Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
Martha Medeiros (via regou)
Color Me Curious

if i look back, i am lost
One Nice Bug Per Day
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ellievsbear

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🩵 avery cochrane 🩵

❣ Chile in a Photography ❣
Mike Driver

Love Begins
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

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Doug Jones
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occasionally subtle
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Lint Roller? I Barely Know Her
NASA
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Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
Martha Medeiros (via regou)
Eu sou vários. Há multidões em mim. Na mesa de minha alma sentam-se muitos, e eu sou todos eles. Há um velho, uma criança, um sábio, um tolo. Você nunca saberá com quem está sentado ou quanto tempo permanecerá com cada um de mim. Mas prometo que, se nos sentarmos à mesa, nesse ritual sagrado eu lhe entregarei ao menos um dos tantos que sou, e correrei os riscos de estarmos juntos no mesmo plano. Desde logo, evite ilusões: também tenho um lado mau, ruim, que tento manter preso e que quando se solta me envergonha. Não sou santo, nem exemplo, infelizmente. Entre tantos, um dia me descubro, um dia serei eu mesmo, definitivamente. Como já foi dito: ouse conquistar a ti mesmo.
Friedrich Nietzsche (via regou)
“É que a gente parece duas crianças. Um mais birrento do que o outro. Somos mimados, cheios de vontade. A gente briga, muito. A gente discuti, se bate, se xinga e até dizemos que nos odiamos. Ah, se todo ódio fosse assim. Mas você acaba voltando pra mim e eu voltando pra você. É como se tivéssemos um imã. Um polo positivo atraído por um negativo. É a física. Até a natureza conspira ao nosso favor.”
— Querido John.
“De tempos em tempos dou uma pausa no drama excessivo e viro do avesso pra me tornar essa pessoa calminha, despreocupada e de bem com a vida. Só até me cansar e correr de volta pro olho do furacão. Sou meio inconstante, pode-se dizer assim. Uma hora quero calmaria e na outra quero tempestade. Pra falar a verdade, nem sei o que eu quero. Vivo pra descobrir isso.”
(Iolanda Valentim)
“Há o que fica ausente. E é este o detalhe que faz toda, toda a diferença. É o espaço do abraço não dado, o espaço na camisa não suada, o espaço que sobra na ponta do tênis que se fosse um número a menos apertaria o pé todo. Uma coisa assim. As ausências são sempre totais, e as noites são eternas ausências. Acho que o mundo é outro, passaram-se três minutos e o ar que respiro já não é mais o mesmo. Eu sinto aquele cheiro de velho oeste, de gente que tem perfume de pó e madeira, de homem com olhar de matador, de mulher com a trapaça no busto. Rio porque me lembro de Zezé e seu Buck Jones, Buck Jones, Buck Jooooooones. A vida era outra, embora também dura. Havia um quê imaginário que até hoje me pega, havia uma ausência que apesar de presente não nos rasgava. Um não-estar que não pregava peça de saudade. Uma viola que não chorava nada a não ser beleza. Um tiro que não acertava, só pegava de raspão - e então Buck Jones ria como eu ri. Uma carona no pneu do carro, aquela loucura que esfolava o joelho quando se caía, mas os tempos eram bons e a gente sabia aguentar choro. Menino, tu era homem engolindo aquelas lágrimas enquanto a agulha furava tua pele! Foste costurado. Hoje, a gente desaba por dois passos e um tropeço, por uma nota que desce e então você percebe, we play and cry alone. Nós somos os monstros faceiros do faroeste, as agulhas são sete de uma só vez, os tiros pegam certeiros no peito, a música cala, emudece e só resta o gemido. Ganhou certeza, o mundo expandiu ao redor e a gente esqueceu de crescer direito. Depois, mais ausência. Somos uns parênteses tortos e a madrugada é longa demais.” — Claudia Calado
Porque, às vezes, o que chamamos de amor não passa de um amontoado de coisas velhas que não conseguimos jogar fora.
Marla de Queiroz (via amoremdoseselevadas)
Se não for pra ser bom, gostoso, romântico, carinhoso, divertido, presente, construtivo. Enfim, se não for pra ser amor, nem me dê bom dia.
Tati Bernardi. (via amoremdoseselevadas)
Você me pergunta se esqueci das palavras ditas, dos afagos trocados, dos beijos não dados. Pois se tanto sinto, mas nada digo, como é que podes me compreender? Meu bem, tu não entendes. É preciso me encontrar no vazio, me ouvir no silêncio, me ler nas palavras não ditas. Eu me guardo numa gaveta velha e gasta escondida num armário no porão. Eu me escondo aonde ninguém procura, por puro desinteresse, ou temor do que poderão descobrir. Mas para você eu digo, digo e repito. Dou-lhe um mapa se me pedires. Finja que sou território inóspito e tu, um aventureiro qualquer. Desvende todos os segredos meus. Sinta meus temores. Beba de meus sonhos. Guardo dentro de mim cada roçar dos teus dedos e cada sussurro ao pé d’ouvido. Entrego-te tudo, entrego-me toda. Não faz essa cara de contrariado, meu bem. Me olha com teus olhos escuros. Me enxerga com tua alma perspicaz. Mergulhe em mim, meu bem. E te acalma, meu homem, eu sou tua mulher.
Me explora sem medo, meu bem. - Gabriela Santarosa (via boanoitecinderela)
É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro. Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e ,especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente.
Ana Jácomo. (via -apocalipse)
Por isso, te pedi: antes que o amor bonito vire uma lembrança doída, vamos nos distanciar.
Clarissa Corrêa (via amoremdoseselevadas)
“Aceitar um fim é aceitar um novo começo. Continuar numa relação onde as pessoas não mais se relacionam faz tanto sentido quanto ir patinar porque está com fome. Você perde tempo, pessoas, vida. Você ganha arranhões que poderiam ter sido evitados, ganha mágoas de alguém que poderia ter sido sempre especial e só. Ninguém disse que iria ser fácil, ninguém disse que não iria doer. O costume grita e você pensa que é o amor ainda vivo em algum canto. Grande engano, grande perigo. Até que o costume mude de figura, tudo é vazio, lembrança, saudade, tudo é ele. Mesmo depois do fim, mesmo sem amor. É o velho vício de mexer na ferida, sentir fisgada só pra não ficar sem sentir nada. E você ouve muitas fórmulas pra fazer tudo isso passar mais rápido, muito atalho tentando driblar o tempo. Não vou dizer que nenhum funciona, assim como não digo que algum funcione a longo prazo ou definitivamente. Não importa quantos corpos você tenha no verão, no inverno você sente falta da história, da alma, das manias. Vai ser ele por um bom tempo o dono das saudades bobas, das carências mais fortes, do carinho. E não tem fórmula mágica pra isso. Agora, se acabou, com certeza teve um bom motivo, já deixou de ser bonito como nas lembranças preferidas, por mais difícil que seja lembrar dos fatos por esse ângulo. E pro costume tomar uma nova forma, você tem que usar novos moldes, sem recaídas, sem se fechar pro mundo. Você vai tentar substituir ele por outro, assim, como quem muda de manteiga no café da manhã. E pode dar muito certo por uns meses, depois o novo cara é só mais um anexo no arquivo de decepções e a saudade, de algum modo estranho, nem é do cara novo. Tantas promessas de tudo ser diferente e no fim tudo sempre tão igual. E o vazio só aumenta, uma bola de neve. Até o dia que você acordar de manhã, se olhar no espelho e entender que ali tem alguém inteiro e com tudo que você precisa pra ser feliz. E esse dia, anota aí, vale mais que anos. Não se cura um amor com um novo amor. Se cura com amor-próprio.”
As pessoas mais difíceis de serem amadas, normalmente são as que mais precisam de amor.
Amor além da vida. (via borboletanoestomago)
Se é pra sofrer, que seja sozinho, onde seu rosto possa estampar desalento, inchaços, nariz vermelho, olhar perdido, boca crispada. Se é pra sofrer, que o corpo possa verter, vergar, amolecer. Se é pra sofrer, que possa ser descabelado, que possa ser de pés descalços, que possa ser em silêncio.
Martha Medeiros (via alcooltecimentos)