E nós estávamos ali, trocando carícias, minhas mãos entrelaçadas em seus cabelos e ela sentada na cama com as pernas no meu colo enquanto eu a arranhava de leve em uma das coxas, passando a unha por baixo de seu short, seguindo a linha da polpa da bunda. Ficamos nos olhando por mais ou menos 15 minutos, de verdade, apenas conversando com os olhos, no famoso silêncio barulhento ao qual só nós tínhamos o direitode fazer, até que fui obrigada a olhar o celular para ver a hora e tive uma surpresa: já era tempo de partir. "Amor, eu tenho que me arrumar..." "Poxa, mozi, mas já? Vai, fica aqui mais um pouco" Acabei assentindo em ficar mais 10 minutinhos, ela, porém, resolveu que me queria toda pra ela nesses 10 minutos. Seus beijos eram de hipnotizar, aquelas mãos tão pequenas se faziam velozes pelo meu corpo, me atiçavam a ficar lá por mais uma vida inteira. "Clara... eu não posso com isso!" Ela riu e continuou. Minha menina adorava esse jogo de me atrasar toda vez que pre isava sair, me deixando louca e arrependida por não ter ficado em casa. Mas dessa vez não. Tratei de convencê-la que dessa vez eu não tinha escapatória se não ir para o trabalho e comecei a me apressar para o banho. Mas não sem antes deixá-la nem que fosse um pouco excitada. Levantei e abri uns botões da camisa que vestia. "Sophia, assim não dá! Quer sair, sai. Mas não me provoca que eu te prendo nessa casa e você não vai é trabalhar!" "Ah, não! Nem vem que eu não fiz nada" - Sorri da maneira mais inocente que podia e tratei de mudar o assunto, também não me aguentava nem mais um segundo a vendo fazer aquele olhar característico, um olhar só dela que expressava seu tesão e mais, me deixava pra lá de excitada por ela. - "Faz um favor pra mim, mô? Pega minha toalha na corda e pendura no banheiro pra mim, enquanto separo minha roupa..." -E continuei a abrir os botões da camisa. "Vai mesmo me fazer perder isso? Que maldade com a sua garota!" Ela saiu, quase que em disparda e mal tive tempo de jogar a blusa no chão e a vi passar pelo corredor, indo em direção ao banheiro. A segui com o intuito de surpreendê-la. Clara estava de costas colocando a toalha do lado do box para mim e eu pousei minhas mãos sobre seus ombros , seguindo com as mesmas pelos seus braços e voltando aos ombros. Com uma das mãos percorri seu colo, quase entrando em seu decote, enquanto a outra se ocupava de puxar a gola da blusa para o ombro, a fim de beijar seu pescoço a partir dali. Minha namorada permanecia estática, apenas curtindo o momento de olhos fechados enquanto minha boca corria suave desde sua saboneteira até o pé do ouvido e sussurrei. "Vem tomar banho comigo vem?" Clara apenas sorriu e soltou um gemido baixo, como se estivesse esperando por aquilo para me atacar. E foi o que fez. Se virou e prontamente atacou meus lábios, mas não como imaginei. Ela vinha lentamente, se deliciando de cada canto da minha boca, enquanto ia despindo-a por inteiro e fazendo o mesmo comigo. A moça ligouo chuveiro e me conduziu até debaixo dele, a fim de passar as mãos pelo meu corpo. Seus dedos me percorriam curiosos, às vezes paravam em meus seios, aonde ora ela apertava, ora fazia movimentos circularem em volta do bico já duro. Eu apenas a olhava, com as mãos em sua cintura, atenta naqueles olhos que tinham a capacidade de controlar meus sentimentos. Até que eles me miraram, safados, enquanto Clara sorria maliciosamente e chegava cada vez mais perto. Ela ergueu um dos meus peitos e começou a beijá-lo. Meu corpo já ensopado a tempos e ela me deixando molhada com as leves mordiacadas alternadas com os chupões e as lambidas que dava, ao mesmo tempo que a mão desocupada arranhava minha barriga, descendo até minha virilha e subindo novamente. Naquele momento já não controlava mais o tesão e puxei seu rosto para beijá-la e segurei forte sua bunda, puxando-a para o mais perto possível.Ela também estava frenética e nossas mãos escorregavam para cima e para baixo frenéticas com o desejo pela outra, quando a minha namorada tomou a iniciativa de por a mão novamente na minha virilha e arrastá-la para o lado, pressionando um dos dedos entre meus lábios vaginais. Feito isso, o mesmo dedo subiu alguns centimetros e começou a estimular meu clitóris alternando entre rápido e devagar. Eu gemia baixo e puxava suas mechas da nuca com força, forçando-a a jogar a cabeça para trás, deixando a água cair entre seus seios, aonde eu coloquei uma de minhas mãos e desci para o bico de seus seios, beliscando-os de leve e fazendo movimentos circulares. Clara também gemeu baixo e eu soltei um suspiro alto quando ela colocou um dedo dentro da minha vagina e tirou como provocação. Voltou ao meu clitóris, só que agora com dois dedos e fez movimentos para cima e para baixo algumas vezes, até que meteu um dedo na minha vagina novamente e começou a repetir o movimento de vai e vem com a ponta dos dedos. Soltri um gemido forte perto de seu ouvido e sua respiração se tornou acelerada. Ela metia em mim com os dois dedos e com força. Já não me aguentava mais de prazer e me ajoelhei, afastei suas pernas e coloquei minha língua diretamente em seu clitóris, dando lambidas. Ela se encostou na parede e segurou meu cabelo molhado, uma de suas pernas passando por cima dos meus ombros. Comecei a lamber mais embaixo, na sua vagina e com uma das mãos também tocava seu clitóris e a ouvia gemer, delirante, me deixando com ainda mais tesão. Levantei novamente e meti dois dedos em sua vagina, fazendo movimento vai e vem, quando ela fazia o mesmo comigo. Gemíamos alto entre as respirações entrecortadas, tivemos que nos ajoelhar de tesão, do tanto que nos contorcíamos de pé. Continuamos metendo uma na outra até que finalmente gozamos, juntas. Da hora ninguém sabia e do trabalho pouco importava, naquele momento o som que ecoava pela casa era o de nossos gemidos cansados e da água caindo nas minhas costas.