Uma artista mais do que talentosa, Lena Horne nos deixou há dez anos. Cantora de jazz e canções populares, mas também atriz de musicais, Lena também foi uma grande ativista americana pelos direitos civis de afro-americanos e nativos americanos. Sua carreira foi marcada pelo racismo e pelas leis segregacionistas. Durante a Segunda Guerra Mundial, ela personificou a "beleza negra" e viajou para tropas armadas. Durante um show, ela descobre, escandalizada, que seus shows são segregados. Prisioneiros de guerra alemães brancos estavam na primeira fila, enquanto os soldados afro-americanos estavam no fundo da sala. Como resultado dessa descoberta, ela interrompeu sua viagem e visitou apenas acantonamentos de soldados afro-americanos. Devido a seus compromissos políticos progressistas, ela foi caçada e colocada na lista negra na década de 1950. "Branco demais" para alguns e "preto demais" para outros, há muito é jogado entre suas várias raízes e sempre se recusou a ser categorizado. Em 1963, ela marchou ao lado de Martin Luther King na Marcha em Washington por Empregos e Liberdade. Aos nossos olhos, Lena Horne será sempre a intérprete de "Stormy Weather", mas também e acima de tudo uma verdadeira fonte de inspiração e coragem em dias de tempestade. via - @wondher #confiante #ejaculacaoprecoce #homemalfa #libidgel #amostragratis https://www.instagram.com/p/CJ7U5xmleux/?igshid=mo4ppqvd1pux














