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@fredweasl
Fitzsimmons + two very different pod love confessions
4.07 | 6.06
FitzSimmons + their character centric episodes
Philinda 💕 (6.05)
I F*CKING LOVE THEM AND I DON’T FEEL OKAY RIGHT NOW!!!
“Where’s your guy? I don’t know. We’ve sorta been having a thing. It’s no time for a thing. I know. That’s the thing right there. Let’s go.”
Iron Man (2008) - dir. Jon Favreau
“If you guys could do your signature Avengers pose.” (x)
Um textinho sobre autoestima.
Tenho certeza que muitas de nós nos sentimos constantemente persuadidas a ter coisas que não necessariamente precisamos, a termos a aparência similar ou até mesmo igual a de algumas pessoas, me perguntei brevemente a razão disso, é até um tanto o quanto óbvio, aparentemente desde que a tecnologia começou a existir isso acontece, lá por 1895, quando aconteceu a primeira exibição de cinema em Paris, um padrão de beleza foi implantado, e pouco a pouco ele se instalou fortemente na sociedade, a famosa beleza europeia, filmes europeus e depois hollywoodianos, onde haviam celebridades “perfeitas” e com vidas magníficas das quais todos almejavam ter.
Atualmente a história claramente se repete, mas com as mídias sociais. Dia após dia vejo garotas reclamando sobre seus corpos, cabelos, rostos, personalidades, feições, trejeitos, roupas, estilos, sem parar, todos os dias, uma avalanche de impugnação com seus próprios seres internos e externos.
No instagram essas garotas seguem mulheres de aparência perfeitas, com roupas perfeitas e corpos perfeitos, vendendo uma ideia de vida ideal 24 horas por dia sem parar. As garotas imersas na realidade das redes sociais, acreditam que aquele é o fundamental para a felicidade delas, logo, tentam ser como o que veem como ideal, comprando roupas, calçados, procedimentos estéticos e maquiagem caras demais, objetos que, na maioria das vezes nem as “blogueirinhas” compram, mas sim ganham, ganham de agências e empresas que as usam como porta voz para faturar justamente em cima das garotas inseguras. E o looping não termina nunca. O problema em si não se resume somente a isso, mas também ao fato de que, olhando essas postagens nas mídias sociais constantemente, vindas de várias pessoas, nos acostumamos a achar que aquilo seja a vida ideal, estando novamente, infelizes com nossas vidas, numa constante, o. tempo. todo. sem. parar.
Não estou falando para todo mundo que leia isso parar de seguir essas mulheres nas suas redes sociais, mas meu ponto é o questionamento:
Essa pessoa realmente agrega na minha vida?
Ela fala sobre assuntos importantes e me ajuda a crescer emocionalmente e mentalmente?
Ela faz eu me sentir bem comigo mesma?
Realmente preciso ver isso todos os dias?
Estamos tão submersos a esse mundo midiático onde nem sequer percebemos como, mesmo que subconscientemente, certas situações podem afetar nossa vida negativamente.
Ter uma boa autoestima não é nada simples, é um processo longo, que envolve principalmente três coisas: autoconhecimento, autodescobrimento e autoaceitação. Com o passar dos anos, aos poucos, você passa a se conhecer melhor, e a se acostumar com você mesma, passa a perceber a sua realidade, e a aceitar ela, isso vem junto com o amadurecimento. Pessoas que uma vez te machucaram não fazem mais diferença na sua vida. Teu crescimento deve ser interno, de você para com você mesma, sem deixar que a opinião de terceiros interfira no seu modo de se ver.
Qualquer mudança pessoal deve começar sempre internamente, para que depois possamos vê-la externamente.
perfect love casts out fear (via weheartit)
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The Lord of the Rings: The Two Towers (2002) dir. Peter Jackson