A praia
A muito tempo eu queria escrever. Hoje me pego soltando palavras em que expresso minha gratidão por finalmente começar. Que análise vocês leitores vão tirar disso? E como eu ficarei daqui para frente? Essas perguntas a vida responde, enquanto isso eu sou mar.
Posso ser o vermelho em uns dias, o mar morto em outros mas algo que nunca vou deixar de ser é o mar salgado, aquele que tem areia na beira e que é infinto quando adentra-se de fato. O mesmo mar que compõe meu amor.
Um dia uma japonesa me disse para escrever, será japonesa? Não sei dizer, mas tinha uma cabelo tão sedoso que me lembrou as plantas de uma trilha em que um dia eu fiz. Me incentivou e no fundo eu já havia escrito, por meio de palavras gestos e alguns poemas.
Caro leitor, não sei quando em que fase sua vida está mas a minha estava confusa, o meu amor do mar antes era calmo como uma lagoa azul, e todo brilhante, mas o fato da perda de rotina o fez ser menos que o normal, eu me vejo cúmplice de tal ato, uma vez que, eu não brilhava mais como antes, mas os esforços foram positivos.
Quinta-feira fazia sol e o brilho retornou as nossas vidas, a alegria contagiava e o som misturado das risadas faziam o pipoqueiro rir (se tivesse algum por perto), eram plumas voando pelo colchão eram tantas que recordava festas de pijamas em que nunca participei. Hora, você deve estar perdido mas espero que já tenha visto uma lua de perto, e que essa lua seja tão intensa que ...
continua... por Emanuelle Giordani.



















