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@geminisyc
É bonito quando o amor vem acompanhado de amizade. Quando além de ser namorada, a pessoa também é a tua parceira de riso, de rotina, de calma e de caos. E com ela tem sido exatamente assim, um amor leve, divertido, cheio de pequenos gestos que dizem muito mais do que qualquer palavra. A gente ri de tudo quando está junta, e é nesse riso que eu percebo o quanto ela vem deixando cair, aos poucos, aquela pose de mulher séria que tentava manter no começo. Hoje, ela ri alto, me provoca, se entrega ao momento, e eu adoro ser o motivo desse relaxar dela, dessa versão espontânea que aparece quando estamos lado a lado.
Ela me incentiva de um jeito que só quem se importa de verdade faz. Mesmo quando eu não quero levantar da cama, ela me faz ir pra academia. E eu, em troca, arrasto ela pro pilates ou pro parque pra me ver andar de roller. A gente virou um time, mesmo nas pequenas coisas. Ela prepara meu café da manhã e sempre coloca meu remédio junto com a chave, pra eu não esquecer de tomar, e isso começou depois que eu esqueci dois dias seguidos, o que virou motivo de bronca e cuidado ao mesmo tempo. São detalhes assim que me fazem pensar: o amor é mesmo feito do cotidiano. Do lembrar, do cuidar, do estar junto, mesmo quando o mundo parece corrido demais.
A gente tem nossos rituais que nasceram do nada e hoje viraram tradição. Toda sexta-feira, ela faz strogonoff de frango, e não tem sexta sem isso. Ela vai no mercado comigo e, sem falhar, reclama toda vez que eu pego Pringles. Reclama, mas deixa no carrinho. Briga comigo e com a Padmé quando a gente faz a maior bagunça na sala, enquanto o Anakin fica emburrado, igualzinho a ela. É o tipo de rotina que parece simples pra quem vê de fora, mas pra mim tem um significado enorme. É o nosso jeito de construir um lar, mesmo nos detalhes, mesmo nos risos que ecoam pelo apartamento.
Ela me ensina a pilotar a moto dela de noite, no estacionamento de um supermercado, e mesmo quando eu risco a lateral da moto, ela diz que estou indo bem. A paciência dela é uma coisa linda de ver, e de sentir. A gente canta no carro, e embora no início ela fosse mais contida, descobri que é só colocar Arctic Monkeys ou Katy Perry que ela se solta toda. É nesses momentos que eu percebo o quanto amo vê-la livre, sem filtros, sendo ela mesma. Porque o amor bonito é esse que te faz ser mais você, sem medo de errar a letra da música, de dançar errado ou de rir alto demais.
Ela tem uma pintinha debaixo do olho que eu amo observar, combina tanto com ela, com o jeito que o rosto dela muda dependendo da luz, do humor, do momento. Fica linda com maquiagem, mas pra mim é ainda mais linda de pijama, descabelada, com o olhar calmo de quem está em casa. Amo o quanto ela gosta de conversar comigo enquanto eu tomo banho, o quanto se irrita com meu despertador e tropeça no meu chinelo porque insiste em descer pelo meu lado da cama. É nesses detalhes caóticos e humanos que o amor mora, no que irrita e no que encanta, tudo junto, tudo nosso.
Ela toma café descafeinado por minha causa e sempre me espera chegar do serviço com o café fresquinho. São gestos pequenos, mas que pra mim têm o tamanho do mundo. É sobre reciprocidade, sobre partilhar a vida e se cuidar mutuamente. Estar com ela me ensinou que o amor não precisa ser uma montanha-russa de emoções intensas o tempo todo, às vezes ele é o riso compartilhado, o café esperando na mesa, o “vai lá, você consegue”, o “vem aqui, eu cuido de você”. É saber que no meio da rotina, do trabalho, do cansaço, ainda existe um nós. E esse “nós” é tudo.
E tá tudo bem, uns vem outros vão
E tá tudo bem
Tá tudo bem
Tudo
Bem.
-metamorfose;
Será isso, algo ruim?
Eu preciso que esteja aqui!
Não digo apenas fisicamente.
O meu EU pede presença, pede constância, pede interesse, pede prioridade, pede força de vontade.
Então você me pergunta: força de vontade? Vontade de que?
Vontade de estar presente.
Vontade de conversar sobre como foi seu dia.
Vontade de falar sobre as besteiras rotineiras de um fim de semana caseiro.
Vontade de não deixar o silêncio virar distância.
Vontade de lembrar de mim no meio de um dia comum.
Vontade de cuidar, mesmo nas pequenas coisas que as vezes nem parecem ter importância.
Porque, pra mim, presença não é só estar… é se fazer.
É participar, é não tratar tudo isso como algo automático.
E isso não é apenas sobre romance.
É sobre quem a gente escolhe manter por perto.
Sobre como a gente sustenta o que diz que importa.
Eu nunca espero perfeição, nem disponibilidade o tempo todo.
Mas espero intenção.
Aquela vontade sincera de não deixar esfriar, de não deixar cair no esquecimento. Porque o “depois a gente vê”, às vezes, vira nunca.
E o “tanto faz” vai aos poucos, fazendo tudo realmente virar um grande tanto faz.
Eu sinto presença, as vezes a falta dela nos detalhes.
E isso não é exagero… é só a forma que eu encontrei de reconhecer quem realmente fica.
Então, se isso é algo ruim… não sei, talvez seja só pra quem não quer sustentar.
Pra mim, é só o mínimo pra continuar.
te memorizo e te roubo pra mim te guardo nos meus sonhos favoritos pra poder te visitar de vez em quando
Você tem o toque suave e a voz doce
Descobri que existe um calor no seu abraço que acolhe
Tudo em você me traz pra perto, sem esforço..
E sem alarde, você se tornou o meu lugar favorito.
-Lr
koketit via instagram
Sob o céu Manaós a cultura celebra...
[...]Pura arte, liberdade
Teatro Amazonas, Majestade."
Parece que ainda falta uma eternidade pra tu voltar dessa viagem. Eu sinto uma falta absurda do teu carinho, da tua companhia... até do nosso silêncio. Daqueles momentos em que o assunto morre, a gente se cala por uns minutinhos e você volta com algum papo completamente aleatório, enquanto eu fico ali, toda perdida, pensando: de onde diabos essa mulher tirou isso.
(Eu amo as tuas curiosidades aleatórias.)
Eu sinto saudade de cada detalhe teu. De acariciar teu rosto devagar, de beijá-lo inteiro, sem pressa nenhuma. Saudade de fazer carinho no teu braço, de te puxar pra perto e sentir teu abraço me envolvendo. Saudades de sentir teu coraçãozinho descompassado quando a gente tá agarradinhas na cama, ou quando eu deito a cabeça no teu peito e tudo ao redor fica em silêncio.
Sinto falta de te ver me esperando chegar, daquele olhar que só você tem. Da paz absurda que tu me faz sentir. Você me desmonta inteira, ao mesmo tempo que me reconstrói..
-Lr
Eu amei a sensação de te encontrar depois do trabalho.
O dia ainda pesava nos ombros e a vontade era só de repousar em alguém e você deu a ideia sem acreditar que eu toparia, mas eu fui, larguei o que eu estava fazendo e fui.
Sem promessas, sem planos longos, apenas uma fuga da "rotina".
Rápido me arrumei e quando cheguei, você já estava ali, vestida de cansaço, de corpo presente e mente distraída.
Enfim, mais um dia de trabalho..
Eu cheguei ainda “virtualmente” ocupada, mas sentei ao teu lado.
Enquanto a telinha falava, você me acariciava com calma. E quando o silêncio finalmente veio, me aninhei no teu colo e ali ficamos.
Leve!
Você tem esse dom de tornar o simples natural e singular, romântico e intenso.
E é lindo saber que sentimos juntas: a saudade, o carinho, a intensidade, o medo… e esse amor, que repousa tranquilo.
-Lr
Você tem os olhos cor de mel, as vezes meio avelã, que em algum tipo específico de iluminação acabam se tornando verdes. Eles carregam um brilho tão lindo.
Tem o sorriso difícil, o humor totalmente duvidoso; com seu jeito mais centrado, a postura é bem mais séria. Mas eu sei bem da sensibilidade e do cuidado que carrega em si.
Tem o toque suave, uma voz doce, o sotaque que me faz sentir em casa, o calor de um abraço que me acolhe. Tudo isso me traz pra perto.
Você se tornou um lugar e faz com que eu sinta que é exatamente nesse lugar que eu quero morar.
-Lr