mar adentro
para desvendar o silêncio é preciso se ater aos ruídos toda queda tem um sabor de liberdade todo precipício, um olhar desafiador o improvável desencadeia possibilidades inimagináveis minha poesia é o caos que carrego no peito sou emocionalmente anárquica, o acaso é meu amor minha literalidade é o acumulo de mim mesma meus versos sou eu transbordando de mim.














