdeu totalmente as estribeiras? Esses berros estão me dando dor de cabeça.” comentou com uma careta, caminhando para sentar-se na cama da irmã. “Eu sei que ela está frustrada… Mas já faz dias! Até quando a gente vai ter que aguentar isso?” questionou, enrugando o nariz. “Será que… se a gente for pra academia de novo, ela ia surtar mais ainda pra nosso lado?”
☀️───’ Se eu pensar em qualquer coisa envolvendo mamãe, ai que eu vou surtar de vez, sério... Ela já entrou aqui umas três vezes e perguntou por o que meu cabelo isso, se os meus cílios aquilo... sério, ela vai acabar explodindo a qualquer momento.” - comentou revirando os olhos e respirando fundo, a Fada Madrinha andava mais louca do que nunca depois que fora convidada a se retirar do Conselho, e fazia questão de mostrar isso ao mundo, mas nada superava a maneira como a mulher estava agindo dentro da própria casa. - “Eu sei lá, sinceramente não sei o que pensar, e eu nem consegui conversar direito com o Blizz, porque se ela tá assim com nós meros mortais, imagina com o filho prodígio que ela tava treinando pra entrar no Conselho.” - fechou os olhos só de imaginar o que o irmão mais velho deveria estar passando com essa crise toda. - “Provavelmente, mas não tem o que fazer, precisamos seguir ordens, e com a volta as aulas, vamos ter que voltar pra Academia de um jeito ou de outro.” - abriu os olhos se sentando na cama de pernas cruzadas. - “Mas assim, de 0 a 10, qual a chance dela dar uma de Gothel e trancar a gente tudo em uma torre?” -
☀️───’ Isso foi muito gentil da sua parte.” - falou de maneira sincera assentindo para o outro, não era que Chrissy se achasse uma pessoa ruim ou má, mas vez ou outra, certos pensamentos passavam por sua cabeça, assim como provavelmente também passavam pela de várias outras pessoas. Só que ainda tinha sua mãe, a Fada podia ser esse grande exemplo e ter ajudado em várias histórias, mas, nem sempre a morena concordava com suas atitudes, só que também não fazia nada a respeito. - “Exatamente, acho que no final, podemos ser uma grande misturas das habilidades admiradas nas quatro casas, mas tem aquelas características que se sobressaem mais.” - comentou dando de ombros, e voltando a se animar com a ideia de filmes e chás. - “Genial, mas agora eu tenho que saber, quais seriam os seus filmes e chás preferidos? Quanto a filmes vale os non-maj se conhecer algum.”
— Sim, como o próprio chapéu seletor deixa claro na escolha do Harry Potter, ele tinha grandes pensamentos para estar na Slytherin. — Recordou-se do primeiro livro, apesar de o ter lido na adolescência, foi uma coisa marcante para si. — Deve estar ligado com o coração, ele vai naquilo que se sobressaí mais e que acredita ser bom para você. Acredito muito nisso. — Sorriu minimamente, o King era mais emoção que razão, porque deixava o coração falar mais alto em muitas situações e mesmo tentando mudar, muitas vezes, deixava a moleza falar mais alto. — Você acabou de me colocar em uma pergunta muito difícil! — Resmungou, mas logo estava rindo baixinho. — Eu não consigo escolher um filme favorito, assisto bastante alguns non-maj por serem interessantes, mas escolher entre eles é complicado. O chá é fácil, adoro chá de laranja ou de hortelã. E você?
☀️───’ Aquela provavelmente era a conversa mais interessante e simples que Chrissy tinha tido em meses, e isso a deixava extremamente feliz, quase como se pudesse ser ela mesma o tempo todo ali, sem ter que manter aquela postura de estrela que sua mãe tanto insistia que ela assumisse. - “É exatamente como penso, o que nos define são as escolhas que tomamos em frente ao desafios, e como vamos lidar com as consequências destas depois.” - falou abrindo um sorriso um pouco maior, realmente acreditava naquilo que dizia, e por vezes, queria ter mais coragem para agir sob aquilo que acreditava, e não ficar somente em palavras bonitas. - “Perguntas simples, mas difíceis são sempre as mais divertidas.” - brincou apoiando os braços em uma das bancadas para observar o outro melhor, ficando curiosa sobre o que ele responderia. - “Como você não pode ter um filme favorito? Sei lá, tem aquele que você já assistiu milhares de vezes, e sempre que está um pouco triste o coloca e tudo tende a melhorar. É o que chama de confort movie, ou pelo menos é como eu chamo.” - riu balançando a cabeça. - “Ótimas escolhas para chá. Eu gosto muito do de hibisco e também amora, mas ando preferindo mais chá gelado do que qualquer outra coisa.” -
☀️───’ Não não, por favor, me desculpa.” - falou rapidamente interrompendo a amiga, estava agindo quase como sua mãe, demandando atenção de seus amigos quando sabia que a vida dos outros também estava cheia de coisas de conflitos. - “Eu quem tenho sido a péssima amiga, com tudo que aconteceu e eu chego assim, perguntando sobre conversas reais, eu nem sei mais o que é isso pra falar a verdade e.” - lá estava ela, bancando a Boo novamente, tinha que voltar a realidade, tinha que voltar a ser Sunshine, especialmente com suas amizades, não podia deixar que Chrissy subisse a sua cabeça. - “claro, isso se você quiser conversar. Podemos falar sobre qualquer coisa, e um café seria maravilhoso, seria tudo. E… Anne, como você está? Com tudo? De verdade.” -
Sem querer, Anne sentia que estava sempre necessitando se justificar com as suas amigas, se desculpando por sumir, por não ligar… Sentia-se culpada, mas como agir quando as coisas estavam cada vez mais caóticas. “Claro, podemos tomar um café.” Logo Annne começou a andar para a cafeteria da Academia a passos lentos, suspirando. “Acho que o choque inicial já passou, toda aquela crise, tristeza, raiva. E depois teve o que aconteceu no Conselho. Eu vou ficar bem.” Garantiu, embora a voz estivesse repleta de dúvidas. “E quanto a você?” Indagou, decidindo retornar o assunto para Chrissy. “Não deve estar sendo fácil com a situação da sua mãe…” Sabia o quanto a Fada Madrinha estava sendo vocal sobre seu retorno ao Conselho.
☀️───’ A sensação era de que todos estavam do mesmo jeito, sentindo que precisavam se justificar uns para os outros, sem conseguir colocar em palavras exatamente o que estavam sentindo, tudo tinha se tornado um tanto complicado de uma única vez e ninguém conseguia lidar, provavelmente é o que acontece, quando uma sociedade que se considerava perfeita a cima de todos começa a desmoronar, ninguém sabe direito o que fazer a respeito. - “Parece que tudo está acontecendo de uma vez, é meio bizarro e assustador se parar pra pensar.” - comentou dando de ombros andando ao lado da amiga, encarando os próprios pés, era um inferno não achar as palavras certas quando precisava, detestava isso. - “Mamãe tem estado mais surtada do que normalmente, e berrando aos 4 ventos que sabe os podres de meio mundo, e que vai expor todos na revista até que façam algo a respeito, porque uma mulher na posição dela e bla bla bla... É bem irritante na verdade.” - comentou cruzando os braços em frente ao corpo. - “Mas fazer o que, tudo o que a gente faz lá em casa é escutar, tem nem como discutir.”