jordan fisher & charles michael davis, ele/dele 🔪 ANDREW JOHN “A.J.” RILEY está de volta a cidade, é um dos Dezesseis e todos o conhecem como THE STONER. em 2009 quando ainda morava em UPTOWN, aos DEZOITO anos, era conhecido por ser CARISMÁTICO e IRRESPONSÁVEL. aos TRINTA E TRÊS anos, ele era um ORGANIZADOR DE EVENTOS, que as pessoas descrevem como CONFIANTE e IMPACIENTE. ANDREW será vingado.
BÁSICO.
NOME: Andrew John Riley
APELIDOS: A.J., Andy, Drew
ANIVERSÁRIO: 17 de novembro de 1989
SIGNO: escorpião
IDADE: 33 anos (quando foi assassinado)
OCUPAÇÃO: organizador de eventos
PRONOMES: ele/dele
FAMÍLIA.
PAIS: john & vivienne
IRMÃOS: alexandra (irmã gêmea) @a1exandr6
EX-FUTURA ESPOSA: verena stjames @th9bimbo
PERSONALIDADE.
MBTI: tbd.
GOSTOS: tbd.
DESGOSTOS: tbd.
GUILTY PLEASURE: tbd.
FILME PREFERIDO: tbd.
MÚSICA PREFERIDA: tbd.
INSPIRAÇÕES: naveen da maldônia, patrick verona, benedict bridgerton, steve harrington, diego bustamante, fred/george weasley
CURIOSIDADES.
soon.
SOBRE ELE.
Enxergo o Andrew como uma pessoa carismática e popular, não por ser o mais bonito ou mais pegador, mas pela animação, o sorriso largo e contagiante, as festas que dava na casa dos pais, e por simplesmente ser extrovertido e ser bom em lidar com as pessoas. Ele pode ter perdido um pouco disso com o tempo, após o envolvimento com drogas e, possivelmente, pessoas que levaram ele para esse universo, mas imagina que sempre houve uma centelha de um magnetismo que ele tinha em chamar atenção e conquistar as pessoas. Sua irresponsabilidade e sua inconsequência eram seus piores defeitos na época de escola, na visão dos pais, professores e até alguns amigos. No entanto, ele aprendeu a ser um pouco mais consciente com a maturidade e a obrigação de se manter em um emprego, por mais que o trabalho envolvesse algo que ele adorava: festas. O problema foi quando voltou a ter recaídas em seu vício em drogas - era difícil se manter limpo frequentando certas festas em Nova York. Teve problemas no trabalho, mas nada que sua confiança e boa lábia não resolvessem, a sua impaciência ficando mais evidente com a abstinência, e só haviam duas pessoas no mundo com quem realmente se importava: a namorada e a irmã. Alexandra, inclusive, por pouco não se tornou uma inimiga, não fosse pelos comentários dos próprios pais, que mais pareciam querer torná-los rivais do que amigos. No entanto, mesmo com as brigas e os momentos em que odiava como a irmã parecia a perfeição que ele jamais seria capaz de alcançar, ele nunca foi capaz de deixar de amá-la e protegê-la, até o seu último minuto de vida.
Com os botões da camisa já abertos, Andrew caminhava pela festa com sua típica pose de dono do lugar. As pessoas gostavam de suas festas não apenas pela bebida liberada, mas porque ele sabia ser um bom anfitrião. Cumprimentava todos igualmente, como se fossem bons amigos - até aqueles que ele mal lembrava o rosto ou o nome. Fazia com que a pessoa que estivesse ali se sentisse especialmente convidada, não como se fosse apenas mais um que foi porque todos os outros foram. ❝ Ok, regra número um: não se pergunta o que tem no copo. Apenas confia e beba. ❞ Respondeu a uma das pessoas do grupo com quem conversava, arrancando risadas dos outros e até dele mesmo. Não estava exatamente bêbado, mas talvez tivesse ingerido alguma outra coisa; ou fumado. ❝ Vai, experimenta o que tem aí. Eu prometo que não é veneno. ❞ Brincou, o sorriso divertido enfeitando seus lábios. ❝ Além do mais, a ideia é ficarmos bêbados, e não fazer um concurso de melhor drink, não é? ❞
os lábios de alexandra se curvavam em um sorriso tímido, enquanto ela via a movimentação de seus colegas. “se solta, lexi, é o seu último ano”, vinha repetindo aquela frase como um mantra para si mesma. sempre havia desejado ser livre como aj, deveria começar por algum lugar. agora estava há mais de meia hora carregando um copo vermelho que continha cerveja, já quente, e vez ou outra fingia beber do líquido.
quando notou que agora possuía companhia, lexi levou o copo até a boca e bebeu da cerveja. ao sentir o amargor da bebida em conjunto com sua alta temperatura, a face da adolescente se contorceu em uma careta enojada. ⸻ ah, não me olha com essa cara! eu juro que estou me divertindo. ⸻ um sorriso amarelado foi dado pela jovem. ⸻ eu não estou absolutamente nem aí que subiram calouros e provavelmente se enfiaram no quarto dos meus pais por causa da cama king. ⸻ respirou profundamente, não iria ser a “polícia da diversão” e não tomaria para si aquela responsabilidade. andrew sabia bem o que estava fazendo. ⸻ e você, está se divertindo?
Caminhando pela festa com sua típica pose de dono do lugar, Andrew era só sorrisos e animação. Parecia conhecer todo mundo, e cumprimentava até aqueles que não se lembrava direito como se fossem bons amigos. O seu carisma e autoestima somados resultavam em um rapaz extrovertido e amigável, quando as drogas ainda eram apenas recreativas e não pareciam prestes a afundá-lo num poço de problemas. Entre os demais, era possível ver um rosto conhecido, agindo como uma estranha fora do ninho; e talvez, fosse exatamente isso o que ela era.
De braços cruzados, uma sobrancelha erguida e um sorriso descrente, ele parou de frente à irmã. Sem precisar dizer nada, ela entendia o que ele quis dizer com aquela pose. ❝ Você acha que mesmo que eu não te conheço, né? ❞ A pergunta era retórica. Poderia não ser o mais inteligente ou observador, sequer recordava datas de aniversários ou favoritos de outras pessoas, mas quando se tratava de Lexi, ele parecia conhecer mais do que a si mesmo. ❝ Relaxa, Lexi. Eu vou arrumar essa bagunça depois. Vai ficar parecendo que nunca nem teve uma festa aqui. ❞ Garantiu, o “vou arrumar essa bagunça” significando que arrumaria alguém para cuidar de tudo. Abraçou-a de lado, puxando-a para caminharem juntos, então pôde olhar o copo dela mais de perto. ❝ A careta foi porque não gostou da cerveja, ou porque está ridiculamente quente? ❞ Implicou, o sorrisinho zombeteiro brincando em seus lábios. ❝ Vou te contar um segredo: as bebidas boas estão escondidas. Só os vip’s tem acesso. ❞ Ele sussurrou. ❝ Vem, vamos te arrumar algo decente para beber. ❞
“This is the first time I’ve ever said this in public, but my goal this year is to only say yes to things that I genuinely, one million percent need to do.” - Jordan Fisher