VINCENT’S GENERAL MOOD - #001
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VINCENT’S GENERAL MOOD - #001
alexiamariex:
Ela fez um leve bico ao ver a reação dele. -Primeiro que não é de quinze, é de vinte e um, segundo… Por favor vai! Imagina o boom que não ia dar na festa? Se cantasse então ia arrasar, adoro rebolar ao som de sorry.
-- Alexia, sério, desiste. Tô cansadão, só quero me jogar numa cadeira e me entupir de chá gelado, coopera comigo, vai.
volkoanya:
Então transforma-se no Justin Bieber, mas não se transforma do meu George Clooney. Realmente….
-- O que? Não! Nem no George Clooney, nem no Justin Bieber, tudo que eu quero chegar na cantina e comprar algo pra beber, só que esta demônia tá me seguindo desde o momento que eu saí da aula, pedindo pra eu me transformar naquele rato de esgoto.
kaylacrawford:
— Devem ser as aulas mais frequentadas, sem dúvidas as mais divertidas.
-- Com certeza, damos muita risada.
hellstone-ash:
“Tão doce, parece um torrão de açúcar.” Asher sorriu incontidamente, a diversão estampada em suas feições. Aproximou-se dos dois e pôs uma das mãos no ombro direito da garota, trazendo a atenção dela para si. “Não foi dessa vez, querida. Mas quem sabe no ano que vem? Dezesseis é uma data muito mais importante, talvez você até melhore o seu gosto musical daqui pra lá.”
Revirou os olhos, já sem paciência com a garota desconhecida. Acabou soltando um riso com a fala do loiro que tinha acabado de se aproximar, concordando com ele ao assentir positivamente. -- Ou esteja morta. Porque só assim você para de encher a porra do meu saco. Agora me faça um único favor e me deixa em paz, okay, anjo? Tchau. - observou a garota ir embora, ainda um tanto irritado. -- Puta que pariu, viu...
wtvrcbin:
Não viu o que? Que eu sou a única pessoa desse lugar que ainda consegue te suportar? isso tá claramente nas entrelinhas, se você não percebeu. Ou você acha mesmo que as pessoas andam com você por causa desse senso de humor maravilhoso e dessa maneira adorável que você tem de tratar as pessoas, meu amor? Pff, depois eu ainda levo o prêmio de mais iludido, não é. – andou mais devagar o que fez com que ficasse alguns passos mais atrás do garoto e pudesse o avaliar enquanto ele andava, assentindo para si mesmo, toda a ação sendo teatral demais. – Será que eu consigo me transformar só nela? De vez em quando eu te impersonalizo só pra ficar encarando no espelho, mas não é a mesma coisa. Brincadeira. Mas ‘cê também tem essas transformações que superficialmente parece ser igual, mas sempre falta uma coisinha? – a pergunta real gerou uma rugas de confusão na testa do cacheado. – Eu gosto de chá, mas ele quente, sim senhor. Você não é tão atrevido pra go commando no meio do campus, Calloway.
-- Ei, ei, eu não trato tooodo mundo assim, só quem me enche o saco. Que no caso é uma boa parte da Sky High & University... De qualquer jeito, não é como se eu saísse distribuindo ódio por aí, pelo menos não em voz alta. Na minha cabeça eu já matei todo mundo. Bom, pelo menos minha mãe me ligou nos últimos dois dias. -- brincou, franzindo o cenho quando o maior não estava mais ao seu lado, virando apenas o rosto para trás e soltando uma risada divertida com o que ele disse. -- Okay, essa provavelmente foi a coisa mais bizarra que você já soltou essa semana. E agora eu tô imaginando você se transformando na minha bunda. Traumatizante. Ah, sei lá, eu tenho essa sensação quando eu me transformo em alguém que eu convivo bastante, sabe? Deve ser porque daí eu reparo demais nela. -- deu de ombros, só parando pra pensar nisso agora. -- Ai, ai, Buckley, você não me conhece mesmo. Eu já fui num casamento sem cueca, vir pra escola sem não é nada. A calça que eu estava usando era linda demais pra estragar com marca de boxer.
Olha, você não mete a minha mãe nisso não. Só porque ela tá há dois dias sem me ligar não significa que ela parou de me amar e sim que está tendo uma convulsão de inspiração grande o suficiente para até mesmo ter contato com um celular. – ergueu o indicador enquanto tentava fazer o seu ponto real, mas acabou cruzando os braços apertadamente sobre o próprio peito enquanto tentava não levar aquilo como uma ofensa. – Ninguém vai te suportar como eu suporto, então eu acho melhor você zelar pela minha presença se não pretende acabar sozinho nesse mundo. Não que essa idealização seja ruim para você, mas imagina só não ter ninguém pra elogiar a sua bunda todas as manhãs numa mensagem cheia de peaches? Deve ser uma merda. Eu não tô— ah, você se acha muito engraçado, não é?! Você é bem mal de vez em quando, pra falar a verdade. Ew, chá gelado não. Tem gosto de chulé misturado com limão azedo. Qual a cor da sua cueca hoje?
-- Eu não tô metendo ninguém em lugar nenhum, se você não acredita em mim, eu sinto muito, mas essa é a realidade em que vivemos. -- Soltou uma risada ao assistir a reação do cacheado, balançando a cabeça. Arqueou as sobrancelhas com os pontos que ele levantou como argumento, levando a mão esquerda até seus peito, fingindo estar chocado. -- É, claro, ninguém vai... Oh, Robin, como eu não vi isso antes? -- Dramatizou com uma expressão sofrida antes de revirar os olhos e rir silenciosamente. -- É verdade, eu preciso de alguém pra apreciar minha bunda tão bem como você. Fica tranquilo, não vou te demitir do cargo. Não fui engraçado, eu só falei a verdade. -- Deu de ombros, colocando as mãos dentro do bolso do moletom que vestia. -- E é por isso que ninguém gosta de você, chá é a melhor coisa. Tô sem. Brincadeira, é branca.
kaylacrawford:
— Já me formei na escola há um bom tempo, legal saber que ainda sou famosa por aí. Pensa em mim com frequência?
-- Ah, sim, famosíssima, uma verdadeira sensação teen, temos aulas dedicadas somente à você. Claro, querida, sempre, o tempo todo.
wtvrcbin:
Eu tenho muitas objeções contra isso. – ergueu uma das mãos como se ilustrasse o pedido da fala enquanto acompanhava o outro garoto. – Primeira e primordial: as pessoas desse lugar nutrem um amor imaculado por mim que está bem no fundo do bolso delas, elas só precisam assumir. E isso incluí você, então eu já nem ligo com as palavras rudes e grosseiras que voam diariamente na minha direção. Se eu fosse dizer mais alguma coisa, aliás, diria que o ponto dois é isso sendo apenas a máscara pra tamanha admiração. – estreitou as pálpebras quando tinha toda a atenção sobre o menor ao seu lado, acabando por soltar um riso sarcástico em seguida. – Very funny. Pena que ‘cê aproveita melhor das minhas partes intimas do que eu mesmo. Por que as coisas bonitas da vida são tão desconfortáveis? Por que as coisas gostosas fazem tanto mal? Qual o intuito da vida, Vince? Pra onde nós estamos indo?
Assentia lentamente, em silêncio, algumas vezes soltando um riso ou outro, nada que atrapalhasse a fala do mais alto, esperando ele concluir todo aquele discurso. -- Bom, eu acho incrível sua capacidade de se iludir sozinho, parabéns, Robin, quando o governo bater na porta da sua casa não vai ser pra falar dos seus poderes mas pra descobrir como você consegue pensar que alguém neste mundo consegue te amar, até sua mãe já me mandou mensagem pedindo ajuda porque nem ela te atura mais. -- brincou, olhando pra ele em seguida e soltando uma risada baixa. -- Isso é verdade, mas eu não estarei me aproveitando delas quando você estiver jogado no chão, gemendo de dor, então o plano continua. A beleza dói, já dizia Beyoncé. Na verdade eu sou bem saudável. Morrer no final. Comprar chá gelado. Essa foi fácil, mais alguma pergunta?
kaylacrawford:
— Se esse lugar premiasse o aluno mais grosso e idiota, você teria uma bela coleção.
-- Já tenho. E o de mau humor matinal também. Mas não se preocupe, quando começar as inscrições pra premiar a mais irritante da escola não vou pensar duas vezes em te indicar!
pyrohn:
Ouvia as palavras do outro enquanto se agachava, gargalhando, não poderia negar, aquilo estava saindo muito mais engraçado do que ele esperava, já tinha feito seu dia tedioso valer a pena. Se levantou e ficou parado ao lado do mais novo – Ah jinjja, isso foi muito engraçado, deveria ver sua cara, melhor parte de tudo isso. Ta, agora chega. Olha – Seu foco foi para a garota que estava a sua frente – Se eu fosse você parava com isso antes que você perca sua vida.
Observou o garoto gargalhar sem dar uma risada, não estava em um de seus melhores dias, na verdade era o pior em sua grade escolar, e isso era o suficiente para que ficasse irritado facilmente. Não respondeu o garoto, esperando que a menina fosse logo embora e, assim que ela o fez, tombou sua cabeça para trás. -- Jesus Cristo, que fase, que dia... -- olhou novamente para o garoto em sua frente. -- Se divertiu?
Já lhe estão a pedir novamente? Elas têm mesmo de ir ver o concerto do Justin a ver se acabam com os peditórios.
-- Sim, e é um inferno. Se eu pudesse trocar de poder eu trocaria, nem que fosse, sei lá, um bem besta, que daí ninguém enche o saco.
-Por tudo que é mais sagrado, não faça isso! Pelo menos o George Clooney. Esse sim é merecedor de se ver por aqui.
-- Não. Jesus. Eu gosto de sentir essa pele jovem e bem cuidada que eu tenho, não quero sofrer o trauma de saber como é ser alguém de cinquenta anos, não agora.
ofanimalia:
❝ — Ai, mas que inferno, eu faço de tudo para você, Da Vinci, e tu ‘tá nem aí para mim. Cansei! Vai lavar a casa da cachorra! ❞ Com tal declaração enervada, King levou a mão à peruca cor-de-rosa que utilizava, retirando-a abruptamente e fazendo com que o holograma que mantinha sua voz e maior parte do corpo escondidos se desfizesse. Restou-lhe apenas a roupa de colegial. Acelerou o passo para poder andar ao lado de Vincent, ignorando os olhares que recebiam. ❝ — Você é chato pra caralho, Da Vinci. Tomara que morra engasgado com todo esse teu mau humor. ❞ Amaldiçoou, cruzando os braços. Permaneceu em silêncio por um momento, para então quebrá-lo com uma voz mais calma. ❝ — Eu aceito o Henry Cavill, vai, não precisa ser o Justin. ❞
Vincent se tornou um misto de confusão e surpresa, travando no lugar, sem saber o que dizer ou fazer, encarando o garoto vestido numa roupa tão ridícula, notando só agora que o colégio inteiro tinha parado para ver o que estava acontecendo, já que King tinha feito o favor de falar o mais alto que podia. Decidiu então fazer o que a sua sanidade e o código de conduta escolar permitiam, que era dar as costas e voltar a andar como se nada tivesse acontecido. Mas é claro que o moreno foi atrás. Suspirou, assentindo conforme ele soltava palavras agressivas, fazendo com que, lá no fundo, Vince sentisse vontade de rir. -- Olha, você é insuportável e eu imagino você morrendo de mil formas diferentes quando fala mais alto do que o necessário. -- retrucou, sua voz baixa como sempre, como se estivesse comentando sobre o tempo. Foi esquisito e muito agradável o silêncio que se instalou depois disso, mas é claro que o outro tinha que quebrar. -- Meu Deus, só cala a boca.
Revirou os olhos ao receber a reação dele, retornando ao próprio corpo logo em seguida. – Eu tinha as minhas desconfianças que você era esse ser asqueroso e sem coração, mas agora eu tenho certeza absoluta. Você não viu as lágrimas? Da próxima vez eu vou me transformar no Justin Bieber o próprio e eu provavelmente vou conseguir arrancar alguma coisa mais rápido de você assim. – passou ambas as mãos pelos próprios peitos, o rosto se caracterizando em uma careta ao franzir a ponte do nariz. – Geez— sutiã é um troço meio bosta. Como que elas conseguem usar isso o tempo todo?
Seu cenho franziu, seu rosto expressando completa confusão, que logo se tornou tédio ao ver quem era, suspirando alto e dando as costas pra ele, voltando a andar e esperando que ele lhe acompanhasse. -- Robin eu seria asqueroso e sem coração se eu chutasse uma criança passando fome na rua, mandar você, transformado numa menina irritante de quinze anos, se foder é algo que provavelmente toda a escola quer ter a oportunidade de fazer um dia, é normal. -- deu de ombros, mesmo que fosse brincadeira. -- Você acabou de me contar seu plano, então eu provavelmente vou chutar seu saco e te deixar agoniando, caído no chão. E eu não faço ideia, deve ser muito desconfortável ter aquilo te apertando inteiro.
libbylw:
Eu não sei o que aconteceu! Eu me atrapalhei para levantar e de repente ele tinha sumido, do nada. Eu estou a uns quinze minutos já atras dele. — Ela riu envergonhada, abaixando um pouco a cabeça. — Transparente meio embaçado? É complicado, se eu conseguir achar ele, eu te mostro.
-- Okay, vamos estabelecer uma regra pra você, coisas que andam, rastejam ou voam você só desenha em alguma sala, de preferência trancada. Você sabe como os funcionários daqui são chatos. -- dizia enquanto se levantava, suspirando -- Vou fazer minha primeira e única boa ação do dia, vou te ajudar a procurar.
kaylacrawford:
— First of all, eu tenho vinte e um anos e eu não falei Bieber, eu quero o Timberlake.
-- Pela vigésima primeira vez, eu não ligo. Sério. Várias pessoas tem esse poder, enche o saco delas.