â Aquelas imagens - eram centenas, com e sem nome - estavam ali de novo, surgiam novas e jovens do poço daquela noite de amor, e tornei a ter consciĂȘncia do que havia esquecido na misĂ©ria, que elas eram o tesouro e os bens da minha vida e que continuavam existindo inalterĂĄveis, acontecimentos culminantes que poderia esquecer, mas nĂŁo destruir, cuja sĂ©rie formava a lenda da minha vida, cujo brilho era o indestrutĂvel valor de minha existĂȘncia.â Herman Hesse, O Lobo da Estepe
















