El menguante espacio de libertad que dejamos a niños/as
How children lost the right to roam in four generations + The Case for Free-Range Parenting

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El menguante espacio de libertad que dejamos a niños/as
How children lost the right to roam in four generations + The Case for Free-Range Parenting
I believe that we go to the movies to see ourselves. It’s important that we can see ourselves on screen… That means that we’re looking for greatness in ourselves.
David Oyelowo (via thetalks)
STATEMENT
We, Linda Montano and Teheching Hsieh, plan to do a one year performance. We will stay together for one year and never be alone. We will be in the same room at the same time, when we are inside. We will be tied together at waist with an 8 ft rope. We will never touch each other during the year.
The performance will begin on July 4, 1983 at 6 P.M. and continue until July 4, 1984 at 6 P.M.
Alex and Allyson Grey: How does it feel to have the piece nearing an end?
Linda Montano: We’re so much easier on each other now that it’s almost over, and there is a nostalgia that we couldn’t have been this way earlier. But I’ve learned a good lesson…to give 100% all the time. Usually in relationships I have thought, “I’ll open up tomorrow,” or “I’ll communicate tomorrow.” Now I realize that life is short, and it’s ridiculous to waste time.
I also feel a sadness that Tehching and I won’t be doing an 80-year piece together…maybe we’ll do it from a distance.
Tehching Hsieh: On a philosophical level, I feel that the piece is not nearing an end. It’s just that we are tied to each other psychologically. When we die it ends. Until then we are all tied up.
Art is Life / Life is Art
Incredible work and performance. Tied up together with a 2m rope during one year. Other performances of Tehching Hsieh:
Cage Piece (29 September 1978 through 30 September 1979)
Time Clock Piece (11 April 1980 through 11 April 1981)
Outdoor Piece (26 September 1981 through 26 September 1982)
Thirteen Year Plan (1986–1999)
Finding Freedom (2009-)
More info: http://theculturetrip.com/north-america/usa/new-york/articles/tehching-hsieh-when-life-becomes-a-performance/
Jack Garofalo, Harlem, 1970
Occupied Harlem
Fotografia inspirada na descrição de João Cão
Bruno Gonçalves, Aveiro, 13.04.2015, 23:45 Este sítio tem a memória de onde atracavam os moliceiros, é quase o fim da ria de Aveiro. Está a ser restaurado para servir um futuro parque... O leito povoado de junco e rodeado por eucaliptos, em mistura do cheiro da maré baixa, aromatiza esta paisagem à espera...
Fotografia inspirada na descrição de João Cão
Lili Ricardo, Lisboa, 06.04.2015, 15:45
O texto do João foi um grande desafio, como encontrar meus pulmões em uma cidade que estou de passagem? Porém, foi interessante a busca e embora ainda acredite não ter encontrado meus pulmões, pois, tive pouco tempo para explorar, creio que esse é o sítio onde mais encontrei o conceito.
Fotografia inspirada na descrição de João Cão
Vanessa Farfán, Berlin, 05.04.2015, 18:00
Metro/Subway Systems around the world.
dang chicago is a piece of cake compared to some of these places
For real and Chicago seems so big here. Fuckin Tokyo chill!!
Paris’ was nuts when I tried to learn it
Metro METro METROOOO
Frame Talks _17, 03.04.2015, 19:00, João Cão
Oi Agapi!
Precisava de respirar, deixei o ecrã do computador e fui lá para fora com um livro e minha câmera fotográfica. Xeguei à Praça do Rossio pela colina de Santana, é difícil conseguir fazer deriva na baixa de Lisboa, já conheço os recantos. Mas assim fui, dirigido ao rio, encontrar o horizonte.
Hoje cortaram o trânsito no Cais das Naus, como eu gosto. Nunca vi tantos turistas, mais do que nos dias mais agitados de Verão. As esplanadas cheias, os cafés a servirem refeições. Lá encontrei o meu cantinho no cais do sodré onde bebo o meu longo e demorado abatanado, acho que o preço já subiu. Das pessoas todas, senti-me mais impessoal, talvez gente a mais? Dois negócios pelo caminho do rio, o de limonadas tinha uma música invasiva, muito comercial e alta. Mas muitos mais artistas de rua! Desde a Rua Augusta até ao Martim Moniz vi ao longe a dança afro-beat muito animada, dos homens estátua havia um novo tenho a certeza e dois músicos acústicos chamaram-me a atenção, levam-me na ressonância do seu som a um outro estado de espírito... Já tranquilo entrei pelo templo do consumo, o MiniPreço dos amendoins em promoção.
Deixo para trás os olhos dos turistas feitos vítimas. Tenho a certeza que muitos parisienses devem andar chateados por aproveitarem os vôos baratos e reencontrarem nas ruas e esplanadas as pessoas do costume. Apesar de todo o espectáculo estes turistas são pessoas, muitas à procura do encanto anunciado da nova e vibrante capital.
A escultura na capa da Constituição Europeia em verso é muito elegante. A Europa raptada pelo Zeus touro, é ele que tem toda a intenção, toda a força anímica da obra, não é? Já o viste no céu? É uma constelação. Costumo encontrá-lo agora nestas noites ali na grande Praça do Comércio mas que tal o encontrarmos esta noite no teu Alto de São João? :)
The centre for political beauty
Political beauty is moral beauty. (καλὸς καὶ ἀγαθός). Nothing makes shock, political integrity and vulnerability as visible as looking for those who rise up against genocidal crimes and show resistance- sometimes against their own career, friends and emotions.
More infos_ http://www.politicalbeauty.com/
Frame Talks _17, 03.04.2015, 16:00, Frame408
Bom día João,
Espero que estés bien y estás disfrutando la primavera que empezó tan rápido en Lisboa. Es tan lindo ver a tantas personas relajando en el sol que no da para no contagiarse y salir a estar afuera. Las esplanadas llenas, los miradoros y las plazas también. Es otra cosa tener esta posibilidad de tranquilidad en la ciudad. Especialmente ahora que Lisboa parece vacía. Tengo la sensación que todo se fueron para el Pascua en otros lugares, lejanos o cercanos, huyendo del ritmo diario y su estrés. Aquí, en el Espaço da Penha está todo vacío. De la parte de atrás, donde se ven las viviendas, todo también parece tranquilo, aunque la mayoría se quedó en Lisboa (hay ropa colgada fuera en casi cada balcón). Cómo que el silencio es contagioso. Se oye menos, la gente habla más bajo. La ciudad cambia durante las ferias. Hay el plan de salir con el bombero el sábado para el miradoro do Monte Agudo. Espero que haga un bonito día mañana :)
La política de migración en Europa está al principio. Aquí pensamos que estamos aceptando a tanta gente entrar en el continente, como si fuésemos salvadores del mundo. La verdad es que hay montes de países que dan alojamiento a muchos más refugiados que aquí. Solo que los medios de comunicación europeos no dicen nada sobre esto. Solo están acusando a los extranjeros por todo lo malo que pasa en Europa. Y esto no creo que vaya a cambiar rápido. Durante una crisis económica se busca el culpable en todo menos a uno propio. Esto pasa en Grecia, en Alemania y probablemente aquí también. No es casual que el tercer partido de poder en las últimas elecciones griegas fue la “Aurora Dorada” que quiere “limpiar” Grécia y Europa de los migrantes. Triste verdad, pero sincera. Casi 7% del país es neonazi.
Un grupo activista hizo una acción excelente contra los muros que se están construyendo alrededor de Europa, especialmente en las fronteras de Grecia y Bulgaria con Turquía. Proponiendo hacer un teatro, una performance juntaron en un crowdfunding increíble dinero para ir y cortar el muro de alambre en esas fronteras. Con el pretexto de las fiestas de 25 años de Alemania unida el 09 de Noviembre 2014, empezaron su viaje desde Berlin en “acompañamiento” policial para llegar a Grecia, dónde les esperaban otros tantos buses de policía bloquendoles el camino. Lo mismo en Bulgaria. No pudieron ni llegar a lado del murro. Ahora están en varios procesos jurídicos, algunos que fueron contra ellos, otros que hicieron ellos contra Alemania y la Unión Europea. Cómo no encontramos informaciones en otras lenguas, hicimos un post el Noviembre para esta acción en facebook: https://www.facebook.com/patio.ambulante/posts/1549909765223279?pnref=story
Dónde vas a pasar tu día hoy? Y que estás viendo ahora? Un beso y hasta más tarde
PD: no sé francés y no pude entender bien el link de “La Paillasse de Paris”. El otro vídeo que me mandaste es súper fuerte… PD2: no es impresionante la capa de la European Constitution in Verse? :D
O FMM Sines um festival de música realizado no concelho de Sines, Alentejo Litoral, Portugal, todos os meses de julho. Uma organização da Câmara Municipal de Sines, o FMM é um festival não comercial povoado por espetadores-descobridores. Os principais princípios da sua identidade são a qualidade e diversidade do programa apresentado, o charme dos espaços onde se realiza, o espírito único que, com o seu público, foi conquistando ao longo dos anos, e o facto de ser encarado, em primeiro lugar, como um serviço público cultural.
info: http://fmm.com.pt/
Frame Talks _16, 03.04.2015, 12:45, João Cão
Bom dia Agapi!
Que bonita a Constituição Europeia feita em verso. Eu continuo a gostar muito da ideia da Europa, mas o que se passa no cenário político parece mais aproximar-se duma distopia... A política de recepção aos emigrantes por cá é diferente da política de amabilidade que encontraste em Berlim. Lisboa pode ser muito agressiva para a massa de emigrantes que chega à procura de novas oportunidades. O mercado negro, a opressão e, agora, a falta de emprego torna as coisas ainda mais dificeís. Há um documentário centrado nesta Lisboa quase esquizofrénica: o Lisboetas do Sérgio Tréfaut, feito no início do milénio que dá uma imagem muito realista do que se passa. https://www.youtube.com/watch?v=5pZhh047ibU
De boas políticas de integração, só tenho as boas memórias da gestão do município de Sines, no Alentejo. Como era (e continua a ser) comunista eu tinha muitos direitos. Tinha piscina grátis com a escola e, em casa, todos tínhamos antena parabólica antes de existir TV cabo em Portugal. Na cidade nova de Santo André, a poucos km de Sines, podia ver na TV centenas de canais. Adorava as séries de animação da MTV :) Esta mesma política de gestão cultural foi a que deu origem ao Festival de Músicas do Mundo que agora adoro! É uma área especial. Santo André foi a única cidade construída de raiz em Portugal no século XX. Havia, claro, fluxo de capitais que alimentava estas condições, com o porto e a indústria de Sines.
O Grandhotel Cosmopolis, que mescla factores e instituições em Augsburg, fez-me lembrar o La Paillasse de Paris. Este também é um espaço aberto, um laboratório comunitário. Com o encontro de designers e biotecnólogos já inventaram uns produtos inovadores como uma caneta 'imortal', que só precisa de água para uma colónia de bactérias no seu interior produzir a tinta ou testes de diagnóstico muito mais baratos para o 'terceiro mundo'. Podes ver o sítio deles aqui: http://lapaillasse.org/
Estes espaços de encontro são muito excitantes! De um ponto de vista crítico, já tenho a sensação de que se corre sempre o risco de anunciar falsas 'revoluções' com este entusiasmo... principalmente quando se começa a trabalhar em função dum mercado, em função do dinheiro. A oficina de consumo do Canto do Curió quer ter diferentes valências. O material/imaterial que focaste é muito interessante. A primeira abordagem que tivémos foi com a Inés e focava o aspecto ético e de justiça social do alimento. Havemos de desenvolver uma dinâmica nesse sentido, quando a Inés voltar. Ela fugiu para Atenas e ainda não voltou :) Imagino por lá anarquistas, vinho tinto e muito espaço de inventar futuros.
Sexta-feira, dia 17 de Abril, o Canto do Curió tem uma oficina de consumo para emancipar os sentidos e a comunicação. É um jantar sensorial no espaço do GAIA - Grupo de Acção- Intervenção Ambiental - em Alfama. Há muito espaço para disfrutar a refeição junto com uma dinâmica de jogo surpresa. Vai ser o primeiro teste, só temos lugar para 20 pessoas, começamos a aceitar inscrições segunda-feira. :)
Até já!
Joao
Grandhotel Cosmopolis Augsburg, a home for artists, tourists and refugees
http://grandhotel-cosmopolis.org/de/konzept/historie/
Download hier :)
http://www.passaporta.be/assets/upload/auteursteksten/cahier_Europese_Grondwet_E_LowRes.pdf
Frame Talks _16, 02.03.2015, 18:30, Frame408
Sí, el futuro es nuestro :) Para inventar e imaginar. Para decidir dóndeponemos nuestra energía, conocimiento y deseo. Para invertir y realizar. El futuro personal y comunitario. Todos somos iguales en términos legales. Todos tenemos o deberíamos tener los mismos derechos, tenemos más o menos las mismas necesidades básicas en términos de comida, alojamiento e intercambio. Hace ca. una década más de 50 artistas del continente europeo (no solo de la unión) se juntaron para escribir la constitución europea. El resultado es un libro muy interesante de poesía moderna con aspectos individuales, algunas veces también contrarios, de herencia común. El proyecto se llama “European Constitution in Verse”. Aquí el link con la descripción en ingles:
http://www.petervermeersch.net/european-constitution-in-verse.html
Todos somos iguales, al mismo tiempo cada uno es diferente, parecería que estamos siempre negociando entre estas dos realidades. Cada uno tiene su origen, su cultura, su afección, creando una diversidad súper interesante y un desarrollo comunitario dinámico, especialmente en las ciudades dónde se juntan culturas de diferentes países.
Algo que siempre me hacía pensar en Berlín era la meta de la Cámara y su departamento urbanístico, de hacer los espacios públicos “ausländerfreundlich“, significa amable para los extranjeros. Siendo extranjera, no entendí nunca esa palabra. Nunca sentí una necesidad diferente a la de los berlineses, ni cuando estuve en Grécia sentí que tengo otras necesidades de los extranjeros, especialmente en relación al espacio público. Me parece que la idea de integrar a las personas en la comunidad o el país dónde viven muchas veces acaba por segregarlas aún más. Por otro lado, muchas veces que la política deja las personas en paz, se encuentran maneras de convivio más sanas y saludables para todos. Hay aquí algún tipo de política de este genero?
Un proyecto muy interesante en este sentido es el Grandhotel Cosmopolis. La iniciativa empezó juntando vários factores y instituciónes (la iglesia, el apartamento de extranjeros, empresas privadas, avogados) para renovar un edifício enorme en el centro de Augsburg y invertir en tres funciónes principales: un hotel, un alojamiento para refugiados y ateliers para artistas. La mezcla funcióna tan bien que el hotel ya ganó vários prémios. Lo importante es que se intercámbia conocimiento y trabajos, los refugiados están recibidos como huéspedes de un hotel, no existe una división entre nativos, turistas y emigrantes, todos tienen aceso a todo. Es fascinante ver como una idea más o menos megalómana de una persona, se convierte en algo tan vivo, social y ejemplar con el trabajo de todos que participaron y participen en la realización de este espácio.
Esa es la única información que encontré en inglés: http://grandhotel-cosmopolis.org/de/wp-content/uploads/sites/2/2014/06/Grandhotel_concept2014_english1.pdf
Me parece muy buena la idea de organizar una oficina de consumo. El consumo puede ser material y inmaterial. Uno puede comprar y puede también cambiar. Puede consumir cultura, arte, literatura. Puede consumir el amor de la persona que se dedicó criar la comida que se come o de la persona que cocinó para uno. También esto es un consumo, un consumo que muchas veces pasa sin entenderle así, porque no tiene precio. Si poníamos precio en todo, como sería nuestro diario? Por mi parte consumo mucho, incluyendo la ciudad en la que estoy. Uso el espacio público, las infraestructuras que existen, las ofertas, la cultura, la topografía, las fiestas en la calle. En que sentido va el workshop que están organizando?
Un beso y hasta más tarde
PD: Cuando vine por primera vez en Lisboa y vi el nombre Monsanto en una área tan grande, pensé que la ciudad está vendida y no entendía como puede ser que la población dejó a esta multinacional poner su nombre en el bosque más grande de la ciudad. Ni imaginé que Monsanto es un nombre tan común en países con lengua de origen latino y hay montes de lugares que tienen el mismo nombre. Así conmigo en una manifestación sobre Monsanto me tenías que explicar que las dos cosas no están conectadas, pero en la manera contraria :)
“Someone needs to explain to me why wanting clean drinking water makes you an activist, and why proposing to destroy water with chemical warfare doesn’t make a corporation a terrorist” Winona LaDuke
Foto _También la lluvia