Deixa Rolar ( Playing It Cool )
hello vonnie
No title available
trying on a metaphor
Cosimo Galluzzi

@theartofmadeline
KIROKAZE
todays bird
No title available
Monterey Bay Aquarium
Cosmic Funnies
Not today Justin
Today's Document
🪼
I'd rather be in outer space 🛸
cherry valley forever

tannertan36
Stranger Things
$LAYYYTER
we're not kids anymore.

No title available

seen from Austria

seen from Nepal
seen from India

seen from United States
seen from Argentina
seen from Argentina

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Iraq

seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Oman

seen from United States
seen from United States
@contoseroticosquentes
Deixa Rolar ( Playing It Cool )
Meu marido chamou o vizinho e juntos eles me comeram
by: Tânia
Me chamo Tânia e tenho 28 anos, sou Branquinha, cabelos grandes e castanhos, tenho olhos cor de mel, 1m65, 50kg, seios medios, bumbum arrebitado, mesmo sendo mãe de três filhos modestia à parte, sou muito gostosinha.
Bom, vamos ao que interessa: Sou casada e meu marido, que chama Leonardo, sempre me pareceu ciumento. Transamos loucamente, ele me satisfaz, mas sempre me pareceu conservador, sexo restrito a apenas um homem e uma mulher, eu, pelo contrário, depois que vi uma fita de vídeo pornô, fiquei safadinha, queria transar com dois ou mais homens, mas sempre tive medo de contar a ele.
Durante algumas de nossas transas, tentei dar umas pistas sobre o que queria, mas ele sempre manifestou o contrário, chegou até a dizer que eu não o amava mais, o que é um absurdo.
Mas para minha surpresa, num sábado, ele chegou em casa todo carinhoso e me abraçou e começamos a nos beijar ali mesmo no sofá de casa. Me deixou num fogo danado e qdo ameacei tirar a camisa dele, ele parou e me disse:
- Hoje vc vai ter uma surpresa.
Fiquei ansiosa para saber qual seria a surpresa, mas eis que ele me puxa pelo braço e me leva pro quarto, onde me coloca na cama. Eu estava com um vestidinho curtinho de alcinha vermelho e calcinha de rendinha (ele adora) e ele pega as minhas mãos e amarra os punhos.
Eu fico surpresa e ele me deita na cama, ergue minhas mãos e amarra na cabeceira da cama. Pergunto maliciosamente o que pretende e ele apenas diz que seria uma surpresa, vendando meus olhos. Estava ali, completamente dominada, do jeito que eu gosto (não era a primeira vez que eu transava amarrada com ele), quando finalmente sinto uma mão me bolinar, percorrer meu corpo.
Então sinto cortar as alcinhas do meu vestido com uma tesoura. Me assusto. Ele deixa meus seios à mostra e começa a acariciá-los, mas sem beijar, me deixando molhadinha. Então começa a me acariciar por todo o corpo. Sinto as mãos dele percorrerem pela minha barriguinha, meu umbigo, desce pelas minhas pernas, toca minhas coxas.
Excitada, digo que quero beijá-lo, ao que prontamente atende, dando um beijo longo e molhado, delicioso, mas então sinto que não é o beijo do meu marido, não é assim que ele me beija e então pergunto quem é?.
Ele tira a venda dos meus olhos e para minhas surpresa vejo que não era meu marido, era o Leonardo estava sentado ao lado só de cuecas me dizendo para ficar calma, que era o Leandro (esse era o nome do homem) Nosso vizinho da frente, fico meio assustada e tento me soltar e meu marido diz que essa era a surpresa que ele tinha reservado para mim.
Me acalmo com os beijos deliciosos de Leandro (um moreno alto e musculoso, muito bonito e educado), que continua a me bolinar nos seios. Dominada, sem ação, deixo ser seduzida pelos toques de Leandro e ele passa a beijar meus seios deliciosamente, deixando meus mamilos durinhos de tesão, chupando-os, dando leves mordidas (e como o fazia bem!).
Então, ele tira meu vestido e me deixa só de calcinha e passa a lamber minha barriguinha, meu umbigo. Começo a me contorcer de tesão, e ele abre lentamente minhas pernas, beijando-as suavemente. Ele percebe minha calcinha úmida e dá leves toques, ao que solto alguns gemidos. Leonardo, percebendo que estava adorando a situação, diz para ele que tire minha calcinha com os dentes, o que Leandro prontamente atende inicialmente dando beijos no meu grelinho por cima da calcinha, tocando com a lingua.
Então o vejo puxar com os dentes minha calcinha, me deixando completamente nua com minha buceta grande, carnuda e bem depiladinha, mas amarrada. Leonardo pergunta o que quero que Leandro faça comigo e eu respondo:
- “Quero que ele me chupe tão deliciosamente como tem me beijado”
Ao que Leandro solta um sorriso malicioso e responde: - “Você quem pediu”.
Carinhosamente, com a ponta da lingua, ele percorre minha virilha e dá leves beijos no meu grelinho, me deixando louca de tesão. Eu abro minhas pernas e ele toca no meu clitoris. Dou um gemido. Ele então com os dedos abre os lábios de minha bucetinha e exclama:
- “Nossa, como sua esposinha está molhadinha. Adoro mulheres que ficam assim”.
E começa a me dar um maravilhoso banho de lingua, melhor até que meu próprio marido, sentindo que eu começava a sentir prazer, meu marido se levanta e vem até mim, onde começa a acariciar meus seios e a me beijar, do jeito que só ele sabe, percorrendo minha boca com a lingua.
A lingua deles me levam à loucura, culminando com meu primeiro gozo daquela noite, Leandro então, ao sentir que tinha gozado (pois tinha ficado até mole), me dá um beijo delicioso na boca, e sussurra em meu ouvido.
- Tânia, essa será apenas a primeira de muitas vezes que iria gozar.
Leonardo pergunta se eu quero chupá-lo, e com um tesão danado respondo que sim. Ele então me solta da cama, e manda eu chupar Leandro, que fica em pé ao lado da cama, me puxando para que eu faça o serviço.
Eu sento de frente pra ele e apalpo a sua cueca, sinto o membro dele duro, querendo saltar pra fora da cueca. Eu beijo o pau dele por cima da cueca e finalmente o tiro. Nova surpresa:
O pau do Leandro era enorme, grosso, e ele, percebendo minha surpresa, pede pra mim chupá-lo, aproveitar a situação, o pau de meu marido é grande, comprido, mas o de Leandro era grosso, fiquei com medo de não consegui colocar na boca, então, começo a lamber o saco dele, chupar as bolas carinhosamente, com a ponta da língua percorro o mastro dele até a glande, desço e subo várias vezes, ouvindo-o gemer e dizer:
- “Vai, gostosa, chupa o pau do seu vizinho do jeito que vc gosta para seu maridinho ver. Eu sei que vc quer”.
Isso me excita novamente e tomo coragem, abocanho o pau dele e tento colocar até o fundo, prendo a respiração e então vou até o fim, o que me parecia impossível, começa a me parecer gostoso, eu chupando um pau daqueles, digno de filme pornô, então começo um vai e vem delicioso, ora mais rápido, ora devagar, sem tirar da boca, as vezes ficava só com a cabeça do pau dele na boca e apertava com os lábios. Ele exclamava:
- “Ah, como sua esposinha chupa gostoso, Leonardo. Como ela faz bem”.
Meu marido ria e respondia: - “Eu não disse?”
E eu estava adorando, chupando aquele pinto que ia ficando cada vez mais duro, começava a sentir ele latejar, quando ele tirou da minha boca e disse pra mim:
- “Agora vou te comer, vou te fazer delirar”.
Ele me deita, ergue meus braços, e eu abro bem as pernas fazendo minha buceta se arreganhar toda e ele começa a enfiar aquele pau em mim, sinto doer um pouco, ele sente e para pra que me acostumar.
Leonardo vem e começa a me beijar carinhosamente e com os dedos fazer carinho no meu grelo. Então Leandro continua e coloca o resto. Gemi, relaxei. Leonardo sentiu que gostava e dizia em meu ouvido:
- “Sabia que ia gostar, vamos te comer a noite toda, vc vai ver o que é bom. Queria ser como uma putinha, hoje vai ser uma”.
Aquilo me excitava mais e Leonardo mandava Leandro bombar mais forte. Ele atendia e tava me deixando louca. Leandro segurava e abria bem minhas pernas e bombava com vontade, como era bom sentir aquele pauzão entrando e saindo de mim. Eu começava a apertar com a bucetinha, como fazia com Leo e sentia mais prazer, tava indo à loucura de novo, gemia loucamente quando Leo chegou perto de mim e tirou o pau dele pra fora, bateu com ele na minha cara e automaticamente coloquei minha lingua de fora, querendo chupar o pau dele.
Então ele trouxe pra perto de mim e eu coloquei inteiro na boca. Que delícia.
Leandro cada vez ia mais rápido e eu tentava gemer, Leo segurava minha cabeça e praticamente fodia com minha boca. Então, Leandro me puxa pro colo dele, me ergue facilmente, segura na minha cintura e manda eu cavalgar nele, eu começo a subir e descer pelo pau dele com minha buceta meladinha, Ele de vez em quando dava umas estocadas e eu gemia, ficava louca.
Leo fica em pé na cama e oferece novamente o pau dele p/ mim. Chupo-o. Leandro não deixa diminuir o ritmo e continua a me puxar e a dar estocadas fortes p/ cima. Tento gemer, mas os gemidos são abafados com o pau de Leo na minha boca.
Que sensação maravilhosa. Gozava mais uma vez. Meu corpo tremia. Apertava o pau de Leo com a boca. Ele gemia de tesão. Então sinto que Leandro tenta loucamente aumentar o ritmo. Ele diz que vai gozar, então Leo diz pra trocar com ele e fala pra gozar na minha boca.
Leandro me põe de 4, Ele me oferece o pau dele, chupo-o com vigor, louca de desejo. Aquilo me enlouquecia. Adoro ficar de 4.
Leo me segura pela cintura, ele penetra em mim, começava a me foder maravilhosamente, me sentia realizada, Eu, de 4, sendo metida por trás e chupando outro, passei a chupar com vontade o Leandro, sentia que ele ia gozar, Leo segura meus cabelos e diz pro Leandro gozar na putinha dele.
Ele mandava eu rebolar. Eu obedecia. Era uma puta devassa. Meu marido aumenta o ritmo e Leandro me segura e começa a foder com minha boca.
Aquele pau grosso era demais pra mim, então ele goza e solta jatos fortes na minha boca, me preencheu toda com aquela porra quente (que apesar de um cheiro forte é uma delicia), nem me deu tempo de engolir a porra, quando Leo me ergue e continua me foder, estava com tesão novamente.
Ele me segurava por trás, segurava nos seios, beijava minha nuca, me fez sentar no colo dele e me deu um beijo na boca, abriu bem minhas pernas e me tocava no clitóris, eu gemia como uma vadia, gozei mais uma vez.
Leo estava pra gozar quando parou e mandou eu chupá-lo, rapidamente levei o pau dele à minha boca e comecei a mamá-lo deliciosamente, em seguida vêm os jatos fortes de esperma na minha boca, e Leo estava se realizando pois nunca deixei ele gozar na minha boca.
Então ele levanta meu rosto. Deixo escorrer um pouco de porra pelo canto da boca. Ele recolhe com o dedo e manda eu chupar. Chupo com um sorriso. Estava quase realizada.
Mas isso era só o começo. Como já estava ali sendo uma putinha realizando todas as minhas fantasias com o amante que desejava, ofereci meu cuzinho rosadinho para Leandro que não recusou, e ainda falou que sempre foi doido para fude-lo, fiquei de quatro bem empinadinha e Leandro enfiou a língua bem gostoso no meu cú lubrificando bem com sua saliva e fez massagem com o dedo polegar colocando e tirando, depois lubrificou meu cuzinho com gel KY e Léo deu seu pau para eu chupar e falava no meu ouvido:
- você não queria dois paus te fudendo, agora aguente esse pauzão no seu cuzinho
Eu já tinha dado outras vezes para meu maridinho corninho, Leandro encostou a cabeça de seu pau no meu cúzinho deu uma sensação maravilhosa, pensei que não ia aguentar e bem devagar colocou a metade da cabeça do seu pau e deu uma paradinha para não doer, e eu comecei a rebolar até aquele pauzão sumir dentro do meu cú, e as bolas batento no meu grelo enquanto eu chupava meu querido maridinho corninho, que delicia gozei feito louca
Leandro cada vez mais rápido fodia meu cuzinho, as vezes tirava se pau para fora e colocava de novo bem forte me fazendo subir pelas paredes, até que gozou dentro do meu cú, Léo não se fez de rogado e aproveitou meu cuzinho cheio da porra do Leandro e comeu também meu cuzinho que estava laçeado pelo pau do Leandro, mas o tesão dele era tanto que gozou rapidinho enchendo mais ainda de porra, ah que delicia
Deitamos os três na cama, eu no meio de meus dois machos e o Leandro começou a falar do tesão que tinha por mim desde que mudamos para lá e que sempre que me via no quintal ou na piscina do clube, ele ficava excitado batia punheta pensando em mim, me imaginando nua e sendo dele na cama
Foi me dando novamente um tesão danado e Leandro começou a acareciar meu grelinho e o Léo a me beijar, o tesão tomou conta de novo e o pau dos dois já estava duro novamente, não perdi tempo cai de boca no pau do Leandro mostrando meu cuzinho para o Leo que caiu de boca, hora com a língua no meu cu, hora na minha buceta e com o dedo fazia carinho me deixando louca, e logo comecei a cavalgar no pau do Leandro e empinei bem a bundinha
O Léo vendo meu cuzinho a disposição não pensou duas vezes e sem dificuldade nenhuma colocou no meu cú que já estava cheio de porra e meteu todo seu pau, ah que delicia dois paus de uma só vez, dava para sentir os dois se tocando lá dentro, rebolei feito louca com dois caralhos fazendo um vaivém, trocamos de posição sendo agora Leandro quem come meu cuzinho, logo gozamos de novo.
Transamos a noite toda de várias formas. Tomamos até banho juntos, meu marido tinha realizado minha fantasia, e parece que gostou, queria sempre dividir sua esposinha putinha.
E Leandro meu adorado vizinho ficou fã, de vez em quando a noite ele liga, perguntando se pode ir, mas só deixo na presença de meu maridinho.
Enviado ao Te Contos por Tânia
Nossa amante
by: Renata
Meu nome é Renata, tenho 28 anos, morena clara, cabelos e olhos castanho, 165 de altura, seio pequenos, coxas grossas bunda durinha e grande, sou casada e tenho um bom marido que me satisfaz em tudo.
Somos de familia classe média e podemos manter uma diarista três vezes por semana. Ela tem 24 anos, e tem um lindo corpo, seios deliciosos e uma delicia de bunda. Nunca tinha olhado uma mulher que não seja só por olhar.
Mas um dia fazia muito calor, e para ficar mais a vontade nas tarefas de casa, ela botou um shortinho bem curto que realçava bem suas coxas e o bumbum. Meu marido tinha viajado a negócios e fazia já cinco dias que ele tinha ido, olhando bem para ela comecei a me exitar.
Passei a mão na minha xoxota e ela estava super molhadinha. Para me acalmar fui tomar um banho, mas deixei a porta meio aberta, como tinha box dava para ver se vinha alguém, percebi de relance que ela esta olhando e mesmo assim comecei a me masturbar.
Quando sai do banho, ela chegou e disse que me viu fazendo sozinha e que não precisava fazer sozinha, pois ela estava aí, não resisti mais e tirei toda a roupa dela e comecei a chupar seus peitinhos e em seguida a boceta, e ela fez o mesmo comigo.
Fomos para o quarto pois na cama ficávamos mais a vontade.
Estávamos num delicioso 69, quando olhei para a porta e vi meu marido nos observando, de momento levei um susto, pois ele só ia voltar dois dias depois, mas me acalmei quando vi que ele já estava sem roupa e de pau duro.
Ele veio para a cama e enquanto ela chupava o pau eu lambia o saco e nos revezando em seguida, enquanto ele a penetrava eu a beijava e vice-versa.
Gozamos muitas vezes e para finalizar pediu que fizessemos mais um 69 pois tinha adorado ver isso.
Fizemos isso enquanto ele batia uma punheta e quando ele foi gozar, fomos para o chão, nos ajoelhamos e ficamos esperando de boca aberta ate ele nos banhar com seu gozo maravilhoso, e depois nós duas nos beijamos muito.
A partir deste dia nossas relaçoes sexuais melhoraram muito, nossa diarista virou nossa amantes e passamos a estar sempre transando juntos.
Enviado ao Te Contos por Renata
encontro marcado:
conversaram,
riram,
tomaram vinho
(…)
pela manhã,
café de
de famintos!
Massagem sensual na esposa fiel
Marjorie, minha esposa, sempre foi uma mulher de chamar a atenção. Além de bonita, tem um corpo escultural, seios grandes, coxas grossas e uma bunda maravilhosamente gostosa. Desde que nos conhecemos, eu brigava muito por ela gostar de usar roupas que destacavam estas suas qualidades, atraindo ainda mais os olhares dos homens, o que me provocava muito ciúmes. Com o passar dos anos, fui me acostumando e ficava até lisonjeado por ser marido de uma gata dessas!
Como eu sempre gostei de “inventar moda” para aquecer o nosso casamento, frequentávamos um cinema drive-in, mais para ficar de sacanagem no carro do que para ver o filme. Logo ao estacionar, ela já ficava pelada e iniciávamos uma pegação daquelas até o final da sessão! Nesta época, comecei a fotografá-la nua também, mas apenas para nós. Marjorie adorava fazer poses picantes!
Algum tempo depois, ocorreu a ideia de me inscrever em um site de relacionamentos adultos e passei a publicar as suas fotos na internet. A princípio ela achou uma loucura, mas acabou adorando a ideia. Às sextas feiras, ela me aguardava ansiosa para ver os e-mails recebidos, nos trancávamos no quarto para ler e muitas vezes éramos obrigados a dar uma pausa para trepar e acalmar o tesão para depois voltarmos à leitura. Nós recebíamos todo tipo de propostas, a maior parte com baixarias, o que nos excitava bastante. Marjorie passou então a fazer poses mais provocadoras para as fotos a serem publicadas, mas era só. Ela não aceitava mais nada, nem mesmo responder aos e-mails, o que eu fazia sozinho, com muito prazer.
Ficamos alguns meses nessa brincadeira, até que Marjorie se interessou por um e-mail em especial, onde um rapaz, chamado Valter, propunha aplicar-lhe uma massagem, sem que houvesse a necessidade de despir-se completamente e nem de ter qualquer outro tipo de relacionamento. Vendo o seu interesse, imediatamente ligamos para o tal rapaz, foi mais de uma hora de conversa, e no final, marcamos um encontro para o final de semana seguinte.
Foi uma semana tensa! Até que finalmente chegou o sábado! Pela manhã, minha esposa já foi logo falando que não ficaria pelada na frente dele! Porém quando eu sugeri que ela se depilasse totalmente, ela correu ao banheiro e deixou sua bucetinha lisinha!
Marcamos às 17 horas no barzinho de um shopping. O Valter então chegou, conversamos bastante enquanto tomávamos cerveja. Já um pouco bêbado, sugeri terminar o papo em um motel... Ao entrarmos na suíte, pedi mais uma bebida para descontrair e seguindo às instruções do massagista, minha esposa foi para o banheiro, retornando envolta numa toalha, e deitando na cama com a barriga para cima. Nosso amigo pediu licença para tirar a camisa, pois ia acabar sentindo calor com os movimentos.
E sentando na beira da cama, Valter começou a massagem pelos pés e pernas, Marjorie estava visivelmente nervosa. Ao atingir as coxas ele elogiou-as, ficando ali por bastante tempo, percorrendo-as de alto a baixo, relando por diversas vezes com as mãos na xoxota de minha esposa, que estremecia ligeiramente, sorrindo disfarçadamente para mim. A esta altura, ela já devia estar com o tesão à mil!
Ao chegar na barriga, o rapaz abriu a toalha expondo os belos peitos. Mais uma vez ela sorriu, ficando com o rosto mais vermelho que o normal, e assim que terminou a barriga, ele passou a apertar seus seios, brincando ainda com os mamilos que estavam bem ouriçados. Marjorie estava feliz como nunca com esta nova brincadeira! Dado como terminado esta fase, ele pediu para que ela se deitasse de bruços, e alegando que a calça que vestia estava atrapalhando sua movimentação sobre a cama de casal, perguntou se poderia tirá-la, ficando só de sunga, que revelava o quanto Valter também já estava se contendo, pelo volume aparente.
Reiniciada a massagem, agora com a minha esposa deitada de bruços, destacando a incrível silhueta de seu corpo, Valter passou aos ombros, braços e costas, de uma forma bastante profissional. Ao chegar à linha da cintura, sem que ela esperasse, tirou sua calcinha com um só movimento, deixando-a totalmente nua, exibindo a sua deliciosa bunda! Marjorie ainda ensaiou uma reação, mas aos nossos apelos, permaneceu deitada, e com toda a certeza, era isto que ela desejava! Ele então passou a deslizar suas mãos pelas nádegas, apertando-as, e a todo o momento descia com os dedos pelo rego, evidentemente tocando o cuzinho dela, que suspirava profundamente e movimentava elevando-se, como se desejasse que os dedos a penetrassem.
Esta parte da massagem foi a mais demorada e prazerosa. Depois de um bom tempo, ele pediu para que minha esposa se voltasse de frente, revelando agora a sua bucetinha depilada, uma delícia!
Isto provocou mais um elogio do nosso amigo e mexeu com a vaidade da minha esposa. Ele então voltou à barriga, descendo as mãos aos poucos, até atingir às virilhas, e dali começou a masturbá-la. Como não houve reação negativa, passou a chupá-la, ao que ela desesperadamente se movimentou na cama, arrancando a sunga do rapaz e engolindo o pau num fantástico “meia-nove”!
A esta altura, já estávamos os três pelados, os dois se chupando e eu batendo punheta ao apreciar àquele belo quadro! Foi quando me lembrei de pegar a máquina fotográfica para registrar a inauguração desta nova fase das nossas vidas.
Depois de algum tempo, Marjorie empurrou o massagista para o lado, e se posicionou por cima, passando a cavalgar nele freneticamente. Valter apertava os peitos de minha esposa, que sacudiam à movimentação de cima a baixo, até que ambos gozaram estrondosamente, ficando abraçados ali no meio da cama!
Depois de um período de descanso, fomos os três para a ducha onde ela ficou sendo o recheio de um sanduíche sob o chuveiro, deixei-os a sós e fui pedir um lanche e mais cerveja. Voltando ao quarto, fomos lanchar na saleta anexa, e como havia só duas cadeiras, ela não se fez de rogada, e sentou-se no colo do nosso amigo.
De barriga cheia, voltamos à suíte, os dois resolveram dançar, e eu recostei-me na cama para admirar, vendo o casal agarradinho, com ele correndo com as mãos pelo corpo dela, que rebolava aquele rabo gostoso, com o pau do Valter entre as suas coxas. Em seguida, Marjorie veio até a cama, colocando-se de quatro na minha frente e pegando meu pau para chupar. Na verdade, a sua idéia era oferecer o rabo para o massagista, que entendendo o recado, passou a lamber o cuzinho, enfiando os dedos e logo depois o pênis! Foi a maior felicidade! Um pau na boca e outro no cu!
A certa altura Valter gozou dentro dela, e para não perder a oportunidade, enquanto ele foi ao banheiro se lavar, ocupei o seu lugar naquele buraquinho que até então só eu comia! Não demorou muito para minha esposa e eu também atingirmos o orgasmo!
Depois disso, deitamos os três para descansarmos um pouco, conversando e trocando carinhos com a Marjorie, que deitada entre nós dois estava se sentindo a rainha da putaria, com tantas mãos e bocas tocando no seu corpo!
Esta brincadeira fez o tempo passar sem que notássemos. Quando fomos ver, já eram quase meia noite, e o nosso amigo já tinha que ir embora! Nos arrumamos rapidamente e o levamos até ao shopping, onde estava o seu carro. Nos despedimos de Valter e prometemos marcar outro dia dessa massagem pra lá de relaxante!
9/26/18 - finally got a decent print on sulfite paper out of this guy! this piece is called ‘agony’ and it’s about body dysphoria
Download
Flagrado comendo a professora no colégio!
Olá, me chamo William, sou de São Paulo, Zona Leste, tenho 29 anos e vou contar uma história verídica que aconteceu comigo no colégio, quando eu estava cursando o segundo grau. Todo adolescente, já teve o sonho de ter uma professora gostosa, daquelas de dar a maior vontade de assistir a aula e fazer umas coisinhas a mais, e eu tive esse privilégio que nem todos têm.
No dia em que se iniciaram as aulas, meus amigos mais chegados estavam loucos para conhecer as novas colegas para ver se haveria uma gostosa na turma, e eu também não era diferente. Naquele primeiro dia não tinha conhecido ainda a minha professora gostosa, pois não teve aula da matéria dela neste dia. No segundo dia, ao ver que ainda não tínhamos assistido nenhuma aula de geografia e esta era a próxima aula, ficamos ansiosos para ver quem lecionaria. Eu não fazia nem ideia de que poderia ser uma professora jovem, nem muito menos gostosa daquele jeito. Foi aí que eu fiquei muito surpreso ao ver aquela loira com 1,65 metros de altura mais ou menos, com um enorme par de peitos, coxas torneadas e uma bundinha bem arrebitada que se salientava através do tecido fino do vestido que ela usava.
O nome dessa minha professora era Sheila e como eu disse, dava aulas de geografia. Ela estava no auge dos seus 31 anos e eu com meus 19 aninhos. Sempre fui muito bom aluno na matéria de geografia e com um incentivo desses, fiquei melhor ainda! Com isso ganhei pontos com minha professora e meus colegas já me colocavam como o aluno preferido dela na classe.
Certo dia, o sinal tocou para o término da aula e todos os alunos começaram a sair, Sheila então pediu para que eu aguardasse na sala pois queria falar em reservado comigo sobre o trabalho de conclusão de curso, que ela havia nos passado. Eu fiquei surpreso e ao mesmo tempo me perguntando: "Porque será que ela havia chamado apenas a mim?!".
Sheila estava mexendo e girando um globo terrestre que ficava sobre sua mesa e quando me aproximei abriu um jovial sorriso e foi logo me convidando a sentar. Sentei, mas antes dei uma olhadinha em suas tetonas, que pareciam muito maiores que antes. Ao me ver vidrado, Sheila disse rindo: "Olhando o que garoto? Isso é muito pra você!". Minha nossa!!! Como num passe de mágica, meu pau endureceu como pedra e tive que colocar minha mochila sob meu colo para disfarçar o volume.
Então eu senti o seu lindo pezinho de fada tocando o meu por debaixo da mesa. Estava com minha pica latejando, mas como sou muito envergonhado fiquei na minha. De repente, deixei meu celular cair, e num impulso disse: "Caralho!". Após dizer isso pedi desculpas e ela retrucou: "Não esquenta, eu gosto!", e eu devolvi: "Gosta de ouvir palavrões?", e ela: "Não! Gosto de um caralho mesmo!". Não era impressão minha, a professorinha estava dando em cima de mim! Ela queria rola! Muito inocente como sou, perguntei: "Professora, desculpe lhe falar, mas com esse corpão que você tem, poderia ter 'caralho' a qualquer hora!", e ela devolveu mortalmente: "E essa hora pode ser agora?". Depois dessa, qualquer cara mais bobo se tocaria sobre o que ela estava querendo.
Me ajoelhei no chão e fui ao encontro da xaninha da professora, que já se encontrava de pernas abertas e sem calcinha, só aguardando minha língua. Então comecei a chupar aquele grelinho maravilhoso. Nossa! Como é bom chupar uma buceta cheirosa. Ela gritava que ia gozar gostoso na minha boca. Então eu disse: "Goza minha puta, goza na boca do teu aluno!". E isso pareceu deixá-la ainda mais louca...
Depois de gozar, Sheila praticamente implorou para eu comê-la, eu meio inexperiente, pincelei na entrada de sua buceta, e ela gritava: "Viado! Seu aluno bostinha! Mete logo essa vara que eu estou queimando de tesão!". Isso quase me fez gozar! E a professora gritava: "Bomba forte na minha buceta! Bomba na buceta da tua professorinha! Só não goza dentro que eu quero beber tua porra quentinha e assim você vai garantir tua nota 10!". Eu me sentia realizado, comendo a professora que todos cobiçavam em todas as posições imagináveis.
Por umas duas vezes ela gritou que ia gozar, então eu bombei mais forte, fazendo ela gemer como uma louca! Aí ela disse: "Para de comer minha xoxota, vem comer meu cuzinho apertado!”. Isso era uma tortura para um homem, ver um mulherão daquele de quatro pedindo pra ser penetrada no rabinho e não poder gozar!
Então eu me concentrei bastante e pincelei na entradinha de seu cu. Eu o via piscando pra mim como se me mandasse um beijo. Dei uma chupadinha naquela bucetinha quente e gostosa e uma leve cuspida no cuzinho rosa que ela tinha, pincelei a cabecinha da minha rola e fui colocando um pouco enquanto ela gemia e falava: "Vai gostosão, me rasga em duas! Mete essa piroca no meu rabinho!".
Aí fiz o que me pareceu um gesto bruto! Enfiei toda minha rola no cuzinho nem tanto apertado da professora, que gemia feito uma prostituta. Comecei a bombar e em cinco minutos depois a professora recomeçava a gritaria, dizendo que ia gozar. Eu disse: "Então goza, professora! Goza gostoso enquanto essa rola entra no teu cu!!!". Além disso, comecei a siriricar a sua bucetinha molhada.
Foi aí que a professora pediu para que eu alternasse as estocadas entre o seu cuzinho e sua xaninha. Eu achei aquilo uma loucura! Eu tirava do seu reguinho e colocava direto em sua bucetinha e ficava alternando as bombadas! O caldinho escorria do seu cuzinho, lambuzando mais ainda a sua buceta... Estava uma delícia aquilo!!!
E então aconteceu o inesperado! Com tanto tesão que estávamos, esquecemos a porta aberta e fomos surpreendidos pelo Sr. Astolfo, o diretor velho e rabugento do colégio! Eu fui do céu ao inferno em questões de segundos... Qual seria a reação daquele velho ao nos ver transando em plena sala de aula? A professora estava pálida e não conseguia falar nada. Eu então, nem se fala! O Sr. Astolfo era temido e famoso na escola por aplicar castigos severos aos alunos! E por esse motivo já esperávamos pelo pior...
Ele trancou a porta com cara de bravo e começou a nos aplicar um longo e doloroso sermão. Ameaçou me expulsar do colégio e demitir a coitada da professorinha tesuda. Ela começou a chorar dizendo que sua carreira estava acabada! Foi quando veio a surpresa maior...
O Sr. Astolfo abriu o zíper e sacou a rola para fora de sua calça social e para o meu espanto e o da professora era uma enorme rola, com aspecto asqueroso e cheia de veias. Ao mesmo tempo ele disse com voz grossa: "Estou mesmo precisando aliviar o meu estresse! Vou entrar nessa brincadeira e como recompensa vocês não tomarão nenhum castigo pelo que presenciei aqui!".
Não tínhamos escolha! Ou era aceitar a proposta do velho asqueroso e com fama de severo ou então teríamos o nosso futuro marcado para sempre. A professora aceitou a decisão e o que eu pude fazer era só olhar aquela cena bizarra! Uma professorinha tesuda e cheirosa dando a xoxotinha para um velho barrigudo e com uma pica enorme! Em pensar que perdi o melhor da festa: eu nem tinha gozado ainda!
O velho diretor ia com fome pra cima da xoxota da senhorita Sheila. Ele comia ela em todas as posições. De quatro no chão, em pé com as mãos na parede, sentada na mesa... O velho tinha fôlego e a professorinha tesuda parecia gostar daquilo tudo! E eu também comecei a gostar daquela cena inusitada e meu pau começou a ficar ereto novamente. O velho diretor virou-se para mim e me viu de pau duro. E eu achando que tomaria mais uma bronca fui surpreendido pelo que ele me disse: "Vamos garoto! Venha aproveitar essa gostosinha também!".
Eu não pensei duas vezes! Corri para cima da professora e ofereci me cacete para ela mamar. Será que algum amigo meu acreditaria no que eu estava vivenciando? Sou mesmo um cara de sorte! O velho e rabugento diretor agora era meu amigo e eu tinha a mais tesuda professora do colégio em minhas mãos. E ela tinha a sua boquinha deliciosa na minha caceta!
O velho suava em cima da professora Sheila enquanto ela abocanhava minha rola com muita vontade. Sr. Astolfo me falava muita besteira: "Vamos meu rapaz! Vamos gozar nessa vadia que já está na hora de eu ir para casa!". Gozamos praticamente juntos e enchemos o rosto e o corpo da professorinha de porra! Depois fomos todos embora sem trocar uma palavra...
Dia seguinte tivemos aula normal. Guardei o que aconteceu naquele dia só para mim, não contei nada para os meus amigos. Afinal, eu não queria ficar com fama de mentiroso!
Trocando as filhas na pescaria
Fim de semana de pescaria era sempre uma alegria para Pedro, um senhor de cinquenta e três anos bem vividos, corpo um tanto atlético para sua idade, mas com os cabelos já bem grisalhos. Ele parou o carro em frente à casa de seu amigo e perguntou pela janela: “Pronto pra pescar um bagres, compadre?”.
“Claro, Pedro! Mas é que minha esposa me pediu uma coisa!”. E a conversa continuou: “Algum problema, Mário?”. Mário era amigo de infância de Pedro. Mesma idade, um pouco mais baixo, cabelos ruivos e barba cerrada.
“Ela insistiu para que eu levasse a Maísa junto! Está desconfiada de que não estou pescando coisa nenhuma. Cismou que estou traindo ela!”. Ali estava a jovem filha de Mário. Uma moça com 18 anos recém-completos, longos cabelos ruivos, peitos durinhos e um adorável bumbum arrebitado. Uma linda e cheirosa ninfetinha!
Pedro olhou para a moça, deu um largo sorriso e disse: “Não esquenta, Mário! Minha esposa também ficou desconfiada e pediu a mesma coisa. Olha minha filha Perla aqui atrás!”. A amiga de Maísa e filha de Pedro, Perla, já estava dentro do carro. Um loirinha com seios proeminentes, coxas grossas e um bumbum grande e apetitoso!
E foi um dia agradável! Aquelas meninas davam lição em muito marmanjo no que diz respeito a acampar. Na verdade, elas sempre acompanhavam seus pais quando eram pequenas e aprenderam a fazer de tudo. Mas, agora mais velhas, as roupas curtas que usavam chamavam mais a atenção do que seus talentos de escoteirismo. Mário não conseguia tirar os olhos de Perla.
À noite, em volta da fogueira, as meninas saíram para fazer xixi, deixando os amigos sozinhos. Então Pedro perguntou: “O que você olha tanto pra Perla, compadre?”. Mário ficou um pouco constrangido, mas eram muito íntimos e tinham liberdade para falar um com o outro. “Pedro, me desculpa, mas sua filha cresceu... Tá um mulherão!”.
Pedro levantou uma sobrancelha, deu uma risadinha sacana e disse: “E a sua filha, então?! Sou louco pra meter meu pauzão naquela buceta apertadinha!”. Os dois se olharam e começaram a rir. Mas logo ficaram sérios de novo: “Você deixaria eu trepar com sua filha?”. Perguntou Mário. “Só se você deixar eu comer a sua!”. Respondeu Pedro. Os amigos riram novamente e disseram juntos: “Combinado!”. “Mas por que elas topariam dar pra gente?”. Finalizou a conversa, já não tão animado, o velho Pedro.
Só que naquele momento, Maísa e Perla também conversavam: “Fiquei feliz de você ter vindo, Perla! Espero que não esteja achando o meu pai, chato!”. Perla respondeu: “Que nada! Gosto do seu pai!”. Então ela levou o dedo na boca, dando uma chupadinha: “Na verdade, gosto mesmo dele!”. Maísa sorriu: “Nossa! Você gosta? E eu me achando estranha... É que... Eu também curto homens bem mais velhos!”. Disse mordendo os lábios.
As duas filhas continuaram o papo: “Nossa! Precisamos aproveitar que estamos sozinhas com eles!” disse Perla... Mas Maísa discordou: “Falar é fácil! Por que eles topariam trair as nossas mães com a gente?”.
Alguns minutos depois, as moças voltaram... O peixe já estava assado e cada uma pegou um pedaço. “Seu Mário, o senhor pode me passar o molho?”, pediu Perla. O velho teve uma ideia safada: derrubou o molho de propósito na blusa de Perla. “Puxa, que desastrado! Desculpe! Por favor, me deixe lavar sua blusa!”. Perla também aproveitou. Tirou a blusa e o top que usava por baixo, deixando os seios à mostra. “Lava o top também pois eu acho que ele ficou com uma mancha!”, pediu a ninfeta.
O queixo de Mário quase caiu. Ele pegou a roupa e levou para pôr num balde com água. Então foi a vez de Pedro bolar um plano, então ele pediu para Maísa passar o repelente de insetos em suas costas. A filha de Mário não se limitou a passar o repelente apenas nas costas do amigo de seu pai. Fez questão de, pelas costas daquele senhor, massagear o peito dele com o óleo. Maísa pediu para retribuir o favor, e quando Pedro se virou para pegar o repelente, teve uma visão do paraíso: a filha do seu amigo estava vestindo apenas a calcinha e dizendo com carinha de sacana: “Eu quero que o senhor passe em tudo! Tenho horror a insetos!”.
Mário voltou e presenciou o amigo passando as mãos pelo corpo de sua filha. Na verdade, seu interesse estava voltado para Perla, também de calcinha segurando outro tubo de repelente: “Seu Mário, eu estou sendo devorada pelos mosquitos. Passa em mim também?”.
Lá foram os dois velhos pais... Velhos, mas cheios de sabedoria quando o assunto era sexo! A forma macia com que eles massageavam as moças era incrivelmente afrodisíaca. Aquelas ninfetas nunca haviam sentido tanta leveza e toque nos pontos certos.
Estou aqui para relatar uma história verídica, mas não posso dizer meu nome pois sou de uma família tradicional da minha cidade... Fisicamente sou bastante atraente, tenho cabelos dourados, seios fartos e um bumbum arrebitado e redondinho. Como sou rica, estou sempre no cirurgião plástico!
Tudo começou no dia que peguei o celular do meu marido e descobri algo chocante: o safado estava tendo um caso com a secretária. Na verdade, era algo ainda pior: ele já tinha um filho de seis anos com ela!!!
Comecei a discutir e esbravejar, mas o canalha logo me deu as costas, entrou no carro e saiu para trabalhar, me deixando falando sozinha no jardim em frente à nossa mansão. Foi quando escutei: “Ei, senhora! Gostaria que eu cuidasse do seu jardim?”.
Olhei para o lado e, perto do portão, estava um mendigo... Era um homem negro e de aparência bruta. Ainda nervosa, respondi sem nenhuma educação aquele pobre coitado: “Você não está vendo que estou com problemas?! Por favor! Saia da minha propriedade!”.
Segundos depois me senti uma desumana, afinal o que aquele maloqueiro tinha a ver com minhas questões pessoais?! O chamei novamente, pedi desculpas e aceitei o tal serviço! Começamos a conversar e naquele momento até esqueci do chifre que tinha tomado. “Você tem as ferramentas necessárias?” – perguntei já mais calma. “Tenho uma enxada, tesoura de jardim e mais algumas coisas!” – disse o mendigo.
Realmente o jardim estava às traças (assim como minha vida) e seria uma boa ideia dar um trato naquelas plantas.
Entrei e logo voltei a remoer o que tinha acontecido... Queria me vingar daquele traste! Mas como?! Se eu tinha abdicado de toda minha vida social depois do casamento! Como fui trouxa! Foi quando eu pensei: e o mendigo? Fui para a janela e passei observá-lo melhor. Ele me parecia bastante másculo, viril e até tentador...
Não demorou muito e ele me notou ali, olhando na sua direção, com o pensamento longe e cheio de ideias absurdas... Absurdas? Será?! Fiquei ainda mais sem jeito pois o maloqueiro começou a me olhar de uma forma estranha, como se pudesse ler meus pensamentos. Me deu um “tchauzinho” e eu retribuí.
Fui tomar um banho frio para tentar relaxar, mas eu não parava de imaginar como seria bom dar o troco no meu marido, trepando com aquele negro. Uma patricinha cheirosa e limpinha como eu, dando para um indigente, mal vestido e sujo! Seria uma vingança e tanto!!!
Coloquei uma roupa mais curta para ver a reação dele. Quando cheguei trazendo um copo de água gelada, o negro parecia ter mais sede de mim do que do líquido!
O mendigo já havia terminado o serviço, então pediu para usar a mangueira para se lavar, uma vez que havia se sujado ainda mais cuidando do jardim. “De forma alguma! Você usará o chuveiro da minha edícula!” – respondi sem pensar direito, mas sabendo muito bem aonde aquela loucura iria me levar...
Enquanto isso, pensei em separar algumas vestimentas velhas do meu marido para dar àquele pobre homem. Mas, não resisti à tentação e olhei pela fresta da porta do banheiro ele se lavando. Fiquei de queixo caído com o tamanho do seu membro! Relaxado, era quase o dobro do tamanho do pênis ereto do meu marido! Não tive mais dúvidas, sumi com a sua roupa suja que estava ali largada e mandei a empregada tirar o resto do dia de folga...
Quando o mendigo saiu do banheiro, enrolado numa toalha, me encontrou vestida apenas com meu roupão de cetim e sentada na cama com as pernas cruzadas. Os seus olhos não escondiam que ele me desejava, então perguntei: “Gosta?”. O mendigo ficou desajeitado e respondeu: “Desculpe, Dona! Eu não tive a intenção!”. Alisando cada centímetro da minha própria coxa, provoquei ainda mais aquele homem: “Vem! Passa a mão! Vem ver como é lisinha!”.
O coitado parecia não acreditar no que estava acontecendo e ficou estático, sem esboçar nenhuma reação. Me levantei, parei bem na sua frente, despi um pouco do meu colo e perguntei: “Você já transou com uma branca? Assim como eu, branca como a neve!”. Ele apenas balançou negativamente a cabeça.
Achei que ele ia recuar (afinal, se quando a esmola é demais até o santo desconfia, imagina uma esmola daquelas para um mendigo?!), mas o negão avançou pra cima de mim como um animal faminto! Me agarrou forte, chupando os meus seios com vontade. Ele lambia meus mamilos e dava mordidinhas leves que me arrepiavam. Não satisfeito, começou a chupar todo o meu corpo, me deixando enlouquecida!
Senti algo encostando em minha perna. Olhei e pude atestar: era o maior pau que eu já tinha visto! Duro era quase do tamanho do meu braço! Fiquei tão excitada que resolvi fazer uma chupeta. De tão grande, mal cabia a cabecinha! Lambia, chupava, mas eu estava tão excitada que queria conseguir engolir tudo. Então abracei o bumbum dele e o puxei com tudo, metendo o cacete por completo garganta a dentro.
O mendigo aproveitou e começou a meter na minha garganta como se fosse uma buceta. Quase desmaiei de falta de ar e de prazer. Quando ele tirou, eu já estava acabada. Mas o negão não tinha terminado. Me jogou na cama e abriu minhas pernas. A minha sorte foi que eu estava molhadinha, então quando ele começou a enfiar aquele mastro gigantesco em mim, a lubrificação ajudou na penetração.
Eu podia sentir seu pauzão me detonando por dentro. Chegava à parede do meu útero e queria meter mais fundo ainda. Doía muito, mas a dor se misturava com meu tesão, o que me deixava enlouquecida. O negão só metia mais rápido, e eu gritava mais e mais alto, sem me importar com os vizinhos.
Transamos em diversas posições, durante quase uma hora... Foi quando o mendigo disse: “Uhh! Vou encher essa bucetinha de porra!”. Apavoradamente, retruquei: “Espera! Não!!!”.
Mas já era tarde demais. Pude sentir um jato de sêmen enchendo meu útero. Precisei esperar o pau do mendigo amolecer um pouco para que eu o tirasse de mim. Vazava o leitinho quente da minha vagina.
“Seu cretino! Não era para gozar dentro de mim!!!” – gritei com ele. Na hora do tesão eu tinha esquecido da camisinha e para piorar estava em período de ovulação. O mendigo ficou bravo e disse segurando no meu pescoço: “Qual é, dona? Tá pensando que eu sou seu empregado, é?!”.
Droga! Aquela macheza toda me excitou de novo! E eu estava louca para saborear a mistura do meu suco com a porra no pau dele. Comecei a chupá-lo mais uma vez. Estava uma delícia! Aquilo era um afrodisíaco fantástico! Logo o caralho dele já estava duro. O bruto me colocou de quatro na cama e começou a meter no meu rabo. Gritei tão alto que fiquei até rouca. Eu tentei fugir, mas ele me segurava pela cintura, impedindo a minha fuga.
Eu batia com força no colchão e gritava com o resto da minha voz, mas o maloqueiro não estava nem aí. Era uma vez todas as pregas do meu cuzinho! Exausta e com os olhos já cheio de lágrimas, só pude ceder àquela tortura.
No começo o mendigo até que foi devagar, mas em pouco tempo aumentou o ritmo das estocadas e ficou deslizando dentro de mim de um jeito que me tirou até lágrimas dos olhos. Ele tirava até a pontinha da cabecinha e enterrava até seus pelos pubianos encostarem em minha bunda ao mesmo tempo em que o seu saco me tocava o clitóris. A sensação de dor era fortíssima, mas o tesão era tão bom quanto. Aos poucos fui relaxando e rebolando, para aquele pau entrar ainda mais. “Mete forte na minha bundinha, filho da puta!” – implorei.
Tomei no cu, literalmente! Uma tortura de prazer! Quando ele finalmente gozou, eu já estava tendo o quinto orgasmo.
Alguns meses depois, fiz o teste de farmácia e veio a confirmação: estava grávida do mendigo! Mas, sinceramente, fiquei até feliz. Mal posso esperar a cara do otário do meu marido quando ver a cor do “nosso” filho!
JOGO DE CASAIS Hoje irei contar uma experiência que eu e meu marido tivermos Somos casados a 16 anos sempre tivemos um bom relacionamento Mas de uns tempos pra cá estávamos dedicando muito nosso tempo aos filhos e trabalho estávamos deixando a relação esfriar Foi então que conhecemos o mundo do swing Sempre fui muito ciumenta dona de casa muito certinha Nunca me imaginava fazendo coisas desse tipo Mas quando conhecemos nossa ralação por incrível que pareça começou a pegar fogo Temos um casal de amigos nossos melhores amigos na verdade que tbm nos acompanhava nessas casas de swing mas nunca tivemos nada um com os outros Mas um dia decidimos fazer algo diferente Fomos ao motel fazer jogos de casais Meu marido curti muito essas brincadeiras eu já sou mais ansiosa gosto de ir direto ao ponto Mas tbm gosto das preliminares Bom começamos a fazer o jogo estava muito nervosa pois não queria ver meu marido com outra pessoa ainda mais minha melhor amiga Que sempre achei ela bonita por sinal Magra alta seis grandes ela chamava atenção Mas tbm pude observar que o nosso amigo não tirava os olhos de mim estava pulsando de tesão dava para vê no olhar dele a ansiedade que ele estava em me pegar Não sou tão alta e não tenho seios grandes mais tenho uma bunda que meu marido sempre elogia por ser grande e durinha uma cintura fina e sou loira meu marido adora loiras Bom começamos o jogo já estava mais solta pois estava já bêbada E o jogo era girar a garrafa e em quem caísse era o casal que ia realizar alguma coisa que havíamos escrito no papel Bom meu marido foi o primeiro a começar e o jogo era vendar ele e ele tentar adivinhar de quem era o carinho que ele estava recebendo Nessa hora já estávamos quase todos nú E então caiu que minha amiga que havia de fazer o carinho nele e eu que tinha que escolher o que ela fizesse Estava nervosa mais queria curtir aquele momento então mandei que ela chupasse todo o pau do meu marido que colocasse todo aquele pau gostoso na boca dela Foi quando ela começou a chupar meu marido nossa foi uma mistura loca de tesão e ciúmes ficamos ali parados eu e o marido de minha amiga observando a cena em quanto meu marido que estava vendado estava curtindo uma chupada Como a regra do jogo era de apenas 1 minuto logo acabou aquele boquete gostoso Giramos entao novamente a garrafa e caiu eu e minha amiga Nossa eu e minha amiga .... Nunca fiquei com mulher alguma Mas estávamos curiosas por essa experiência e começamos nos pegar ali na cama ela começou a me chupar nossa que tesão foi aquele muito loco Fui a loucura com ela me chupando e eu acariciando os peitos grandes e durinhos dela e meu esposo e o amigo dele nao se contiam de tanto tesão de ver aquela cena de nós duas na cama Pois nosso tempo acabou Logo giramos de novo e caiu meu esposo novamente com minha amiga eu eu pedi para que ele esfregasse nela mais que nao colocasse e foram para a cama os dois Ele deitado e ela em cima dele ela esfregava o bucetinha dela toda molhada no pau do meu marido Enquanto eu estava de pé na cama observando a cena Foi quando senti o marido da minha amiga que já não estava mais aguentando de tesão pois ele quase não havia brincado foi quando ele me pegou por trás e enfiou o pau dele com tudo em mim e eu não sabia se rebolava gostoso na pica dele ou se olhava meu marido esfregando na minha amiga Meu marido olhou pelo espelho do teto e viu o amigo dele me comendo foi quando ele decidiu tbm comer a minha amiga E dali em diante estávamos todos cheio de tesão e fomos os quatro para a cama e eu e minha amiga decidimos nos pegar primeiro largamos eles e fizemos sexo nós duas foi muito louco Mas logo voltamos para nossos parceiros e gozamos gostoso Foi uma experiência que nunca na minha vida poderia me imaginar Mas a partir daí meu casamento esta intenso não posso mais encostar no meu marido que ja pegamos fogo parece que estamos no início do casamento
Fui consolar a funcionária e rolou...
Um conto erótico de DanielMass Olá leitores e leitoras, obrigado pelos comentário no conto anterior, novamente escrevo aqui de SC uma história real que poderia ter acontecido com qualquer um de vocês. Me chamo Daniel, sou empresário do ramo hoteleiro, tenho pouca idade, apenas 35 anos mas já me considero um homem de sucesso, isso tudo, graças a formação e educação que tive. Raridade hoje em dia, me considero um homem a moda antiga. Coloco as prioridades das mulheres sempre em primeiro lugar, e isso inclui amigas, funcionárias enfim. Tanto que na minha empresa mulher e homem tem salários iguais e mesmos benefícios. Sou solteiro, já tive vários relacionamentos mas ainda não encontrei o equilibrio perfeito entre beleza, estilo e inteligência. Fisicamente, não sou como os caras do site se descrevem, sou um cara normal que práticas corridas, cuida do corpo, e tem algumas tatuagens, Tenho 1,77 e olhos verdes, muito verdes. Detalhes de lado, estou em Brusque SC e jamais iria imaginar que poderia nessa cidade vivenciar algo intenso como aconteceu. Estava na gerência de um dos meus hotéis quando fui conferir se tudo estava certo com os funcionários naquelas noite, notei que uma das minhas funcionárias que estava a pouco mais de um mês no cargo de camareira estava triste e com a maquiagem meio borrada. Como ela era relativamente nova não a conhecia muito além de saber que se chamava Melissa e era casada. Melissa era loira, sabe aquela loira de pele bronzeada mas natural? ela tinha no máximo 1.70 mas com salto ficava com 1,75, quase da minha altura, sempre de cabelo preso e óculos de grau, escondia uma beleza que era estonteante e a deixava ainda mais atraente usando um bom perfume. Jamais dei em cima de mulher alguma no ambiente de trabalho, sempre tratei com respeito e cordialidade, mas no caso de Melissa tinha um certo interesse oculto. Desci novamente e notei ela com os olhos em lágrimas e marcas vermelhas nos pulsos. Questionei uma funcionária mais antiga sobre o que estava acontecendo, se tudo corria bem com Melissa, foi quando ela disse? - A coitada brigou novamente com o marido e parece que ele a segurou para que ela não fosse embora, ela está triste pois vivem brigando. Pensei, tenho que fazer algo, isso é um absurdo! não se pode aceitar isso, pedi que a chamasse em minha sala. _ Pois não Senhor - Não precisa chamar assim Melissa, soube que teve problemas em casa, quero que saiba que pode contar comigo pra tudo, não se sinta acanhada, aqui além de funcionária tem amigos e amigas que podem te ajudar...(conforme eu fui falando ela foi desabando em lágrimas) Acalmei, abracei e disse que existiam várias formas para ela lidar com isso e que a iria ajudar... O tempo passou e com minha ajuda ela conseguiu se separar e passou a levar uma vida tranquila, passaram-se dois meses e fomos nos aproximando, brincando, fazendo piadas, oferecia caronas, até que certo dia fui pego de surpreso com um bilhete em minha mesa... Daniel, me chama no whatsapp "Mel" matei a charada no ato e chegando em casa adicionei e iniciamos mais uma conversa. _ Mel, a tempos queria pedir mas nao achava correto, mas imagino que se pediu para eu te adicionar deve ter um motivo, está tudo okw - Sim Daniel, ótimo! pedi isso para que eu possa confessar algo que não tenho coragem em lugar algum, estou completamente louca pelo senh... dico você.... não aguento mais guardar para mim. - Não acredito! eu também estou, passo o dia pensando em você e contando os minutos para te ver... E assim a conversa foi se desenrolando, passamos a falar de assunto mais íntimos até que perguntei como ela estava vestida, no ato ela mandou uma foto de calcinha de renda branca e uma blusinha branca mostrando a barriguinha. Pediu que eu mandasse uma também e enviei como eu estava, cueca box branca e camiseta. Começamos a nos provocar até a conversa se tornou insustentável por whatsapp e marcamos algo, uma hora depois iria a sua casa. A busquei e fomos direto ao Motel. Naquele dia, Mel estava deslumbrante, usava uma vestido coladinho e salto além do seu perfume marcante, chegamos ao motel e antes tomamos um bom vinho, conversando e namorando um pouco, ambos estavam loucos por aquilo... depois começamos a nos provocar, fui beijando mais intensamente, mais mais mais brincando com sua língua, chupando e roçando minha rala barba no seu rosto chegando até os ouvidos dizendo te quero enquanto minha mão relava na sua coxa indo em direção a calcinha pequena. Fui descendo até chegar nos seios lambendo apenas um bico sem parar e com muito desejo, enquanto mamava o outro dedo deslizava sobre seus lábios deixando molhados para massagear o outro seio, quando mais eu mamava mais ela gemia, fui descendo, descendo até os pés subindo lentamente beijando erguendo uma única perna até tirar sua calcinha com os dentes e passar a lamber sua clara bucetinha sem parar, passando a língua rápidamente sobre o grelo e dando mordias leves alternando com meus dedos, um dois, três dedos e língua ouvindo ela gemer e quase arrancar meus cabelos quando gozou no meu oral. Depois foi a sua vez de mamar no peu pau branquinho e rosado sem nada de pelo, quando mais ela mamava me olhando mais puxava seu cabelos até que a coloquei de quatro e lentamente fui enfiando e aumentando o ritmo, com o polegar da mão ia massageando seu cuzinho enquanto metia na buceta sem parar, quando mais ela rebolava e mexia mais eu bombava e estocava forte, forte forte até que em um puxão de cabelo senti sua gozada intensa... chegando minha vez a coloquei deitada e dei um banho de porra deixando ela toda lambuzada comigo deitado sobre ela e a beijando. Foi uma intensidade absurda misturando tesão, desejo e carinho.. depois ficamos nos acariciando ouvindo música e conversando até que partimos para um longo e demorado banho.
JOGO DE CASAIS
Hoje irei contar uma experiência que eu e meu marido tivermos Somos casados a 16 anos sempre tivemos um bom relacionamento Mas de uns tempos pra cá estávamos dedicando muito nosso tempo aos filhos e trabalho estávamos deixando a relação esfriar Foi então que conhecemos o mundo do swing Sempre fui muito ciumenta dona de casa muito certinha Nunca me imaginava fazendo coisas desse tipo Mas quando conhecemos nossa ralação por incrível que pareça começou a pegar fogo Temos um casal de amigos nossos melhores amigos na verdade que tbm nos acompanhava nessas casas de swing mas nunca tivemos nada um com os outros Mas um dia decidimos fazer algo diferente Fomos ao motel fazer jogos de casais Meu marido curti muito essas brincadeiras eu já sou mais ansiosa gosto de ir direto ao ponto Mas tbm gosto das preliminares Bom começamos a fazer o jogo estava muito nervosa pois não queria ver meu marido com outra pessoa ainda mais minha melhor amiga Que sempre achei ela bonita por sinal Magra alta seis grandes ela chamava atenção Mas tbm pude observar que o nosso amigo não tirava os olhos de mim estava pulsando de tesão dava para vê no olhar dele a ansiedade que ele estava em me pegar Não sou tão alta e não tenho seios grandes mais tenho uma bunda que meu marido sempre elogia por ser grande e durinha uma cintura fina e sou loira meu marido adora loiras Bom começamos o jogo já estava mais solta pois estava já bêbada E o jogo era girar a garrafa e em quem caísse era o casal que ia realizar alguma coisa que havíamos escrito no papel Bom meu marido foi o primeiro a começar e o jogo era vendar ele e ele tentar adivinhar de quem era o carinho que ele estava recebendo Nessa hora já estávamos quase todos nú E então caiu que minha amiga que havia de fazer o carinho nele e eu que tinha que escolher o que ela fizesse Estava nervosa mais queria curtir aquele momento então mandei que ela chupasse todo o pau do meu marido que colocasse todo aquele pau gostoso na boca dela Foi quando ela começou a chupar meu marido nossa foi uma mistura loca de tesão e ciúmes ficamos ali parados eu e o marido de minha amiga observando a cena em quanto meu marido que estava vendado estava curtindo uma chupada Como a regra do jogo era de apenas 1 minuto logo acabou aquele boquete gostoso Giramos entao novamente a garrafa e caiu eu e minha amiga Nossa eu e minha amiga .... Nunca fiquei com mulher alguma Mas estávamos curiosas por essa experiência e começamos nos pegar ali na cama ela começou a me chupar nossa que tesão foi aquele muito loco Fui a loucura com ela me chupando e eu acariciando os peitos grandes e durinhos dela e meu esposo e o amigo dele nao se contiam de tanto tesão de ver aquela cena de nós duas na cama Pois nosso tempo acabou Logo giramos de novo e caiu meu esposo novamente com minha amiga eu eu pedi para que ele esfregasse nela mais que nao colocasse e foram para a cama os dois Ele deitado e ela em cima dele ela esfregava o bucetinha dela toda molhada no pau do meu marido Enquanto eu estava de pé na cama observando a cena Foi quando senti o marido da minha amiga que já não estava mais aguentando de tesão pois ele quase não havia brincado foi quando ele me pegou por trás e enfiou o pau dele com tudo em mim e eu não sabia se rebolava gostoso na pica dele ou se olhava meu marido esfregando na minha amiga Meu marido olhou pelo espelho do teto e viu o amigo dele me comendo foi quando ele decidiu tbm comer a minha amiga E dali em diante estávamos todos cheio de tesão e fomos os quatro para a cama e eu e minha amiga decidimos nos pegar primeiro largamos eles e fizemos sexo nós duas foi muito louco Mas logo voltamos para nossos parceiros e gozamos gostoso Foi uma experiência que nunca na minha vida poderia me imaginar Mas a partir daí meu casamento esta intenso não posso mais encostar no meu marido que ja pegamos fogo parece que estamos no início do casamento
Fui consolar a funcionária e rolou...
Olá leitores e leitoras, obrigado pelos comentário no conto anterior, novamente escrevo aqui de SC uma história real que poderia ter acontecido com qualquer um de vocês. Me chamo Daniel, sou empresário do ramo hoteleiro, tenho pouca idade, apenas 35 anos mas já me considero um homem de sucesso, isso tudo, graças a formação e educação que tive. Raridade hoje em dia, me considero um homem a moda antiga. Coloco as prioridades das mulheres sempre em primeiro lugar, e isso inclui amigas, funcionárias enfim. Tanto que na minha empresa mulher e homem tem salários iguais e mesmos benefícios. Sou solteiro, já tive vários relacionamentos mas ainda não encontrei o equilibrio perfeito entre beleza, estilo e inteligência. Fisicamente, não sou como os caras do site se descrevem, sou um cara normal que práticas corridas, cuida do corpo, e tem algumas tatuagens, Tenho 1,77 e olhos verdes, muito verdes. Detalhes de lado, estou em Brusque SC e jamais iria imaginar que poderia nessa cidade vivenciar algo intenso como aconteceu. Estava na gerência de um dos meus hotéis quando fui conferir se tudo estava certo com os funcionários naquelas noite, notei que uma das minhas funcionárias que estava a pouco mais de um mês no cargo de camareira estava triste e com a maquiagem meio borrada. Como ela era relativamente nova não a conhecia muito além de saber que se chamava Melissa e era casada. Melissa era loira, sabe aquela loira de pele bronzeada mas natural? ela tinha no máximo 1.70 mas com salto ficava com 1,75, quase da minha altura, sempre de cabelo preso e óculos de grau, escondia uma beleza que era estonteante e a deixava ainda mais atraente usando um bom perfume. Jamais dei em cima de mulher alguma no ambiente de trabalho, sempre tratei com respeito e cordialidade, mas no caso de Melissa tinha um certo interesse oculto. Desci novamente e notei ela com os olhos em lágrimas e marcas vermelhas nos pulsos. Questionei uma funcionária mais antiga sobre o que estava acontecendo, se tudo corria bem com Melissa, foi quando ela disse? - A coitada brigou novamente com o marido e parece que ele a segurou para que ela não fosse embora, ela está triste pois vivem brigando. Pensei, tenho que fazer algo, isso é um absurdo! não se pode aceitar isso, pedi que a chamasse em minha sala. _ Pois não Senhor - Não precisa chamar assim Melissa, soube que teve problemas em casa, quero que saiba que pode contar comigo pra tudo, não se sinta acanhada, aqui além de funcionária tem amigos e amigas que podem te ajudar...(conforme eu fui falando ela foi desabando em lágrimas) Acalmei, abracei e disse que existiam várias formas para ela lidar com isso e que a iria ajudar... O tempo passou e com minha ajuda ela conseguiu se separar e passou a levar uma vida tranquila, passaram-se dois meses e fomos nos aproximando, brincando, fazendo piadas, oferecia caronas, até que certo dia fui pego de surpreso com um bilhete em minha mesa... Daniel, me chama no whatsapp "Mel" matei a charada no ato e chegando em casa adicionei e iniciamos mais uma conversa. _ Mel, a tempos queria pedir mas nao achava correto, mas imagino que se pediu para eu te adicionar deve ter um motivo, está tudo okw - Sim Daniel, ótimo! pedi isso para que eu possa confessar algo que não tenho coragem em lugar algum, estou completamente louca pelo senh... dico você.... não aguento mais guardar para mim. - Não acredito! eu também estou, passo o dia pensando em você e contando os minutos para te ver... E assim a conversa foi se desenrolando, passamos a falar de assunto mais íntimos até que perguntei como ela estava vestida, no ato ela mandou uma foto de calcinha de renda branca e uma blusinha branca mostrando a barriguinha. Pediu que eu mandasse uma também e enviei como eu estava, cueca box branca e camiseta. Começamos a nos provocar até a conversa se tornou insustentável por whatsapp e marcamos algo, uma hora depois iria a sua casa. A busquei e fomos direto ao Motel. Naquele dia, Mel estava deslumbrante, usava uma vestido coladinho e salto além do seu perfume marcante, chegamos ao motel e antes tomamos um bom vinho, conversando e namorando um pouco, ambos estavam loucos por aquilo... depois começamos a nos provocar, fui beijando mais intensamente, mais mais mais brincando com sua língua, chupando e roçando minha rala barba no seu rosto chegando até os ouvidos dizendo te quero enquanto minha mão relava na sua coxa indo em direção a calcinha pequena. Fui descendo até chegar nos seios lambendo apenas um bico sem parar e com muito desejo, enquanto mamava o outro dedo deslizava sobre seus lábios deixando molhados para massagear o outro seio, quando mais eu mamava mais ela gemia, fui descendo, descendo até os pés subindo lentamente beijando erguendo uma única perna até tirar sua calcinha com os dentes e passar a lamber sua clara bucetinha sem parar, passando a língua rápidamente sobre o grelo e dando mordias leves alternando com meus dedos, um dois, três dedos e língua ouvindo ela gemer e quase arrancar meus cabelos quando gozou no meu oral. Depois foi a sua vez de mamar no peu pau branquinho e rosado sem nada de pelo, quando mais ela mamava me olhando mais puxava seu cabelos até que a coloquei de quatro e lentamente fui enfiando e aumentando o ritmo, com o polegar da mão ia massageando seu cuzinho enquanto metia na buceta sem parar, quando mais ela rebolava e mexia mais eu bombava e estocava forte, forte forte até que em um puxão de cabelo senti sua gozada intensa... chegando minha vez a coloquei deitada e dei um banho de porra deixando ela toda lambuzada comigo deitado sobre ela e a beijando. Foi uma intensidade absurda misturando tesão, desejo e carinho.. depois ficamos nos acariciando ouvindo música e conversando até que partimos para um longo e demorado banho.
Arrombando a professora gostosa do meu filho
Ola tudo bem, vou narrar esse delicioso conto erótico que ocorreu comigo no qual jamais será esquecido toda essa intensa putaria, A Elisa uma morena de deixar o trânsito parado, dava aula para meu filho de 4 anos, e sempre que minha esposa podia ela acompanhava o rendimento do meu filho e ao notar alguma deficiência no seu aprendizado ela solicitava a Elisa pra dar umas aulas de reforço para meu filho, e justo no mês que eu estava de férias a tal professora foi lá em casa pra fazer o reforço com ele, eu me apresentei pra ela e percebi que ela olhava meus braços e abdômen, pois sou um cara de bom físico, não pude deixar de notar seu vestido curto e o decote que quase mostrava seus lindos seios por completo, trocávamos olhares toda hora, ela estava na copa e eu na sala, e enquanto ele fazia o dever que ela tinha passado pra ele a gata veio até onde eu estava e sentou
no braço do sofá e me perguntou se eu malhava muito, eu disse pra ela que eram 4 vezes por semana, e ela me olhando com olhar sensual me perguntou se não poderia vir malhar comigo qualquer dia, na mesma hora eu coloquei minha mão sobre sua cocha esquerda e alisando ela eu falei poderemos malhar até agora se você quiser, ela não tirou minha mão mostrando pra mim que estava gostando da minha atitude e sorrindo disse eu não trouxe roupa, e eu olhei firmemente para as lindas cochas dela e disse não precisa você pode malhar comigo até sem roupas, ela sorria e não resisti e avancei com minha mão por baixo do seu vestido até chegar na sua bucetinha por cima da calcinha, ela olhou pra mim com os olhos de quem iria gozar e percebi que meu filho estava concentrado no seu dever e se ela deitasse no sofá ele não iria ver, então puxei ela para o sofá e a safada caiu me olhando como quem quisesse um beijo eu a beijei e meti o dedo na sua bucetinha que estava raspadinha, ela suspirava e parecia estar preocupada com meu filho, então levantei ela e combinei que eu iria subir para o quarto e ela deveria pedir pra ele fazer mais alguns deveres e enquanto isso ela iria no banheiro que fica lá em cima, assim ele não iria desconfiar de nada, afinal ele estava com sono e talvez dormisse ali mesmo. Em poucos minutos ela já estava entrando no quarto e trancando a porta, quando ela se virou ficou assustada com a figura da minha virilidade, meu aru mede 22cm e estava muito duro com a cabeça inchada do jeito que qualquer mulher gosta, ela mordeu os lábios e veio feito uma tigresa engatinhando pela cama até meu mastro que apontava para o teto, ela veio beijando do meu joelho até chegar no meu tarugo, quando ela alcançou o meu pau a danada abocanhou ele até quase a metade, fiquei louco com aquela boca me chupando, ela parecia faminta por pênis, pude sentir sua garganta comprimir minha glande, ela chupava muito mais que minha esposa, depois de algum tempo mamando ela tirou seu vestido e deitou com as pernas abertas e disse vem chupar minha xaninha, eu cai de boca naquela linda bucetinha lisinha que parecia que tinha sido raspada pra mim, chupei fazendo ela se revirar de tesão, depois de muitas chupadas foi a vez de eu atochar a vara dentro dela com vontade, coloquei ela na posição de frango assado e coloquei a ferramenta lentamente e todinha dentro dela, ela chegava virar os olhos, logo em seguida comecei um vai e vem cada vez mais rápido, em instantes veio o primeiro orgasmo, beijei sua boca pra ela não chamar a atenção do meu filho e meti cada vez com mais força parecia que ela não iria parar de gozar nunca, percebi que ela estava meio sem forças ai coloquei ela de ladinho e continuei a meter com força, e o tempo todo ela gemia, e elogiava o tamanho a grossura e o meu vigor físico, e isso me empolgava ainda mais o que resultava em metidas muito fortes, em seguida veio a vontade de comer ela de 4 mas parecia que ela não teria força pra ficar de 4, ai eu peguei os dois travesseiros que estava ali e coloquei embaixo da barriga dela ai fiquei com uma vista maravilhosa, pois eu tinha ali a bundinha dela todinha pra mim, ai eu coloquei o meu pau na
entradinha do seu cuzinho e ela me olhou como se estivesse com medo de eu arrombar o seu anelzinho, ai eu disse calma não vai doer, ai fui enfiando devagarzinho e ela foi se acostumando com o roliço entrando na sua deliciosa bunda, fiquei doido, pois eu consigo ficar horas sem gozar quando estou comendo uma buceta, mas quando estou comendo um cuzinho fico com pau ainda mais duro e gozo logo depois de 15 minutos de metidas fortes, considero bem difícil passar desse tempo se estiver metendo sem parar, mas meu pau estava entrando e saindo do apertado cuzinho dela que aliais era uma delicia, só de pensar fico com o pau todo duro, e depois de uns 15 minutos de muita metidas no seu cuzinho eu gozei quase meio litro de porra dentro da sua bunda, nos beijamos e fomos tomar banho. Quando chegamos a cozinha meu filho estava dormindo sobre o caderno e depois desse dia eu passei a come-la todos os dias, metia na cozinha, no banheiro, na sala e em vários lugares da casa. Depois de terminada minhas férias ela me apresentou para uma amiga dela que eu comi muito, mas ficara para a próxima vez que eu venha contar outro conto. Estou doido pra comer uma mulher casada e que seja tarada por sexo, se você é uma mande um e-mail para mim que terei muito prazer em te responder e de repente até marcar em um motel pra fazermos um delicioso sexo.
PROFESSOR COMENDO A ALUNA SAFADA
PROFESSOR COMENDO A ALUNA SAFADA
Aluna ninfomaníaca gostosa fazendo sexo com professor dotado que fode a buceta da novinha pelada durante uma aula de reforço particular.
Em Março, fui dar aulas em outra escola em um bairro não muito distante do centro da cidade. O perfil dos alunos não mudou, todos tinham entre 18 e 23 anos. Por motivos de reforma, os armários dos professores estavam localizados no corredor principal. Ali era um local onde os alunos também tinham acesso. Logo no segundo dia fui pegar meus livros e tinha um bilhete rosa dentro do meu armário que dizia: Finalmente um professor gato nessa escola. Fiquei feliz com a recepção, mas o bilhete não estava assinado. Não sabia se vinha de alguma professora ou de aluna.
Os dias se passaram. Eu ficava tentando identificar quem seria a pessoa que havia escrito o bilhete. Buscava algum olhar mais atento, mas sem sinal. Até que apareceu outro recado no meu armário: Adorei sua roupa ontem. E essa barba fica muito bem em você, nunca tire. Pena que você não dá aula pra minha turma. Bom, ao menos eu agora sabia que não dava aula pra ela, então podia procurar a partir dessa informação. Passei a me concentrar nas alunas de outras salas, mas não deu resultado.
A maioria delas olhava de volta quando eu buscava seus olhos, mas nada que indicasse um interesse maior. Na semana seguinte, outro bilhete. Hoje eu não me aguentei, você estava lindo demais. Fui no banheiro não resisti e meu toquei pensando em você dentro de min. Pena que não consegui gozar, alguém entrou e desconfiou. Mas em casa eu termino.
Esse último bilhete fez minha imaginação ir a milhão. Fiquei maluco, não sabia como agir. Precisava descobrir quem era essa menina que estava mexendo com a minha cabeça. Mas duas semanas se passaram e nenhum outro bilhete apareceu. Já estava quase esquecendo o assunto. Achei até que alguém estivesse de sacanagem comigo. Alguém queria pregar uma peça no professor novato na escola.
Até que um dia, enquanto voltava da minha sala, um grupo de ao menos 10 alunas vinha na direção oposta. Elas riam e falavam alto. No centro, uma moreninha, mais alta e mais linda do que as outras, desviou o olhar das amigas e olhou pra mim. Acompanhou meus passos por alguns segundos e, do nada, voltou a rir com as outras meninas.
Óbvio, fiquei desconfiado. Não sabia nem o nome dela, mas logo dei um jeito de descobrir. As pastas de alunos ficam a disposição no computador da escola, tudo muito fácil de acessar, com anotações dos professores e notas das matérias. Revirei as pastas até descobrir seu nome: Lívia, 20 anos recém completados. Era tão linda que ficava bem até na foto 3×4 da sua ficha escolar. Ela era mulata, magrinha, rosto perfeito, seios médios, cintura fina e bunda bem arrebitada. Era uma aluna ótima, pela ficha. Mas uma anotação, feita pela professora de química em uma reunião pedagógica, chamou minha atenção. Dizia o seguinte: Lívia tem temperamento forte, é a líder da turma e muito inteligente. Mas convém monitorar alguns aspectos de seu comportamento. Ela pode ser agressiva e persistente. Era pra dar medo, mas me deixou apenas mais curioso. Precisava descobrir se era Lívia minha admiradora secreta.
Finalmente descobri a gostosa
Foi então que me ocorreu a ideia. A escola era cheia de câmeras de segurança. Falei pro diretor que algum aluno estava colocando bilhetinhos com piada no meu armário, e pedi pra ver as câmeras. Ele estava muito ocupado com outras coisas e me deu a chave da sala de segurança e falou pra me virar. Entrei e procurei pelo dia do terceiro bilhete. Demorou, mas lá estava ela. Na cena, Lívia olhava para os lados e discretamente colocava o bilhete em meu armário. Finalmente tive a confirmação de que era ela.
Quase no fim do período da tarde, fui até a sala de aula dela e chamei: Lívia, quem é Lívia? É dessa sala? Ela olhou pra mim visivelmente assustada. A professora Rose quer falar contigo, na sala do lado. Ela se levantou estava com uma espécie de macacão preto, sexy, mas discreto. Marcava bem sua cintura. A sala do lado era uma saleta que não tinha nada, só umas máquinas velhas do curso de enfermagem. Acompanhei ela até a sala e fechei a porta.
Na hora, ela sacou que eu tinha descoberto.
– Ah, só agora você descobriu? Fico te encarando o tempo todo professor, achei que fosse mais inteligente.
– Demorei, mas descobri. Agora quero minha recompensa.
Fui andando na sua direção, já tirando o cinto da minha calça e aproximando minha boca da dela. Lívia esticou a mão na altura da cintura e agarrou meu pau, mantendo ele distante do seu corpo.
– Não, aqui não. Eu vou dizer quando e como. Olhe seu armário amanhã.
Fiquei com o cinto na mão enquanto ela saia pela porta. Sua ação me deixou sem reação.
No dia seguinte fui olhar meu armário e achei o bilhete da minha aluna ninfomaníaca. Nesse local, amanhã a noite, esse é meu endereço. Adorei seu perfume, a propósito. Esteja lá na hora marcada e nem pense em fazer a barba. Fiz o combinado, mas na minha cabeça arquitetei mil planos pra acabar com essa pose soberba dela. Afinal, eu sou o professor, e ela é só uma aluna. Segundo sua ficha escolar, tinha acabado de fazer 20 anos. Eu já tive muitas mulheres, Lívia era só mais uma. Como uma menina dessa idade ousa me tratar assim?
Cheguei no local marcado. Era um bar intimista, com luz bem fraca só tinha casais, mas não eram muitos. Ela escolheu a mesa mais afastada e pediu duas taças de vinho. Fazia frio e Lívia usava um sobretudo preto confesso que sua roupa me frustrou.
– Você se veste muito bem. É um professor diferente, com estilo. Eu gosto disso em um homem.
– Gosta disso em um homem? E o que uma menina nova como você entende sobre homens?
– Verdade, entendo de meninos. Sempre quis conhecer um homem mais velho, mas nunca tive a oportunidade. Não vai me desapontar, heim?
Que ousada, eu tinha mesmo uma aluna ninfomaníaca! Além de tudo ainda jogava a pressão pro meu lado. Tinha um papo muito
sedutor, falava de um jeito sensual e muito segura de si. E eu estava caindo como um pato na conversa. Estava acabando a primeira taça de vinho quando ela disse, bem devagar e olhando nos meus olhos:
– Essa noite, professor, você vai realizar um fetiche que eu tenho.
– E o que eu ganho em troca?
Lívia riu baixinho, pegou minha taça e deu o último gole. Olhou pra trás se levantou ficou de costas para o resto do bar e abriu devagar três grandes botões de seu sobretudo. Quase caí da cadeira. Ela estava sem vestido sem calça sem blusa. Por baixo daquela peça de tecido grosso e pesado, apenas um conjunto rendado de lingerie preta com cinta liga. Foram, sei lá, não mais do que 3 segundos. Ela fechou os botões, pediu a conta e saímos do bar.
Fomos para sua casa, um apartamento pequeno, mas bem decorado, quase na frente do bar. No elevador ela tirou a roupa parcialmente. O porteiro é louco pra me comer, ela disse. Me beija na frente da câmera. Enfim, não me aguentei e beijei, mordi a boca de Lívia. Ela me empurrou quando tentei pegar na sua bunda.
O elevador parou no andar do apartamento e nos recompomos. Quando entramos no apartamento, passamos direto pela sala e fomos para o quarto. Na cama, um par de algemas. Dei risada quando vi. Ela chegou perto de mim, pegou minha mão e levou um dedo meu até sua boca. Lambeu e chupou por algum tempo. Enquanto isso, lentamente tirava minha calça e minha camisa.
– Gostou do que eu fiz? Eu vou fazer isso com o seu pau, mas só se você colocar as algemas.
Juntei os punhos e estiquei meus braços. Ela travou as algemas e me derrubou na cama. Tirou os sobretudo e puxou a calcinha para o lado, revelando uma bela boceta, carnuda, com poucos pelos acima do clitóris. Virou de costas pra mim e foi sentando na minha cara, lentamente, até acomodar sua bunda. Começou a rebolar devagarinho, e eu não tinha outra opção a não ser esticar minha lingua e tentar chupar sua boceta e seu cu. Notei que Lívia cuspiu no meu pau duas vezes e iniciou uma punheta fenomenal enquanto me sufocava com sua bunda.
Tentei falar pra ela me chupar, mas não consegui pronunciar as palavras direito. Lívia parecia não se importar muito com as minhas vontades. Quando finalmente aproximou aquela boca carnuda do meu pau, fui as nuvens. Logo falei que iria gozar.
– Não vai não. Vai gozar quando eu quiser – ela disse, com voz firme, mas meio rindo.
Tirou sua bunda da minha cara e, ainda de costas pra mim, sentou com a boceta no meu pau. Rebolou um pouco, tirou ele de dentro, bateu com meu pau em sua bunda várias vezes e voltou sentar a rebolar. Minha vontade era dar uns tapas naquela bunda gostosa, mas minhas mãos continuavam algemadas. Não sei por quanto tempo fiquei ali, vendo Lívia cavalgar em mim alternando com alguns movimentos mais suaves e laterais. Nesse momento, me dei conta que era seu escravo e que estava sendo usado. Não que isso fosse um problema.
Como eu não podia me mexer, só me restava xingar.
– Me solta sua puta, vou te colocar de quatro e arrombar essa boceta! Vadia, me solta vagabunda. Aí você vai finalmente dar pra um macho de verdade.
Quando ela cansou de rebolar e gozar, voltei a pedir que me soltasse.
– Você acha que merece professor? Acha mesmo?
Ela nem terminou a frase e voltou a sentar com a boceta na minha boca. Estava encharcada com seu gozo, uma delícia. Finalmente ela teve dó de mim e me soltou. Não dei nem tempo pra ela pensar. Virei ela de bruços na cama. Sua barriga caiu bem em cima de um travesseiro, o que deixou sua bunda empinadinha. Cai por cima já enfiando meu pau nela. Bombei com vontade, vontade acumulada.
– Ai caralho, mete na tua putinha, enfia tudo bem fundo!
Parei de meter na hora.
– Enfio fundo se eu quiser! Chega dessa palhaçada. Quem manda agora sou eu, vadia.
Sai de cima da cama, peguei Lívia no colo e coloquei ela de frente pra parede. Dei dois tapas na sua bunda e disse eu seu ouvido:
– Agora você vai levar pica de verdade. Empina bem essa bunda e abre a boceta. Deixa ela bem aberta pro meu pau entrar fácil, sua vadia.
Ela se posicionou do jeito que eu pedi e ainda sorriu pra mim, olhando pro meu pau. Meti naquela boceta por traz, em pé, e ela ficava pedindo mais.
– Tá gostoso, puta?
Ela não respondia, só falava pra meter e pedia mais pica.
Virei ela de frente pra mim e dei um tapa no seu rosto. Lívia estava babando, mas deu a mesma resposta. Mete, não para de meter, safado. Dei outro tapa em seu rosto, um pouco mais forte que o outro. Perguntei mais uma vez, dessa vez falei pausadamente: Tá gostoso, vadia?
– Tá uma delícia, professor!
Voltei a meter, agora de frente pra ela. Aproveitei para chupar seus lindos peitos. Ela quase não conseguia parar em pé. Não aguentei mais e falei que iria gozar. Virei ela de costas novamente e gozei na bunda dela. Peguei um pouco de porra com o dedo e levei até sua boca. Ela fez uma cara de nojo, e virou a cabeça pro outro lado. Com outro tapa, fiz sua cabeça voltar para o meu lado. Passei o dedo com porra na boca dela. Sem outra opção, Lívia chupou meu dedo. Como recompensa, deitei ela na cama e comi Lívia enquanto masturbava seu clitóris. Ela gozou mais uma vez e ficou desmaiada na cama enquanto eu tomava banho e tentava entender tudo que tinha acontecido.
Essa foi apenas a primeira trepada minha com minha aluna ninfomaníaca, uma das meninas mais incríveis que eu já conheci.