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Moodboard: Candy Lopez-Pierce.
Cheerleader, party girl, little bitch.
Character aesthetic: Marley Traynor.
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The Delphinus Twins: Eliza and Katya Spencer.
Older sisters to Edmund Spencer and Lara Spencer.
Under the cut, there are #67 gifs of Samantha Ware, playing the role of Jane Hayward in the fox TV show Glee Season 6, Episode 2 - ’Homecoming’.
All of these gifs are sized 160x160px, HD, usable on Tumblr and were made by us, so please don’t claim as your own or use in gif sets as these belong to danittanyrph. Feel free to use, reblog if you wish and please like if you found it useful.
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Se karma é uma vadia, então eu deveria trocar de nome. E eu queria pedir desculpas a cada um dos sete corações que parti, em minha vida em retrospecto, por saber agora que essa dor de perda é algo válido e real. Mas nunca serei capaz disso, de fato. Aconteceu e eu queria dizer que sinto muito com honestidade, mas não me sinto assim de fato. Posso ter encontrado a retribuição astrológica para tudo o que fiz, mas… sabe. Shit happens.
Rael Davenport, aka o garoto das descobertas
Esperei até os meus 15 anos para começar a minha vida… ativa. Depois disso, nada mais me segurou, nem mesmo o pobre Rael. O coloquei em um sem número de situações embaraçosas, de ter que sair pelo telhado de minha casa usando meu moletom rosa de camurça a surgir com marcas de batom por todo seu uniforme de football no dia de um jogo importante, mesmo sendo expressamente proibida a entrada de garotas no vestiário masculino. Em algum momento, lembro dele dizer que seus sentimentos por mim eram verdadeiros, e pelo seu olhar, era bem sincero. Mas Rael foi uma novidade e quando essa sensação de “o novo” acabou… Parti para outra.
O problema é que parti enquanto ainda estava com ele.
Carl Bennett, aka o garoto da festa
Era verão. Geralmente essa é a minha justificativa quando esse assunto é tocado. Estava frente aos meus 16 anos, curiosa sobre outras pessoas, outras experiências. Então traí Rael em uma festa na casa de Bennett. E, de uma forma para justificar a traição, me tornei a namorada de Carl na sequência. Sim, algo tolo demais. Porém aos 16 anos, achava que teria que ser assim para valer a pena. Foi divertido, com todas as festas que frequentamos. Até que eu percebi que gostava mais das festas do que da presença dele. E aí foi hora de sair daquela relação.
Queria não ter feito na véspera do Natal, único arrependimento.
Suzana Mendes, aka a garota do tênis + Alan Faraday, aka o garoto do pólo + Pearl Swayze, aka a garota nova
Depois de toda a catástrofe que foi romper com Carl em uma data comemorativa, tentei me manter longe de problemas na área do romance. Sim, tentei. Não foi necessariamente o que eu tinha planejado viver aos meus 17 anos.
Então… Foi o estranho caso de “oh, eu posso fazer a ponte entre você e o tolinho que joga pólo, enquanto isso vamos dando uns pegas depois dos treinos de tênis aos quais você nunca falta”. Nunca pensei que Suzana ficaria tão apegada e grudenta, confirmando a teoria de que garotas são bem intensas em uma relação com outras garotas. Outra coisa que nunca pensei foi que Alan mandaria a frase “fico com sua amiga se você ficar comigo antes”. O que resultou comigo fazendo revezamento para manter todos os planos em dia, até que me senti exausta.
Foi onde Pearl, a garota nova no colégio, disse aos dois que não queria mais nada e que estava conhecendo alguém novo. Nenhum dos dois acreditou até me ver com Pearl em uma festa, no que eu chamaria de amasso bem forte e intenso. Suzana chorou, Alan ficou puto e Pearl muito deslocada. E decidi ali que já chegava, dos três. Too much drama.
Keri Bradshaw, aka a garota das duras verdades
Então, meu último ano foi tomado por dois momentos distintos, mas que se encaixam com perfeição. No começo do ano, entediada com a ida de Alexandra para um ano fora em intercâmbio, me joguei em outras atividades, entre elas o clube de debate. Eu era péssima em argumentos, mas ao menos lá conheci Keri. Começamos um relacionamento aos poucos, em uma calma que ainda não havia experimentado. A garota sabia o que queria, afinal, enquanto eu… Bem, eu gostava de festas e ocupar meu tempo com aleatoriedades. Foi por isso que a Bradshaw rompeu comigo, a primeira e única a fazer isso. Se eu não sabia levar nada a sério, como levaria nós duas, uma relação birracial de duas garotas, a sério? Foi difícil encarar seus olhos naquele momento; eu soube que o problema de meus relacionamentos era eu.
Matteo Contini, aka o garoto que mostrou o caminho
Depois de Keri, me joguei em um sem número de festas. Era meu senior year, minha admissão na Sourbonne era uma incógnita, ainda me sentia muito sozinha e eu fui àquela feira vocacional porque queria pelo menos fingir que me interessava em fazer algo na linha dos negócios da família enquanto nem pensava em fazer Bussiness School. Lá conheci minha última curva de aprendizado, também conhecido como Matteo. Ele estudava na UCLA, era seguro de si e tinha uma vida planejada, mas para depois. Primeiro iria viver intensamente os anos de universitário; e eu achei aquilo genial. Para quê viver a preocupação agora se podia fazê-lo depois? Estava tudo indo bem até Contini começar a me colocar como seus planos futuros. Talvez fosse o final da história maluca de um conto de fadas distorcido, mas não era a minha história. Eu rompi com ele, decentemente, antes da minha formatura.
O que me leva ao presente, ao agora. 19 anos, o coração entregue a alguém que se dispôs a viver o momento comigo, sem falar de futuro. Alguém que também queria sentir cada uma das emoções de se jovem e viver em uma cidades como Los Angeles. Mas o agora não existia mais sozinho. Também tinha o futuro, crescendo, criando corpo…
Dentro de mim.
Kristine Froseth in The Society (2019—)
when the party is over
A música estava abafada enquanto nos embrenhavamos na sala de biologia, as bancadas dispostas a nossa frente enquanto nossas mãos tratavam de uma conexão existente entre nós dois conforme as coisas esquentavam. A ergui sobre a bancada, o vestido de festa sendo colocado de lado tão rapidamente que parecia um vulto. Sua pele era quente e eu pensava sobre como me sentia especialmente sortudo por ter conquistado por uma noite a garota mais popular da escola. Éramos as duas pessoas mais cotadas a colocar aquela coroa horrorosa de plástico na cabeça, tudo porque nosso nome era o mais dito entre as bocas dos corredores. Falassem bem ou mal, éramos o trend topics. E naquele momento era quase um bônus dessa popularidade, quando me coloquei entre suas coxas. Estava no topo.
Estava no topo, mas não me sentia especialmente segura. O modo como ele sorria para mim, colocando meus fios soltos para trás da orelha, dizendo que estava tudo bem e que iríamos nos divertir apontava que eu devia relaxar, mas eu tinha medo de ser pega naquela sala de aula. O garoto mais conhecido da escola estava me dando uma chance, depois de todo o tempo que fiquei o espiando pelos corredores. Não sei porque ele achou que eu seria interessante ou especial. Quero que ele me visse como especial. Enquanto suas mãos adentravam a barra do meu vestido, eu praticamente torci para que aquela conversa de sentir uma conexão comigo fossem mais do que meras palavras e que seu coração também pulsasse tão forte quanto o meu. Suas palavras ecoavam em minha mente e eu dizia que sim, pois queria ser sua desde a primeira vez que avistei o seu sorriso no campo verdejante. O amor é podia ser doloroso.
O amor podia ser doloroso para outras pessoas, as que se deixavam se atingir por eles e afetar seu raciocínio. Me gabava de que era muito mais focado em fazer a minha fama e meu currículo do que me deixar ser guiado por assuntos sentimentais. Por isso, após a festa, eu e ela não tocamos mais no assunto. Os gemidos ficaram contidos naquela bancada e morreram quando saímos porta a fora, rindo de nossa capacidade de fingir que nosso sumiço não foi nada demais e que estávamos intactos ao ouvir nossos nomes e receber aquele vale-compras na J. Crew a qual nenhum dos dois deu realmente a mínima. Como o esperado, a vida continuou. Continuamos trocando alguns sorrisos no corredor, agora cada vez mais esporádicos. Me voltava para outras líderes de torcida, outras garotas modelo daquela escola, colocando ao mesmo tempo um ponto final no ocorrido e uma continuação na minha vida. Seguimos em frente, ao meu ver.
Ao meu ver, eu fui a única que não seguiu em frente. Porque meu coração ainda perdia uma batida quando o via pelos corredores. Garotos, garotas, quem quer que lhe agradasse a companhia naquele momento desfrutava de suas risadas, de seu toque, enquanto que a cada dia que passava, eu entrava mais e mais na neblina do esquecimento. Então ele não sentia de fato nada por mim. Eu fui a garota que ele deitou em uma mesa durante um baile e apenas isso. Tolamente, esperei mais do que era previsto, me restando engolir em seco, andar com meus amigos e tentar voltar a minha rotina de membro da banda da escola, enquanto eu não conseguia coordenação o suficiente para ser malabarista em frente a mesma, que era mais alguma coisa que eu tinha que me conformar. Nunca o destaque e sempre mais uma na multidão.
Nunca o destaque e mais um na multidão. Foi como me senti quando ela me negou qualquer aproximação. Tentei convencê-la a embarcarmos mais uma vez naquela aventura. Uns amassos embaixo da arquibancada, talvez algo a mais no vestiário. Mas nada parecia convencer a garota dos sonhos de que eu poderia, talvez, ser o cara dos sonhos também. Não adiantava eu ter a popularidade que eu tinha. Não adiantava eu ter a influência que eu tinha. Não adiantava eu lhe enviar flores e perguntar se podia passar em sua casa depois da aula. Ela simplesmente não queria mais me ver. Eu me tornei o nada.
Eu me tornei o nada, para me tornar tudo. Depois que entendi que as coisas só fariam sentido para mim quando eu me visse além de garotinha acuada, encontrei minha própria voz. Não precisava da validação de um dos meus primeiros amores. Eu precisava acreditar em mim mesma. E talvez fosse a minha cabeça erguida que magnetizou tudo ao meu redor e atraiu a atenção até mesmo de quem não me interessava mais a opinião. Ele pontuou que poderia viver sem mim em todas as suas atitudes. Era minha vez de tomar uma atitude e demonstrar que eu podia viver sem ele.
You can’t break-up the Unholy Trinity.
Constanza Aguilar, Carrie Evans & Evelyn Puckerman.
Family Template: The New Puckermans.
Jaynna, a power couple.
❝Um dia ela estava na minha porta e eu só abri.
Sabe em Os Três Solteirões e Um Bebê, quando a criança tá ali com o recado e fim, e os caras tem que aprender a cuidar do bebê? Então, fui eu pegando aquele bilhete dentro da cestinha escrito “Ela é sua, tem seis meses. Nasceu em 1 de Janeiro, não tem nome ainda. Boa sorte” e vendo aquela criança chorando com a fralda suja. E aí tudo mudou e eu tive que me tornar pai.
E como você faz para alimentar uma criança que não come sanduíche de pasta de amendoim porque ainda não tem, sabe, dentes? Foi muito... Maluco. E corrido. E então depois de pensar se podia colocar ela numa outra porta depois de uma madrugada inteira em claro, ela só olhou para mim e sorriu. E dormiu. E não quis mais viver sem ela.
Então lhe dei um nome, e decidi ensinar as coisas cruciais, como quem era Dolly Parton, que Han atirou primeiro, o idioma Na’vi, que o Batman era incrível e o melhor personagem das HQs, e que nós dois temos dons para excelentes movimentos. E um apetite voraz, o que pode ser meio complicado quando se tem propensão a regular o peso. Também ensinei que tudo bem acreditar em aliens, porque afinal eles vão chegar aqui em algum momento e não podemos ser céticos quanto a existência deles. Contei a ela em uma idade apropriada o suficiente que o mundo pode acabar em uma data certa e por isso temos que distribuir amor a todos que realmente importam.
Sobrevivemos bem, posso dizer isso. Entre joelhos ralados e dentes de leite trocados por dólares para um sorvete aos domingos. Ainda não faço ideia de quem seja a mãe dela, mas tenho a certeza de que é parte de mim.
A pequena Carrie Shania Evans.❞
Sam Evans, falando sobre sua filha.