Amor, amar, ser amado, não amar, não ser amado. Não eram meus temas favoritos, não são, nunca serão. Amor não se explicava, amor não fazia sentido, mas dava sentido. O amor uma vez explicado, não parecia real, não parecia certo. Amar era odiar. Amar era sair e voltar. Amar era lutar. E havia um pouco de amor em todos os lugares, bastava olhar. Há amor na bebida que bebo agora. Há amor no texto que escrevo, e há amor em você lendo ele. Mas não sabemos o que é amor, e talvez, nunca saberemos.
















