Stranger Things
occasionally subtle

★

if i look back, i am lost
cherry valley forever
Lint Roller? I Barely Know Her
dirt enthusiast
RMH

Janaina Medeiros

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shark vs the universe

No title available
Acquired Stardust
Sade Olutola

Discoholic 🪩
Claire Keane

祝日 / Permanent Vacation
we're not kids anymore.
d e v o n
Jules of Nature
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@expectandoamor
Às vezes tudo que temos é o que somos.
Lapsus Scribendi.
Acho que morri.
Sinto que te devo desculpas. Desculpas por não ter sido a sua pessoa favorita, desculpas pelas milhares de vezes que fui orgulhosa, cabeça dura e deixei que o meu silêncio, ou o nosso silêncio resolvessem os nossos problemas. Pedir desculpas pelas vezes que eu fui, pelas vezes que te deixei ir. Talvez eu te deva desculpas por não ter sido o amor ou a mulher da sua vida, por não ter sido quem você queria ao lado. Desculpas por termos sido tão imaturos e deixado tudo se esvair de nossas mãos, nosso amor, nossa relação. Desculpas pelas noites em que te fiz dormir inquieto, impaciente. Desculpa, minhas sinceras desculpas se nunca te fiz se sentir seguro para dar o próximo passo. Desculpa não ter sido suficiente, não ter feito suficiente. Desculpas não ter realizado nossos sonhos, abandonado nossos planos. É, desculpa.
Mil desculpas pelo fim e mais ainda por não ter sido para sempre, como eu havia dito que seria.
Desculpa. Apenas isso!
K.
Se você quer a verdade, eu preciso confessar. Eu não estou bem, estou quebrado por dentro.
Sanctus Real
eu virei o meu próprio apoio e tenho me orgulhado disso.
As vezes prefiro viver em anônimo , sinto que só assim consigo ser eu ,sem julgamentos , sem falsidades , sem fingimentos. Apenas eu !
tento escrever, mas nada sai. tento sorrir, mas nem de longe parece real. tento falar, mas minha voz entrega seja lá o que esteja de errado comigo. na maior parte do tempo eu consigo disfarçar a guerra que é minha mente, mas há dias que fracasso. há dias que a morte parece me chamar. há dias que paro e penso: por que eu ainda insisto nesse ato árduo que é existir? não, eu não briguei com ninguém. também não bebi. só to cansada. cansada de sentir essa agonia que eu nem sei explicar ao certo o que é ou o porquê ela existe dentro de mim. cansada de querer ser alguém que não serei nem daqui a sete vidas. cansada de morrer várias e várias vezes num só dia. de sentir que estou apodrecendo por dentro. as coisas que me faziam feliz já não fazem mais. as pessoas que tornavam o mundo um lugar mais confortável já não são mais presentes. as músicas que me impediam de pensar já não tem mais o mesmo efeito anestésico. então por que continuo aqui? por que continuo nadando contra essa correnteza?
outunos.
“Eu sou um nada, bem grande.”
— 23.06.14
Eu gostaria que alguém segurasse minha mão até o fim, e um pouco mais depois disso.
Corte de Espinhos e Rosas