Is we fucking when we leave the club or nah? [+18]
Era um dia bom. Na verdade, era um dia fodidamente bom. Junnie havia recebido boas notas no trabalho teórico de TCC, experimentado o melhor brigadeiro da sua vida e agora precisava respirar fundo para não perder o ar entre as risadas que soltava por conta de suas colegas de trabalho.
Nunca foi uma boa ideia todas se reunirem uma hora antes do expediente para beber e colocar o papo em dia, mas naquele dia fizeram isso e agora as bochechas pálidas de Junnie estavam coradas em um tom quase preocupante por causa do álcool. Usava sua lingerie favorita por baixo da grande blusa social branca e não deixou de colocar belas knee socks da mesma cor. Em uma de suas mão estava um copo de drink e pelo que conseguia se lembrar era muito álcool misturado com morangos.
Não estava bêbada, talvez perto de estar, mas o problema é que estava animadinha demais. A ponto de deixar suas colegas cortarem sua franja e, logico, deu merda. Mas não conseguiu ficar brava quando todas pareciam desesperadas para arrumar a merda que haviam feito e em algum momento, não sabia dizer o porque e nem como, Junnie foi parar de baixo do chuveiro.
Saiu em um pulo de perto da água gelada “Mas que porra!” Gritou quase caindo no chão. Todas a olharam assustadas e isso rendeu outra leva de risadas que pararam quando o assistente de palco veio chamar a mais nova, era sua vez de se apresentar e a parte de cima de sua lingerie estava completamente molhada.
O corpo gelou, a casa estava cheia e alguns clientes estava ali por conta de sua apresentação. Revirou os olhos depois de se recuperar do choque e, a contra gosto de suas colegas, bebeu o resto de seu drink antes de correr até sua mochila e trocar as knee socks por outras secas, mas quase no mesmo estilo que a anterior.
Tirou a parte superior da lingerie, ficando sem o sutiã, não havia outro ali e por isso ficou um tempo pensando no que poderia fazer já que nenhuma outra stripper tinha as mesmas medidas que ela. Suspirou “Foda-se” Foi tudo o que disse antes de colocar a camisa social que vestia antes por cima, ela estava molhada também, mas aquilo seria de ajuda.
Quando molhou mais um pouco a camisa na área dos seios todas a olharam confusas, mas assim que a blusa ficou transparente entenderam a situação. Ajeitou os longos fios castanhos, estavam bagunçados para um só lado tornando o cabelo mais volumoso e de aparência sexy. O salto também era preto e de plataforma grossa, passava um ar pesado e sensual, mas era a blusa transparente que deixava seus seios quase expostos o ponto alto de toda a coisa.
Pediu, antes de subir ao palco, para que trocassem a música e colocassem Or Nah. E assim que parou em frente ao palco sentiu a animação do camarim voltar a percorrer suas veias. O sorriso que se formou em seu lábios pintados de um vermelho vivo era enorme, usou das primeiras batidas da música para se aproximar do poste de pole dance e no tempo certo para que quando estivesse perto o suficiente já estivesse rolando a letra de Or Nah.
As pernas ficaram entre o cano, iam se abrindo e fechado até que sua bunda estivesse pertinho do chão. As pernas se prenderam com força contra o cano para que quando estivesse finalmente fazendo performance no pole dance não perdesse o equilíbrio. Todo o corpo se movimentava no ritmo da música e quando ficou de ponta cabeça toda sua blusa desceu mostrando parte de seus seios, pode ouvir os clientes comemorarem e se não estivesse tão concentrada em dar seu melhor teria rido.
Quando a música estava pela metade decidiu deixar de fazer o pole dance e se aproximar da platéia, rebolou de forma obscena até o chão e mordeu o lábio inferior de proposito. Não descia muito do palco, mas naquele dia decidiu fazer aquilo e se sentou no colo do primeiro cara que pareceu não estar doido para tocar seu corpo.
Começou um lap dance não muito intenso sobre o colo dele, os olhos fixos em seu rosto e podia sentir ele colocar as notas de dinheiro em sua calcinha. Sussurrou algumas partes da música em seu ouvido até se cansar e passar por entre aos homens até estar de volta ao palco, aproveitou para tirar sua blusa assim que se viu em pé e na mira de todos os olhares....
Sorriu de lado com as reações que recebeu e girou a cabeça fazendo seu cabelo cobrir parte de seu rosto. “Girl make that ass clap for young dolla $ign” a batida nesta parte era perfeita e aproveitou para dar leves quebradinhas para o lado com seu quadril, as mãos percorriam o corpo e a respiração já saia pesada. Apertou o seios, na intenção de provocar, mas também esconde-los e com a chegada do final da música virou de costas dando um tapa forte em sua própria bunda antes das luzes se apagarem.
Era o fim de sua apresentação e Junnie sumia para dar lugar a Krystal.












