Olivia Wilde and Jason sudeikis - 86th Annual Academy Awards 3/2/14
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Olivia Wilde and Jason sudeikis - 86th Annual Academy Awards 3/2/14
Descreva qual a sua melhor e a sua pior lembrança.
Não acho que tenha sequer o que questionar quanto minha pior memória. Eu encontrei toda minha família morta e esquartejada em casa. Quanto a melhor, foram tantas, que eu nem sequer saberia qual escolher.
Gretel Hardwick || 26 anos || FC: Olivia Wilde || Black Cat || Ocupada. Passado: Nascida em Chicago, a menina nasceu filha de um político que comandava todo o narcotráfico. A menina tinha tudo o que queria e quando queria. As coisas realmente caíam em sua mão. Ela realmente tinha um gene de arruaceira e sempre que seus empregados faziam alguma coisa errada, ela pisava em cima sem o menor dó, era como se um misto de maldade e diversão a invadisse quando isso acontecia. Dava para ver nos olhos dela. Entretanto seus pais não acreditavam. A mãe não passava de uma esposa troféu que vivia viajando. Gretel dedicava-se ao balet e à ginástica artística sempre, para ocupar o tempo, mas chegou o dia que isso não foi o bastante. Gretel começou a roubar por esporte, só pra passar o tempo, mas gostava de ostentar as joias que roubava. Sua mãe não passava de uma vitrine de joias que ela fingia ser. Depois dos roubos vieram as corridas de carros e motos, onde ela pilotava ou muitas vezes, por sua beleza inegável, era disputada nessas corridas, como prêmio. Quando as corridas enjoaram, envolveu-se com a CIA onde foi treinada e tornou-se uma espiã de primeiríssima linha. Só que devido suas ligações anteriores, seu nome correu pelo mundo do crime como desertora e para provar que os criminosos não estavam felizes, dizimaram toda a família dela. Sem o menor dó. Desde empregados até seus pais, avós e parentes em segundo grau. Todos eles foram amontoados, deixados na casa de Gretel para que ela encontrasse os corpos empilhados, a casa toda revirada, sangue por todos os lados e, em cada cômodo, uma parte dos corpos. Na sala, apenas troncos, nos quartos, as cabeças e assim por diante. Presente: A CIA entrou em contato com a SHIELD assim que soube que Gretel tinha super-poderes, mas a mesma estava envolvida demais com coisas governamentais e não-governamentias. Todas essas siglas pouco interessavam para a garota que, por mais que odiasse toda a sua família, agora estava querendo vingança! Não afiliou-se a nenhum outro órgão num primeiro momento, mas logo acabou cedendo para Thanos que prometera a tão sonhada vingança. Mesmo assim, a garota preferiu afastar-se de tudo. Mora em um bairro afastado, no quarto andar de um prédio suburbano. Por mais que odiasse esse tipo de lugar, desde que sua família fora dizimada, prefere esconder-se em meio de gente trabalhadora. Vive de seus roubos grandiosos e presta serviços ao Thanos quando necessário. Não esqueceu nada do que viu, os pedaços de sua família e isso a tornou uma moça completamente atordoada. Habilidades: Possui unhas retrateis nas mãos e pernas. Agilidade sobre-humana, força, sensibilidade e alguns outros atributos felinos. Possui consigo um traje de couro que maximiza suas habilidades, lentes ergométricas que lhe permitem ver no escuro. É exímia ladra com especialidade em arrombar cofres, desarmar alarmes e invadir prédios. Uma acrobata ao nível olímpico e artista marcial excelente. Personalidade: Sua ganância é coisa de outro mundo, tal qual sua sede de vingança. Capaz de usar todas as armas que tem para chegar a onde quer. Graças ao seu treinamento pode se passar por uma menina extremamente doce, frágil e desastrada, como pode se mostrar exatamente como ela é. Capaz de conviver em qualquer extremo de situação. É extremamente sedutora, mas também muito seletiva ao usar seu charme. Gosta de chamar atenção, é convencida de sua beleza e muitas das vezes é cegada por ela. Seu humor muda com frequência, seus atos mudam com frequência. No mesmo dia ela pode tentar te fazer a pessoa mais feliz do mundo, mas também pode tentar te matar. Não é confiável, não é leal e, como um gato, extremamente oportunista. É interesseira, capaz de qualquer coisa por dinheiro. Tem mania de perseguição, por isso acha que está sempre sendo seguida, permanece sempre atenta e disposta a matar quem quer que tente matá-la primeiro. Além de sua mania de perseguição, Gretel raramente dorme mais do que duas horas por dia e sua paranoia fica pior a cada dia, usando como escape a sua sedução, fugindo de cama em cama e roubando tudo o que puder roubar. Gretel mantém um disfarce de menina doce e meiga a maioria do tempo. De dia, faz um estilo meio alternativo especialmente em estilo de roupas e o cabelo é preso de qualquer jeito. Entretanto, a noite, parece até outra mulher de tanta sensualidade que ela exala. Suas atitudes variam conforme seu humor e nível de paranoia, mas tenta manter seu disfarce de “vilã humana” quando na verdade esconde em si uma mulher cínica, sem escrúpulos e completamente traumatizada pelas circunstâncias.
Essa parte não consta no meu contrato. Não tenho vocação pra ser sex doll.
E o Thanos permitiu? Achei que era uma daquelas coisas agregadas...
Preciso de umas férias. Se eu sumir por uns quinze dias será que Thanos vai sentir minha falta?
Provavelmente. Não dizem que os que trabalham pra ele são meio que suas concubinas?
Oops. | Gretel & Arion.
Arion não estava num dia bom. Com tudo que acontecera recentemente entre ele, Skyler e aquela suposta gravidez, o humor do vilão estava péssimo. Era exatamente por esse motivo que recentemente Arion preferira evitar o convívio social com qualquer tipo de pessoa que ele não pudesse matar, sobretudo Maliah. Se sentir ameaçado de alguma forma o tornava centenas de vezes mais agressivo do que tinha o costume de ser. A intensidade de todos esses sentimentos com os quais ele não sabia lidar simplesmente o deixava louco. Arion se sentia como se a qualquer segundo, o resquício de humanidade que parecia agora viver dentro do corpo de Skyler fosse destruí-la a qualquer instante e ele simplesmente não podia suportar essa ideia.
Apesar de todas as habilidades constadas no currículo do vilão que apontavam claramente que ele seria capaz de desviar do corpo que caminhava em sua direção, Arion escolhera não fazê-lo, colocando inclusive um pouco mais de força no impacto que para todos os efeitos, fora culpa dela.
A tonalidade do pedido de desculpas que saíra dos lábios daquela garota fizera com que Arion automaticamente a associasse aos tantos humanos que já o haviam implorado por perdão, ou misericórdia. Embora nunca a tenha visto na academia, Arion sabia que nenhum ser humano - por mais burro que fosse - seria capaz de entrar ali e isso indicava que infelizmente, ele não poderia matá-la.
"Melhor tomar cuidado, pode ser que da próxima vez eu não seja tão gentil a ponto de poupar sua vida.” A voz de Arion saíra no tom sarcástico usual e, embora houvesse um esboço de sorriso em seus lábios, a tonalidade escurecida que o azul de seus olhos haviam adquirido entregavam facilmente o quanto aquele sorriso havia sido falso.
A vilã (se é que Gretel poderia ser chamada assim) teve que ler os lábios do outro, levando em conta que ela nem sequer havia tirado o fone do ouvido para falar com ele. Só que as palavras "poupar sua vida" atingiram-na. Não é que ela esperasse meiguice daquele pessoal, só não esperava que alguém fosse transformar alguma coisa assim em uma tempestade.
"O que disse?" Falou a garota ao tirar o fone de ouvido, fingindo não ter entendido. A garota até poderia estrar em pânico, mas, ao mesmo tempo, era Gretel e ela nunca era de todo, previsível. Os braços foram cruzados e seus olhos ficaram atentos ao vilão. Não estava muito a fim de brigar, mas se ele quisesse, bem, ela estava pronta.
A gata olhou por cima do vilão, buscando alternativas de escape caso fosse preciso, mas por mais que ele viesse a confirmar a teoria de que o mundo inteiro conspirava para matá-la, a morena nem sequer se mexeu, como se fosse a mais encrenqueira e durona das garotas -- coisa que havia deixado de ser no mesmo dia que viu sua família despedaçada e empilhada. De qualquer forma, voltar às origens quebraria seu tédio. Pelo menos, em teoria.
Então Gretel começou a achar que atender Thanos não era tão ruim quanto ela achou que seria.
Oops. | Gretel & Arion.
Thanos havia chamado Gretel no castelo para falar um blábláblá qualquer que a morena não tinha ouvido sequer um A. Tinha verdadeiramente alguma coisa a ver com a falta de treinamentos ou qualquer coisa assim. A verdade era que Gretel não queria ser associada a Thanos. Simplesmente pelo fato de que quando foi associada a uma pessoa, perdeu tudo o que era realmente importante para ela.
Na verdade, ela nem sequer se importava com os olhares que estavam vindo em cima dela -- e eram muitos. Primeiro porque a garota quase nunca aparecia naquele castelo, segundo porque suas roupas não era o que dava para chamar de não-provocantes. Ao contrário. Estava vestindo um shorts jeans curtos que estava sobreposto a uma meia fio setenta preta. Uma jaqueta jeans com as mangas arregaçadas e camiseta. Qualquer um poderia dizer que era uma roupa comum, se não fosse as curvas da garota que eram bem salientadas com uma bota de salto alto. De vez em quando a garota se arrumava de dia.
Tinha a impressão de que estava sendo seguida ao que estava indo pra saída dos fundos. A garota devia estar deveras acostumada com essa impressão, mas não estava. Na verdade, estava chocada como as pessoas poderiam segui-la até naquele castelo, mesmo assim, estava ouvindo música no fone de ouvido nas alturas e dançando conforme caminhava até que, como seus olhos estavam fechados, bateu de frente com alguém.
"Desculpe." Disse, sentindo as bochechas corarem. Ótimo, agora Gretel parecia a estranha que não morava naquela castelo que era desastrada pra caramba. Forçou um sorriso para o garoto que era muito bonito, por sinal.
"I’m just the luckiest little hippie flower child in the world."
Era o que eu devia ter feito desde o princípio: resolvido tudo sozinho. Mas de qualquer maneira, eu agradeço.
Imagina, eu só estava querendo cumprir protocolo social.
Não o que você disse, mas a forma como eu encarei. Não tenho certeza do motivo, talvez eu só esteja revendo alguns conceitos e isso tenha me feito pensar.
Bom, eu já ia começar a perguntar onde você mora. Bem, acho que eu tenho que ser fofa e falar que pode contar comigo e tal, mas..
Mas acho que você é capaz de se resolver sozinho.
Provavelmente foi melhor assim.
Pessoal? Talvez tenha sido.
Por que foi pessoal?
Pode? Faz tempo que não sei o que é viver em sociedade. Passei muito tempo fechado no meu próprio mundo tramando o único plano com o qual eu realmente me importei, mas agora parece ter ido tudo por água a baixo.
Eu acho que devo sentir muito pelo seu plano.
Mas parece que você fez de meu julgamento bastante pessoal.
Não posso julgá-los quanto à isso.
Eu posso.
Não tenho muito tempo pra música, de qualquer forma.
Nem eu, mas vizinhos têm o dom de esquecer que vive em sociedade.
O que você chama de música ruim?
Ora, música ruim é música ruim! Na verdade, barulhos sem letra.
Alguém tem perto do meu apartamento ouvindo música ruim. Devo matar ou pedir pra abaixar?