thereidoputeiro:
VOCÊ JÁ TOMOU O QUENTÃO DO TIO GEHRARD? É O MELHOR DA FESTA. E aproveita que tá barato e tá acabando.
O que é isso? Tem álcool? Eu quero álcool.

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@faksandr
thereidoputeiro:
VOCÊ JÁ TOMOU O QUENTÃO DO TIO GEHRARD? É O MELHOR DA FESTA. E aproveita que tá barato e tá acabando.
O que é isso? Tem álcool? Eu quero álcool.
pierre-almedigen:
São só dois dólares. Você pode arruinar ou alegrar a noite de alguém. O que acha?
Desculpe, mas... Do que é que a gente ‘tá falando mesmo?
Sweet Creature - Harry Styles
libra male moodboard,
pierre-almedigen:
Antes de perder seu tempo com a testemunha em uma curta distância de si, prestou atenção na última vítima, a única que não escapara da paralisia, pois havia caído, e ficado ‘’congelado’’ enquanto levantava, em seus joelhos. Aquilo era mais do que um atrativo ao cavaleiro, que sentia um urge quase incontrolável de matá-lo, apenas por estar ajoelhado. Aproximou-se da pessoa, que com uma voz trêmula lhe implorava para que não fizesse o que tinha em mente. Se pudesse falar no momento, provavelmente teria dito que não havia nenhuma escapatória. Mas não era necessário, afinal, estava mais do que óbvio. Um golpe fora desferido, e após ele, um grito quase gutural saiu pelos lábios da vítima que estivera ajoelhada, até ter suas pernas acertadas pelo machado, que as cortou como se fossem papel. Abaixou o machado, e em meio aos gemidos de dor alheios, que no momento imploravam pela morte, caminhou ao lado do corpo, voltando a acertar-lhe apenas uma vez, agora, na cabeça.
O tronco virou-se para a testemunha, o que significava que tinha toda sua atenção. O machado ainda estava abaixado, tocando a areia branca abaixo de si. ❝ Greetings, Fall Aleksandr. ❞ Almedigen fez questão de invadir a mente do rapaz quando teve a chance. Aquele ali, como humano, seria incapaz de bloqueá-lo, o que lhe trazia ainda mais deleite. Poderia fazer o que bem entendesse, e como conhecia muito bem os humanos, poderia vencê-lo apenas pela mente, deteriorando-o de dentro para fora. Mas não era seu desejo. Seria fácil demais. Sua voz faria o trabalho gradativamente, afinal soava tão calmo que poderia perturbar qualquer um que ouvisse. ❝ Why are you so scared? I’m not even close to you. ❞ O medo quase tangível do jovem fazia com que Pierre duvidasse ainda mais do potencial que ele poderia ter. A passos lentos, foi se aproximando da testemunha, visivelmente sem intenção de atacá-lo. ❝ You can run if you want. ❞ A última frase fora carregada de desdém, e marcou então a sua parada, a alguns passos do mais jovem.
Sentiu o mal-estar praticamente duplicar diante da violência que presenciava agora mais de perto, tremendo e sentindo arrepios subirem por sua pele, enquanto seus olhos lacrimejavam. Cada golpe levava-o a se encolher, mas, por algum motivo, não conseguia desviar suas íris —agora mais claras em função do líquido salgado que ameaçava molhar suas bochechas alvas— da cena. A essa altura já estava certo de que, se sobrevivesse, não conseguiria tirar aquelas imagens de sua mente nunca mais. Deus, o que eu ‘tô fazendo aqui?
Arrumou a postura quando o cavaleiro virou em sua direção e arregalou os olhos, soltando um grito fino para a voz em sua mente e cobrindo a boca, virando a cabeça para ambos os lados para ter certeza de que não havia ninguém atrás de si. A realização de onde a fala vinha não trouxe o alívio esperado quando voltou o olhar para a frente e foi atingido por aquilo novamente, detestando a forma como se sentia exposto por ter alguém dentro de sua mente. Era quase como se estivesse nu, como se violentassem-no.
Tensionou um pouco mais e sorriu amarelo, de uma forma que mais pareceu uma careta. Eu ‘tô de frente pra Morte e ela tá lendo minha mente. Ah, e ela não tem cabeça. Por que motivos eu, um humano agnóstico ateísta até vir pra esse inferno em forma de ilha, estaria assustado, não é mesmo? Amaldiçoava a má hora pro uso do sarcasmo, assim como a falta de controle para/com seus pensamentos, e se encolhia um pouco mais.
Ainda sentia seu interior revirar e, em resposta, deu dois passos para trás, realmente preparando-se para correr. Entretanto, forçou seu corpo a responder e travar no lugar, mais uma vez ignorando o instinto de autopreservação. Até porque, correr provavelmente só adiaria seu sofrimento ou o levaria na direção de outra ameaça. Assim, apenas ergueu a espada e apertou a empunhadura com ambas as mãos, como se os dedos da direita já não estivessem com os nós brancos o bastante. Respirou fundo mais uma vez, como fizera desde o início daquilo tudo para tentar puxar a calma que não possuía e agarrou-se ao cheiro de maresia combinado ao fresco e frio ar que provinha da vegetação. Ignorava com todas as forças o sangue, as mortes e a possibilidade de um demônio, ou o que quer que fossem aquelas coisas, pular em seu pescoço. Ah, claro, também aquela do ceifeiro em si levá-lo pra... Eu iria pro inferno? Provavelmente sim.
pierre-almedigen:
@faksandr
O cavalo branco apenas trotava, sem necessidade alguma de ter pressa, pois as então vítimas corriam como se suas vidas dependessem daquilo, mas não eram mais rápidas que o animal. Divertia-se com o sofrimento e desespero que sentia das pessoas à frente, e se o rosto pálido pudesse ser visto naquele momento, estaria expressando um júbilo quase digno de um infante, conquanto, ridiculamente doentio. A paciência logo veio ao fim, e então os calcanhares tocaram a barriga do animal, de forma a fazê-lo andar mais rápido. Posicionou o machado, o qual já tinha a ponta alaranjada, mostrando que haviam no mínimo 200° C somente naquela ponta, o que ajudava a cauterizar as feriadas causadas pela arma, o que deixava o cavaleiro num elevado estado de cólera. No entanto, tal cólera era um impulso, e um problema para quem cruzasse seu caminho. Percebeu o desespero da primeira vítima ao ver sua proximidade duvidosa, não dando-lhe certeza se atacaria ou não. Em segundos, a cabeça com expressão terrivelmente assustada caiu, saindo rolando pelo chão, e deixou um corpo imóvel. A segunda vítima fora atingida na nuca, e um tropeço lhe levou ao chão. Puxou levemente as rédeas, parando aos poucos o cavalo. Desceu com um pulo, poucos metros atrás das pessoas que ainda sobravam. Todas pararam de correr, paralisadas. Aquilo era nada mais do que um poder do ex-arcanjo, claramente cansado de correr atrás de suas vítimas. Sempre se cansava, na verdade. No momento em que acertaria um jovem nas pernas, percebeu uma figura não muito longe, que diferente das demais, não corria.
Pensamentos incoerentes passavam pela mente de Aleksandr, que cada vez mais sentia suas mãos tremendo e suando, enquanto seus joelhos fraquejavam. Ele não fora feito para aquilo e desejava ter tirado suas botas e ligado para sua irmã antes de se lançar naquela missão suicida. Felizmente tinha se lembrado de prender o cabelo em um coque, porque já estava incomodado o bastante com cada uma das peças de roupas que trazia em seu corpo enquanto tentava firmar o cabo da espada entre seus dedos escorregadios e sentia que estava prestes a vomitar.
Seus passos, sem rumo, passaram a ser direcionados ao contrário do que algumas pessoas corriam com o desespero lavando suas faces. Ele entendia a sensação, seus instintos primitivos, assim como os de qualquer ser humano normal, lhe mandavam fazer o mesmo, mas ele não podia. Aqueles mesmos que corriam, vez ou outra empurrando seu corpo, quase arrastando-o, dependiam de que se mantivesse firme.
Engoliu em seco quando pôde enfim identificar o que os assustara e apertou mais a empunhadura, tentando seu máximo para passar confiança em sua atitude e não mostrar sua hesitação em se aproximar. Mais uma vez um enjoo o assolava diante da visão das pessoas sendo mortas com tamanha frieza e ele perguntava-se para quem rezava por proteção quando ele era supostamente o salvador por ali. Talvez deveria rezar para que Nick aparecesse com suas habilidades ninja na katana para ajudá-lo?
Que pensamento idiota, concluiu. Tudo isso é muito idiota. Por que eu não fui embora aproveitar meus últimos dias em Paris, ou numa boate de strip? Por que eu não escolhi morrer participando de um gangbang? Encolheu-se um pouco quando o cavaleiro finalmente notou-o e forçou-se a respirar e respirar e respirar, inspirar e espirar, erguer o queixo. Qual dos cavaleiros é esse? Pelo machado deve ser... Shit.
Travou o maxilar e começou a dar passadas largas, determinadas demais para a bagunça que se encontrava seu interior. A uma distância segura do ser imponente, cravou seus pés no chão e tensionou ainda mais, não sabendo o que esperar.
Alguém viu a bambi?
aidenthebambi:
Não viado, ela se parece com o bambi do desenho porque tem os olhos gigantes como os meus.
Bambi é o apelido!
São belos olhos, por sinal. Trago verdades.
Wait, se ela é Bambi, você é o que?
mami-bambi:
Queria que fossem gnomos, iria ter o prazer de quebra-los como eles fizeram com o meu gnomo!
Meus filhos trouxeram um gnomo para essa festa, um gnomo que pertencia a minha mãe que já morreu, e fizeram o favor de quebra-lo.
OH- TIPO EM PROJETO X?
Moça... Tinha drogas no seu gnomo?
thomas-martin:
Ai gato, assim você me deixa sem graça!
Oh, perdoe meu charme incontrolável. É uma bênção e uma maldição.
nickolas-akiyama:
Ah não, credo, isso não. Arigatou.
Outra pessoa me disse que tem quiosque e barraquinha também, só falta eu conseguir achar tudo isso e encher a cara de pamonha. Thank you, anyways. Ah cara, se algum funcionário aparecesse eu até perguntaria, mas não achei ninguém até agora. Aquela parada de lista telefônica não existe mais né? Se não eu poderia achar o telefone e pedir.
Ah, poxa... Seria legal poder ter meus filhos, se eu chegar a ter, gerados por mim. A parte estranha é só o barrigão, os gases, as mudanças de humor... E como eles sairiam... Tipo... Por trás?
O que é esse negócio, afinal? Tem gosto de que? Oh, and you’re welcome. Aqui eu não acho que tem uma lista telefônica, mas um panfletinho com números e ramais importantes... Sabe? Aquelas coisinhas padrões de hotel que ficam na cabeceira ou no criado mudo, além da bíblia.
Alguém viu a bambi?
aiden-colvin:
Ela é mais baixa que eu, tem olhos enormes e provavelmente está dando trabalho, por favor, ela é minha irmã, e provavelmente deve estar assim agora.
Sua irmã se chama Bambi? Tipo o desenho?
victoria-colvin:
Alguém aqui viu os meus filhos? Filhos que aparentemente irão ficar de castigo pelo resto da eternidade! EU QUERO SABER CADÊ MEU GNOMO!
Calma, devagar que eu não entendi.
Seus filhos são gnomos?
nickolas-akiyama:
Oi, deixa eu te perguntar, você sabe se tem algum restaurante brasileiro por aqui? Long story short, eu preciso comer um negócio chamado pamonha, que não tem no meu país, e meu filho vai nascer com cara disso se eu não comer.
Quando foi que eu entrei em uma fanfiction de mpreg?
Acho que vi um com uma bandeira do Brasil em frente a uma das praias, no caminho para os bungalows, mas não tenho certeza. Já tentou perguntar algum funcionário?
thomas-martin:
Os diabéticos que se retirem, porque o docinho chegou!
Ohohohoho!
Você não é pescoço, mas mexeu com a minha cabeça.
001 — Personality.
“Cause I feel like I’m the worst, so I always act like I’m the best”