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@cronistajulho
Queria ter inspiração pra escrever algo que dragasse a solidão pra fora de mim e mostrasse pra ela onde fica a parada do ônibus pra 'bem longe daqui'... mas não consigo.
Dealing with...
Here it goes.
Lembro de ter parado na parte menos memorável de mim então vou fazer isso continuar do ponto crucial a cada memoria.
De volta aos anos 90... fui concebido nessa bendita era(Bláh!) e serviu bem ter jogado um pouco de tempo fora olhando um pouquinho de tv a cores e ouvir dos pais que o videogame estragaria a televisão por algum motivo. Sempre longe das coisas mais populares foquei em compreender as vontades que me induzem até hoje a tomar decisões, inclinações e mais inclinações contra as quais eu não pudia fazer, podia. Pois nos últimos anos outras tomaram seus lugares e aquelas foram desbloqueadas para mundificações a meu deleite... Lógico que as de hoje também me dão dor de cabeça e alguns desconfortáveis confrontos com o espelho quando volta tarde pra casa mas isso é coisa de maluco e não é o foco aqui, ao menos não nesse texto(NOTA: tenho que perder essa mania de devanear demais na hora de compor algo que eu quero que as pessoas acabem lendo e gostando - de preferencia).
Então, temos um garoto em conclusão do ensino fundamental, se propondo uma nova ideia de convívio social, descobrindo que algumas coisas sempre serão certas em sua cabeça e que por mais que ponha a prova elas sempre darão os mesmos resultados. Junto de um novo cotidiano, atrelado a musicas do passado, contos velhos, amigos mais velhos(na sua grande maioria pessoas mais velhas de uns anos a frente nas faculdade da adolescência comum) e uma vontade totalmente aceitável de ser visto pelos outros.
Logo depois de passar um bom período da minha vida indo a igreja com minha mãe crendo que eu seria capaz de mergulhar de cabeça naquilo e ser algum tipo de pessoa melhor sem reparar que todos somos humanos naquele lugar, e que cometemos erros,e que isso esta nas pessoas como mamíferos que somos(e blablabla), não podemos tirar isso de muitos - e nem quero “bye the way”. Juntando tudo que aprendi lá posso hoje divergir, e muito, a respeito de toda cultura a qual as pessoas são submetidas nesse meio, resquícios ficam não tem como negar. A mérito disso não sou capaz de me denominar ateísta pois creio - “somehow” - em uma força superior, isso não vem até a nossa cabeça por magica, somos instruídos, o que pode ser feito com magica(risos).
Então agora sim, tenho o contexto de um bom conto sobre as coisas que assolam um adolescente perdido dentro do mundinho da sua cleptomania e solidão, um karma que pode ser digerido com bons temperos e um destilado qualquer.
Sucumbi a primeira vez a uma contextualização bem tipica onde a garota logo ali já partiu seu coração uma vez e as coisas voltaram aos meus caminhos por impulsos daqui e dali. Simplesmente por querer nós não fazemos as coisas irem embora, eu sei disso pois eu tinha 16 anos e já tinha batido com a cara no chão antes por causa de sentir algo por alguém e aprendi sozinho a lidar com o meu empenho, até então desconhecido pela moça, e com o fato de que ele não seria correspondido. Sendo assim já não tinha mais as mesmas dores que antes e sim umas mais ridículas sedentas por frustração pois deveria valer a penas jogar todas fichas em alguma coisa que valesse o premio. Como um bom e imaturo adolescente eu me deparei com a realidade e novamente doeu. Simples assim, já sabia que não possuía amigos, ao menos os que tinha não os considerava sendo que nunca fui capaz de manter algo sem estragar de alguma maneira). Justifiquei-me enumeras vezes em frente ao violão por cada um de meus deleites ao bel prazer do vento, pois era bem mais idiota do que sou hoje e sabia como as pessoas lidariam com isso, sabia que ler menos não mudaria nada então passeia ler mais.
Ai tu se pergunta, “ler mais livros ?” não. Ler pessoas(ou ao menos tentar por um período prolongado) tentando compreender a matemática por trás de cada um em sua singularidade, deixar de ser previsível e tentar prever. Coitado de mim, sonhando coma concretização de uma pequena ambição em plenos cabelos longos e nenhum pelo na cara. Já era hora de ir atras de algo mais solido, algo capaz de engessar meus propósitos e acreditar de verdade na lógica acima de sentimentos.
Sem sucessos até então estou aqui sentado escrevendo, e mal, a respeito de pequenos fragmentos de memoria que tive da primeira “namorada” sendo um covarde por não me esforçar mais pra lembrar daquilo tudo e do que eu deveria ter feito... Realmente a cada texto que ponho aqui me sinto menos capaz de escrever o próximo e isso é uma bela de uma merda.
Highlights of tomorow. ¹
'Zup fellas !? Bem, por onde começar... Minha mente sugere um passado longínquo e profundo onde eu sou a perfeita vitima das escolhas dos meus pais mas eu prefiro começar por aquele momento onde eu decido que vou correr atras dos meus sonhos e que quem quiser acompanhar que acompanhe e quem não quiser que levante a bandeira que estiver afim.
Juro por tudo que EU considero mais sagrado que a contar de hoje uma nova era surgiu dentro de minhas percepções. Fora do meu controle a vida me propôs um novo modo de ver o que eu tenho feito que faz com que eu acha que até hoje eu tenha vivido “de olhos meio fechados”. Mas vamos aos fatos:
Sempre dotado dessa inquietação eu vivo a perfeita insanidade dentro de meus pensamentos, e executar cada plano mirabolante que componho só não ocorre (na maioria das vezes) pois calculei corretamente as consequências. O que nos leva a outro tempo da minha vida onde me apaixono por números e seus malditos sequenciais que podem fazer um simples andar compassado pela rua virar “A música”, mas não é hora de falar desse lado ainda.
Por algumas vezes juntei meus pertences e sai por aí visando alguma aventura diferente, vezes por desavenças com meus pais, vezes por por boletas que eu queria correr atrás mas na sua maioria foi por covardia. Sim, assumo aqui solenemente o enterro dos meus deleites covardes e por hora foco no começo da história da minha loucura e seu processo de imersão social, afim de encontrar com a sanidade e aprender algumas coisinhas que não conhecia(risos).
Bem, minhas aventuras nem sempre foram as mais proveitosas pois, como falei sou um covarde em muitos aspectos e, a covardia não nos permite dar guinadas promissoras sem nos apresentar um cenário pior logo a frente que nos coloca obrigatoriamente em um “loop”. Esse cerco por sua vez tipifica um ciclo vicioso que depende apenas de cada um sair disso. Um conceito japonês de filosofia contemporânea nomeou esse fenômeno de Izanami onde em suma só depende de você sair redimido do seu próprio pesadelo arquitetado por ninguém mais ninguém menos que...(*que rufem os tambores* and.. SIM !) você mesmo. E nesse ritmo as coisas podem ter previsíveis inicio e fim porém o meio disso tudo é uma história e tanto. Pois quem não quer “ser alguém na vida” hã!?
Vou contar por partes e na próxima postagem começo pelo que chamo de idiotice nº 1 mas que se tornou o solido alicerce de toda essa insegurança e covardia que reguei por tantos anos.
Be near for the updates and god bless you all !
Faz tempo que não te vejo, deves estar bem meu querido blog... não!?
Solaris.
Pois é, eu não gosto de perder meu tempo com peculiaridades. Com riscos desnecessários. Pessoas desnecessárias, sentimentos desnecessários. Prefiro ser quem eu sou, lidando da forma que me cai melhor. Se ferir todo mundo se fere, todo mundo quebra a cara. Se não quebrou uma hora quebra, e cabe à pessoa decidir como vai lidar com isso.
Natália Mello :x
São tantas versões de mim presas no mesmo mundo que penso ser um só. Jamais imaginei que isso fosse meu dom e não meu karma. Já era hora de desligar aquele quadrante das máquinas leves e alçar vôos mais ousados.
Arthur J. ~ Segredo noturo 2015
Nova guia.
Novo parágrafo e cá estamos... Estamos ? Acho que sim. Um dia... e contando.
Encerraram as atividades do clube de leitura.
Elevation V2 (via cronistajulho)
Voltamos.
Tolere.
O som da rua tilinta... estala. Ao carro que passa, Ao som da sacola. É fim de ano, e... logo chega o natal. Jurava que dessa vez ia ser fácil, Ia ser normal... "Coitado de mim", Vitima da minha própria ignorância. Que nunca soube uma instância Do que havia de olhar. Subornei o silêncio da noite, Até os passaros que se ouvia ao fundo. Se no chão sou um mudo, Com gravidade sou mundo.
Me deixa aqui, me deixe com os anjos que vão me carregar pra longe de tudo que eu lembrar, me deixe com quem pode me levar pra longe de tudo que construí pra te esperar
Anjos - aBRIL
Como se fosse quarta-feira ele saiu calado, deu três voltas na chave, acendeu um cigarro e saiu pela Dom Pedro assoviando um samba.
Transeunte ~ Juliano Guerra
Claro que eu irei ao vendo o que outro alguém nao viu.
Foi no mês que vem ~ Vitor Ramil
Mesmo que meus olhos se recusem a ver os seus sonhos comigo se espalhando ao chão, que sua mente tente me esconder do seu coração eu vou estar lá.
E agora - Delittus
Ela.
Sabe aquele embrulho no estomago ? Aquele que saiu de viajem e voltou sem avisar. Sabe aqueles conselhos ? Alguns deles são hoje lei. E se essas coisas todas nao ficassem empurrando a tampa da caixa, seria delírio? Quem tem brilho nos olhos sempre vê o brilho nos olhos dos outros. Mas quais os motivos? Quais as derrotas? Quais os vícios? O que ficou pra trás? Não sei te dizer. Apenas sei que tenho medo de nunca mais... Quase.