— Você me ama? Perguntei.
— Ela sorriu. — E disse: Sim.
— Você quer que eu seja feliz? — Meu coração estava tão acelerado quão um carro de corrida.
— É claro.
— Você vai fazer algo para mim então?
Ela olhou, cruzando seus traços de tristeza.
— Não sei se eu posso mais. — Disse ela.
— Mas se você pudesse, você iria fazer? — Não consigo descrever adequadamente a intensidade do que eu estava sentindo naquele momento. Amor, raiva, tristeza, esperança e medo, girando juntos, aguçado pelo nervosismo que eu estava sentindo. Pietra me olhou curiosamente e minha respiração se tornou mais rasas. De repente, eu sabia que nunca mais iria senti tão fortemente para outra pessoa como eu fiz naquele momento. Como voltei a seu olhar, essa percepção simples me fez desejar pela milionésima vez que eu poderia fazer tudo isso ir embora. Se fosse possível, eu iria ter trocado minha vida pela dela. Eu queria dizer a ela meus pensamentos, mas o som de sua voz de repente silenciou as emoções dentro de mim.
— Sim. — Ela finalmente disse. — Seu fraco de voz ainda de alguma forma ainda cheio de promessa.
— Eu gostaria. — Finalmente obteve controle e me beijou, então trouxe minha mão a sua cara, rodando suavemente meus dedos sobre sua bochecha. Fiquei maravilhado com a suavidade da sua pele, a suavidade eu vi nos olhos dela. Ela foi perfeita. Minha garganta começou a apertar novamente, mas como eu disse, eu sabia oque eu tinha que fazer. Desde que eu tinha que aceitar que ele não estava ao meu alcance, o que eu queria fazer era dar algo que ela queria. Foi o que meu coração tinha vindo me dizendo para fazer algo ao longo de toda vida. Pietra, entendi então, já tinha me dado a resposta que eu meu coração precisava encontrar. — Eu sorri baixinho —, e ela voltou a me dá carinho com um ligeiro aperto da minha mão, como se confiasse em mim no que eu estava prestes a fazer. Incentivados, inclinou-se mais perto e respirei fundo. Quando expirado, estas foram as palavras que fluíam com minha respiração.
— Você vai casar comigo?