QUASE UM SONHO!
Era uma linda manhã ensolarada, de onde, na área da piscina, parte superior do Blue Mountain Hotel & SPA em Campos do Jordão, podíamos ver a vasta vegetação na área externa através dos blindex que fechavam toda a área de relax.
Fui arremetido em pensamentos ao sol das praias da Sardenha na italia, embora o cenário e o clima de montanha nada se assemelhassem ao aspecto marítimo italiano. Me lembrou muito as praias da Sardenha... Enquanto viajava nos pensamentos, o celular vibrou com a notificação de tela surgindo, exibindo uma mensagem via Facebook.
Embora nos conhecêssemos apenas pela grande rede social, já tínhamos uma afinidade grande, como se fossemos amigos de tempo.
Gostos parecidos, e muitos pontos em comum. Já até tínhamos trocados intimidades via internet, mas nada de real. Não nos conhecíamos pessoalmente.
Marcamos nosso primeiro encontro nesse hotel que, além de ficar na mesma cidade dela, seria o momento oportuno, pois estava na cidade para um evento de negócios. Uma oportunidade que seria uma mera feliz coincidência, se eu não tivesse mexido os pausinhos na empresa para que o evento fosse lá... Campos do Jordão.
Lá estava eu em uma das espreguiçadeiras de vime ao lado da piscina, num deck de madeira. Se não fosse a cobertura metálica com vidros que diminuíam o sol em toda a extensão do local, certamente o sol estaria incomodando bastante. Mas ao contrário disso, estava bem agradável lá. A luminosidade, a temperatura... uma quietude. Silencio digno de um SPA europeu.
Combinamos nosso encontro lá, ao lado da piscina.
E de repente ela surgiu. Reconheci de imediato, pelos lindos cabelos negros soltos e o óculos ray-ban espelhado no rosto. Com biquíni preto, estava com os quadris e coxas enroladas numa seda de Bali em tons de azul.
Eu estava bastante constrangido por estar meio fora de forma, com umas gordurinhas aparentes, dessas que ao ir se aproximando dos 40 anos já fica difícil de queimar na academia.
Ela estava maravilhosa. Embora nas fotos da internet esteja sempre com ar austero e meio “dark”, lá ela estava com um jeito quase infantil, mas numa desenvoltura de mulher forte e determinada. Apesar da determinação, andava com movimentos leves e suaves. Num balançado quase de uma adolescente caminhando para sala de aula no primeiro dia. Talvez um pouco tímida pelos trajes e por ser o primeiro encontro.
E conversamos um pouco sobre diversos assuntos corriqueiros e coisas que falamos on-line. Foi quando de repente ela me fez uma cobrança, como uma menina que cobra o pai por um passeio no Zoológico.
- “Ah ela me prometeu! Hoje eu vou querer minha massagem! ”
Há muito tempo havíamos conversado sobre massoterapia, que era uma habilidade que adquiri ainda nos tempos de adolescente, através de um curso que eu havia feito com um propósito pra lá de beneficente: ajudar na circulação sanguínea das pernas do meu pai que era cardíaco, e que após uma cirurgia de ponte de safena, teve a circulação sanguínea na perna esquerda comprometida devido a retirada da artéria para o coração.
- “Hahaha. A massagem! Achei que nem se recordava mais disso.
Chamei-a então para ir em um dos gazebos privativos que tinha próximo de onde estávamos.
Ela deitou-se numa esteira de vime no chão, entre as almofadas de courino branco e alarajado que decoravam o gazebo com um ar moderno, mas toques que lembravam a cultura indiana.
Embora não tivesse óleo de massagem, haviam uns pequenos frascos de creme hidratante e bronzeador personalizado com a logomarca do resort estampada no rótulo.
Comecei massageando seus pés. Entre os dedos. Envergonhada, ela dizia que achava os pés feios. Embora fossem bonitos e bem feitos. Com dedos arredondados e delicados.
- “Não olha pros meus pés. ” – Ela me pedia enquanto sorria com um doce sorriso quase infantil.
Suas pernas brancas e bem torneadas exibiam um brilho intenso enquanto espalhava o creme pelas suas panturrilhas em movimentos circulares até os tornozelos.
Olhando seu rosto que estava delicadamente apoiado em uma das almofadas via que estava de olhos fechados sentindo um misto de dor e prazer. A dor acho que era pela tensão na musculatura das panturrilhas em contato com o movimento intenso, forte e continuo dos meus dedos que massageavam tentando retirar toda a tensão.
Comecei a subir com as mãos pela parte traseira de suas coxas. Embora estivesse um pouco envergonhado e com receio de que ela pensasse que eu estava me aproveitando da situação para tocar suas coxas. Afinal era nosso primeiro encontro pessoalmente e, embora tivéssemos falado até algumas sacanagens pelas redes sociais, aquilo tudo era novo, tímido, real. Diferente dos jogos de palavras ou mensagens com situações imaginárias.
Mas ela continuava com olhos fechados e parecia relaxada com minhas mãos.
Isso me tranquilizou. Mais creme.
A temperatura fria do creme ao cair desarmonicamente nas suas coxas a fez estremecer levemente e arrepiar os pelos pelo choque térmico do calor que minhas mãos haviam provocado em sua pele.
Apertando com as pontas dos meus dedos em separado, contra suas coxas em movimentos vigorosos e firmes, percebi que a tensão muscular era um pouco maior. A certeza veio ao olhar seu lindo rosto que, apesar de estar com os olhos fechados ainda, eles se contraiam levemente enquanto mordia também de leve seu lábio inferior.
A dor leve era equilibrada pela sensação de prazer das minhas mãos apertando e massageando suas coxas por de trás, em toda extensão dos joelhos até o alto de suas pernas, próximo ao bumbum.
Pelo sorriso leve, vejo que sempre que os dedos chegam perto da polpa do bumbum sente um pouco de cócegas e consequentemente a surge uma pequena tensão de timidez no rosto.
Mesmo vendo seu sorriso discreto no canto dos lábios e seus olhos cerrados, continuei.
Tocando e apertando a base das nádegas junto a suas coxas deslizando para dentro delas e voltando para fora. Notei um aumento da sua respiração e pequenos suspiros.
Embora minhas mãos ainda estivessem bem-comportadas sem explorar nada que não fosse permitido comecei a ficar constrangido pelo fato de estarmos ali há tão pouco tempo e termos nos conhecidos pessoalmente há poucos minutos. Com isso, diminuí a pressão dos dedos.
Minha mão já não ia mais para a extensão interna das suas coxas e comecei a não chegar mais tão perto do bumbum que estava belissimamente composto por um biquíni preto sensual e ousado, mas não vulgar.
Ao olhar seu rosto, seus olhos estavam abertos como que sentindo meu desconcerto e timidez.
E mesmo que naquele exato segundo minha mente já me mandava jogar creme em suas costas e mudar a área de contato, ela deu um leve sorriso e me disse com a voz suavemente rouca, de quem está totalmente entregue a sensação do relaxamento:
- "Continua aí. Não para não! "
Coloquei minhas mãos em suas nádegas que estavam pegando fogo. Apertando com a ponta dos dedos e a palma da mão, em movimentos suaves, porém firmes, friccionando lentamente de baixo para cima até o comecinho das costas
Vez ou outra detinha a ponta dos dedos nos ossos da coluna próximos ao cóccix e ao alto do bumbum perto da cintura
Outras vezes movimentando as mãos como um pintor com um pincel largo espalhando o creme para a base do bumbum na divisa com as coxas.
Seus olhos continuavam fechados e semicerrados
Meu corpo começou a se aquecer e o sangue correr pelas minhas veias numa profusão de sensações. Meu coração estava acelerado e eu tentando devagar minha mente para outo lugar tentando conter minha excitação.
Novamente generosas gostas de creme caiam de forma irresponsável entre o bumbum e as costas fazendo ela estremecer toda por conta do toque frio do líquido que tinha um leve odor doce e frutado.
As palmas das minhas mãos espalmadas agora dominavam toda a extensão das suas costas e bumbum.
Nesse momento ela se entregou: " - Nossa! Que massagem deliciosa! Nunca recebi uma massagem assim".
Demorei um pouco para assimilar as palavras e compreender o sentido pela sua rouquidão e pela minha mente que já não vagava em outros pensamentos, mas apenas nas curvas do seu corpo e naquele bumbum lindo e perfeitamente desenhado.
De súbito, ela levou as duas mãos as costas desfazendo o laço do biquíni e soltando-o rapidamente enquanto se desvencilhava da parte superior pela cabeça, ajeitando cuidadosamente os cabelos negros, perfumados e sedosos.
Agora com as costas livres sem nenhuma barreira comecei explorando cada centímetro com meus dedos abertos e as palmas aquecendo, pressionando e apertando.
Além da respiração ofegante, agora ela soltava leves sibilos de ar com a boca aberta, porém de dentes fechados, fazendo o ar inspirado passar lentamente e provocando um som de suspiro invertido, como se assim, pudesse conter um gemido maior ou abafar a sensação de relaxamento e prazer.
Minhas mãos vão agora aos ombros, trapézio e nuca, apertando vigorosamente com firmeza e delicadeza.
Num êxtase, como se entrasse em outra dimensão, imagino que na mente dela já nem haja a lembrança de onde está. Ou quem está ali tocando seu corpo, ou o creme... Nada!
Todo clímax do relaxamento e do êxtase do prazer da massagem, o perfume do creme o calor das mãos. E seu corpo semi-nu tornou-se uma coisa só.
Um só universo... Um todo... Uma só energia...
Em seus ouvidos, aproximo meus lábios (inflamados e quentes como brasas, pelo calor de todo meu corpo e do sangue pulsante) e falo em som quase de um sussurro:
- "Vira!"
Como uma criança que obedece uma ordem, ela se vira, ainda envolvida no clímax do relaxamento, em êxtase como se estive numa hipnose corporal profunda.
Nesse momento, já sem acanhamentos, vejo seus seios nus... lindos, firmes, no tamanho exato. Como maçãs prontas para serem saboreadas, percebo seus mamilos endurecidos e a pele arrepiada. Ainda somos um só universo. Calor, cheiro, corpos, tempo e espaço...
Não há mais certo ou errado, malicia ou inocência. Não há vergonha, timidez... nada! Somente desejo.
Passo meus polegares por seu pescoço enquanto pressiono sua nuca com as pontas dos dedos em movimentos circulares, lentos e firmes.
Já nem fico mais à vontade, perdi o controle sobre minha excitação e meu sangue parece ferver nas minhas veias.
Meu pênis completamente rígido, mas aprisionado dentro da bermuda denuncia meus pensamentos. Ainda bem que ela continua de olhos fechados.
Desço minhas mãos pelo seu colo nu, envolvendo seus seios perfeitamente desenhados em minhas mãos com os dedos abertos, como uma bandeja perfeita que envolve plenamente dois abacates.
Nessa hora ela solta um leve gemido quase surdo. Sua respiração se prende, mas logo se solta lentamente. Massageio os seios levemente, mas na pressão certa. Sem desconforto, mas firmemente.
Como duas plumas, meus polegares rodeiam seus mamilos também rígidos e alterando para a palma das mãos, deslizam suavemente sobre os mamilos novamente.
Olho seu rosto.
Os olhos continuam fechados e a boca mordendo levemente o lábio inferior. Me controlo para não atacar sua boca com a minha, de forma agressiva, ao mesmo tempo minha vontade é envolver seus mamilos com meus lábios e sugá-los como uvas molhadas no mel.
Continuo com meus polegares.
Meu pênis agora começa a se incomodar com a prisão da bermuda. Tenho o pensamento de liberta-lo... Mas me vem o receio de assustá-la e acabar com aquele momento mágico.
Minha cabeça gira como um furacão.
- "Ela esta de olhos fechados! Coloca logo o pau pra fora!" - Minha cabeça me aconselha. - "Ela nem vai ver!"
Mas o receio de parecer um tarado e criar terror, me impede.
Continuo tentando desviar meus olhos, que agora já não param mais no seu rosto, lábios e olhos fechados. Agora contemplo seios, mamilos, abdome, virilha, pélvis e coxas.
Minhas mãos começam a ficar tremulas e frias. Deslizo a ponta dos dedos pelos seus seios , correndo pelas costelas, umbigo e os ossos da bacia.
Subo com minhas mãos grandes e espalmadas novamente até seus seios, acasalando-os com as mãos em forma de concha, envolvendo-os completamente.
Sua respiração fica ainda mais ofegante. A mordida no lábio inferior se aumenta.
Seus dedos deslizam agora pela esteira de vime, ao longo do seu corpo como se pudesse arranhá-la e descarregar toda a sensação que estava sentindo.
Hipnose corporal.
Apoio agora minhas mãos nos seus quadris com os polegares em movimento circular sobre sua virilha e as pontas dos dedos abertos fincados na lateral do seu bumbum.
Instintivamente suas mãos sobem para seus próprios seios buscando a mesma sensação que outras mãos haviam acabado de causar.
Nesse mesmo ímpeto, seu quadril se projetava para cima, subindo sua pélvis cada vez mais de encontro com meus polegares. Nesse momento percebo os laços da calcinha do biquíni de cada lado dos seus quadris.
Ainda com os polegares em movimento pela virilha, tentando explorar sua pélvis, por baixo da calcinha, vou dedilhando as pontas dos dedos, em cada lateral, nos laços que amarram a calcinha do biquíni.
Com um leve puxão descuidado, agora não há mais nada que proteja a área que desejo estar com meus polegares. O pano da calcinha apenas repousa frouxamente sobre sua pélvis.
Olho seu rosto. Seus olhos se abrem de súbito.
Me apavoro com a possibilidade da situação ficar desconcertante mas seus olhos se fecham e um disfarçado sorriso nos cantos dos lábios se brotam em sua linda face.
Meu pênis agora dói.
Não consigo mais suportar aquele volume aprisionado na bermuda. Mas num controle absurdamente louco continuo ali, imóvel, como se tudo aquilo pudesse simplesmente desaparecer.
Neste momento sinto que estou apenas sonhando, mas será mesmo um sonho? Meu pau está muito duro e minhas mãos geladas. Não! A sensação é que é real! Sim!
Sinto até o perfume do creme: Morango com champagne! Começo a puxar delicadamente a calcinha com os polegares, forçando para baixo.
Levemente, lentamente... como um ladrão que deseja abrir um cofre sem acordar a vítima que dorme na cama ao lado dele. Vítima linda, por sinal.
A sensação é que ao menor toque de uma pressão errada, ou de um movimento mais brusco ela poderá despertar desse êxtase e se sentir desconcertada e tudo aquilo acabar ali.
Novamente, tenho medo que seja um sonho e ao menor sinal de nervosismo eu venha acordar.
Seus olhos continuam cerrados, e sua boca agora balbucia palavras sem som e incompreensíveis, como alguém que fala dormindo. Suas mãos apertam agora, seus próprios seios mais fortemente, numa cadencia descoordenada e louca... intensa.
Sua pélvis agora totalmente descoberta se revela completa, lisa sem pelos com um desenho de traço reto e firme levemente encurvado.
Meu polegar esquerdo agora explora ainda em movimentos circulares essa pequena região, que até então estava tão secreta e guardada. E agora se mostra lisa, plena, quase infantil de tão delicada.
O polegar direito permeia a linha que separa as duas porções como se fosse dois pequenos montes que escondem uma linda e pequena gruta.
A respiração se intensifica, seu corpo se contorce e estremece.
O quadril movimenta de leve, como se quisesse acariciar a ponta do meu polegar com sua vagina. Sinto um calor no polegar. Fogo...
Meu pau dói...
Repouso meus lábios em seu umbigo e como um lobo que salta num ataque feroz a sua presa, minha boca salta em direção ao seu mamilo.
Empurro minha língua contra o bico duro numa luta quase mortal onde a saliva acrescenta ainda mais temperatura quente e pressão.
Sugo seu mamilo... ela geme.
Sua mão agora me envolve pela nuca.
Meu dedo médio desliza num movimento continuo, lento e firme em sua vagina, enquanto os dedos indicador e anelar acariciam os grandes lábios que cercam a fonte de todo calor.
Agora ela geme mais alto.
Me preocupo se não haveriam pessoas ao redor do gazebo na parte externa, mas pela claridade de fora percebo que toda área envolta da piscina continua estranhamente deserta.
Sua mão cravada na minha nuca agora se fecha puxando meus cabelos enquanto puxa ainda mais forte minha cabeça para os seus seios. Meu Deus!
Meu pau vai explodir! Sinto a cabeça dele latejando e pulsando e, de súbito sinto sua mão pousando por cima da minha bermuda agarrando ferozmente meu membro como uma amazona agarra com propriedade e força seu chicote.
Sinto a ponta do seu dedo deslizando para dentro do velcro da bermuda numa sensação, como que se pudesse rasgar o tecido. Duas tentativas em penetrar o dedo no velcro da bermuda, sem sucesso.
Minha boca agora encontra a dela.
Ela morde meus lábios como se vingasse por eu a ter feito mordê-los antes.
A sua respiração esta ofegante e descontrolada e suas mãos repousam agora sobre o botão da bermuda que de um só golpe, se abre e rasgasse o velcro.
Meu pênis tomba para fora da bermuda como uma árvore bicentenária, com seu tronco expeço, largo e duro, tomba ao contato com uma serra.
Essa serra agora são suas mãos que o envolvem em toda sua extensão onde, vez por outra, a ponta dos seus dedos encontra com meu saco e passa a ser acariciados com suas unhas.
Novamente a mão envolve todo meu pênis, correndo da base para a cabeça num movimento continuo e lento me deixando completamente louco de tesão.
Perco o resto de senso de tempo e espaço que me sobrava. Entro de vez no estado de êxtase com ela, onde o perfume, calor, tesão, tempo, espaço são uma coisa só, porém dois corpos. Nesse mesmo instante de transe louco, escorrego meu dedo dentro. Ele entra em sua vagina.
Delicadamente...
Com cuidado...
Percebo o calor agora, muito mais intenso que o resto do corpo e a umidade que recebe meu dedo, num caloroso tom de boas vindas.
Ela geme alto.
Começo a te tocar internamente com meu dedo médio enquanto meu polegar te acaricia na entrada da gruta.
Ela geme alto.
Seus olhos se abrem e me olham dentro dos olhos.
Ela geme alto
Um espelho de esplendor e paixão. Toda confiança e cumplicidade eu consigo ver no seu olhar.
Contrariando sua aparência tímida e delicada, ela quase me implora em tom de malícia e agressividade:
- "Me chupa!"
Ai.. como esse pedido vindo da sua boca me excita.
Novamente o lobo salta e num ataque quase de fúria minha boca encontra outra presa... A gruta.
Minha língua caminha por aquela pélvis lisa enquanto minhas mãos agarram seus seios ainda rígidos e pontiagudos.
Ela não se controla... geme alto.
Um gemido frenético e intenso, como uma leoa que acaba de retirar um espinho da pata... E minha língua lá. Dentro dela.
Mordiscando... Lambendo... Chupando... Explorando...
Suas mãos repousam na minha cabeça. As duas.
Forçando como se me quisesse por inteiro dentro dela. Continuo ali sentindo a sua respiração se intensificando e seu corpo contraindo cada vez mais rápido. Seus gemidos cada vez mais intensos.
Como um vulcão entrando em erupção, pronto para explodir num orgasmo de lava e chamas, ela grunhe num misto de gemido e grito.
Levanto minha cabeça e ela implora ainda mais: -"Não pára!"
O lobo agora ataca novamente sua boca... E meu grande tronco, largo e forte começa a entrar na sua vagina, delicadamente...
Cuidadosamente...
Escorregando pela humidade da lava quente...
E de súbito, começa um movimento frenético, intenso e vivido dentro dela.
Ela grita e geme... morde minhas orelhas. E eu cada vez mais profundo com meu pau inteiro, latejante, intenso, agora numa outra prisão... uma prisão quente, húmida, sem dor...
Uma prisão prazerosa.
Sua respiração volta a incendiar, seu corpo a estremecer e seus quadris se movimentarem num ritmo harmônico, forte e rápido, continuo, numa cadencia perfeita.
[11:32, 1/4/2016] +55 61 9210-1883: os gemidos se intensificam
Ela fala palavras sem sentido enquanto a velocidade aumenta. Meu pênis está em um movimento intenso de vai e vem e ela delira.
De repente o que eram dois se forma um. Há uma explosão do cosmos! Um big bang!
O universo se funde... o som da explosão é um intenso e grande gemido.
Meu pau se desmancha dentro dela.
Nossas umidades se confundem... sua vagina pulsa em contrações me apertando dentro dela.
Nosso corpo uno, morre.
Inerte... parado.
O vulcão eclodiu. A lava escorre lentamente pra fora da gruta.
Meu peso se retesa no seu. Um só peso. Uma só medida.
Um só corpo... sem vida.
Somente o pulsar de dois corações batendo compassados na mesma sincronia e a leve respiração quase imperceptível.
Morri... acordei.












