
titsay
$LAYYYTER
dirt enthusiast
Cosimo Galluzzi

blake kathryn
NASA

⁂
YOU ARE THE REASON
Sweet Seals For You, Always
Xuebing Du
Not today Justin
todays bird
Alisa U Zemlji Chuda
Misplaced Lens Cap

if i look back, i am lost

tannertan36
tumblr dot com
No title available

oozey mess

Janaina Medeiros

seen from Russia
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Türkiye
seen from United States

seen from United States

seen from Germany
seen from Canada

seen from United States
seen from China

seen from Finland

seen from Türkiye
seen from Singapore

seen from Malaysia

seen from United States
seen from South Korea
seen from Canada
seen from Germany
@crescerprapassarinho
crÁu!
uma imagem
eu sinto como se tivessem remexido as terras fundas das minhas águas que agora estão turvas e barrentas
e também me sinto um ser flutuante no meio de muito ar
de todo o ar da atmosfera
as terras e águas são matéria
e o que pode ser inventado no entanto é a relação, se cria nela através dela.
minha cabeça enfiada na água como uma cena de afogamento torturante induzido
minha cabeça enfiada na água turva de terras remexidas por outra
mas estou em pé e eu mesma é que mergulho somente essa cabeça dentro da água
meus braços estão soltos e agora eu percebo que
ainda estou pensando e decidindo se eu resisto ou se me entrego, mas é só interpretação, porque o que é já é
então é só delírio pensar se resistir é me entregar também, nessa minha própria ação
e eu dancei e dançando percebi que eu mesma agora remexia as terras nas águas
intenção de movimento capta, materializa
que valida um corpo inteiro
suando frio e com cecê pós sessão de análise
a ginga é um tropeço onde eu encontro algo
(fevereiro de 22)
passando aqui pra escrever a ela. transformar matéria que foi fôi tanto amor foi tanta dor foi tanto que eu molhei que meu olho d’água secou fôi foi tanto amor... dedicando a ela um álbum todo de afroito. lembrando dos 8 minutos de dedicatória desesperada que cantei nos últimos milésimos do nosso contrato. que quando eu tô: choro de saudade... água é matéria e no entanto... as transferências se inevitam e o pensamento lá em você. era ela é você, rapaz. eu carrego essa cidade no peito andando nas ruas daqui. amor é ponte pra mim sempre foi e aqui busco mesas amarelas de bar pra sentir perto-você mas eu nunca nunca sento nessa mesa eu fico só buscando mas meus amigos sempre me levam pra outro canto mas sempre que eu vejo uma mesa fico querendo estar com você em um chão em um avião. you know i'm just a flight away. às vezes fico pensando maldito o dia em que te busquei na pracinha. e bendito, bendito o arrepio que dá no fundo dos meus olhos toda vez que lembro. toda vez que refaço os caminhos. cada caminho federação-riovermelho indo na padaria yemanjá. meu olho alampeja. pobre do meu coração; afroito. mas tá valendo toda nossa história... eu vou tratando meu carinho... vai ressoando todo esse som gigantesco que é silêncio e o ritmo do meu peito e do sangue nas veias não esconde nada. eu te amo, pô. te amo e quero ficar te dizendo...
eu sinto que não sei superar o tempo
sinto que me coloco à disposição do sofrimento e quando sofro é que quero sofrer ainda mais e me torturo, e me regaço de doer e vou atrás de mais espaço pra me machucar. deve de ser que haja alguma explicação psicanalítica pra esse tipo de coisa. deve de ter algum benefício que eu ganho por beber e engolir esse sofrimento.
deve de ter algum benefício em me comparar e obsessivamente repetir em minha própria cabeça a imagem de qualquer realidade que parece mais forte do que eu. ela forte e doce bonita inspiradora etc leitora de livros privilegiada dos infernos
ódio e raiva e reprimo e dor e me comparo e diminuo
e não supero o tempo nem a outra, esse movimento que eu teria que ultrapassar algo alguém. parece que estou sempre atrás. parece que não sou propícia, parece que sou só um vício. parece que você vai voltar pra ela. parece que eu te empurro pra ela.
escrevi na mesa do bar e guardei na minha bolsa .será que comparo porque quero ser outra pessoa. e o espelho? e porque aquele esse sentimento sempre vem?
eu acho que esse é um sentimento histórico
sentimento eu quis dizer trauma
eu queria ser geminianamente desapegada
sou geminianamente impulsiva emocionada
vivendo o amor como se ele fosse uma droga, celestial e diabólica, mergulhando funda de olhos fechados no que desconheço como se eu já conhecesse e taí o erro
só botando fé
sentindo reflexos de que me toca
frustrada pq ela jura que sem cobrança nenhuma mas minha cabeça é só cobrar, de mim, porque o plano não saiu como esperado e eu não tô em paz eu tô surtada de emoção de insegurança de abandono de medo de dor de cabeça dor de pele de falta de dizer de vergonha de medo de novo e um medo que vibra na barriga
quero criar minha realidade
reprogramar as conexões cerebrais
Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, Marçal Aquino
precisando abrir espaço pras palavras, me ampliar de dizer
mexer talvez a grafia desse mover
fazer um rascunho dessa confiança que tô tentando aprender
ouvindo aquela que vc mandou, pensando eu nao sei aonde foi que eu errei mas minha cabeça fica girando girando voltando cíclica pra um fluxo encruzilhado confuso de flerte com a dor já que é tudo vivo em mim. involuntária voluntária
a lembrança é agora na perspectiva da memória
eu crio expectativas com varios papo de amor diz que fica vendo foto minha que tá no chão que eu posso confiar mas fico procurando firmeza e o meu chão não é nem areia é pedra rolando de montanha
tudo ruindo, vejo desmoroná
fico procurando prazo de validade. de vaidade. todo dia um prazo. de amor. de confiança de ideia de paciencia de papo de querer de ter de acreditar de contradizer de mergulhar de sentir de ser de qualquer coisa qualquer coisa tem um prazo pra mim que chega uma hora tudo se transforma e eu soprando fumaça esqueço tudo que já não é mais
isso aqui é um exercício de dizer
pra ver se eu consigo ouvir o que é que eu tô sentindo, um monte de apavoro sem nome. um monte de pânico com nome, nome de mulher, tipo furacão. É o meu nome. Que ecoa. meio misturado, no nome dela, no nome de outras mulheres, encruzilhadas. É o meu nome.
{é um limite traçado em mim em épocas de intensidades, hoje projetado nas sombras da janela que fica bem sobre a minha cama.
Tem até um piano fundo numa sala vazia, o som dele, estrondando, pontual e fundo fundo fundo, ecoando. Ouvindo aquela que você mandou, ela começa assim.
[{[esse é um proseio ventaniado de pés sem chão de uma mulher buscando terra vermelha mergulhada em um mar salgado.
eu vejo que o girar é minha espiral fluindo. subo a ladeira rimando. choro quadrada com 7 gotas de própolis e um dente de alho. oléo de lavanda, no dia seguinte hortelã-pimenta. toda semana uma demanda eu achei que nessa altura já teria equilíbrio mas sigo tonta de tanto rodar. barateio, bamba, a corda bambeia e o bamba cai, faz parte, cai, cai mesmo, vira chão. é disso que fala. me falta virar chão. me falta tanta coisa. acho que só sei do que me falta e do que exagera em mim. me acho de extremos e me incomoda minha própria presença.
isso aqui é toda uma tentativa de dizer...