Poção da luxĂșria: I love you | Zephyr
ConteĂșdo maduro apĂłs o read more, prossiga com cuidado.
   Dizer que Omena queimava por dentro era bem irÎnico levando em consideração a sua maldição e como esta lhe afetava diretamente, mas naquele momento não era a febre que a consumia aos poucos de forma avassaladora e perigosamente quente, era o desejo e a paixão que ardiam dentro de si fazendo com que cada parte de seu corpo implorasse por satisfação. O fato de ser Zephyr que lhe inspirava esse sentimento no momento era um tanto quanto anormal para Omena, mas ela não ligava, não quando tinha as costas encostadas na parede, uma das pernas sendo segurada pelo loiro, a saia quase na cintura e os låbios deste reclamando os seus como uma terra sendo tomada a força de um povo bårbaro. Não quando ela podia sentir o coração do marido bater no mesmo ritmo acelerado que o seu e a ereção deste pressionar-se contra o fino tecido que cobria sua intimidade. Era diferente, diferente de tudo que jå haviam tido antes, todas as vezes que acabavam na cama tinha a ver com suas maldiçÔes ou então com o dever com seu reino de providenciar herdeiros para a coroa, mas aquilo não era sobre isso, ambos tinham a maldição o mais sob controle que conseguiam, o suficiente para que a pele gelada de Zephyr mandasse calafrios até a base da espinha de Omena a cada toque e que o hålito fresco a fizesse suspirar, pela primeira vez ela realmente estava com ele. Não com com uma cura.
   Os lĂĄbios da princesa deixaram os do marido para poder puxar o ar, ainda sim o desejo nĂŁo parava de transparecer, isso porque a camisa do loiro jĂĄ havia sido rasgada - em um ato nada caracterĂstico da garota. - e a calça deste era desabotoada no momento. Ele tentou dizer a Omena para que esperassem chegar a cama, mas os lĂĄbios inchados e avermelhados apenas soltaram uma risada antes de se aproximarem novamente dos do Frost, pequenas mordidas e beijos eram depositados ali enquanto a White murmurava entre eles com uma voz baixa e ronronada.  â Foda-se a etiqueta, Aleksander. â O nome do meio de Zephyr soou tĂŁo naturalmente de seus lĂĄbios que qualquer um poderia jurar que ambos eram amantes fervorosos que conheciam cada centĂmetro do corpo alheio de olhos vendados quando na verdade, ainda que jĂĄ tivessem tido muitas outras vezes, aquela era a primeira vez que de fato estavam juntos se descobrindo e deixando que um visse do que o outro era capaz. â Take me here, make me yours like never before. â A frase soou junto do som do cinto do futuro rei batendo contra o chĂŁo, um sorriso de lado se espalhou pelos lĂĄbios de Omena ao passo que sentia os dedos de Zephyr arrancar-lhe a peça intimida e entĂŁo as mĂŁos deste se espalmarem em suas nĂĄdegas a puxando para ele penetrando-a com um sĂł solavanco fazendo com que a morena jogasse a cabeça para trĂĄs arqueando as costas enquanto soltava um gemido alto, os dedos apertando-se na nuca do loiro. Ela pode sentir quando uma das mĂŁos do marido deixaram sua bunda para abrir mais botĂ”es da blusa do uniforme e logo o tecido foi substituĂdo pelos lĂĄbios frios e sedentos.
   O arrepio trouxe Omena para frente, as costas ficando coladas novamente na parede, os lĂĄbios de Zephyr subiram pelo pescoço desta atĂ© os rostos estarem juntos, as bochechas tocando-se e as respiraçÔes ofegantes sendo escutadas atentamente por ambos enquanto as cinturas movimentavam-se coordenadamente com força e velocidade. â Fuck⊠â A voz soava baixo e entrecortada enquanto segurava os cabelos alheios. Por um momento Omena pensou que seu corpo todo pararia, que seu ser rejeitaria as palavras ditadas por Zephyr, que todo aquele desejo se esvairia de si, mas o que aconteceu foi o contrĂĄrio. Ser adorada e amada era algo que Omena sempre ansiava desde pequena e por algum motivo as palavras de Zephyr soando daquela forma a fizeram sorrir de um jeito que beirava o diabĂłlico. Os lĂĄbios dele foram capturados de forma ofegante em um beijo que durou pouco, devido a necessidade de fĂŽlego, mas que servira para os propĂłsitos de Omena. Ela nĂŁo diria a ele que o amava, nĂŁo havia a necessidade de mentir com palavras quando ela poderia muito bem dizer a verdade e ainda suprir o desejo de Zephyr por reciprocidade com suas açÔes. Estas que no momento fariam os cĂ©us chorarem e os deuses se invejarem da forma que Omena chamava o nome do homem como se fosse uma oração e movia-se com ele como se este fosse um deus a ser adorado.













