The Philanthrope, conhecido como Marco Fillippo Emiliano.
Cis-gênero masculino. Ele tem, acredite ou não, 1941 anos, embora aparente ter apenas 34 anos. Ao longo dos séculos, dizem que ele parece com o mortal Sam Claflin.
H E A D C A N O N S:
Emil não se orgulha da vida antes de sua primeira morte. Nem sequer sabe como uma benção como a imortalidade foi lhe concedida. Por décadas, séculos, achou que não merecia tal privilégio, tal presente. O que um invasor romano, convencido a lutar em uma guerra que não era sua, merecia? Certamente não merecia viver por tanto tempo.
Aos trinta e quatro anos, com uma espada desembainhada lutando ferozmente por um objetivo que não acreditava, Emiliano morreu pelas mãos de um soldado inimigo. Acordar daquela morte foi algo que não soube explicar no momento e até agora, mais de um milênio depois, ainda não sabe.
Ao ver a desgraça que seu exército espalhava pela terra que lutavam, a forma como dizimavam inocentes, como destruíam tudo o que tocavam, Emiliano desertou sem hesitar. Os anos que se seguiram foram repletos de arrependimentos, sua figura física sempre denunciava a que povo cruel pertencia mesmo que a mente, a personalidade, aos poucos deixasse de ser como seus semelhantes.
Atualmente olhar para Emil, como prefere ser chamado, e tentar associar sua imagem com a de um invasor cruel é impossível. Os olhos azuis carregam sempre uma sombra bondosa, tranquila. Sua voz é mansa, os toques — pelo menos para com a família e pessoas inocentes que cruzam seu caminho — sempre é algo suave. Sua vida é voltada para tentar compensar todo o mal que fez, não busca nada em troca, apenas sente que seus feitos, mesmo que tantos, nunca serão o suficiente.
Geralmente Emil é aquele que cozinha, que está sempre de olho se os membros da família estão bem acomodados nos esconderijos, que checa todos após uma missão difícil. Se puder resolver um conflito sem se envolver em guerras, brigas, Emil fará. No entanto, se precisar pegar em alguma arma? Ele também não hesitará.
Ainda mais se for para proteger sua família. Vê a imortalidade como um presente imerecido, mas que ele faz de tudo para honrar. Seja cuidando de sua família ou dos mortais desconhecidos, procurando sempre colocar as necessidades dos outros acima das suas; protegendo e espalhando um pouco de bondade por onde quer que passem. O ideal é que seu lado superprotetor não seja despertado pois quando isso acontece, todos vislumbram um lado de Emil que ele luta todos os dias para abafar. Um lado violento, calculista, algo que, após os conflitos passarem, ele tende a se culpar por deixar à mostra.
















