Eu poderia escrever sobre as noites, sobre os bares, sobre as baladas, sobre as pessoas que ando conhecendo. Mas não, escrevo sobre o que vem depois. Depois das noitadas, depois das bebidas, depois das burradas. Escrevo sobre o que realmente fica depois. A cabeça no travesseiro e a velha companheira. A solidão. Ironia alguém que se diz tão “feliz”, alguém que sempre tá com um sorriso no rosto vir falar de solidão? Talvez. Mas é ela que permanece depois de tudo. Por que apesar de tentar me preencher com todas essas coisas superficiais, ainda me sinto vazia. Sabe, nunca se preenche.
Oi, velha amiga solidão. (via des-tru-ti-va)















