A música derretia o demorado das realidades - Manuelzão e Miguilim (João Guimarães Rosa)

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A música derretia o demorado das realidades - Manuelzão e Miguilim (João Guimarães Rosa)
Eu não vim pra ficar
Há certas realidades que só a ficção suporta - Eliane Brum
Si nada nos libra de la muerte, que el amor nos salve de la vida. My original collage.
The medium is the message
“Faz pouco tempo que eu voltei a ver cor. Depois que parti em busca da beleza de um arco íris particular, descobri outras maneiras de perceber o mundo e usar os pincéis.
Sei que nossos tempos correm em ordens cronológica diferentes, mas, sei também, que a beleza das cores do mundo que habitam no seu olhar vão voltar pra ti. ou vão se refazer em novas paletas e pontos de luz.
Te deixo aqui a poesia das palavras, pra quando tudo parecer estar caindo, caindo, caindo… e não ter rede alguma embaixo pra segurar e aliviar a queda. De alguém que há pouco perdeu o olhar pro mundo mas encontrou uma forma de se pintar de novo.
Te desejo cor a olhos nus e de olhos fechados, Marina.”
>A Menina que Perdeu as Cores . Marcelo Moutinho / Anabella López >Enviada por Julia Devito (coleção particular)
>Ela conta: Ganhei esse livro de uma amiga muito querida no momento em que o meu primeiro amor havia chegado ao fim. Foi num pôr-do-sol na praia de Icaraí, em Niterói, ela me entregou o livro e me deixou lá sozinha depois pra sentir tudo com liberdade. Óbvio que eu estava me acabando de chorar, quando ouvi um barulho de respiração ofegante se aproximando. Era a Nina, uma filhote de Golden Retriever que tinha acabado de ser solta na praia e veio correndo justo pro meu colo. Não sou de acreditar em sinais, mas não é todo dia que isso acontece!
P.s: as cores voltaram.
Cat in a cemitery Tupã // July 2018
João Rock Music Festival // June 2018
August 2018
August 2018
Passarinho, passarinho, Me leva pra voar contigo, que aqui embaixo já não sou eficiente e a certeza de antigamente talvez nunca tenha existido. Lembra como falávamos com asas nos olhos e toda a saudade do mundo? Agora me enrolo, nem meu sono é tão profundo. Muita gente teve sede, querendo também partir pra longe, sem saber que o longe esconde paralelas estranhezas. Ah, meu tênue amigo, minha mente já é sua. Meu tronco é barco de papel esperando pela chuva.
(To my english speaking friends: I’m sorry, but this is a poem I wrote in portuguese) Árvore Verde “Conheço versos Mas a métrica nunca esteve comigo A fala livre é que dá abrigo À mente andarilha A crista em que outrora estive Converteu-se em espuma Daquele sonho só restou a bruma E o grito já não ecoa mais Mas diga a ela Diga a ela que o que faz a graça E evoca o riso Não é inimigo Daquilo cujo sentido é subjetivo Diga a ela que a árvore verde é poesia E que a luz que percorre os galhos até pousar nos olhos É a sinfonia que a orquestra da vida toca Em um dia de despedida”
Cordisburgo // June 2018 (em Cordisburgo)
Cordisburgo // June 2018
Cordisburgo // June 2018
Yeah right because bears are much less aggressive when they’re hungry
// May 2018